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BASE DE CALCULO DO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE

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Academic year: 2023

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Assim, até que seja promulgada uma nova lei que estabeleça as bases de cálculo do abono de insalubridade, alterando-se a redação prevista no art. Há necessidade de uma nova lei que altere a redação do artigo 192 da CLT e estabeleça a base de cálculo do adicional de periculosidade.

FONTES DO DIREITO DO TRABALHO

Origem

Com fóruns universais de aceitação na teoria geral do direito, se a ambiguidade não desaparecer completamente, a ambiguidade é rapidamente mitigada, desde que forneçamos os seus conceitos precisos. Tradicionalmente, o Direito e os Costumes são considerados as principais fontes formais do direito, ou seja, a norma estabelecida e aceita pelo Estado.

Conceito

228 do TST, ao fixar o salário contratual como base de cálculo do adicional de periculosidade, conflita com a súmula vinculante nº. As duas jurisprudências tratam de embargos de esclarecimento e relacionam a base de cálculo do adicional de periculosidade ao salário mínimo.

A Constituição da Republica

  • As Leis
  • Usos e Costume
  • Jurisprudência
  • Convenções e Acordos Coletivos
  • Sentenças Normativas
  • Princípios Gerais do Direito

ADICIONAL DE INSALUBRIDADE

Conceito e Previsão Legal

Assim, a remuneração por insalubridade pertence ao empregado que presta serviços em atividades insalubres, sendo calculada sobre o salário mínimo uma relação de 10% da nota mínima, 20% da nota média e 40% da nota máxima, conforme artigo 192 da Consolidação . das Leis Trabalhistas153. Os valores adicionais correspondem à parte do salário que é adicionalmente diferida ao trabalhador por este se encontrar, durante a vigência do contrato, em situação mais grave. Infelizmente, de forma absurda, o TST afirmou que os adicionais não são acumulados caso o empregado esteja exposto a mais de um agente nocivo, com base na vedação do item 15.3 da NR – 15, da portaria nº 3.214/78.

Se o complemento se destinar a compensar a nocividade do trabalho que o trabalhador realiza, se os efeitos nocivos forem maiores, os complementos também deverão sê-lo. Legais são os extras previstos em lei, enquanto convencionais são aqueles criados por disposições infralegais (ex. CCT ou ACT), ou por vontade unilateral do empregador ou bilateral das partes contratuais. Os subsídios legais integrais são aqueles que se aplicam a qualquer categoria de assalariados, desde que o trabalhador esteja nas condições legais.

Da Proteção ao Meio Ambiente de Trabalho

Os prémios legais limitados são aqueles que se aplicam a categorias específicas e delimitadas de trabalhadores, legalmente designadas desde que o trabalhador se encontre em condições que dêem origem a benefícios adicionais160. As más condições de trabalho acarretam riscos que são conhecidos há muitos anos e ainda generalizados. A partir deste momento, há necessidade de desenvolver normas para melhorar o ambiente de trabalho nos seus mais diversos aspectos, para que os trabalhadores não possam ser prejudicados por agentes nocivos à sua saúde165.

200, VIII estabelece que “compete ao sistema de saúde, além de outras atribuições, segundo as condições da lei: [..] VIII - cooperar na proteção do meio ambiente, inclusive do trabalho”167. O ambiente de trabalho é justamente o complexo máquina-trabalho: edifícios empresariais, equipamentos de proteção individual, iluminação, conforto térmico, instalações elétricas, condições saudáveis ​​ou insalubres, perigosas ou não, meios de prevenção da fadiga, outras medidas de proteção dos trabalhadores, jornada de trabalho. e horas extras, férias, férias, férias, movimentação, armazenamento e movimentação de materiais que compõem o conjunto das condições de trabalho, etc. Quanto ao trabalhador, cabe-lhe utilizar corretamente as ferramentas disponíveis para garantir a sua segurança, para atingir o objetivo principal do princípio da proteção do ambiente de trabalho.

Saúde do Trabalhador como um dos Direitos Fundamentais

Que o direito fundamental ao meio ambiente tem duplo caráter, constituindo ao mesmo tempo um direito subjetivo e uma natureza objetiva. O direito fundamental ao meio ambiente é um direito subjetivo no sentido de que todos os indivíduos podem reivindicar o direito à defesa contra ações prejudiciais ao meio ambiente. Isso pode ser demonstrado pela norma contida no artigo 5º, inciso LXXIII, da Constituição Federal, que legitima os cidadãos a promoverem ações populares para anular ações lesivas ao meio ambiente.

