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Banana Fitossanidade

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Academic year: 2023

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Agrº., D.Sc., Professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Caixa Postal 74585, Departamento de Entomologia e Fitopatologia, CEP Seropédica, RJ. Tal conhecimento vem sendo colhido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa - em colaboração com outras instituições do sistema nacional de pesquisa agropecuária, a fim de assegurar melhores condições de trabalho ao setor produtivo, o que garante o alcance de padrões adequados de exportação.

Tabela 1. Evolução das exportações brasileiras de bananas frescas e secas no período de 1996 a 1998.
Tabela 1. Evolução das exportações brasileiras de bananas frescas e secas no período de 1996 a 1998.

Quarentena pós-entradaQuarentena pós-entrada

Suas técnicas podem incluir uma série de testes destinados a verificar a presença de ovos de ácaros e insetos e a estrutura reprodutiva de fungos e outros patógenos, seja em plantas ou produtos de origem vegetal ou em materiais de embalagem.

MonitoramentoMonitoramento

Área livreÁrea livre

TRATTAMENT AMENTO PÓS O PÓS--COLHEIT COLHEITA A

Fungicidas registrados para uso no controle de patógenos que ocorrem em banana e/ou pós-colheita. São os únicos produtos registrados no Ministério da Agricultura e Abastecimento para tratamento pós-colheita de banana.

EXIGÊNCIAS P EXIGÊNCIAS PARAARA

EXPORTAÇÃO AÇÃO

2 DAS PRAGAS,

DOENÇAS E PLANTAS DANINHAS

INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO

DESENV

DESENVOL OLVIMENT VIMENTO DOS O DOS PROBLEMAS FIT

PROBLEMAS FITOSSANITÁRIOS OSSANITÁRIOS

AMBIENTE E L

AMBIENTE E LOCALIZAÇÃO OCALIZAÇÃO

Em termos de necessidades hídricas, os maiores rendimentos estão associados a uma precipitação anual de 1.900 mm, bem distribuída ao longo do ano. A temperatura ótima para o desenvolvimento normal da bananeira está na faixa de 28oC, considerando a faixa de temperatura de 15oC a 35oC como os limites extremos para o aproveitamento racional da cultura.

ESCOLHA E A

ESCOLHA E AQUISIÇÃO DE QUISIÇÃO DE MA

MATERIAIS PROP TERIAIS PROPA AGA GATIV TIVOS OS

Mudas convencionaisMudas convencionais

Mudas obtidas pelo fracionamentoMudas obtidas pelo fracionamento

Mudas obtidas por ferimento deMudas obtidas por ferimento de

Mudas produzidas

CUID

CUIDADOS NO ADOS NO EST

ESTABELECIMENT ABELECIMENTO DO O DO POMAR

POMAR

Essa prática aumenta a diversidade de vida no solo, aumentando a competição entre as espécies e, com isso, diminuindo a severidade de doenças causadas por patógenos no solo e também nas folhas, como é o caso da Sigatoka, pois a adubação orgânica pode aumentar a taxa de crescimento das plantas. Construir transportadores, formando blocos de largura adequada, para facilitar o trânsito dentro da plantação de banana e as operações de controle químico da sigatoka, principalmente quando realizadas por trator.

MONIT

No início do desenvolvimento das plantas, preste atenção especial ao aparecimento da broca do rizoma, que, quando aparece nessa fase, geralmente atinge o meristema superior das plantas e as leva à morte.

MONITORAMENT ORAMENTO DO O DO BANANAL

BANANAL

As inspeções de bloco devem ser periódicas, mais frequentes durante a floração e frutificação, quando muitas doenças e problemas de deficiência de nutrientes são mais comuns. Todas as informações e atividades realizadas, bem como a evolução da situação fitossanitária do bloco, devem ser registradas.

