Assessoria Técnica de Estudos Econômicos do Nordeste – ETENE Superintendente: José Sydrião de Alencar Coordenador da Série Ciência e Tecnologia do Novo BNB. Apoio do BNB à pesquisa e desenvolvimento da fruticultura regional / José Maria Marques de Carvalho, organizador; [autores] Beatriz Jordão Paranhos.
INTRODUÇÃO
Sanidade Vegetal
Citros
Caju
Abacaxi
A cultivar Vitória apresenta resistência à fusariose, ausência de espinhos nas folhas e na copa, grau Brix de 15,8%, formato cilíndrico, casca amarela e polpa branca. A cultivar Imperial apresenta resistência à fusariose, ausência de espinhos nas folhas e copa, grau Brix de 17,5%, formato cilíndrico, casca e polpa de cor amarela.
Manga
Mais recentemente, a preferência do consumidor por uvas sem sementes resultou na exigência da região de produzir uvas sem sementes de boa qualidade. Para atingir esse objetivo, o BNB-Etene-Fundeci, em parceria com a Embrapa-Semiárido, pesquisou tecnologias de pós-colheita para a preservação de uvas Apirene produzidas no submédio do Vale do São Francisco, apresentadas neste capítulo.
Coco
O APOIO DO BANCO DO NORDESTE DO BRASIL NO DESENVOLVIMENTO DA FRUTICULTURA REGIONAL
1.1 – Introdução
1.2 – Produção
A geração de empregos é outra variável importante na horticultura irrigada devido ao número de empregos gerados e ao baixo custo. Diante dos dados e informações acima descritos, o Banco do Nordeste entende a fruticultura como importante atividade do agronegócio nordestino, contribuindo para a fixação permanente do homem no campo, geração de empregos e divisas.
1.3 – Projetos Financiados pelo Fundeci/BNB 1.3.1 – Abacaxi
O BNB participou desses eventos com apoio financeiro do BNB-Etene e com a participação de seu corpo técnico em comissões técnico-científicas, palestras e outras atividades que fazem parte desses eventos. A pesquisa e a difusão de tecnologias para a produção regional de frutas são apoiadas pelo BNB-Etene-Fundeci há 37 anos.
1.3.2 – Banana
1.3.3 – Citros
1.3.4 – Coco
1.3.5 – Caju
Agroindústria do caju – adequação tecnológica e qualitativa, otimização das etapas de extração e filtração por meio da pesquisa e desenvolvimento de equipamentos eficientes para distribuição tecnológica;
1.3.6 – Mamão
1.3.7 – Manga
1.3.8 – Maracujá
1.3.9 – Melão
Desenvolvimento de tecnologia para o manejo integrado da mosca mineira (Liriomyza sativae) em melão nos polos irrigados do Baixo Jaguaribe e Vale do Mossoró-Açu;
1.3.10 – Uva
1.3.11 – Frutas nativas
Investigação do umbuzeiro como alternativa de cultivo para áreas de sequeiro no norte de Minas Gerais;.
1.4 – Outras Pesquisas de Interesse da Fruticultura
Técnica do inseto estéril e controle biológico na supressão da mosca-das-frutas em fruticultura irrigada no semi-árido;. Projeto piloto de utilização de moscateleira estéril na fruticultura do Submédio São Francisco;.
Por fim, por meio do Etene, o Banco do Nordeste tem realizado estudos com foco na fruticultura, resultando na publicação de livros que têm contribuído para a socialização do conhecimento entre fruticultores e profissionais das ciências agrárias. Estudos recentes resultaram na publicação de livros, dentre os quais destacamos: Vinicultura: Perfil da atividade no Nordeste brasileiro; Fruticultura do Nordeste: Conquistas Recentes e Opções de Políticas; e Proposta de Zona de Cultura do Caju.
A IMPORTÂNCIA DA TÉCNICA DO INSETO ESTÉRIL (TIE) PARA A FRUTICULTURA NORDESTINA*
2.1 – Introdução
Monitoramento de moscas-das-frutas em cultivos de manga no baixo Vale do São Francisco central. Dispersão e sobrevivência de noz-moscada macho estéril, linhagem mutante tsl, no submédio do Vale do São Francisco.
