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Daniela Limas Pereira - Univali

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Academic year: 2023

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A mudança de cidadania é sempre resultado de um ato ou fato denominado naturalização. PÁTRIA: Do latim patria, de pater (pai), geralmente entendido como o lugar ou país onde se nasce ou é originário. Portanto indica um setor de homens ou um grande número de pessoas, independentemente do aspecto político ou jurídico em que se apresentem.

RESUMO

INTRODUÇÃO

Serão também comentados os sistemas e formas de aquisição da nacionalidade, incluindo variantes dos modos de aquisição existentes na comparação jurídica. No Capítulo 2: 2.1-Nacionalidades originárias e derivadas; 2.1.1- Nacionalidade originária ou primária; 2.1.2- Ius Solis e Ius Sanguinis; 2.1.3- Nacionalidade Derivada ou Secundária; 2.1.4- História da nacionalidade no Brasil; 2.1.5- Espécies e requisitos para naturalização brasileira; 2.1.5.1- Naturalização Geral; 2.1.5.2- Naturalização Extraordinária; 2.1.5.3- Naturalização Especial; 2.1.5.4- Naturalização Provisória; 2.2- Diferença constitucional entre nascido e naturalizado e 2.3- Igualdade de direitos civis e políticos dos portugueses. No que diz respeito à metodologia utilizada, salienta-se que, na fase de investigação, foi utilizado o método indutivo, na fase de tratamento dos dados, o método cartesiano, e o relatório de resultados expresso nesta monografia foi compilado na base lógica indutiva.

HISTÓRICO EVOLUTIVO DA NACIONALIDADE

UMA INTRODUÇÃO SOBRE A EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA NACIONALIDADE

Na verdade, em geral sempre foi possível representar graficamente a identidade de um Estado: bastavam um mapa e uma bandeira do território soberano. Na Constituição brasileira, o único resquício visível de um elemento relacionado à nação é a aceitação do português como língua oficial da República Federativa do Brasil (artigo 13, caput). Na Constituição brasileira, o único resquício visível de um elemento relacionado à nação é a adoção do português como língua oficial da República Federativa do Brasil (artigo 13, caput). Contudo, o uso de outro idioma não é proibido em nenhum momento pela Constituição Brasileira. se assim for, então é a forma de discurso que nos faz acreditar que se trata de um dispositivo neutro.

NATUREZA JURÍDICA

Segundo a opinião de Tavares34: “A Revolução Francesa é apontada como a origem da natureza do direito constitucional da nacionalidade, natureza que se encontra atualmente consolidada”. Neste sentido, que diz respeito à importância da adaptação da nacionalidade, cada país está aberto ao estabelecimento de cláusulas legais sobre a nacionalidade, pactuadas, acordadas, adequadas aos princípios do direito internacional. Nesse sentido, no que diz respeito à atribuição de regular a cidadania, cada país é livre para estabelecer normas jurídicas para a cidadania, porém, sujeito a determinados princípios do Direito Internacional.

A pátria é um elemento natural de uma sociedade estatal com capacidade interna de individualidade própria, o que motiva a fixação e o conhecimento constantes. O cidadão é membro natural de uma comunidade estatal com uma capacidade interna da sua personalidade, que determina a sua sujeição e participação permanente.

CONCEITO DE NACIONALIDADE

A Constituição Federal prevê de forma abrangente e abrangente as hipóteses de aquisição da cidadania originária, ou seja, somente serão brasileiros natos aqueles que atenderem aos requisitos constitucionais das hipóteses únicas do art. Existem dois critérios para a determinação da cidadania primária: (a) o critério da ascendência sanguínea ou ius sanguinis, segundo o qual a cidadania é conferida com base nos laços de sangue, sendo os descendentes dos cidadãos considerados cidadãos; (b) O critério de origem territorial ou ius solis pelo qual é conferida a cidadania aos nascidos no território do país em causa. Em geral, os países de emigração, como a maioria dos europeus, escolhem a regra do ius sanguinis, segundo a qual a redução da sua população com a ida para outros países não implica a redução dos membros da nacionalidade.