DESENVOL OLVIMENT VIMENTO NA PRÉ- O NA PRÉ- COLHEIT

COLHEITA E COLHEIT A E COLHEITA A

Durante o manuseio dos frutos durante as operações de colheita, transporte, descarte, lavagem e embalagem, possíveis cuidados devem ser tomados para evitar danos aos frutos, o que se refletirá em menor incidência de Colletotrichum (antracnose) durante a comercialização. Em regiões produtoras que registram altos níveis de umidade relativa do ar, todos os cuidados são necessários, devido à maior incidência de doenças fúngicas ou bacterianas, sendo a antracnose a mais comum.

3 PRAGAS

BROCA-DO

BROCA-DO-RIZOMA -RIZOMA Cosmopolites sordidus

Coleoptera: Curculionidae)

DESCRIÇÃO E CICLO DE VIDADESCRIÇÃO E CICLO DE VIDA

A pupa é branca, com 12 mm de comprimento e 6 mm de largura, e os movimentos são limitados à parte distal do abdome.

DANOS E CONSEQÜÊNCIASDANOS E CONSEQÜÊNCIAS

ECONÔMICAS

CONTROLECONTROLE

Estudos sobre o uso de nematóides entomopatogênicos, pertencentes às famílias Steinernematidae e Heterorhabditidae, no controle da broca do rizoma, mostram que eles, além de eficientes e específicos, são facilmente estabelecidos em escala. Carbofuran Ralzer 50 GR Cosmopolites sordidus 3-5 gr/isca queijo carbamato Carbofuran Furadan 50 G Cosmopolites Cosmopolites sordidus 3-5 g/isca carbamato Carbofuran Furadan 350 SC1 Cosmopolites sordidus 400bomopolites sordidus 400bosmopolites carbamato 400bosmopolites 0 ml/1 ites so rdidus 400 ml/10 0 l água carbamato furano Diafuran 50 Cosmopolites sordidus 50-80 g/poço carbamato.

Figura 4. Isca “Telha” colocada na toceira próxima à base da planta.
Figura 4. Isca “Telha” colocada na toceira próxima à base da planta.

PULGÕES PULGÕES - -

No entanto, as reações na cultivar suscetível foram mais intensas, embora a mistura de voláteis presentes em maior quantidade nesta cultivar não tenha provocado reações, sugerindo que outros compostos presentes em menores proporções sejam os responsáveis ​​pela atratividade. Utilizando técnica semelhante, em estudos com o objetivo de determinar as respostas olfativas do inseto em relação à amostra de etanol, pseudocaule e rizoma de Musa acuminata, abacaxi e cacau, observou-se que o inseto foi atraído apenas por partes da bananeira.

Homoptera: Aphididae)(Homoptera: Aphididae)

Além disso, os tecidos sadios foram mais atraentes do que os infectados pela broca e, no campo, os odores dos tecidos do rizoma foram mais atraentes do que os liberados do pseudocaule. Uma substância eletrofisiologicamente ativa (1,8-cineol) foi identificada entre os componentes voláteis de cultivares susceptíveis à broca do rizoma.

INTRODUÇÃO

No Brasil, estima-se que 10% das bananeiras estejam infectadas por essa doença, apesar da falta de levantamentos. Bananeiras jovens oriundas de mudas in vitro apresentaram mais sintomas de CMV do que plantas convencionais aos 5 meses de idade.

Figura 6. Muda de bananeira atacada pelo pulgão Pentalonia nigronervosa.
Figura 6. Muda de bananeira atacada pelo pulgão Pentalonia nigronervosa.

TRIPES TRIPES - -

Danos diretos são devidos à sucção de seiva das bainhas externas das folhas (perto do nível do solo) por adultos e ninfas, levando à clorose da planta e à deformação das folhas. Como mencionado anteriormente, os danos indiretos são devidos à transmissão do vírus CMV e do top-bound.

Thysanoptera: Aelothripidae)(Thysanoptera: Aelothripidae)

Em relação ao CMV, as medidas a serem tomadas para reduzir os danos são controlar as plantas daninhas hospedeiras do vírus e evitar plantas cultivadas na vizinhança com alto potencial de infecção. A data de plantio pode ser ajustada para períodos em que a população de pulgões é reduzida.

