16 - A jornada média semanal trabalhada pelo grupo de ocupados e assalariados na RMPA foi de 44 e 43 horas semanais respectivamente, mantendo-se inalterada em relação a 2002. e assalariados na RMPA - jan.-nov. 19 - Embora o quadro de pessoal tenha se mantido constante, houve pequenas mudanças no perfil dos que trabalham na RMPA.
21 - O rendimento médio real dos empregados da RMPA nos meses de janeiro a novembro de 2003 caiu 9,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Horas semanais trabalhadas por empregados próprios e assalariados no emprego principal, por setores da economia, na RMPA — 2002-03. Índice de salário médio real no emprego principal, segundo setor de atividade econômica e registro na carteira de trabalho, na RMPA — jan.-nov.
Rendimento médio real dos trabalhadores ocupados e remunerados no emprego principal, por função ocupacional, na RMPA — jan.-nov. Rendimento médio real das pessoas que trabalham no emprego principal, por grupo ocupacional, na RMPA - jan.-nov. Salário médio real no emprego principal, segundo setor de atividade econômica e registro na carteira de trabalho, na RMPA — jan.-nov.
28 - Levando em consideração o tempo de permanência no emprego atual, houve queda generalizada do rendimento médio real dos assalariados. Rendimento médio real dos empregados do setor privado, com e sem carteira de trabalho assinada, na RMPA — 1993-03. Índice de rendimento médio real dos trabalhadores ocupados e assalariados no emprego principal, por grupos de trabalhadores, por quartis de rendimentos, na RMPA - jan.-nov.
Rendimento médio real dos empregados e empregados administrativos no trabalho principal, por grupos de trabalhadores, segundo quartis de rendimento, na RMPA — jan.-nov. Estimativas da população total, da população economicamente ativa e dos inativos há mais de 10 anos, da taxa global de participação e do desemprego total, na RMPA — 1993-03. Distribuição percentual dos ocupados no emprego principal, por porte da empresa ou empresa pagadora, na RMPA — 1993-03.
Taxa de desemprego, por características pessoais e composição da taxa de desemprego, na RMPA — 1993-03 VÍNCULO DE TRABALHO POR ATRIBUTOS PESSOAIS. SERVIÇOS DOMÉSTICOS (1 000 pessoas) Estimativa do número de pessoas ocupadas por setor de atividade econômica na RMPA — 1993-03. Os empregados com tempo de trabalho de um a dois anos se destacam na média real dos assalariados.
Rendimento médio real dos empregados do setor privado, com e sem carteira de trabalho assinada, na RMPA — 1993-03.
27 - Quando se analisa o comportamento do salário médio real do setor privado de acordo com a regulamentação do contrato de trabalho, constata-se que sua queda ocorreu tanto entre os trabalhadores com carteira assinada (-9,4%)
23 - Nos primeiros 11 meses de 2003, em comparação com o mesmo período de 2002, houve queda generalizada dos rendimentos de acordo com a distribuição dos empregados por quartis de renda. Tanto para os ocupados quanto para os rendimentos segundo a distribuição dos empregados pelos quartis de rendimentos. Tanto para assalariados quanto para assalariados, as maiores quedas no rendimento médio real ocorreram nos Grupos 3 e 4 – que correspondem aos 50% dos trabalhadores de maior rendimento – com quedas de 9,9% e 10,3%.
A maior redução foi observada entre os que trabalhavam sozinhos (-14,3%), seguidos dos trabalhadores de empresa (-11,4%) e daqueles com seis a nove empregados Tabela 20. 25 - Informações sobre rendimentos distribuídos por grupo ocupacional revelam que houve queda geral do rendimento médio real no período analisado, com as maiores quedas observadas entre os inseridos em ocupações mal definidas (-10,1%), execução (-8,9%) e apoio (-8,8)%) — Tabela 21. 26 - A queda no salário real médio do setor privado, segundo os setores econômicos mais importantes, deveu-se ao comportamento desse indicador verificado na indústria (-9,8%), comércio (-9,7%) e serviços (-8,5%) .
Ressalte-se que, no comércio, esse indicador recuou pelo sexto ano consecutivo, atingindo em 2003 o menor nível desde o início da pesquisa; Nos serviços, a queda do salário real médio ocorreu pelo quinto ano consecutivo, atingindo também o menor nível desde 1993. Na indústria, a trajetória de queda do salário real médio foi retomada após dois anos de sua alta (Tabela 22). 27 - Ao analisar o comportamento do salário médio real do setor privado segundo a regulamentação do contrato de trabalho, verifica-se que sua queda ocorreu quanto aos trabalhadores com carteira de trabalho assinada (-9,4%).
