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Curso de Bacharelado em Jornalismo - Brasília - UCB

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Academic year: 2023

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Tatiana da Silva Portella Equipe editorial/revisão Aline Teixeira de Souza Kelmara Nunes Reis da Silva Karen Karoline Costa Silva Priscilla Maria Silva dos Santos Design gráfico e capa. Projeto educativo [recurso eletrônico]: ensino superior em Tecnologia de Ciberdefesa/Escola Superior de Educação, Tecnologia e Comunicação.

Contexto do Curso

A Resolução nº 17/95 do Conselho Universitário da UCB – CONSUN (28 de novembro de 1995) – cria o curso de Comunicação Social da Universidade Católica de Brasília – UCB.20. Esta também foi a diretoria que estabeleceu o novo PPC do curso de Jornalismo, separado do curso de Comunicação Social.

C ONCEPÇÃO DO C URSO

  • Objetivos do Curso
  • Competências e Habilidades
  • Perfil do Egresso do Curso
  • Diferenciais competitivos do Curso

Os graduados em jornalismo da Universidade Católica de Brasília devem possuir as competências necessárias para exercer com liberdade e responsabilidade as atividades profissionais exigidas dos jornalistas na administração pública, nas empresas privadas e no terceiro setor. O curso de jornalismo da Universidade Católica de Brasília agora tem como foco o mercado do Distrito Federal, que é fortemente caracterizado por práticas políticas e pela centralização do poder público.

O RGANIZAÇÃO C URRICULAR

P ROPOSTA P EDAGÓGICA

Metodologia de Ensino

No caso dos componentes curriculares Práticas Profissionais I e II, considerados como desenvolvedores do Projeto Prático do primeiro e segundo semestre, os produtos são criados por meio de atividades práticas. Exemplo disso é a integração das componentes curriculares Fotojornalismo - partilhada no terceiro semestre - e Revista Laboratório - partilhada no sexto semestre.

SISTEMA DE AVALIAÇÃO

Autoavaliação institucional e do curso

Isto é feito através do estabelecimento de pré-requisitos que indicam uma lógica cumulativa e progressiva de conteúdos nas diversas componentes curriculares. O produto laboratorial serve, portanto, de prática profissional para diversos componentes curriculares e promove a integração de conteúdos e alunos.

Avaliação da Aprendizagem

Portanto, o processo avaliativo é uma atividade necessária em todas as áreas, e principalmente no acompanhamento do processo de ensino-aprendizagem, pois permite feedback sobre o desempenho desenvolvimental dos alunos. Neste sentido, a proposta de curso para os alunos com baixo desempenho é expressa no plano de aula de cada docente, que aconselha sempre no início do semestre o tipo de avaliação a aplicar para cada componente curricular. 38 No curso de Jornalismo, a diversidade de métodos de avaliação é grande e não é um problema, mas uma oportunidade para identificar e valorizar diferentes perfis e competências profissionais.

I NSTALAÇÕES G ERAIS

Recursos audiovisuais e multimídia

Espaços físicos utilizados para o desenvolvimento do curso

A Universidade Católica de Brasília possui cinco salas de aula em seu Campus I, uma em cada um dos seguintes blocos: Edifício São João Batista de La Salle - Bloco Central (Sala B108); Edifício São Gaspar Bertoni – Bloco M (sala M112); Edifício São Marcelino Champagnat – Bloco K (Sala K241); Edifício São João Bosco – Bloco G (Sala G102); Edifício de Ciências da Saúde - Bloco S (Sala S212). Em todas as salas dos professores existem gabinetes de trabalho para uso coletivo dos professores com computadores e softwares e recursos de Internet, bem como espaços adequados para pequenas reuniões. Em todas as salas dos professores existem gabinetes de trabalho para uso partilhado dos professores com computadores e software e recursos de Internet.

