Felipe da Costa - Mestres - O consumo de notícias no jornalismo popular: usos e apropriações pelos leitores do Diarinho. A influência das estatísticas na coleta, produção e circulação de notícias 10 no jornalismo online - LÍVIA DE SOUZA VIEIRA. O objetivo é analisar a influência das métricas na coleta, produção e circulação de notícias no jornalismo online, com o objetivo de propor indicadores específicos para produtos jornalísticos.
Podemos dizer que o conceito de estatísticas de audiência não é novo no jornalismo e não começou com o jornalismo online.
JORNALISMO: MODOS DE PRODUÇÃO E PAPEL SOCIAL
Neste estudo, verifica-se a apropriação das características do radiojornalismo nos programas dos candidatos à Presidência da República durante o Horário Livre de Propaganda Eleitoral (HGPE) para a construção de suas mensagens, a fim de compreender como funcionam essas características. ou interferir neste processo. Portanto, assumindo que os programas de rádio do HGPE programam as características relevantes do radiojornalismo, utilizando técnicas, gêneros e formatos para compor suas mensagens, o objetivo da pesquisa é confirmar se essa apropriação existe ou não, investigar em que medida ela ocorre e verificar quais características do radiojornalismo são apropriadas por esses programas e como eles operam ou intervêm na composição de suas mensagens. A terceira etapa, que inclui a consideração do resultado, conclusão e interpretação, permite verificar como funcionam as características relevantes do radiojornalismo ou intervir nas mensagens construídas pela propaganda eleitoral.
Dada esta breve introdução, a proposta é discutir o potencial do conceito de montagem no telejornalismo e para tanto a apresentação abordará diversos conceitos encontrados para o termo montagem, a partir do que se entende por senso comum, como o de Pereira Junior e Cabral (2009), em que definem a montagem como o processo de construção de uma história audiovisual a partir da etapa de edição, a partir da qual a notícia toma a forma de um produto jornalístico. Lançado em Santa Catarina, o Curso de Jornalismo da UFSC foi fundado em 1979, na época como qualificação em comunicação social. Interessa-nos a abordagem que procura as especificidades do jornalismo: “(..) O jornalismo não revela nada de mal e revela a realidade não menos que a ciência: simplesmente revela as coisas de forma diferente.
Só a visão histórica do jornalismo implica uma modalidade de conhecimento social que, a partir de um movimento lógico oposto ao movimento que anima a ciência, se constrói deliberada e conscientemente na direção do singular. Seu objeto é a “teoria e prática do jornalismo”, seu método é “pedagógico” e seu produto é a “formação profissional para a prática”1. 1 Esta definição foi inspirada na sistematização de três diferentes tipos de conhecimento jornalístico desenvolvida pelo professor Eduardo Meditsch: “Conhecimento Jornalístico” (cuja ação é a prática); “Sobre jornalismo” (pesquisa); Isso é.
JORNALISMO EM REDES SOCIAIS
REDES SOCIAIS E RÁDIO JORNALISMO ESPORTIVO: USO E APLICAÇÃO NA COBERTURA DA RÁDIO CBN SÃO PAULO E RIO DE JANEIRO. O estudo pretende examinar como o radiojornalismo esportivo brasileiro utiliza as redes sociais em suas rotinas de produção. Orihuela, citado por Raquel Longhi, Ana Marta Flores e Carolina Weber (2011, p.3), aponta três tipos de relacionamento entre redes sociais e jornalistas: investigação, divulgação e feedback.
Nesse sentido, a pesquisa terá como foco investigar se e como as redes sociais têm sido utilizadas na produção da cobertura jornalística esportiva diária e especial da CBN. Paulo As redes sociais surgiram como um fator importante para o jornalismo, pois nos últimos anos têm sido utilizadas como ferramenta de busca de fontes e personagens, bem como meio de comunicação e distribuição de informações. Portanto, há necessidade de compreender como as notícias se movimentam e se configuram nesse ambiente e como os fatos se transformam em notícias nas redes sociais.
Diante disso, a questão-problema motivadora desta pesquisa é: quais os critérios utilizados para selecionar notícias, especificamente aquelas já publicadas em portais ou outras mídias, para circular em sites de redes sociais. Como procedimento metodológico, serão realizadas entrevistas com os profissionais responsáveis pela seleção das notícias que circularão nas redes sociais do Estado de S. Esta tese intitulada “Erro jornalístico nas redes sociais: interações entre leitores e veículos em Santa Catarina”, é norteada pela questão-problema: Como se dá a interação entre leitores e veículos jornalísticos quando ocorrem erros nas páginas oficiais do Facebook de A Notícia, Notícias do Dia Joinville, Diário Catarinense e Jornal de Santa Catarina.
NARRATIVAS JORNALÍSTICAS
Vários autores estão unidos na crença de que a reportagem é uma alternativa a ser adotada diante do declínio dos jornais diários impressos e pode ser uma forma de sobreviver a esse meio tradicional. Embora a pirâmide invertida seja adequada para a maioria das histórias, há fortes evidências de que aumentar as histórias narrativas traz muitos benefícios. Na categoria intitulada “construção de texto”, pretendemos compreender como os jornais incluídos no corpus constroem os seus textos jornalísticos, independentemente de estarem relacionados com um jogo, um treino ou qualquer outra agenda desportiva.