Thysanoptera: Thripidae)(Thysanoptera: Thripidae)

DESCRIÇÃO E CICLO DE VIDA DESCRIÇÃO E CICLO DE VIDA DESCRIÇÃO E CICLO DE VIDA Tripes da brusone - Frankliniella spp. As formas jovens e adultas geralmente se alimentam das partes restantes das flores das extremidades dos frutos e das flores do coração.

Figura 8. Sintoma de ataque do tripes da  ferrugem dos frutos.
Figura 8. Sintoma de ataque do tripes da ferrugem dos frutos.

TRAÇA-D

TRAÇA-DA-BANANEIRA A-BANANEIRA - - Opogona sacchari

Opogona sacchari (Bojer) (Bojer) (Lepidoptera: Lyonetiidae)

DANOS E EFEITOS ECONÔMICOSDANOS E EFEITOS ECONÔMICOS

LAGART GARTAS AS-DESFOLHADORAS -DESFOLHADORAS -

Lepidoptera: Nymphalidae),(Lepidoptera: Nymphalidae),

Arctiidae)Arctiidae)

OUTRAS PRA OUTRAS PRAGASGAS

Broca-rajadaBroca-rajada

4 FÚNGICAS E

BACTERIANAS

DOENÇAS FÚNGICASDOENÇAS FÚNGICAS

SIGA

SIGATTOKA-AMARELA OKA-AMARELA

DISTRIBUIÇÃO

AGENTE CAUSAL E SINTOMASAGENTE CAUSAL E SINTOMAS

Diferenças no comportamento de conídios e ascósporos de Mycosphaerella musicola com implicações na epidemiologia da sigatoka amarela. A Tabela 5 lista os principais produtos em uso ou com potencial de uso no controle da mancha amarela.

Figura 16. Sigatoka-amarela : necrose do limbo foliar.
Figura 16. Sigatoka-amarela : necrose do limbo foliar.

SIGATTOKA-NEGRA OKA-NEGRA

Morfologia Cilíndrico a obclavado-cilíndrico, reto ou curvo, verde-oliva pálido a pálido, 0-6 septos, hilo basal indistinto. Os sintomas causados ​​pela evolução das lesões causadas pela sigatoka negra são semelhantes aos do ataque da sigatoka amarela.

Figura 19. Sigatoka-negra: estrias marrons na face inferior da folha.
Figura 19. Sigatoka-negra: estrias marrons na face inferior da folha.

DANOS E EFEIT ANOS E EFEITOS ECONÔMICOS OS ECONÔMICOS A sigatoka-negra é a mais grave e temi-

A Tabela 8 agrupa algumas características da sigatoka amarela e da sigatoka negra, em relação aos sintomas observados no campo, que são importantes no diagnóstico. As recomendações para a sigatoka amarela valem também para a sigatoka negra, também em relação aos produtos utilizados.

MAL-DO -DO-P -PANAMÁ ANAMÁ

AGENTE CAUSAL E SINTOMASAGENTE CAUSAL E SINTOMAS

Em estágios mais avançados, sintomas de vasos brancos também podem ser vistos na nervura principal das folhas. O corte transversal do rizoma também revela a presença do patógeno pela mancha marrom-avermelhada, cuja intensidade é maior na área de densa vascularização onde o estelo se une ao córtex (Figura 26).

Figura 22.  Mal-do-Panamá: amare- amare-lecimento progressivo das folhas mais velhas.
Figura 22. Mal-do-Panamá: amare- amare-lecimento progressivo das folhas mais velhas.

DANOS E EFEITOSDANOS E EFEITOS

Use mudas verdadeiramente saudáveis ​​e livres de nematóides; estes podem ser responsáveis ​​pela quebra de resistência; Manter as populações de nematóides sob controle, pois podem ser responsáveis ​​por quebrar a resistência ou facilitar a penetração de patógenos através de feridas.

DOENÇAS DE FRUTOSDOENÇAS DE FRUTOS

Em bananais já estabelecidos, onde a doença começa a se manifestar, recomenda-se a erradicação das plantas doentes como medida de controle, para evitar a disseminação do inóculo na área de cultivo.