O direito fundamental ao meio ambiente como elemento de regulação objetiva tem o seu conteúdo expresso nas responsabilidades assumidas pelo Estado, que visam garantir a realização de todos o direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado. 1. OZ, que estabelece metas estaduais para a concretização do direito a um ambiente juridicamente vinculativo para o legislador, em primeiro lugar para as autoridades executivas e judiciárias. A partir dessa integração da dimensão objetiva com a dimensão subjetiva, o direito fundamental ao meio ambiente tem sua plena justificativa jurídico-constitucional, conforme as regras do disposto no Art. 1º.

Graus de Insalubridade

É importante ressaltar que é vedado o acúmulo de fatores insalubres em condições adicionais de insalubridade, conforme consta na NR 15, na subcláusula 15.3: “Em caso de ocorrência de mais de um fator insalubre, somente será levado em consideração o maior nível”. conta. , para efeito de aumento salarial, sendo vedada a detecção cumulativa182”. II - O § 2º do artigo 193 da CLT permite ao trabalhador decidir sobre o subsídio de insalubridade a que tem direito, ainda que o tenha em conexão com o subsídio de atividades perigosas, conforme seu caput. IV - Embora não haja previsão legal explícita para a situação em que apareça mais de um fator nocivo no ambiente de trabalho e em que ocorram diferentes graus de danos à saúde, é razoável afirmar que se a lei não permitir a detecção simultânea de insalubridade e prêmios de periculosidade, cujas fontes são conhecidas e delimitadas de forma diferenciada, e também não permitem concluir que os percentuais referentes à alíquota média e mínima devam ser somados, como no caso em apreço.

Além disso, resulta claramente da doutrina que “os prémios de doença não são cumulativos, nem são um direito adquirido. A Lei 3.214, de 1978, no sentido de considerar apenas o maior grau do fator insalubridade, no caso de incidência de mais de um agente insalubre, ultrapassa os limites da própria lei, que não proíbe a acumulação de mais de uma doença. fator. O pagamento do adicional de risco é efetuado em percentagem, nos níveis mínimo, médio e máximo.

Agentes causadores da Insalubridade

O percentual a ser adotado varia caso a caso, dependendo do que o Ministério do Trabalho considera acima dos limites de tolerância sanitária. Contudo, o prémio de periculosidade só é devido enquanto persistirem condições desfavoráveis ​​à saúde do trabalhador, pois se essas condições se alterarem, a obrigação deverá alterar-se ou mesmo desaparecer por completo. Alice Monteiro de Barros explica com muita clareza que trabalhar em condições insalubres acarreta maior perigo para a vida do trabalhador e, consequentemente, leva ao aumento da remuneração do trabalhador195.

Este interesse encontra respaldo jurídico na redação da Súmula 47 do Tribunal Superior do Trabalho: “O trabalho realizado em condições insalubres, de forma intermitente, não exclui, apenas por esta circunstância, o direito ao recebimento do complemento correspondente196”. Tendo em conta que a insalubridade é prejudicial à saúde do trabalhador, mesmo que este trabalhe permanentemente em situação de insalubridade, este tem direito ao benefício complementar. A Súmula tem duas funções em relação a esta questão: a primeira, fortalecer o dispositivo constitucional do artigo 7º, inciso XXIII, para garantir ao trabalhador um direito social indispensável, quando reconhecida a sua existência, e a segunda, aplicar-se ao empregado que trabalha intermitentemente em condições insalubres, ele é constantemente confrontado com grandes ameaças à sua saúde.

Critérios adotados para caracterização da Insalubridade

Deu força a esse impasse, a súmula vinculante nº. 4º, já estudado, que proíbe a utilização do salário mínimo como base de cálculo do prêmio salarial de risco. Mesmo quando se trata de remuneração de risco, não é adequado considerar o salário mínimo como base de cálculo – Entrada Obrigatória nº. 4º da Súmula do Supremo Tribunal Federal. Caso exista um acordo coletivo que defina o salário profissional como base de cálculo do prémio de pagamento de risco, este acordo deverá ser respeitado250.

Contudo, com a publicação da súmula vinculante nº 4 do Supremo Tribunal Federal, foi anulada a súmula nº 17 do Tribunal Superior do Trabalho, o que aumentou a discussão sobre a questão que está na base do cálculo do adicional de periculosidade. Este atual defende que a base de cálculo do adicional de periculosidade deve ser o salário base ou a remuneração, conforme estipula a nova redação da Súmula 228 da Justiça do Trabalho. DECISÃO REGIONAL QUE PERMITE A CONSIDERAÇÃO DO SALÁRIO BÁSICO NEGOCIADO PARA EFEITOS DE CÁLCULO DO EXTRA SAÚDE.