Assim, é possível compreender como a composição estratégica de frases e parágrafos auxilia na elaboração do discurso e na construção do material jornalístico. Esta admiração reflectiu-se em declarações como “os Estados Unidos constituem o organismo político mais completo de que temos conhecimento, uma nação dotada de enormes recursos, uma estrutura administrativa admirável, poderosas qualidades privadas, uma raça inventiva, poderosa, capaz de dominação” . e também na visão claramente expressa de que era um modelo de desenvolvimento que o Brasil deveria seguir. Poderia residir na afirmação de que “a fotografia carrega sempre dentro de si o seu referente” (BARTHES, 1984, p. 15), ou na trajetória histórica da fotografia como documento da realidade que é trazida à luz nos primeiros capítulos de Fotografia - Entre Documento e Arte Contemporânea, de Rouillé, e nas definições de fotografia e sua relação com a realidade em O Ato Fotográfico e outros ensaios, de Dubois, é certo que, mesmo com todas as discussões que se seguiram, esse traço indicial é comum permanece para os valores fundamentais da imagem.
Partindo deste ponto e trazendo a imagem para a circulação do discurso jornalístico, é importante tentar compreender como, através do seu uso e relações, determinados tipos de imagens fazem parte, como elemento ativo e importante, da construção da realidade social. , numa perspectiva a partir da obra clássica de Peter Berger e Thomas Luckmann. Apesar da consciência de uma infinidade de elementos que estão presentes nesta construção social da realidade, assumimos que o ambiente jornalístico tem um papel privilegiado, sendo um instrumento determinante na objectivação de determinados discursos e na legitimação de universos simbólicos relacionados com a verdade . do mundo.Social. Neste estudo em andamento, porém, partimos da definição de que a imagem flash amador presente nos meios jornalísticos tem um papel importante na construção social da realidade, num jogo de forças entre o discurso jornalístico e a percepção visual do leitor, visando tanto . em um processo de objetificação e legitimação.
IMPLICAÇÕES DA TECNOLOGIA NO JORNALISMO
Estes dispositivos que foram incorporados à visualização televisiva são os precursores do fenómeno do “segundo ecrã”. O único telejornal que produziu conteúdo específico para a segunda tela foi o Jornal da Cultura1, que iniciou a experiência em março de 2013 e terminou em setembro do mesmo ano. A segunda tela de TV é um dispositivo como um smartphone ou tablet que é usado em conjunto com a transmissão do programa de TV e pode ser usado para acessar informações adicionais sobre o programa e para postar comentários e outros materiais (MILLER, s/p, 2014).
Portanto, o telespectador deverá estar com a TV ligada para que o dispositivo móvel seja designado como segunda tela. Quanto às possibilidades de produção e divulgação, Finger e Souza (2012) vinculam a segunda tela a uma experiência que pode fortalecer o vínculo social e a ressonância do material televisivo. No telejornalismo, a segunda tela pode potencializar a linguagem televisiva e consequentemente a informação, ampliar a narrativa e aumentar o alcance da audiência.
Diante do exposto, objetiva-se analisar o uso que os telejornais brasileiros fazem da segunda tela para sugerir possibilidades de produção de conteúdo no telejornalismo. Vale destacar que o foco deste estudo é especificamente abranger os programas jornalísticos e seu conteúdo e não o desenvolvimento do aplicativo ou site em outra tela. Dispositivos Móveis como Amplificadores da Televisão Digital Interativa: Desafios e Aplicações da Segunda Tela no Jornalismo Televisivo.
JORNALISMO E ANTROPOLOGIA- APROXIMAÇÕES PISTÊMICAS E
Esta pesquisa estuda as imagens de saúde e doença que circulam no jornalismo especializado em saúde, tendo como objeto empírico o programa Bem Estar, exibido pela Rede Globo, nas manhãs de segunda a sexta-feira. Supõe-se que estas imagens – aqui entendidas como repositório cultural – têm um duplo sentido: ao mesmo tempo que são fornecidas pelo imaginário social, também o complementam. O objetivo é compreender como o jornalismo consolidou hábitos e imagens sobre saúde e doença no público.
Partindo do pressuposto de que o jornalismo é um fenômeno social que produz e reproduz representações sociais e culturais, esta pesquisa tem como objetivo estudar a produção e circulação de representações socioculturais de animais no jornalismo impresso brasileiro. Partindo da compreensão de que a linguagem constitui um “repositório chave de valores e significados culturais” (HALL, 1997b, p. 1), é possível afirmar a intensa participação dialética do jornalismo no processo de construção social por meio da produção e circulação de significados e conhecimentos na ação informativa. As representações sociais são organizações cognitivas que participam do processo de atribuição de significado à realidade por meio da produção e troca de significados por meio do uso da linguagem (MOSCOVICI, 2012).
Portanto, levar em conta a luta constante entre as esferas sociais pela compreensão do contexto sociocultural de produção da informação é um aspecto fundamental para a análise das representações animais no jornalismo. Ao apropriar-se e posteriormente reconfigurar os termos “estigmatização” e “invisibilidade social” (ATHAÍDE, BILL, SOARES, 2005) para o campo do jornalismo, a proposta de pesquisa de doutorado visa problematizar uma nova abordagem para estudar o uso de estereótipos. no telejornalismo policial por meio das tensões causadas na constituição identitária de indivíduos cujos atributos biológicos e/ou sociais compartilhados (faixa etária, gênero, etnia, nível de renda, escolaridade, local de residência, ocupação, entre outros) se assemelham a personagens que ilustrar relatórios relacionados a temas de violência/segurança. A partir desse pressuposto, entram em moda dois conceitos centrais para a compreensão das nuances da imagem: “estigmatização” e “invisibilidade social”, incluídos no campo da sociologia, trazem para a discussão as propriedades que fazem as imagens escaparem da perspectiva de mera representação. , e começar a lidar com eles com base em usos sociais.