DOENÇAS DE PRÉ-

DOENÇAS DE PRÉ-COLHEIT COLHEITA A lesão-de-Johnston

Mancha-parda (

Mancha-losango (

As manchas começam a aparecer quando a fruta se aproxima do ponto de colheita. As manchas não devem ser confundidas com manchas de choque e aquelas causadas por tripes que colocam ovos em flores que podem ser removidas.

Ponta-de-charutoPonta-de-charuto

DOENÇAS DE PÓS

DOENÇAS DE PÓS--COLHEIT COLHEITA A Podridão-da-coroa

Podridão-da-coroa ((Fusarium roseum;Fusarium roseum;

Mais frequentemente associados à podridão da copa são: Fusarium roseum (Link) Sny e Hans., Verticillium theobromae (Torc.) Hughes e Gloeosporium musarum Cooke e Massel (Colletotrichum musae Berk e Curt.). O aparecimento da podridão-da-colheita é uma anomalia que pode causar sérios prejuízos na fase de comercialização da banana, portanto requer cuidados especiais, inclusive com a adoção de controle químico.

Antracnose (

Além disso, o tamanho dos frutos é importante, pois os maiores favorecem o aparecimento de doenças durante o transporte. Também deve ser notado que esta recomendação também se aplica ao controle da podridão crônica.

OUTRAS DOENÇASOUTRAS DOENÇAS

O controle deve começar no campo, com boas práticas culturais, conforme recomendado para controle pré-colheita de patógenos de frutas. As práticas de descarte, lavagem e embalagem pós-colheita devem incluir o manuseio extremamente cuidadoso da fruta e medidas assépticas rigorosas.

FÚNGICAS

Além desses cuidados, a última etapa é o controle químico, que pode ser feito por imersão ou pulverização dos frutos. Além disso, o produtor que deseja exportar sua produção deve estar atento às exigências do país importador, que muitas vezes possui legislação própria nessa área e aceita apenas frutas tratadas com determinados produtos.

MANCHA-DE-DEIGHTONIELLAMANCHA-DE-DEIGHTONIELLA

Em meio de cultura, cresce prontamente em uma ampla variedade de substratos, produz colônias cinza-escuras e esporula prontamente em meio de agar batata dextrose (PDA).

LESÕES-DE-PHYLLOSTICTINALESÕES-DE-PHYLLOSTICTINA

Há uma sensação de aspereza na superfície da mancha devido ao grande número de picnídios pretos nela. Várias outras manchas também são encontradas em folhas de bananeira, dentre as quais se destacam: Mancha foliar de Mycosphaerella, causada por Mycosphaerella musae; Mancha foliar de Periconiella causada por Periconiella musae, um tipo de fungo.

Figura 33.   Mancha-de-Cloridium: lesões agrupadas, formando manchas marrom-escuras.
Figura 33. Mancha-de-Cloridium: lesões agrupadas, formando manchas marrom-escuras.

DOENÇAS BA

DOENÇAS BACTERIANAS CTERIANAS

MOK MOKOO

Ralstonia solanacearum Ralstonia solanacearum, raça 2) , raça 2) DISTRIBUIÇÃO

Os sintomas do moko ocorrem tanto em plantas jovens quanto maduras e podem ser confundidos com os da doença do Panamá. Os pontos-chave do controle do moko são a detecção da doença e a rápida destruição das plantas infectadas e adjacentes, que, embora aparentemente saudáveis, podem ter contraído a doença.

Figura 36. Moko: intensa descoloração vascular dos tecidos centrais do pseudocaule.
Figura 36. Moko: intensa descoloração vascular dos tecidos centrais do pseudocaule.

PODRIDÃO

Uma vez encontrada a infecção em uma planta, ela deve ser eliminada imediatamente, e as plantas vizinhas devem ser observadas para determinar se também é necessário eliminá-la. O produto deve ser aplicado em todos os brotos existentes na touceira (3 ml a 30 ml por planta, dependendo de sua altura).

PODRIDÃO-MOLE -MOLE ((Erwinia spp Erwinia spp.).)

