IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO
- I DENTIFICAÇÃO DO C ÂMPUS
- M ISSÃO
- C ARACTERIZAÇÃO E DUCACIONAL
- H ISTÓRICO I NSTITUCIONAL
- H ISTÓRICO DO C ÂMPUS E SUA CARACTERIZAÇÃO
O CEFET-PS tornou-se Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP) em 29 de dezembro de 2008, pela lei nº. 11.892, caracterizando-se como instituição de ensino superior, básico e profissional. A partir de 1965, a escola passou a se chamar Escola Técnica Federal de São Paulo e, em 1999, Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo. Com a transformação do CEFET-PS em Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), no final de 2008, a antiga Unidade Sede inicia uma nova fase de sua história, tornando-se o campus da instituição.
JUSTIFICATIVA E DEMANDA DE MERCADO
D EMANDAS DE M ERCADO
Além disso, de acordo com o parecer n. 277/2006 do Conselho Nacional de Educação (CNE/MEC) sobre uma nova forma de organizar a graduação profissional e tecnológica, a informática foi introduzida em praticamente todas as áreas do conhecimento, de acordo com o acelerado progresso científico e tecnológico. Sobre a distribuição das matrículas do ensino médio na RMSP em 2015, conforme revelado pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE). Também é importante ressaltar que o curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas é oferecido por 32 instituições de ensino superior. (IES), na modalidade presencial, na cidade de São Paulo, sendo apenas 2 instituições públicas.
T ENDÊNCIA P ROFISSIONAL
14 A demanda por profissionais de TIC é sempre alta, pois o mercado de soluções e recursos tecnológicos para melhorar processos e rotinas corporativas está em pleno desenvolvimento. Atualmente, porém, novas demandas por profissionais com outros perfis devido à evolução tecnológica têm aumentado o papel e a importância dos profissionais de TIC. Outro aspecto importante em relação à área de TIC é que ela se tornou uma área estratégica para as empresas.
J USTIFICATIVAS PARA R EFORMULAÇÃO DO C URSO
Outro aspecto que justifica a reformulação é que o atual curso foi ofertado no segundo semestre de 2004 como curso superior de tecnologia em sistemas de informação. Isso foi verificado pelos avaliadores do MEC quando o programa foi reconhecido no segundo semestre de 2010. Além disso, a disciplina de Escalas não foi incluída como disciplina optativa na estrutura curricular, conforme exigido pelo Decreto.
OBJETIVOS DO CURSO
O BJETIVO G ERAL
Por último, refira-se que o Catálogo Nacional de Cursos de Alta Tecnologia para 2016 vincula a disciplina à classificação CBO Analistas de Informática (2124) e aos títulos Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Tecnólogo em Processamento de Dados (2124-05). Preparar os alunos para desenvolver sistemas inovadores de tecnologia da informação para seus respectivos usuários de acordo com suas necessidades; Preparar o aluno para documentar sistemas de tecnologia da informação de acordo com padrões e procedimentos do usuário.
PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO
FORMAS DE ACESSO AO CURSO
LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA
F UNDAMENTAÇÃO L EGAL C OMUM A T ODOS OS C URSOS S UPERIORES
o Decreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, dispõe sobre o exercício das funções de regulação, fiscalização e avaliação das instituições de ensino superior e dos cursos de graduação e ensino superior consecutivos da rede federal de ensino; Institui o e-MEC, os processos de regulação, avaliação e fiscalização do ensino superior na rede federal de ensino, e dá outras providências; Resolução CNE/CES nº. 3, de 2 de julho de 2007 – Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de horário de aula e dá outras providências.
F UNDAMENTAÇÃO L EGAL P ARA OS C URSOS DE T ECNOLOGIA
L EGISLAÇÃO I NSTITUCIONAL
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
I DENTIFICAÇÃO DO C URSO
Sua carga horária total mínima é de 2.402,75 (duas mil quatrocentas e duas) horas, sendo 2.037,75 (duas mil e trinta e sete) horas em componentes curriculares obrigatórios. O Estágio Profissional Supervisionado é obrigatório e só pode ser concluído após a conclusão de todas as componentes curriculares no primeiro e segundo semestres do curso, num total de 365 (trezentos e sessenta e cinco) horas. Carga horária mínima: Disciplinas obrigatórias + Estágio 2.397,75 horas Carga horária máxima: Disciplinas obrigatórias + Estágio + Libras 2.426,25 horas.
