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C.1.1 Cursos científico-humanísticos

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Academic year: 2023

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Os alunos do 4.º, 6.º e 9.º ano do ensino básico geral devem realizar as provas finais do 1.º, 2.º e 3.º ciclos de Língua Portuguesa e Matemática. Os alunos do 1.º ciclo do ensino básico que faltem à primeira fase das provas finais do ciclo e/ou à 1. testes da Segunda Fase, nos termos do ponto 7. 6. Os alunos autodenominados referidos no ponto 17, com exceção dos referidos na alínea g), estão inscritos na primeira fase dos testes de frequência de equivalência, que inclui a testes finais. do ciclo de Português e Matemática, de acordo com o calendário anual de provas e exames.

Os alunos autodenominados do 1.º ciclo realizam as provas de equivalência à frequência nas disciplinas de Expressões Artísticas e Estudo do Ambiente, para além das provas finais do ciclo de Português e Matemática. Os alunos autointroduzidos referidos no ponto i) realizam apenas as provas finais do ciclo de Português e Matemática.

ENSINO SECUNDÁRIO

Exames necessários aos estudos avançados do ensino superior, para alunos do ensino secundário científico-humanístico, do ensino artístico especializado e do ensino profissional; Os alunos dos cursos do ensino secundário científico-humanístico concluídos ao abrigo do Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março ou do Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, que pretendam prosseguir estudos no ensino superior, por proposta dos próprios, quatro nacionais exames para cálculo da classificação final do programa de formação continuada (CFCEPE). Para o cálculo do CFCEPE dos cursos científico-humanísticos do ensino recorrente, são considerados os últimos exames nacionais correspondentes aos programas curriculares aprovados ao abrigo do Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março e realizados desde o ano letivo 2005/2006.

Os alunos que cursam os cursos de repetência antes do Decreto-Lei n. 74/2004, de 26 de março, que pretendam prosseguir os estudos no ensino superior, apenas têm de realizar exame final nacional nas disciplinas que escolhem como provas de ingresso. Os alunos que frequentam cursos de formação artística especializada ou cursos profissionalizantes anteriores ao Decreto-Lei n. 139/2012, de 5 de julho, que pretendam prosseguir os estudos no ensino superior, apenas têm de realizar os exames nacionais finais nas disciplinas que escolhem como provas de ingresso. Os exames finais nacionais do ensino secundário podem ser utilizados como provas de ingresso no âmbito do pedido de inscrição e inscrição no ensino superior no ano de realização e nos anos seguintes.

Os exames nacionais finais do ensino secundário, realizados na segunda fase, não podem ser utilizados na primeira fase dos concursos referidos no número anterior, nem no ano da sua realização, nem nos dois anos seguintes.

REQUERIMENTO DE CONDIÇÕES ESPECIAIS NA REALIZAÇÃO DAS PROVAS FINAIS DOS 1.º, 2.º E

Documentação necessária à aplicação de condições especiais para colóquios e exames realizados por alunos com necessidades especiais ENSINO BÁSICO. O diretor da escola é responsável pela organização e aplicação de quaisquer condições especiais na realização das provas finais do ciclo e sua aprovação nos casos do ANEXO I-EB e ANEXO IV-EB, dos quais a SEÇÃO III ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS devem ser encaminhadas ao presidente do JNE.

REQUERIMENTO DE CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA ALUNOS DO 3.º CICLO DO ENSINO BÁSICO

REQUERIMENTO DE CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA ALUNOS AUTOPROPOSTOS