S ISTEMA DE B IBLIOTECAS

Sala Google: com capacidade para 45 pessoas, está disponível para treinamentos, eventos do Sistema de Biblioteca ou UCB e projeções de vídeos. Cabine de Estudos em Grupo: A utilização das cabines de estudos em grupo é exclusiva da comunidade acadêmica da UCB. Área de estudo colectivo: estas áreas dispõem de inúmeras mesas e também de alguns cubículos, que são utilizados pela comunidade académica para estudos e/ou realização de trabalhos.

L ABORATÓRIOS F ORMAÇÃO G ERAL

Um dos diferenciais do SIBI é oferecer à comunidade acadêmica da UCB acesso ao Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES/MEC), que contém mais de 37 mil publicações periódicas internacionais e nacionais e o mais renomado contém publicações de resumos. , que abrange todas as áreas do conhecimento.

L ABORATÓRIOS DE F ORMAÇÃO E SPECÍFICA

Centro de Rádio e Televisão – CRTV

45 Conta com uma equipe de profissionais técnicos como: cinegrafistas, produtores, designers de som e editores de imagem, que prestam suporte prioritário ao corpo docente do curso de Comunicação, auxiliando-os nas aulas práticas em estúdios de rádio e televisão, operando equipamentos e prestando orientações. alunos quando operam a pedido dos professores. O CRTV-UCB está instalado no segundo andar do bloco K, com área de 226 m², onde ficam os escritórios e estúdios de rádio e televisão. A plataforma de rádio utiliza tecnologia digital e, além das atividades dos componentes curriculares, serve de base para a produção e difusão de uma rádio na Internet.

Laboratório de Televisão

Também atendem os alunos com suporte técnico e orientação para auxiliá-los no desenvolvimento de seus projetos audiovisuais para os diversos componentes curriculares do curso. O centro está equipado com um conjunto de equipamentos profissionais e dispõe de tratamento acústico e térmico de acordo com especificações técnicas. Desenvolve trabalhos com tecnologia Sony DVCam, em sistema analógico, mas também possui plataforma de tecnologia digital Sony HDV.

Laboratório de Rádio

O conjunto Laboratório de Rádio ocupa uma área de 45m², onde são produzidos: Jornal Universitário - elaborado por alunos de Radiojornalismo e programas produzidos na componente curricular de Produção e Edição Radiofónica, transmitidos pela Rádio UCB (web rádio). Estudantes de publicidade produzem jingles e spots, alguns deles premiados em concursos locais e nacionais.

Laboratório de Produção Gráfica

Núcleo de Fotografia

A sala K 258 funciona como estúdio propriamente dito, que é reservado a alunos e professores para o ensino prático e expositivo de fotografia, produção, manipulação e tratamento de imagens. A infra-estrutura operacional dispõe de equipamentos especializados para iluminação fotográfica artificial e equipamentos fotográficos analógicos e digitais. A equipe é formada por técnicos com conhecimentos específicos de fotografia, experiência no manuseio de equipamentos de iluminação e também no uso e conservação de câmeras e é apoiada por estagiários remunerados.

Captura

Laboratório Digital

Pulsátil

Revista Jenipapo

Olfato - Agência Júnior de Assessoria de Imprensa

Jornal-Laboratório – Artefato

A componente curricular do Laboratório de Revistas trabalha interdisciplinarmente com o Fotojornalismo e articula as atividades pedagógicas entre si, programadas a partir dos planos de ensino de duas componentes curriculares, no início de cada semestre. O portal do curso de jornalismo, Pulsátil, é o canal para transmitir essa integração, mas há também uma página específica do jornal pensada, produzida e desenhada pelos alunos sob orientação do orientador geral, que é professor do laboratório da componente curricular de Jornalismo. É importante lembrar também que o Artefato é produzido por meio de um encontro semanal com os alunos, vinculado ao componente curricular do Laboratório-Diário, que com apenas quatro pontos dá conta da complexidade de produzir quatro números de jornal por mês. prazo.