Ressalte-se que apenas na indústria houve redução do percentual de trabalhadores que cumpriram jornadas superiores à média legal, tanto para o total de ocupados quanto para os assalariados (Tabela D). 18 - Em 2003, o comportamento da profissão apresentou crescimento nos grupos que realizam atividades de execução, bem como atividades de suporte. O contingente do grupo ocupacional que inclui atividades relacionadas à gestão e planejamento sofreu redução de 15 mil ocupações.
Vale notar que no grupo de pessoas ocupadas na execução, o número de ocupações especializadas diminuiu em 5 mil, enquanto o número de indivíduos envolvidos em atividades consideradas semiqualificadas aumentou em 21 mil (Tabela 13). As variações mais marcantes foram as seguintes: por gênero, a participação dos homens aumentou de 56,0% para 56,9%; por idade, aumentou a proporção de moradores com 40 anos ou mais (de 39,6% para 40,5%) em detrimento dos moradores de outras faixas etárias; por nível de escolaridade, segundo a PEA, aumentou a proporção de ocupados com ensino fundamental completo (de 20,4% para 20,7%) e com ensino médio completo (de 33,4% para 34,4%) — tabela 14. 20 - Análise da ocupação o desempenho por tempo de permanência no cargo atual destaca o aumento da participação do segmento com mais de dois anos de atividade (de 51,6% para 52,5%).
Rendimentos
15 - Ainda considerando as formas de ocupação por cargo na profissão, a queda no número de trabalhadores de colarinho branco foi compensada pelo crescimento de 17 mil no número de trabalhadores por conta própria (tabela C). Olhando para os principais setores de atividade econômica, porém, para o grupamento dos ocupados houve aumento de uma hora na jornada média de trabalho, no comércio, e não houve variação na indústria e serviços.
Notas metodológicas
1 - A Pesquisa de Emprego e Desemprego na Região Metropolitana de Porto Alegre
2 - Expansão da amostra
3 - Principais conceitos
PIA - População em Idade Ativa - população com 10 anos e mais
PEA - População Economicamente Ativa - parcela da PIA que está ocupada ou desempregada
Ocupados - conjunto de pessoas que
Ocupação
Desempregados - conjunto de pessoas que se encontram em uma das situações a seguir
Inativos (maiores de 10 anos) - parcela da PIA que não está ocupada nem desempregada
Taxa global de participação é a relação entre a População Economicamente Ativa e a População em Idade Ativa (PEA/PIA) e indica a proporção de pessoas com 10 anos e mais incorporada ao mercado de trabalho como ocupada
Taxa de desemprego total é igual à relação desempregados/PEA e indica a proporção da PEA que se encontra na situação de desemprego aberto ou oculto
Taxa de ocupação é igual à relação ocupados/PEA e indica a proporção da PEA que se encontra na situação de ocupados
5 - Notas técnicas
4 - Principais indicadores
10 - Apesar da elevação da taxa média de desemprego total em 2003, o tempo médio despendido na procura por trabalho apresentou pequena redução, passando de 45 semanas em 2002 para 44 semanas no ano em análise
PRESIDENTE: Aod Cunha de Moraes Júnior DIRETOR TÉCNICO: Álvaro Antônio Louzada Garcia DIRETOR ADMINISTRATIVO: Antonio César Gargioni Nery. FUNDAÇÃO GAÚCHA DE TRABALHO E AÇÃO SOCIAL/SISTEMA DE ATENDIMENTO NACIONAL (FGTAS/SINE-RS) DIRETOR-PRESIDENTE: Nelcir Tessaro.
Apoio: FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL (FAPERGS)
Desemprego
Evolução da força de trabalho
Posição no domicílio - a taxa de participação apresentou crescimento somente entre os indivíduos que ocupam a posição de demais membros no domicílio em que residem (47,1% em 2002 para 48,8% em 2003),
EDITORAÇÃO
Segundo informações do Estudo do Emprego e Desemprego da Região Metropolitana de Porto Alegre (PED-RMPA), pelo segundo ano consecutivo, o mercado de trabalho da capital apresentou evolução desfavorável em 2003 e queda do rendimento médio real de funcionários da região. O contingente médio de ocupados em 2003 atingiu 1.472 mil pessoas, apenas 2 mil a mais que no ano anterior, desempenho absolutamente insuficiente frente ao crescimento da população economicamente ativa (PEA) - 35 mil pessoas.
Em 2003, o contingente médio de ocupados diferiu apenas 0,1% em relação ao ano anterior. O comportamento da ocupação variou de acordo com os diferentes setores de atividade econômica, com destaque para o crescimento de 3,8% na construção e de 3,0% no comércio. Relativamente à forma de inserção no mercado de trabalho, destaca-se o crescimento do emprego por conta própria (6,6%) e do emprego no setor público (1,7%).
A maior queda do emprego em 2003 ocorreu no emprego assalariado, no setor privado sem carteira de trabalho assinada (-10,2%).
Desempenho do mercado de trabalho na RMPA, em 2003