REQUERIMENTO DE ADAPTAÇÔES NAS

Compete ao Presidente do JNE aprovar condições especiais nos casos do ANEXO II-EB e do ANEXO III-EB. Excepcionalmente, alunos cegos, deficientes visuais, surdos graves ou profundos, com limitações motoras ou funcionais graves no domínio cognitivo do 4º, 6º e 9º anos de escolaridade, que se encontrem relacionados com a prova de Informação -DALI Exame final, que carece de alterações nos instrumentos de avaliação ao nível da estrutura das provas e na tipologia e conceção das tarefas, pode realizar provas finais ao nível escolar nas disciplinas de Português e Matemática, que são aprovadas pelo diretor da escola no caso de alunos do 4º e 6º anos (ANEXO I-EB) ou o presidente do JNE no caso de alunos do 9º ano (ANEXO II-EB). ANEXOS II-EB, para apreciação e despacho do Presidente do JNE, devem ser anexados os seguintes documentos: cópias autenticadas do cartão de cidadão/bilhete de identidade, despacho sobre condições especiais reconhecidas em provas de avaliação do ensino básico, ficha biográfica, programa, documentos sobre o exame final informativo ao nível da escola para uma disciplina individual, um relatório médico profissional e outros documentos úteis para avaliar o desempenho do aluno.

As escolas devem elaborar a lista dos referidos alunos até ao dia 22 de Fevereiro e enviá-la ao presidente do JNE juntamente com a documentação referida no número anterior. Os autodenominados alunos referidos nas alíneas a), b), c) ed) do artigo 17.º com necessidades educativas especiais que pretendam beneficiar de condições especiais na realização das provas de equivalência à frequência do 1.º, 2.º ou 3.º ciclos , deve, no acto do registo, apresentar requerimento para o efeito - ANEXO III-EB, que é enviado ao Presidente do JNE para apreciação e decisão, acompanhado dos seguintes documentos: cópias autenticadas da ficha de registo (modelo 0055 na EMEC), cartão de cidadão/identidade e registo biográfico do aluno, bem como relatório de médico especialista ou diagnóstico psicológico, conforme justificação alegada, e outros documentos considerados úteis para a avaliação da funcionalidade. O diretor da escola deve enviar os documentos referidos no número anterior ao presidente do JNE no prazo de três dias úteis imediatamente após o prazo normal de inscrição, ou seja, até 6 de março de 2013.

Podem beneficiar deles os alunos com necessidades educativas especiais referidas nas alíneas e), f), g), h) ei) do n.º 17, a quem tenham sido aprovadas condições especiais para a realização de provas finais de ciclo pelo diretor da escola. nas provas finais de ciclo ou provas de equivalência com frequência que possam realizar como alunos autodenominados, basta enviar ao Presidente da JNE cópia autenticada do respectivo despacho da decisão do director da escola (ANEXO I-EB ou ANEXO IV -EB).

REQUERIMENTO DE CONDIÇÕES ESPECIAIS NA REALIZAÇÃO DAS PROVAS E EXAMES DO ENSINO

O diretor da escola deve enviar os documentos referidos no número anterior ao Presidente do GNE no prazo de três dias úteis imediatamente após o termo do período normal de inscrição, ou seja, até 6 de março de 2013. Alunos com necessidades educativas especiais referidos nas alíneas e ), f), g), h) e i) do n.º 17, para os quais tenham sido aprovadas pelo diretor da escola condições especiais para realização das provas finais de ciclo, podem delas beneficiar nas provas finais de ciclo ou provas de equivalência. para as frequências que assumem como alunos autodenominados, basta enviar ao Presidente da JNE cópia autenticada do respectivo despacho de despacho do director da escola (ANEXO I-EB ou ANEXO IV-EB).