DESENVOLVIMENTO DE VANTAGENS COMPETITIVAS E MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA PRODUTIVO DE
3.1 – Introdução
3.2 – Desenvolvimento do Projeto
3.3 – Resultados e Discussão dos Fatores Limitantes 3.3.1 – Uso de material de plantio de baixa qualidade
O enxerto e o porta-enxerto devem formar uma haste única, ereta e vertical, com desvio de até 15 graus tolerado. A idade máxima da muda é de 18 meses a partir da semeadura do porta-enxerto, o que evita o enroscamento das raízes no recipiente.
3.3.2 – Diversificação de variedades copa
Para o limão azedo "Tahiti", a altura mínima deve ser de 20 cm da base da planta. Limão 'Cravo' Laranjas: 'Pêra', 'Valência', 'Natal', 'Tahiti' Limão Azedo e 'Cleópatra' Tangerinas Laranjas: 'Pêra', 'Valência' e 'Natal',.
3.3.3 – Diversificação do porta-enxerto
Diante desse desafio, o projeto estimulou a diversificação dos plantios de limão 'Tahiti', apoiando os diversos segmentos da cadeia produtiva, hoje consolidada como um agronegócio voltado para a exportação.
3.3.3.1– Características dos porta-enxertos sugeridos
3.4 – Irrigação
3.4.1 – Irrigação: caracterização climática da região
3.4.2 – Irrigação x produtividade
O número de frutas por planta seguiu a mesma tendência de produtividade e atingiu o máximo de 351 frutos por plantar. Em síntese, verifica-se que a produtividade da laranjeira 'Pera', em resposta às práticas de rega, aumentou até à profundidade de 442 mm, correspondendo ao rendimento máximo estimado de 35,1 t/ha e 351 frutos por hectare. .
3.5 – Manejo do Solo
3.6 – Espaçamento
3.7 – Adubação
3.8 – Culturas Intercalares: Vantagens
3.9 – Lima ácida ‘Tahiti’: Produção na Entressafra
3.10 – Incentivo às Exportações de Lima Ácida ‘Tahiti’
65 A experiência resultante da realização do projeto e da montagem das Unidades Demonstrativas permitiu a assistência técnica e a consolidação das seguintes empresas privadas voltadas para a exportação de limão 'Tahiti': Iaçu Agropastoril Ltda., Itacitrus Comércio e Exportação Ltda., Yamato, Katopé Brasil Ltda., Confrut Conchal Ltda., Fruit Brazil e, mais recentemente, Tahiti–Bahia Ltda. Outros empreendimentos voltados para o cultivo e beneficiamento de frutas cítricas que pretendem se instalar na região Nordeste receberam apoio técnico e informações do projeto.
3.11 – Proteção de Plantas
3.12 – Ações de Difusão e Transferência de Tecnologias
3.13 – Resumo das Práticas Empregadas na Condução do Projeto
3.14 – Conclusões
67 manejo do pomar, controle de pragas, doenças, critérios para colheita de frutas para exportação. Os objetivos previamente traçados foram alcançados, mostrando a possibilidade de triplicar a produtividade e o nível de competitividade da citricultura baiana.
ABACAXI ‘VITÓRIA’: UMA NOVA CULTIVAR RESISTENTE À FUSARIOSE*
4.1 – Introdução
A severidade da doença varia de região para região, dependendo do inóculo presente no campo. Práticas inadequadas de manejo da cultura têm fomentado o aumento de doenças nas regiões produtoras de abacaxi, impossibilitando a exploração da cultura em alguns casos, principalmente entre os agricultores familiares.
4.2 – Resistência Genética à Fusariose
Giacomelli e Teófilo Sobrinho (1984) testaram a resistência de nove cultivares de abacaxi em condições de campo, com destaque para 'Perolera'. No entanto, essas cultivares apresentaram grande potencial como fontes de resistência em um programa de melhoramento para desenvolver novas cultivares resistentes a Fusarium.
4.3 – Pesquisa para o Desenvolvimento e Seleção da Cultivar Vitória
Em 1984, foi iniciado o Programa de Melhoramento Genético do Abacaxi, coordenado pela Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical, em Cruz das Almas-BA, envolvendo diversas instituições de pesquisa, cujo objetivo principal era identificar fontes de resistência e obter híbridos resistentes à murcha-do-fusário. Vitória (VENTURA et al., 2006), que foi lançado na fazenda experimental do Incaper em Sooretama-ES em novembro de 2006 e distribuído aos produtores de abacaxi (Foto 17).
