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cesumar – centro universitário de maringá

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Academic year: 2023

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SUMMARY: The current study aims to determine whether physical activity mitigates the effects of aging in firefighters and allows them to maintain the physical fitness necessary for the performance of their duties, and also to compare their physical fitness in the tests conducted in the years and 2012. are descriptive longitudinal data collected in the years and 2012, which consisted of a running test in 12 minutes, to verify the aerobic capacity and maximum oxygen consumption, the test speed of 40 seconds, to verify the anaerobic capacity of the sample, and the assessment of body composition, to check the body mass index, through the method of bioimpedance. A comparison of sample results obtained in 1995 and 2002 showed that during the 12-minute test run, the physical activity they performed helped maintain fitness levels even with the age change.

At the 40 second test speed there was a relatively low percentage loss of anaerobic capacity compared to the norm expected for the first two assessments and the body mass index remained almost at the limit of the maximum score suggested for your age.

INTRODUÇÃO

Porém, as alterações morfofuncionais que ocorrem com a idade podem ser retardadas pela manutenção de um estilo de vida ativo e saudável Nóbrega (1999). Observando as mudanças pelas quais o ser humano passa em seu ciclo de vida, verifica-se que com os bombeiros militares não será diferente. Portanto, este estudo partiu da premissa de que os Bombeiros Militares do 5º Grupamento de Maringá Paraná devem apresentar atualmente uma condição física satisfatória, fato previamente confirmado pelos resultados obtidos em 1991 e 1992, quando chegaram ao local primeiro e segundo. , respectivamente, nos Jogos Olímpicos dos Bombeiros Militares do Paraná, quando apresentaram bom condicionamento físico.

Em busca de respostas para essas e outras possíveis questões, os objetivos formulados para o estudo foram: analisar o impacto do envelhecimento na aptidão física de bombeiros militares do sexo masculino pertencentes ao Corpo de Bombeiros Militar de Maringá;

MÉTODOS

Avaliação da resistência aeróbica Cooper (1972), em que o indivíduo deve percorrer a maior distância possível, correr e/ou caminhar, durante 12 minutos, sendo a pontuação obtida classificada conforme Tabela 1. Consumo de oxigênio expresso em mililitros por kg de peso por minuto por faixa etária e categoria de condicionamento físico. Avaliação da composição corporal por meio da bioimpedância Thomasetts (1962), em que o indivíduo é avaliado através dos percentuais de gordura sob a pele entre os órgãos, massa magra e água corporal.

Os dados das três coletas realizadas foram analisados ​​por meio de estatística descritiva, por meio de frequência, percentuais, médias e desvio padrão, e também foi utilizada ANOVA – análise de variância para verificar os resultados dos testes durante os três períodos em que foram realizados.

Tabela 1.  Nível de capacidade aeróbica – Teste de Andar / Correr 12 minutos Cooper.
Tabela 1. Nível de capacidade aeróbica – Teste de Andar / Correr 12 minutos Cooper.

RESULTADOS

Os dados obtidos revelaram que o resultado na primeira avaliação foi satisfatório, mas nas duas seguintes diminuiu, porém os resultados segundo Cooper (1972) estão na categoria de bons. Ao avaliar o VO2 máximo, constatou-se que o resultado foi excelente na primeira avaliação e que também diminuiu nas duas seguintes. Apesar disso, os resultados desta avaliação segundo Cooper (1972) ficaram na categoria bom, como pode ser visto na Figura 2.

Num teste de velocidade anaeróbica realizado em 1995, os bombeiros do Exército atingiram uma média de 259,6 metros, mais do que os nadadores de elite. Os indivíduos foram inicialmente submetidos a um teste de bioimpedância para verificar o seu índice de massa corporal (IMC), pois presumia-se que o seu índice de massa corporal aumenta com a idade e que, se elevado, poderia afetar negativamente o seu desempenho nas suas tarefas. No início da terceira avaliação, verificamos com a anamnese se alterações fisiológicas e anatômicas em seus corpos no intervalo entre as avaliações poderiam impactar negativamente nos resultados dos exames, uma vez que tinham idade média de 47,2 anos e 26,6 ± 2,3 anos. de trabalho nestas funções.

Portanto, tais alterações tornaram-se tão evidentes na terceira avaliação que se considerou necessário realizar um histórico para determinar se e em que medida influenciariam os resultados da última avaliação.

Figura 2. Resultados médios obtidos do vo 2  máximo em ml/kg/minuto Cooper (1972).
Figura 2. Resultados médios obtidos do vo 2 máximo em ml/kg/minuto Cooper (1972).

DISCUSSÃO

Mourão e Gonçalves (2008) também afirmam que a capacidade cardiorrespiratória é um dos componentes mais importantes do desempenho físico dos bombeiros militares. Com o mesmo pensamento, Nahas (2006) revela que para um indivíduo ser considerado normalmente ativo, ele deve acumular pelo menos um consumo energético de 1.000 Kcal, o que corresponde a aproximadamente 30 minutos, 5 vezes por semana, de caminhada em ritmo elevado. Silveira (1998), em estudo com bombeiros militares da Grande Florianópolis, concluiu que a maioria dos componentes da aptidão física diminuiu significativamente com a idade nos bombeiros militares, comparados por faixas etárias. Assim, os bombeiros militares avaliados apresentaram maior aptidão física devido à prática diária de atividade física.