Nas plantações abandonadas devido ao moko, todas as espécies de Musa e Heliconia devem ser destruídas e a área em pousio por 12 meses. Em áreas virgens onde há infestação por espécies de Heliconia, estas devem ser destruídas com herbicidas, mantendo a área em pousio por 12 meses.

DISTRIBUIÇÃODISTRIBUIÇÃO

Na parte aérea, os sintomas podem ser confundidos com os do oídio ou mal do Panamá. DANOS E EFEITOS ECONÔMICOS DANOS E EFEITOS ECONÔMICOS DANOS E EFEITOS ECONÔMICOS Apesar da ocorrência relativamente frequente de podridão mole em bananeiras, não foi em nenhum caso uma epidemia, mas em áreas irrigadas representa um perigo potencial que requer maior controle sobre a umidade do solo.

Figura 39.  Podridão-mole: apodreci- apodreci-mento total do rizoma.
Figura 39. Podridão-mole: apodreci- apodreci-mento total do rizoma.

OUTRAS DOENÇAS BACTERIANASOUTRAS DOENÇAS BACTERIANAS

A bananeira é uma daquelas árvores frutíferas em que os danos às raízes são bastante evidentes quando atacados por fitonematóides. Danos nas raízes e rizomas, causados ​​pela invasão de nematóides seguida por certos fungos e bactérias, é o problema mais sério em variedades do subgrupo Cavendish após a sigatoka negra.

5 CAUSADAS POR NEMATÓIDES

Os mais prejudiciais estão envolvidos na destruição das raízes primárias da planta e do sistema de suporte, resultando em uma diminuição na eficiência da absorção de água e nutrientes pelas raízes e no acamamento das plantas quando os cachos se aproximam da colheita. No Brasil, várias espécies foram identificadas em associação com raízes da rizosfera e solo de bananeiras, mas apenas R.

NEMA

Na bananicultura são registradas 146 espécies de nematoides parasitas ou associados à cultura, divididas em 43 gêneros (Gowen & Quénéhervé, 1990), das quais 28 já foram relatadas em território nacional.

NEMATÓIDE CA TÓIDE CAVERNÍCOLA VERNÍCOLA ((Radopholus similis, Radopholus similis, raça raça

OCORRÊNCIA E DISTRIBUIÇÃOOCORRÊNCIA E DISTRIBUIÇÃO

As perdas causadas por esse nematóide podem chegar a 100% entre as bananeiras do subgrupo Cavendish. DANOS E IMPACTOS FINANCEIROS DANOS E IMPACTOS FINANCEIROS DANOS E IMPACTOS FINANCEIROS Algumas estimativas dos efeitos de R. . As semelhanças na produção de banana em alguns países estão listadas na Tabela 9.

Figura 43. Corte longitudinal da raiz: necroses marrom avermelhada sintoma da infecção por Radopholus similis.
Figura 43. Corte longitudinal da raiz: necroses marrom avermelhada sintoma da infecção por Radopholus similis.

NEMATÓIDES TÓIDES-D -DAS AS--GALHAS GALHAS ((Meloidogyne Meloidogyne spp.) spp.)

Os danos causados ​​às bananeiras são diretamente proporcionais ao crescimento de suas populações. Entre os fatores diretamente relacionados à biologia do nematóide que afetam a dinâmica populacional está a ação da própria densidade populacional da espécie, que regula o tamanho populacional.

OUTROS NEMA

OUTROS NEMATÓIDES TÓIDES Helicotylenchus multicinctus

MEDIDAS GERAIS DE CONTROLEMEDIDAS GERAIS DE CONTROLE

Pretende-se reduzir a população de nematóides a um nível que não cause prejuízos econômicos à cultura. Inundar a área por um período mínimo de 6 a 7 semanas é muito eficaz na redução das populações de nematóides.

Tabela 10.  Principais nematicidas utilizados no controle dos nematóides.
Tabela 10. Principais nematicidas utilizados no controle dos nematóides.