4.4 – Características da Nova Cultivar de Abacaxi ‘Vitória’
A nova variedade resistente ao fusarium dispensa o uso de fungicidas para o controle da doença, permitindo menor custo de produção por hectare associado à compra e aplicação de fungicidas, além de reduzir os riscos de impactos ambientais e aumentar a produtividade. Esta variedade preenche, assim, uma grande lacuna criada pela ausência de uma variedade de abacaxi resistente à fusarium e representa uma nova alternativa economicamente viável para produtores e consumidores de abacaxi.
4.5 – Próximas Ações com o Abacaxi ‘Vitória’
Esta cultivar preenche, assim, a grande lacuna deixada pela ausência de uma cultivar de abacaxi resistente à murcha de fusarium, constituindo uma nova alternativa economicamente viável para produtores e consumidores de abacaxi. episência). Para garantir a produção de mudas de abacaxi 'Vitória', o Incaper mantém campos de produção em suas fazendas experimentais em Sooretama (município de Sooretama) e Pacotuba (Cachoeiro do Itapemirim) para implantar, em colaboração com a Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária, Aquicultura e Pesca (SEAG), Prefeituras, Cooperativas e Associações de Produtores, pomares clonais destinados à distribuição de mudas aos produtores de abacaxi.
ZONEAMENTO PEDOCLIMÁTICO PARA A CULTURA DO CAJUEIRO (ANACARDIUM OCCIDENTALE L.)
5.1 – Introdução
5.2 – Zoneamento Climático
5.3 – Parâmetros Climáticos
5.4 – Precipitação
5.5 – Distribuição das Precipitações
Para diversas áreas do Nordeste foi comprovado (VAREJÃO-SILVA et al., 1984; SILVA, 1985; BRAGA; VAREJÃO-SILVA, 1990) que a distribuição dos totais mensais de precipitação não segue a distribuição normal e se adapta melhor a uma distribuição gama incompleta (HARGREAVES, 1973; AZEVEDO, 1974; MOSIÑO, 1981; MOSIÑO; MIRANDA, 1979).
5.6 – Discriminação dos Anos quanto à Precipitação
5.7 – Temperatura do Ar
5.7.1 – Estimativa das médias das temperaturas
5.8 – Balanço Hídrico
5.9 – Carta do Zoneamento Climático
Foi possível observar que, em todo o Estado, todas as oito zonas climáticas são encontradas para definir a disposição da cultura do cajueiro. Procedimento semelhante foi realizado para o estado do Maranhão, onde, de acordo com a metodologia, todo o estado foi considerado apto para o cultivo de cajueiro (Plena planta).
5.10 – Zoneamento Pedológico
85 potencial, ou seja, todas as condições ideais de produtividade são oferecidas, o que possibilita a otimização do processo produtivo.
5.10.1 – Fatores limitantes ou restrições básicas
A dificuldade desses fatores varia nas classes agrícolas de fraca a forte e nas classes não agrícolas de muito forte a extremamente forte.
5.11 – Zoneamento Pedoclimático
Zoneamento pedoclimático do cajueiro (Anacardium occidentale L.) no nordeste do Brasil e norte de Minas Gerais. Levantamento exploratório: reconhecimento de solos na margem direita do rio São Francisco no estado da Bahia.
CLONES DE CAJUEIRO: RECOMENDAÇÃO, PLANTIO E IRRIGAÇÃO NA REGIÃO NORDESTE
6.1 – O Agronegócio
Espera-se também que o uso da irrigação promova mudanças nas características produtivas das plantas, principalmente no período da colheita e na produção de castanha. A produtividade esperada por hectare para o cajueiro anão precoce no cultivo de sequeiro é de cerca de 1.000 kg de castanhas e 10.000 kg de hastes, enquanto no cultivo irrigado é de 3.800 kg de castanhas e 30.000 kg de hastes (200IRA, 200IRA, 200IRA, 200IR).
6.2 – Características de Valor Econômico
6.3 – Obtenção de Clones
6.4 – Recomendação
6.4.1 – Clone CCP 09 (Clone de Cajueiro de Pacajus)
6.4.2 – Clone CCP 76
129 Foto 19 – CCP 09 Planta clone de cajueiro em avaliação sob cultivo irrigado em área experimental com 9 anos de idade. A exploração comercial deste clone tem sido feita tanto em cultivo de sequeiro como de regadio, utilizando o caule para o mercado de mesa e o castanheiro para o mercado de amêndoa.