BASE DE CÁLCULO DO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE

Insalubridade – Fixação do Quantum Devido

  • Súmula n. 228 do Tribunal Superior do Trabalho
  • Súmula n. 17 do Tribunal Superior do Trabalho
  • Súmula Vinculante nº4 do Supremo Tribunal Federal

Em atendimento ao disposto nas referidas leis, o Supremo Tribunal Federal, em seu plenário deste dia, publicou a Súmula Vinculante nº. 4º, a fim de unificar o entendimento quanto ao índice que serve de base de cálculo do prêmio de periculosidade. Portanto, percebe-se que não há tranquilidade quanto à determinação da base de cálculo do abono de insalubridade, uma vez que na Súmula Vinculante nº. 4 afirmou que o salário mínimo não pode ser utilizado, nem pode ser alterado por decisão. judicial. Os esclarecimentos foram adotados apenas para determinar o retorno do processo aos tribunais comuns, com o objetivo de determinar outra base de cálculo do prêmio de periculosidade.

Na primeira, utilizando a redação da Súmula Vinculante nº. 4º, foi negada a utilização do salário mínimo como base de cálculo, bem como foi vedada a instituição de nova base de cálculo pelo tribunal de origem. Na segunda, entendeu-se que o salário mínimo como base de cálculo contraria o disposto no artigo. 7º, IV da Constituição Federal, mas permitiu a fixação de nova base de cálculo pelo tribunal de origem, com a alegação de que a remuneração por insalubridade é direito garantido do trabalhador.

Possibilidade ou não da utilização do Salário Mínimo como base de calculo

É aqui que se discute se o salário mínimo pode ou não ser utilizado como base de cálculo. Contudo, a estudiosa Alice Monteiro de Barros e a jurisprudência ainda defendem a utilização do salário mínimo. Nesta decisão, o salário mínimo foi utilizado como base para o cálculo do abono de insalubridade e a súmula vinculante nº 4 foi utilizada como base para a decisão, que afirma que até que seja resolvida a inconstitucionalidade da utilização do salário mínimo por nova lei ou convenção coletiva, que continuará a ser o indexador da base de cálculo do adicional de periculosidade.

No mesmo entendimento, há outra jurisprudência do Tribunal da 12ª Região do Trabalho, onde, segundo explicações do ministro Gilmar Mendes, o salário mínimo deve ser mantido como base de cálculo do abono de periculosidade:. Mesmo assim, foi favorável à utilização do salário mínimo no Supremo Tribunal Federal. Após análise da jurisprudência do período de 2008 a 2012, no Tribunal da 12ª Região do Trabalho, no Tribunal Superior do Trabalho e no Supremo Tribunal Federal, predomina a utilização do salário mínimo como base de cálculo do adicional de periculosidade Prêmio. percebido.

Salário Profissional ou Salário Normativo como Base de Cálculo

  • Salário Base como Base de Cálculo
  • Salário Contratual como Base de Cálculo

192 da CLT, que estabelece o salário mínimo como base de cálculo do adicional de periculosidade, não é declarada sua nulidade e é reconhecida a prevalência do critério, desde que haja lei ou norma coletiva que regule a matéria de forma diversa não publicado. No presente trabalho, a base de cálculo do adicional de periculosidade dos trabalhadores foi analisada à luz da grande polêmica criada pelo mercado de trabalho e pelos tribunais superiores. No entanto, quando são analisadas as decisões dos tribunais regionais e superiores, as suas decisões são utilizadas como base para o cálculo do adicional de periculosidade conforme explicado no terceiro capítulo deste trabalho.

Desta forma podemos concluir que há muita concordância sobre a base de cálculo do prémio de risco, o que só prejudica o trabalhador, que muitas vezes acaba por perder todos os seus direitos. E após as análises jurisprudenciais ficou claro que o salário mínimo era o mais utilizado como base de cálculo do prêmio de risco. Concluiu-se que a base de cálculo do prêmio de risco deve ser calculada sobre o salário mínimo ou salário normativo, desde que regulamentado em acordo coletivo de trabalho.

Referências

Documentos relacionados

EFEITO (mantida) - O simples fornecimento do aparelho de proteção pelo empregador não o exime do pagamento do adicional de insalubridade. Cabe-lhe tomar as medidas que conduzam