Em geral, os estados de imigração, como a maioria dos europeus, preferem a regra do ius sanguinis, segundo a qual a redução da sua população através da partida para outros países não levará a uma redução do número de membros da nacionalidade. Pelo critério do jus soli, serão cidadãos os nascidos no território do Estado, independentemente da nacionalidade dos seus antepassados. Pelo critério do ius soli, serão cidadãos os nascidos no território do Estado, independentemente da nacionalidade dos seus antepassados.

As modalidades de aquisição da cidadania secundária dependem da vontade: (a) do indivíduo, nos casos em que lhe seja conferido o direito de escolher determinada cidadania, de acordo com as opções que lhe forem oferecidas, conforme estipulado no art. 12, II, b, em que a aquisição da cidadania é reconhecida pelo fato de residência superior a quinze anos no Brasil (texto Colectânea 3/94), bastando o pedido do interessado, e é uma combinação da vontade do indivíduo e da vontade do Estado. Já a cidadania secundária é “aquela que se adquire” após o nascimento, seja porque ao nascer a pessoa tem outra cidadania ou outra cidadania, mas não a em questão, seja porque entre a aquisição da cidadania (secundária) e a data de nascimento há um período em que o indivíduo não tinha cidadania.

Concessão aqui ao princípio do ius sanguinis, uma vez que a nacionalidade brasileira é reconhecida com base na nacionalidade do pai e da mãe, ou de ambos. É importante esclarecer que a natureza da nacionalidade ou filiação do pai ou da mãe não é relevante. Essa possibilidade poderia criar um brasileiro nato que nada teria a ver com o Brasil, uma vez que a concessão da nacionalidade não dependia de residência em território brasileiro.

PERDA E REAQUISIÇÃO DA NACIONALIDADE

34 - A decisão que concluir o cancelamento da naturalização, depois de transitada em julgado, será enviada por cópia ao Ministério da Justiça e do Interior para registro da circunstância em livro de registro especial (art. 43). A reaquisição da nacionalidade brasileira só será possível se a sua perda resultar de um dos motivos pelos quais a Constituição Federal em seu art.22, inc. M E N T A: INTERPRETAÇÃO PASSIVA - ACORDO DE INTERPRETAÇÃO (MERCOSUL) - NACIONAL URUGUAI - COMÉRCIO ILEGAL DE NARRUCTOS - PENDENTE DE INVESTIGAÇÃO PENAL - POSSIBILIDADE - ANEXO DE DEFEITOS FORMAIS NA FORMA DE INTERPRETAR. -EXAME DOS FATOS DO ASSUNTO ACENTOS À INVESTIGAÇÃO PENAL - AUTORIDADE NEGATIVA - INFRACÇÃO - SISTEMA DE CONTENCIOSO LIMITADO - MODELO NÃO APLICÁVEL SOMENTE AOS BRASILEIROS NATURALIZADOS (CF, ART. 5º, LI) - SATISFAÇÃO DAS PREMISSAS E DA FABRICAÇÃO DA FABRICAÇÃO . E PARA invasão criminosa - EXPLICAÇÃO DIFERIDA.

As limitações temáticas, estabelecidas no Estatuto do Estrangeiro (artigo 85, § 1º) - cuja incidência limita, nas ações de extradição passiva, o alcance material do exercício do direito de defesa - não são inconstitucionais e não violam a garantia de integralidade de proteção, dada a própria natureza do processo de extradição no direito brasileiro e, também, pelo modelo de contestação limitada adotado pelo ordenamento positivo nacional. DE BRASILEIRO NATURALIZADO (CF, ARTIGO 5º, LI) - EXCEÇÃO CONSTITUCIONAL AO MODELO GERAL LIMITADO - IRREVOCABILIDADE DESTA REGRA DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA AOS ALBANÊS ESTRANGEIROS, PESSOA DE AÇÃO ESTRANGEIRA SITUAÇÃO DE BRASILEIRO NATURALIZADO. Os brasileiros naturalizados, em matéria de extradição passiva, gozam de proteção constitucional mais intensa do que aquela concedida aos estrangeiros em geral, uma vez que só podem ser extraditados pelo Governo do Brasil em dois casos excepcionais: (a) crimes ordinários cometidos antes da naturalização e (a b ) tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins cometido em qualquer momento antes ou depois da obtenção da naturalização (CF, art. 5º, LI).