Comparando os resultados da amostra pesquisada, 39,2 ml/kg/minuto, com os daquele estudo, pode-se afirmar que os bombeiros militares estariam em um estágio de condicionamento físico um pouco acima do nível baixo. Portanto, os resultados apresentados pelos bombeiros militares podem ser considerados abaixo da média quando comparados aos resultados obtidos por Ronchetti (2008), em estudo com atletas profissionais de futebol por posição de jogo, com idade média de 18 anos, no qual constatou que as pontuações para goleiros foram, (261,25 m.), para defensores, (278,8 m.), para laterais, (278,0 m.), para meio-campistas (268,25 m.) e para atacantes, (261,75 m.). Neste caso, talvez a variável idade possa ter contribuído significativamente para esta diferença, uma vez que os bombeiros militares tinham uma média de idade muito superior.

Esse resultado, que pode ser atribuído ao treinamento prévio realizado pelos sujeitos pesquisados, mostra que, se os bombeiros militares de Maringá continuassem a ter aulas obrigatórias de educação física durante sua jornada de trabalho, essa atividade talvez os levasse a melhorar os resultados do seu trabalho. seu. Nesta avaliação, os bombeiros militares apresentaram valores médios considerados acima do peso para a população adulta, que é de 25 a 29,9 kg/m2, segundo a Organização Mundial da Saúde (2003). No estudo realizado com bombeiros militares de Santa Catarina, Boldori (2002), observou aumento significativo do percentual de gordura ao comparar as faixas etárias jovens (20-29,9 anos) e mais velhas (40-50 anos).

Um estudo realizado por Oliveira (2011) com bombeiros militares revelou que o percentual médio de gordura encontrado foi. O estudo de Carvalho (2003), com homens e mulheres praticantes de educação física, apresentou valor médio de (27,2%/Kg/m2) e desvio padrão de 4,1, semelhante aos bombeiros militares deste estudo, mas indicou que a maioria da amostra permaneceram classificados com sobrepeso ou obesidade, visto que tinham idade mais avançada. Dados do histórico realizado antes da terceira avaliação (Tabela 6) mostram que 13,16% dos bombeiros militares apresentavam algum tipo de doença e 86,84% afirmaram não ter nenhuma doença considerada grave.

Em relação à postura, 42,10% relataram possuir algum grau de desvio postural, fato que pode ser devido à má postura que os bombeiros militares adquirem devido aos inúmeros incidentes atendidos, seja no atendimento pré-hospitalar ou durante a retirada de vítimas de buracos, trabalho em altura e mergulho.

CONCLUSÃO

A influência do ganho de peso corporal na diminuição do VO2máx e da capacidade anaeróbia em bombeiros ao longo de 5 anos. Obesidade na população adulta de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil e associação com nível socioeconômico. Oliveira, Aptidão física relacionada à saúde de policiais militares do município de Porto Velho-RO, Brasília, 2006.

Nível de aptidão física em relação à saúde de bombeiros militares de uma corporação da região do Vale do Rio dos Sinos, RS. São Caetano do Sul: Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul, 2005. Avaliação de resistência: efeitos da aplicação de um programa de treinamento de aptidão cardiorrespiratória em um corpo de bombeiros profissional.

Posicionamento oficial da Sociedade Brasileira de Medicina Esportiva e da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia: A atividade física e a saúde do idoso. A relação da aptidão física expressa pela composição corporal e componentes cardiorrespiratórios com o nível de estresse de bombeiros do serviço operacional da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Avaliação do nível de aptidão física de policiais militares do Pelotão de Greve da Polícia Militar da Paraíba.

Recomendação dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças e do Colégio Americano de Medicina Esportiva. Aptidão física, índice de desempenho no trabalho e qualidade de vida de bombeiros de diferentes faixas etárias de Florianópolis, SC.

ANEXOS

Prova de 12 minutos: Deve ser realizada em pista de atletismo ou em local plano onde seja possível monitorar com precisão a distância percorrida (parques, pequenas pistas). O indivíduo deve percorrer a maior distância possível em 12 minutos, que é registrada em metros, por exemplo: D = 2900 metros. O avaliador líder, munido de cronômetro, apito, prancheta e fichas de coleta de dados, orienta o avaliador sobre o objetivo do teste e os procedimentos a serem seguidos.

Ao som da palavra “pronto” e de um apito longo, inicia-se a prova, acionando o cronômetro e caminhando em direção ao avaliador secundário, que deverá se posicionar em um ponto entre duzentos e trezentos metros, estando na pista demarcada metro a metro. Ao final dos quarenta segundos, o avaliador primário apita novamente, momento em que o avaliador secundário observa o último pé que estará em contato com o solo e este ponto deverá ser marcado como ponto de referência, determinando a distância percorrida. com precisão até o último metro. O teste de bioimpedância é um exame de alta precisão para avaliar a composição corporal, ou seja, medir os percentuais de gordura que estão sob a pele, entre órgãos, massa magra e água corporal.

Imediatamente antes da colocação dos eletrodos, as áreas de contato são limpas com álcool para posicionamento dos eletrodos. Um eletrodo detector é colocado entre os processos distais do rádio e ulna do punho direito e o outro entre os maléolos medial e lateral do tornozelo direito, conforme recomendações do fabricante. Procedimentos prévios para realização da bioimpedância elétrica É necessário jejum de pelo menos 4 horas;

Evitar o consumo de cafeína (não beber café, mate e chá verde, cola e chocolate) nas 12 horas anteriores ao teste; Usuários de diuréticos devem interromper seu uso sete dias antes do exame (se necessário, consulte seu médico antes de interromper a medicação);

Imagem

Tabela 1.  Nível de capacidade aeróbica – Teste de Andar / Correr 12 minutos Cooper.
Tabela 2.  Consumo de oxigênio expresso em mililitros por Kg de peso por minuto de  acordo com a faixa etária e categoria de aptidão
Tabela 3. Valores médios e desvio padrão de atletas de alto nível teste em vel. 40 seg
Tabela 4. Classificação normativa do índice de massa corporal (Kg/m2).
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Referências

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