VIROSES QU

Com a modernização dos métodos de produção de mudas, milhares de mudas passaram a ser produzidas a partir de poucas matrizes, neste caso ficou evidente a importância do uso de matrizes sadias. O sucesso do controle do vírus depende do uso de medidas preventivas que evitem a infecção das plantações.

VIROSES QUARENTENÁRIAS ARENTENÁRIAS

Em geral, os produtores e muitos técnicos brasileiros não consideram os vírus um problema sério na bananicultura, pois os danos que eles causam muitas vezes não são tão visíveis quanto os causados ​​por infecções fúngicas ou bacterianas.

TTOPO OPO-EM-LEQUE -EM-LEQUE

6 CAUSADAS POR VÍRUS

DANOS E EFEITOS ECONÔMICOS DANOS E EFEITOS ECONÔMICOS DANOS E EFEITOS ECONÔMICOS Nas Filipinas causa prejuízos superiores a 40%.

MOSAICO

MOSAICO-D -DAS AS-BRÁCTEAS -BRÁCTEAS ((banana bract mosaic virus banana bract mosaic virus,,

BBrMV)

VIROSES EXISTENTES NO BRASILVIROSES EXISTENTES NO BRASIL

MOSAICO-DO -DO-PEPINO -PEPINO

Dependendo do tipo presente, quando ocorrem temperaturas abaixo de 24ºC na região, ocorre necrose do pseudocaule e das folhas, e até morte da planta (Figura 55). Instalar novas plantações de banana em áreas livres de ervas daninhas e longe de plantações de hortaliças, como não cultive entre bananeiras intercaladas susceptíveis ao vírus.

ESTRIAS

ESTRIAS-D -DA-BANANEIRA A-BANANEIRA ((banana streak virus banana streak virus, BSV), BSV)

7 PLANTAS DANINHAS

MATTOCOMPETIÇÃO NA OCOMPETIÇÃO NA CUL

CULTURA D TURA DA BANANA A BANANA

No entanto, não se pode descartar que algumas ervas daninhas também sejam hospedeiras de nematóides e patógenos como vírus, motivo pelo qual devem ser totalmente removidas ou roçadas, evitando sua coexistência com a cultura da banana. Ressalta-se ainda que a possibilidade de coexistência de bananeiras com matos sem comprometer a produção é uma prática conservacionista que contribui para reduzir significativamente as perdas de solo e água por escorrimento em áreas íngremes e, portanto, deve ser buscada desde que não prejudique o controle de pragas e doenças.

MÉT

MÉTODOS DE CONTROLE ODOS DE CONTROLE Capina

Capina

Controle mecânicoControle mecânico

Controle químicoControle químico

Segundo Mesquita et al., 1983, o controle químico de ervas daninhas contribuiu para a redução de Cosmopolites sordidus aprisionado na bananeira, em comparação com o uso de cobertura morta formada por partes da própria bananeira. Já o glifosato (1,23 kg/ha de princípio ativo) e a mistura de paraquat + diuron kg/ha de i. a.) deu resultados idênticos a esta mistura em termos de controle das ervas daninhas presentes.

Controle integrado com manejo deControle integrado com manejo de

O efeito da capina regular e de alguns dos herbicidas mais utilizados na bananicultura sobre o peso do cacho e o ciclo de produção da banana Prata foi estudado por Gomes et al.

Os resultados obtidos por Mesquita et al., 1983, mostraram que o uso de leguminosas entrelinhas em plantações de banana, como o feijão-de-porco, como método de controle de ervas daninhas e como prática de rotação de culturas, contribuiu para a redução da infestação de Cosmopolites sordidus, inseto causador da broca do rizoma. Da mesma forma, recomenda-se o uso de leguminosas (Crotalaria juncea, soja perene, mucuna) como medida cultural de controle de nematóides.