Contudo, a mesma regra constitucional do tratamento mais favorável (CF, art. 5º, LI) não se aplica aos estrangeiros extraditados, apesar de o coautor da infração penal ser brasileiro naturalizado. O postulado da dupla natureza - por constituir requisito essencial para o cumprimento do pedido de extradição - exige que o delito atribuído ao extraditado seja legalmente qualificado como crime tanto no Brasil quanto no Estado requerente. Essa exigência - originalmente estabelecida no Código Bustamante (artigo 379), hoje baseada no Estatuto do Estrangeiro ou, quando aplicável, em tratado de extradição específico (como o Acordo de Extradição/MERCOSUL) - visa impedir a prisão preventiva, no Brasil , a partir do momento em que é decretada para efeito de extradição, culmina na injusta prorrogação do período de reclusão a que acabará por ser submetido no Estado requerente o sujeito estrangeiro cuja extradição for solicitada ao governo brasileiro.

O Supremo Tribunal Federal limita-se a analisar a legalidade e a origem do pedido de extradição (Instrumento Interno do Supremo Tribunal Federal, artigo 207; Constituição da República, artigo 102, Inc. I, alínea g; e Lei n.º 83): se o pedido for indeferido, deixa de ser constituído o título jurídico sem o qual o Presidente da República não pode proceder à extradição; Se concedida, a entrega do sujeito ao Estado requerente fica a critério do Presidente da República. O postulado da dupla natureza – por constituir requisito essencial para o atendimento do pedido de extradição – exige que o ilícito penal atribuído ao extraditado seja legalmente qualificado como crime no Brasil.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Em algumas legislações, existe a presunção de renúncia à nacionalidade no caso de naturalizado que se estabeleça em outro país, geralmente o seu país de origem. Em alguns casos, a pessoa se naturaliza para aproveitar as leis locais e evitar que sua naturalização seja conhecida pela autoridade do país de origem, o que poderia revogar sua nacionalidade originária. Além do conteúdo acima mencionado, a Lei nº. 6.815, de 19 de agosto de 1980, a normalização da situação jurídica dos estrangeiros no Brasil, a criação do Conselho Nacional de Imigração e outras medidas.

O direito de escolher a sua nova nacionalidade é um dos direitos fundamentais do homem, desde que seja legalmente competente, por ex. Como já mencionado, existem duas linhas principais de análise para estudar a relação entre o direito internacional e o direito interno: dualista e monista. O monismo pressupõe que o Direito Internacional e o Direito Interno são elementos de uma única ordem jurídica e, portanto, haveria uma norma hierarquicamente superior governando esta ordem única.

Esta teoria também apresenta duas posições: uma, que defende a primazia do direito nacional, e a outra, a primazia do direito internacional. A naturalização divide-se em duas tipologias, sendo as originais obtidas pelo ius solis de duas maneiras: Pelo critério do jus soli, os nascidos no território do Estado serão nacionais, independentemente da nacionalidade dos seus antepassados ​​ou ius sanguinis, o critério jus sanguinis. I e II e que o requerente seja domiciliado no Brasil, a sua concessão depende, porém, de decreto do Presidente da República, sem efeito retroativo.

A exceção à regra da reaquisição da cidadania ocorre quando a naturalização é cancelada por ordem judicial, salvo se esta tiver sido revogada.

Referências

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