E STRUTURA C URRICULAR
R EPRESENTAÇÃO G RÁFICA DO P ERFIL DE F ORMAÇÃO
D ISCIPLINA DE E LETIVAS
P RÉ - REQUISITOS
E DUCAÇÃO EM D IREITOS H UMANOS
E DUCAÇÃO DAS R ELAÇÕES É TNICO -R ACIAIS E H ISTÓRIA E C ULTURA A FRO -B RASILEIRA E
Para atender a essas diretrizes, o curso Comunicação e Expressão (COEA1), oferecido no primeiro semestre, aborda temas como influência da cultura afro-brasileira e indígena na comunicação, preconceito linguístico e diversidade. O curso de História da Ciência e Tecnologia (HCTA1), proposto para o primeiro semestre, inclui em sua grade curricular discussões sobre a relação entre ciência, tecnologia e sociedade, levando em consideração a influência da história e cultura afro-brasileira e indígena.
E DUCAÇÃO A MBIENTAL
D ISCIPLINA DE LIBRAS
P LANOS DE E NSINO
Disciplina: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Componente Curricular: História da Ciência e Tecnologia Semestre: 1º Semestre Código: HCTA1. Disciplina: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Componente Curricular: Linguagem de Programação II Semestre: 4º Semestre Código: LP2A4. Disciplina: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Componente Curricular: Serviços de Rede e Servidores Semestre: 4º Semestre Código: SESA4.
Disciplina: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Componente Curricular: Metodologia da Investigação Científica Semestre: 4º Semestre Código: MTPA4. Disciplina: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Componente Curricular: Linguagem de Programação III Semestre: 5º Semestre Código: LP3A5. Disciplina: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Componente Curricular: Práticas e Políticas de Gestão de Pessoas Semestre: 5º Semestre Código: GPEA5.
Disciplina: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Componente Curricular: Economia e Finanças (Electiva) Semestre: 5º ou 6º Semestre Código: EEFEL. Disciplina: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Componente Curricular: Linguagem de Programação 4 (Electiva) Semestre: Semestre 5 ou Semestre 6 Código: LP4EL. Disciplina: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Parte Curricular: Programação Web Dinâmica (Eletiva) Semestre: 5º ou 6º Semestre Código: PDWEL.
Disciplina: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Componente Curricular: Programação Funcional (Electiva) Semestre: 5º ou 6º Semestre Código: PFUEL.
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
A avaliação dos componentes curriculares deve ser realizada em dimensão somativa, expressa por uma Nota Final, de zero (0,0) a dez (10,0) valores, com uma casa decimal, por semestre; com exceção de estágios, trabalhos de conclusão de curso, atividades complementares/ATPA e disciplinas com características especiais. O resultado das atividades complementares, estágio, trabalhos finais e disciplinas com características especiais são registrados ao final de cada período letivo pelas expressões “aprovado” / “aprovado” ou “não aprovado” / “retido”. O critério de aprovação nas componentes curriculares, que envolvam frequência e avaliação, para os cursos semestrais do Ensino Superior, é a obtenção, na componente curricular, de classificação semestral igual ou superior a 6,0 (seis) valores e frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) das aulas e demais atividades.
O aluno que obtiver, na componente curricular, nota semestral igual ou superior a 4,0 (quatro) e inferior a 6,0 (seis) e uma assiduidade mínima de 75% (setenta e cinco por cento) está sujeito ao Instrumento de Avaliação Final. aulas e outras atividades. Os alunos que concluírem o Instrumento de Avaliação Final, para serem aprovados, deverão obter a nota mínima de 6,0 (seis) valores nesse instrumento. A nota final considerada, para os registros escolares, será a maior entre a nota do semestre e a nota final do instrumento.
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
165 perda do vínculo de matrícula com a Instituição e dentro do prazo máximo de conclusão do curso, o aluno que tiver concluído todas as disciplinas contidas na matriz curricular do curso poderá solicitar a reinscrição no curso para inscrição no Estágio Curricular Supervisionado . Os alunos que tiverem vínculo empregatício em área e/ou atividade relacionada ao curso poderão validar sua atuação profissional de acordo com a legislação e regulamentos regulamentares do IFSP quanto ao Uso Profissional. Os projetos de ensino, orientação e iniciação científica e tecnológica, propostos pelos servidores do campus São Paulo e aprovados pelos setores competentes do campus São Paulo e/ou reitores do IFSP, mediante edital público, poderão ser utilizados para fins de pagando no Estágio Obrigatório.