Agência experimental Espaço Bagagem

Já o curso de Jornalismo amplia a oferta prática - servida pelos componentes curriculares da matriz curricular anteriores à mudança para as novas diretrizes curriculares de Produção e Editoração de Imprensa (Jornal Artefato) e do atual Jornal-Laboratório e pela grade curricular optativa. componente de Produção e Publicação de Revistas (Revista Jenipapo). No currículo 59, os alunos de Jornalismo tiveram a oportunidade de produzir para o Pulsátil – portal do Laboratório Digital e para o curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda e Jornalismo e com a Oficina de Produção de Notícias (OPN). Assim, a consolidação de um espaço integrado de produção de comunicação pode ser um contributo muito significativo para os cursos de Jornalismo e Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, pois, do ponto de vista pedagógico, o Espaço Bagagens proporcionará aos alunos experiências que os coloquem em contacto com a sociedade e o marketing. . os problemas da comunidade profissional em que operam.

Matriz Comunicação – Agência Júnior do curso de Comunicação Social

Do ponto de vista do projeto pedagógico do curso de Jornalismo, a agência experimental contribui para a reflexão e prática de novas alternativas no jornalismo e na comunicação e assim para o desenvolvimento de aptidões e competências específicas em cada área do conhecimento envolvida. O Espaço Bagagem foi resultado de intensas discussões entre professores dos cursos de Jornalismo e Comunicação Social – Publicidade e Propaganda e contou com a participação colegiada de alunos dos dois cursos, para promover integração, debate, convergência de interesses e conexão com os alunos. necessidades e expectativas. 60 Agência Júnior da Universidade Católica de Brasília, a sede atende semestralmente cerca de 30 alunos do curso de Comunicação Social-Publicidade e Propaganda e do curso de Jornalismo.

Laboratórios de Informática

Oficina de Produção de Notícias

62 (www.pulsatil.com.br), que pode ser acessado pela página do curso de comunicação social da Universidade Católica de Brasília. Referências sobre acessibilidade ao ensino superior e avaliação presencial do sistema nacional de avaliação do ensino superior. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação em Relações Étno-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana.

D EFINIÇÃO

O projeto experimental é um projeto final (TCC), que é realizado sob supervisão e acompanhamento do professor-mentor. Os trabalhos que exijam cooperação em pares deverão obter a anuência do orientador e da coordenação dos projetos experimentais. A aprovação ou não do trabalho em pares será decidida em cooperação com os docentes do Laboratório de Projetos de Comunicação, o futuro orientador e a coordenação dos projetos experimentais.

C ATEGORIAS DE PRODUTOS

Neste sentido e por ter sido desenvolvido como componente curricular académico, o processo de concretização do projeto é tão importante como o seu resultado e as lições que gera. Cabe ao orientador desenvolver o componente curricular à sua maneira, com total autonomia na articulação, planejamento e problematização do trabalho em foco. O aluno é o construtor do projeto experimental e o principal responsável pela realização do seu planeamento nos prazos estabelecidos.

S OBRE O COMPONENTE CURRICULAR

O BJETIVOS DO P ROJETO E XPERIMENTAL

D ESTINAÇÃO DE HORAS PARA PROFESSOR

  • Professor-Colaborador

F REQUÊNCIA ÀS ORIENTAÇÕES

R EPROVAÇÃO

E SCOLHA DO ORIENTADOR

M UDANÇA DE ORIENTADOR

D URAÇÃO DO P ROJETO E XPERIMENTAL

R EALIZAÇÃO DO P ROJETO E XPERIMENTAL EM DUPLA

Não fica claro no contrato de aceitação assinado pelo professor que o futuro mentor concorda com a violação dos pré-requisitos. A concordância do possível orientador em suspender o pré-requisito deverá ser comunicada formalmente à secretaria por meio do formulário especial de acordo de suspensão conforme indicado no anexo. A comissão é um instrumento necessário para avaliar o desempenho do aluno e é composta pelo orientador e outros dois avaliadores que conheçam bem o tema ou área em que o aluno propõe pesquisa.

C ONDUÇÃO DA B ANCA

É por meio da Diretoria que alunos e professores certificam a metodologia e o produto apresentado como Projeto Experimental. QUADRO FINAL - O orientador orienta os avaliadores a opinarem sobre o Projeto Experimental no todo ou em parte – utilizando para esse fim a pontuação da ata. O orientador entrega a ata à secretaria da disciplina, com todos os dados preenchidos, a nota e as respectivas assinaturas dos avaliadores.