REQUERIMENTO DE ADAPTAÇÃO NAS CONDIÇÕES DE REALIZAÇÃO DAS PROVAS E EXAMES DO ENSINO

Os alunos do regime de internato e autonomeados do ensino secundário que pretendam ser abrangidos pelas disposições aplicáveis ​​aos alunos com necessidades educativas especiais permanentes (com base no Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de Janeiro) devem, aquando da inscrição na 1. , apresentar requerimento ao diretor da escola, solicitando condições especiais de exame. Findo o prazo de inscrição na primeira fase, os estabelecimentos de ensino devem elaborar a lista de candidatos a exame que pretendam ser incluídos nas disposições aplicáveis ​​aos alunos com necessidades educativas especiais permanentes (incluindo pelo Decreto-Lei n.º 2008, de janeiro de 2008). 7) e alunos com necessidades educativas (não abrangidas pelo mesmo Decreto-Lei) previstas no Regulamento de Provas e Exames do Ensino Básico e Secundário e remeter para o Presidente da APJ, sem falta, no prazo de três dias a contar da data de início da trabalhar. dias, ou seja, até 6 de março, acompanhados dos documentos referidos no número anterior, para os exames nacionais finais, exames de nível escolar e testes de equivalência com frequência. Os alunos cegos, deficientes visuais, surdos profundos ou profundos, ou com limitações motoras graves que pretendam obter apenas o diploma do ensino secundário podem optar, no âmbito do seu plano de estudos, por uma das seguintes hipóteses: .. a) concluir exames finais nacionais nas disciplinas sujeitas a exame final nacional;

Os alunos dos cursos de educação e formação (CEF), dos cursos de educação e formação de adultos (EFA), dos cursos profissionalizantes e dos alunos do retorno ao ensino de escolas públicas onde são realizadas provas ou exames apresentam apenas a inscrição. Os alunos internos do ensino básico são automaticamente inscritos nos exames finais do ciclo pela direção da escola e estão isentos do pagamento de propinas. 123. A inscrição na época normal para os alunos do ensino primário por escolha própria a que se referem as alíneas a), b), c), d), e), h) ei) do artigo 17.º está sujeita ao pagamento único de € 10 (10 euros) , em cada fase das provas de equivalência de frequência. 124.

A inscrição no prazo normal dos alunos autodenominados do ensino básico referidos nas alíneas f) eg) do n.º 17 está sujeita ao pagamento único de 5€ (cinco euros), em cada fase de equivalência com provas subsequentes. Os alunos autonomeados do ensino básico que se inscrevam nas provas de equivalência de frequência depois de decorridos os prazos de inscrição fixados no calendário anual de provas e exames estão sujeitos a uma prestação única de 20€ (vinte euros). A inscrição no prazo normal das Provas Nacionais do Ensino Secundário a prestar na 1ª Fase pelos alunos do internato está isenta do pagamento de propinas.

Os alunos do ensino secundário que não tenham obtido aprovação nas disciplinas em que realizaram os exames finais nacionais na 1.ª fase estão automaticamente inscritos na 2.ª fase, estando também isentos do pagamento de propinas. Os internos do ensino secundário e os alunos autodirigidos que se inscrevam em exames nacionais finais ou em provas de equivalência de participação para melhoria de classificação ficam sujeitos ao pagamento de 10€ (dez euros) por cada disciplinas, em cada uma das fases, sem aplicação, neste caso, do pagamento referido no número anterior. Os alunos do ensino secundário que se inscrevam em exames finais nacionais ou em exames correspondentes à frequência para efeitos de aprovação ou melhoria de classificação após o termo dos prazos de inscrição fixados no calendário anual de exames e exames estão sujeitos ao pagamento adicional de 25€ (20 - cinco euros), independentemente do número de disciplinas, acrescida da respetiva taxa de inscrição.

FICHA PARA ATRIBUIÇÃO DE NÚMERO INTERNO

ESTABELECIMENTO DE ENSINO EM QUE REALIZA A INSCRIÇÃO:________________

ESTABELECIMENTO DE ENSINO EM QUE REALIZA A INSCRIÇÃO : ______________________________________________________________________________________

FICHA PARA ATRIBUIÇÃO DE NÚMERO INTERNO

FICHA PARA ATRIBUIÇÃO DE NÚMERO INTERNO

TABELA A – DISCIPLINAS OBJECTO DE EXAME FINAL – 2013

TABELA B – PROVAS DE INGRESSO

TABELA C – CURSOS DO ENSINO SECUNDÁRIO

  • Cursos artísticos especializados
  • Cursos científico-humanísticos do ensino recorrente
  • Cursos artísticos especializados do ensino recorrente
  • Cursos profissionais