Ao avaliar as solicitações de cumprimento de horas de estágio por meio desses projetos, o orientador de estágio do curso observará a compatibilidade das ações desenvolvidas com os objetivos formativos do curso e o detalhamento do perfil profissional para sua realização. Os documentos utilizados para este fim atendem a legislação e portarias regulamentares do IFSP e orientações da Coordenação de Estágios do IFSP - Campus São Paulo. Assim, para a realização do Estágio Curricular Supervisionado, o aluno poderá optar por utilizar parte ou a totalidade das horas destinadas à docência, orientação e projetos de iniciação científica e tecnológica, conforme Resolução CNE/CEB nº. 01 de 21 de janeiro de 2004.
As faltas serão avaliadas e sanadas pela faculdade do Curso Tecnológico de Análise e Desenvolvimento de Sistemas.
ATIVIDADES DE PESQUISA
ATIVIDADES DE EXTENSÃO
CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS
APOIO AO DISCENTE
AÇÕES INCLUSIVAS
AVALIAÇÃO DO CURSO
EQUIPE DE TRABALHO
- N ÚCLEO D OCENTE E STRUTURANTE
- C OORDENADOR DO C URSO
- C OLEGIADO DE C URSO
- C ORPO D OCENTE
- C ORPO T ÉCNICO -A DMINISTRATIVO / P EDAGÓGICO
O Colegiado de Curso é o órgão consultivo e deliberativo de cada curso superior do IFSP, responsável por discutir as políticas acadêmicas e gerenciá-las no projeto pedagógico do curso. Os relatórios das reuniões deverão ser lavrados em ata, para aprovação na próxima sessão e depositados na Coordenação de Curso. As decisões do Colegiado de Curso devem ser comunicadas pelo coordenador ou demais envolvidos no processo, conforme sua especificidade.
Antônio Airton Palladino Mestre Programação RDE e Banco de Dados Antônio Ferreira Viana Especialista RDE Arquitetura de Computadores e. Claudete De Oliveira Alves RDE Mestre Programação e Banco de Dados Claudia Miyuki Werhmuller Doutora RDE Programação e Banco de Dados Daniel Marques Gomes De Eurides Balbino Da Silva RDE Mestre Programação e Banco de Dados Fernando Carvalho Mestre 20h Programação e Banco de Dados Francisco Supino Marcondes Doutor RDE Programação e Banco de Dados Francisco Verissimo Luciano Mestre RDE programação e banco de dados Ivan Francolin Martinez Especialista 40 horas programação e banco de dados Joao Vianei Tamanini Mestre programação RDE e banco de dados Josceli Maria Tenório Mestre programação RDE e banco de dados.
BIBLIOTECA
181 programação, estrutura de dados, desenvolvimento e linguagens de programação, computação gráfica, banco de dados, hardware, sistemas operacionais, redes de computadores, matemática computacional, comunicação e expressão e inglês.
INFRAESTRUTURA
- I NFRAESTRUTURA F ÍSICA
- A CESSIBILIDADE
- L ABORATÓRIOS DE I NFORMÁTICA
- L ABORATÓRIOS E SPECÍFICOS
5.296, de 2 de dezembro de 2004, regulamenta a Lei nº 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas indicadas, e a Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade para pessoas com deficiência deficiência ou mobilidade limitada, e dá outras providências. O IFSP (Campus São Paulo) dispõe de salas de apoio de informática aos alunos, com acesso à internet e uso de monitores. Para as aulas que envolvem o uso de computadores, o campus dispõe de 16 (dezesseis) laboratórios de informática integrados a uma rede de internet.
Esses laboratórios são utilizados em diversas disciplinas do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Além disso, os laboratórios de informática contam com um total de 16 projetores instalados nas dependências e outros 10 projetores Epson S5 e 2 retroprojetores Grafitec 4001 e 29 lousas digitais espalhadas pelas áreas do campus que podem ser utilizadas em laboratórios e salas de aula.
O Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia exige que pelo menos um Laboratório de Redes de Computadores frequente o curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Este laboratório será utilizado essencialmente para a frequência de aulas específicas de componentes curriculares na área dos sistemas operativos, redes informáticas e sistemas distribuídos. Para suprir essa necessidade, os laboratórios de informática possuem ferramentas de software que simulam ambientes de rede e possibilitam a aplicação prática de conteúdos teóricos abordados em disciplinas afins.
Disponível em:
MODELOS DE CERTIFICADOS E DIPLOMAS