C OMO O ESTUDANTE SE PREPARA PARA A B ANCA

Finalize agradecendo a presença dos avaliadores e aguarde os dados de contato do supervisor (encontre uma posição confortável com material de anotações para ouvir a opinião de cada avaliador).

B ANCA DE Q UALIFICAÇÃO

  • O que deve estar pronto para a Qualificação – Corresponde a 50%

Porém, a presença dos colegas de curso é de extrema importância para a preparação dos alunos que ainda estão em processo, bem como para a criação de uma cultura de compartilhamento e valorização dos resultados alcançados no Projeto Experimental. Artigo: Tema, motivação para a escolha e explicação da relevância do tema para o contexto da comunicação e qualificação específica; problematização, referencial teórico, metodologia (indicação e descrição); cronograma detalhado das etapas da pesquisa até a finalização da análise e discussão dos resultados, descrição da metodologia adotada. Produto: Memorial com definição do produto, motivação para a escolha e explicação da relevância do tema/produto para o contexto da comunicação e qualificação específica;

B ANCA F INAL - A PRESENTAÇÃO E DEFESA

81 O público presente não tem direito de fazer perguntas ao aluno ou aos professores do painel. O público presente não tem direito de fazer perguntas ao aluno ou aos docentes do painel. Todos – conselheiros – assinam a ata de defesa (disponível em anexo), que deverá ser encaminhada pelo orientador à secretaria do curso imediatamente após a reunião da diretoria.

C ONVIDADOS PARA A B ANCA - A VALIADORES

82 alunos têm até 20 minutos para apresentar seu projeto e os jurados também têm até 20 minutos cada para comentar e argumentar. Ao final, solicita-se a saída do aluno e do público para que a banca decida a nota a ser atribuída ao trabalho e/ou os ajustes necessários para que a nota seja efetivada e o trabalho possa ser catalogado.

C ALENDÁRIO DAS B ANCAS

As provas seguirão a organização prevista no horário e serão realizadas na última semana de aulas, estando reservado um ou dois dias para publicação das notas dos projetos experimentais. Deve ser entregue (depositado) na secretaria em 3 ou 4 exemplares, dependendo do número de membros do Conselho Fiscal. Os trabalhos aprovados pela comissão deverão ser entregues à secretaria em até uma semana após a conclusão.

D O ORIENTADOR

D O E STUDANTE – ORIENTANDO

D O C OORDENADOR DE P ROJETOS E XPERIMENTAIS

Produzir versões finais (impressas e digitais) no prazo de uma semana após a prova, para depósito no Acervo de Projetos Experimentais e na base de dados da Biblioteca Central da UCB. Colaborar com os professores do laboratório de Projetos de Comunicação para que os projetos sejam avaliados pelos professores selecionados pelos alunos.

D A D IREÇÃO DO C URSO

M ONOGRAFIA

Introdução: consiste no detalhamento da definição do objeto de estudo; justificativa da escolha; Problema de pesquisa; explicação da importância do tema para o contexto da comunicação e qualificações específicas; referencial teórico proposto. Conclusão: destaca objetivamente os principais achados do trabalho, contribuições bibliográficas e análise crítica do tema de estudo.

A RTIGO

P RODUTO ACOMPANHADO DE M EMORIAL

  • Jornalismo
  • Publicidade e Propaganda
  • Comum às duas habilitações

A revista deverá ser entregue em layout e impressa em, no mínimo, três exemplares, um para cada membro do Conselho. O site deverá ser publicado na web e armazenado off-line em CD em pelo menos três exemplares, um para cada membro do Conselho. Deverá ser entregue em pelo menos três vias impressas, uma para cada membro do Conselho.

Referências

Documentos relacionados

INFRAESTRUTURA 23 4.1 Instalações Gerais 23 4.1.1 Recursos audiovisuais e multimídia 23 4.1.2 Espaços físicos utilizados para o desenvolvimento do curso 24 4.2 Sistema de