8 CAUSA ABIÓTICA E ANORMALIDADES DE

CAUSA DESCONHECIDA

PROBLEMAS DE CA PROBLEMAS DE CAUSAUSA

ABIÓTICA

Mancha-de-maturidadeMancha-de-maturidade

Queima de solQueima de sol

QuimerasQuimeras

Azul-da-bananeiraAzul-da-bananeira

Afloramento-de-rizomaAfloramento-de-rizoma

Defeito na abertura da folhaDefeito na abertura da folha

DEFICIÊNCIAS NUTRICIONAISDEFICIÊNCIAS NUTRICIONAIS

Deficiência de Cálcio (Ca) - A deficiência de Ca é caracterizada por clorose descontínua e serrilhada nas bordas, espessamento das nervuras secundárias e redução do tamanho das folhas (Figura 63). Deficiência de Enxofre (S) - Caracterizada por uma clorose geral da lâmina das folhas mais jovens, que desaparece com a idade (Figura 65).

Figura  62.  Sintomas de deficiência de potássio.
Figura 62. Sintomas de deficiência de potássio.

DESCONHECIDA A Amarelão

Deficiência de zinco (Zn) – Plantas deficientes em Zn têm crescimento e desenvolvimento atrofiados, folhas pequenas e lanceoladas. Os sintomas de deficiência de Zn são frequentemente confundidos com os da infecção viral.

Amarelão

Há também casos de podridão hídrica em pseudocaules de bordo AAB, cujos sintomas são semelhantes aos observados no Brasil. Quanto às possíveis causas, embora a literatura aponte solos pesados ​​e má drenagem como responsáveis ​​pela ocorrência de sintomas semelhantes aos do rabo-amarelo, as condições de solo observadas na Bahia não levam a essa hipótese.

MachiamentoMachiamento

Esses sintomas são geralmente semelhantes aos causados ​​pelos vírus CMV e BSV, e também podem ser observados na parte aérea das plantas afetadas (Figura 75). Progênie de plantas afetadas por "quebra" apresentando sintomas semelhantes de níveis de CMV e BSV.

Mancha preta do frutoMancha preta do fruto

Sintomas de cor ferrugem na polpa com presença de grânulos na casca dos frutos maduros. Independentemente do agente causador, os sintomas observados são preocupantes devido ao número de variedades já afetadas e aos possíveis danos que o problema pode causar.

Figura  77.  Pontuações necróticas no engaço.
Figura 77. Pontuações necróticas no engaço.

9 AGROTÓXICOS EM BANANEIRA

TTO OXICID XICIDADE DOS ADE DOS DEFENSIV

DEFENSIVOS A OS AGRÍCOLAS GRÍCOLAS

EQUIP

EQUIPAMENT AMENTOS DE OS DE PRO

PROTEÇÃO INDIVIDU TEÇÃO INDIVIDUAL – EPIS AL – EPIS

É necessário cuidado durante o transporte, armazenamento, manuseio (preparo, aplicação, descarte de embalagens, etc.) e em caso de acidentes. Os critérios que determinam a classificação toxicológica devem ser observados para garantir a proteção da parte do corpo mais exposta à ação do produto.

Recomendações

TransporteTransporte

ARMAZENAMENT ARMAZENAMENTOO

Recomendações geraisRecomendações gerais

Pequenos depósitosPequenos depósitos

Se a embalagem original não puder ser preservada por estar muito danificada, os produtos devem ser transferidos para outra embalagem que não possa ser confundida com embalagens de alimentos ou rações. Devem ser utilizadas etiquetas que identifiquem o produto, a classe toxicológica e as doses utilizadas para as culturas-alvo.

Incêndio em depósitoIncêndio em depósito

RECEITUÁRIO A

RECEITUÁRIO AGRONÔMICO GRONÔMICO

Profissionais habilitados podem providenciar a elaboração de seu caderno de receitas, desde que respeitem a legislação aplicável e que seja numerado e/ou controlado pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - Crea de seu estado.

AQUISIÇÃO DOS QUISIÇÃO DOS DEFENSIV

CUIDADOS NO MANUSEIO ADOS NO MANUSEIO DOS DEFENSIV

DOS DEFENSIVOS OS

Cuidados antes das aplicaçõesCuidados antes das aplicações

Abra a embalagem com cuidado para evitar respingos, derramar o produto ou levantar poeira. Mantenha o rosto afastado e evite inalar o agrotóxico, manuseando o produto preferencialmente ao ar livre ou em ambiente ventilado.