CURSOS DO ENSINO SECUNDÁRIO (DECRETO-LEI 139/2012, DE 05.07) Técnico Auxiliar Protésico

CURSOS DO ENSINO SECUNDÁRIO (DECRETO-LEI 139/2012, DE 05.07) Técnico de Química Industrial

  • Cursos tecnológicos
  • Cursos artísticos especializados
  • Cursos científico-humanísticos do ensino recorrente
  • Cursos artísticos especializados do ensino recorrente
  • Cursos do ensino particular e cooperativo com planos de estudo próprios

CURSOS DO ENSINO SECUNDÁRIO (DECRETO-LEI 286/89, DE 29.08) Agrupamento 1 / Geral

  • Cursos do ensino artístico

CURSOS DO ENSINO SECUNDÁRIO (DECRETO-LEI 286/89, DE 29.08) Instituto das Artes e da Imagem

  • Cursos do ensino particular e cooperativo com planos de estudo próprios

CURSOS DO ENSINO SECUNDÁRIO (DECRETO-LEI 286/89, DE 29.08) Informática de Gestão

CURSOS DA VIA DE ENSINO DO 12º ANO 1.º Curso

CURSOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS PROFISSIONAIS (anteriores ao Decreto-lei Nº 74/2004) Escolas profissionais - Área 1 - Administração, Serviços e Comércio

CURSOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS PROFISSIONAIS (anteriores ao Decreto-lei Nº 74/2004) Técnico Florestal

CURSOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS PROFISSIONAIS (anteriores ao Decreto-lei Nº 74/2004) Produção do Espetáculo

CURSOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS PROFISSIONAIS (anteriores ao Decreto-lei Nº 74/2004) Técnico de Eletrotecnia

CURSOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS PROFISSIONAIS (anteriores ao Decreto-lei Nº 74/2004) Escolas profissionais - Área 13 - Metalomecânica

CURSOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS PROFISSIONAIS (anteriores ao Decreto-lei Nº 74/2004) Química Tecnológica/Técnico de Laboratório/Análises Químicas

CURSOS DE APRENDIZAGEM (IEFP) (incluindo planos de estudo anteriores à Portaria n.º 1497/2008) Acompanhante de Turismo Equestre

CURSOS DE APRENDIZAGEM (IEFP) (incluindo planos de estudo anteriores à Portaria n.º 1497/2008) Pintor Artístico de Azulejos

CURSOS DE APRENDIZAGEM (IEFP) (incluindo planos de estudo anteriores à Portaria n.º 1497/2008) Técnico de Eletrónica/Instrumentação, Controlo e Telemanut

CURSOS DE APRENDIZAGEM (IEFP) (incluindo planos de estudo anteriores à Portaria n.º 1497/2008) Técnico de Manutenção de Motores e de Células de Aeronaves

OUTROS CURSOS PROFISSIONALIZANTES DE NÍVEL SECUNDÁRIO Casa Pia de Lisboa

OUTROS CURSOS PROFISSIONALIZANTES DE NÍVEL SECUNDÁRIO Instituto de Turismo de Portugal, I.P

OUTROS CURSOS

  • Cursos técnico-profissionais e da via profissionalizante
  • Ensino secundário recorrente por unidades capitalizáveis
  • Ensino secundário recorrente por blocos capitalizáveis (R.A. Açores)
  • Decreto-Lei 357/2007, de 29.10
  • Cursos Educação Formação Adultos, Formações Modulares (Portaria n.º 230/2008, de 07.03) e Processo Reconhecimento Validação Certificação Competências (RVCC)

Emigrantes e equivalências

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TABELA C - CURSOS DE ENSINO SECUNDÁRIO

Referências

Documentos relacionados

9.1 O concurso público regido por este Edital terá prazo de validade de 2(dois) anos, a contar da data de sua homologação, podendo ser prorrogado por igual período,