Cuidados durante as aplicaçõesCuidados durante as aplicações

Cuidados após as aplicaçõesCuidados após as aplicações

Evite escoar a água de lavagem dos equipamentos de aplicação ou das áreas aplicadas para locais que possam ser utilizados por homens e animais.

DESCARTE D

DESCARTE DAS EMBALA AS EMBALAGENS GENS V

VAZIAS AZIAS

Fosso sanitárioFosso sanitário

Espalhe uma camada de 20 cm de pedra irregular e uma camada de 10 cm a 15 cm de brita no fundo da cova. Uma camada extra de 30 cm de solo deve ser colocada sobre o aterro de modo que fique acima do solo.

INTO OXICAÇÕES COM XICAÇÕES COM DEFENSIV

Isole a vala com rede, arame ou cerca de madeira para manter os animais afastados e dificultar a entrada de pessoas. Antes de iniciar o uso e a cada 15 cm de material descartado, aplique camadas de cal ou calcário para neutralização.

Sintomas de intoxicaçãoSintomas de intoxicação

Cavamos uma cova de 1 a 2 metros de profundidade, comprimento e largura, não mais que 3 m, dependendo das necessidades.

Primeiros socorrosPrimeiros socorros

Deve-se atentar para a possível ocorrência desses sintomas para que possam ser relatados com precisão.

Materiais para atendimento deMateriais para atendimento de

Ingestão de produtos tóxicosIngestão de produtos tóxicos

O vômito pode ser induzido se os pesticidas forem ingeridos de forma diluída, como nas misturas preparadas para pulverização. Em situações de emergência, carvão ativado encontrado em filtros de água domésticos pode ser usado.

Inalação de tóxico (intoxicação peloInalação de tóxico (intoxicação pelo

Em geral, é útil fazer com que o paciente beba muita água para diluir o produto, o que facilita sua eliminação, mesmo com vômitos.

Contaminação da peleContaminação da pele

Contaminação dos olhosContaminação dos olhos

TRATTAMENT AMENTO MÉDICO O MÉDICO

CAUSAS DE FRA USAS DE FRACASSOS NO CASSOS NO CONTROLE FIT

CONTROLE FITOSSANITÁRIO OSSANITÁRIO

MANUTENÇÃO E LA

MANUTENÇÃO E LAV VA AGEM GEM DOS PUL

DOS PULVERIZADORES VERIZADORES

10 ENDEREÇOS ÚTEIS

Plebs dynamica a potestate cosmopolitarum sordidus (Germ., 1824) e Metamasius hemipterus L., 1764 (Col. Curculionidae), em bananais da cv. Vuill aucta cum oleo minerali contra adultos cosmopolites sordidus (Germar) adultorum.

11 BIBLIOGRÁFICAS

Formae biologicae ditionis cosmopolitarum sordidus (Germar, 1824) (Coleoptera: Curculionidae) per Beauveria bassiana (Balsamo) Vuillemin (Hyphomycetes). Das brocas da bananeira cosmopolites sordidus (Germania, 1824) et Metamasius hemipterus (Linne, 1764) cum fungis entomogenicis.

12 GLOSSÁRIO

Inimigos naturais - são predadores e parasitas de pragas ou doenças existentes no local. Pecíolo - a parte da folha que prende a lâmina (lâmina) ao caule, seja diretamente ou através de uma bainha.

Imagem

Tabela 1. Evolução das exportações brasileiras de bananas frescas e secas no período de 1996 a 1998.
Figura 2.  Larva da broca-do-rizoma-da- broca-do-rizoma-da-bananeira, Cosmopolites sordidus.
Figura 4. Isca “Telha” colocada na toceira próxima à base da planta.
Tabela 3 .  Produtos químicos registrados para a cultura da bananeira.
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Referências

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Esta pesquisa restringiu-se apenas às Agências Reguladoras Federais e tem como foco somente o gasto de aquisição de papel, desprezando toda a sistemática que é a implantação de um