6.4.3 – Embrapa 51
6.4.4 – BRS 189
133 Foto 25 – Plantio do clone de cajueiro BRS 189 em avaliação sob cultivo irrigado em área produtora.
6.4.5 – BRS 226 ou Planalto
São apresentadas as características das plantas baixas, altura média 1,24 m no terceiro ano de cultivo de sequeiro, diâmetro médio da copa 2,20 m, espaçamento 8 x 6 m, em sistema retangular, 208 plantas/ha ou 7m, em sistema quadrado, com 204 plantas/ha. 135 Figura 28 - Caule do clone de cajueiro BRS 226 em avaliação sob cultivo de água de chuva na área de produção.
6.4.6 – BRS 265 ou Pacajus
6.4.7 – Plantio
6.4.7.1 – Espaçamento
6.4.7.2 – Preparo da cova
6.4.7.3 – Adubação
6.4.7.4 – Sistema de irrigação
Tanto os macro quanto os micronutrientes podem ser fornecidos por irrigação, desde que sejam solúveis em água. Em geral, as fontes de nitrogênio e potássio mais comumente usadas são relativamente solúveis em água e raramente causam problemas de entupimento.
6.4.7.5 – Controle de plantas daninhas
O fertilizante aplicado através de sistemas de irrigação local deve apresentar as seguintes propriedades: alta solubilidade em água; baixo teor de sólidos quando dissolvido em água para evitar entupimento; baixa acidez, alcalinidade ou salinidade para prevenir a corrosão; fácil manuseio; alto grau de pureza; não reage com sais ou outros produtos químicos encontrados na água de irrigação, causando precipitação. O cajueiro, assim como outras culturas de rendimento, é muito sensível à infestação de ervas daninhas e à competição, uma vez que competem com a cultura por nutrientes, água e luz.
6.4.7.6 – Perspectivas
O sucesso da exploração económica do cajueiro nos diversos sistemas agrícolas em que é aplicado depende dos sistemas de produção, que envolvem fundamentalmente indivíduos adaptados às condições climatéricas e pedológicas de cada situação, pelo que o melhoramento genético desempenha um papel importante em possibilitar a cultura, não de acordo com o ambiente de pesquisa. Crop Breeding and Applied Biotechnology, Londres, v. Seleção de clones de cajueiro anão para plantio comercial no estado do Ceará.
PRODUÇÃO DE MATERIAL VEGETATIVO DE CITROS LIVRES DE DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS
7.1 – Introdução
147 A seguir, serão abordados os aspectos mais relevantes das doenças que requerem um método de controle baseado na limpeza da planta mãe, por serem sistêmicas, bem como os procedimentos necessários para estabelecer um programa de obtenção de material propagativo de citros livre de doenças transmissíveis . pela espinha.
7.2 – Principais Doenças Transmissíveis por Borbulhas 7.2.1– Clorose Variegada dos Citros (CVC)
7.2.2 – Greening
7.2.3 – Tristeza dos citros e morte súbita
7.2.4 – Complexo da sorose
7.2.5 – Viroides
7.3 – Obtenção de Material Propagativo Sadio 7.3.1 – Seleção de matrizes
Foto 37 – Plantas matrizes em condições de campo no banco de germoplasma cítrico da Embrapa Mandioca e Fruticultura.
7.3.2 – Indexação de matrizes
7.3.4 – Limpeza do material indexado
7.3.5 – Manutenção das plantas matrizes
7.4 – Borbulheiras
Uma cerca de 0,35 m de altura acima do nível do solo foi construída em torno do perímetro da estufa e da antecâmara. 159 Foto 43 – Detalhe do interior da Borbulheira, olhando a lateral de 1,00m e o muro que circunda a estufa.
7.5 – Detalhes da Estufa e Procedimentos para a Condução das Borbulheiras
Tratamentos fitossanitários - Como as pragas não podem prejudicar as plantas, deve-se estabelecer monitoramento diário e supressão imediata. Após cortar os galhos, deixe sempre os primeiros dois ou três brotos para a formação de novos galhos (foto 44).
7.6 – Distribuição de Material a Produtores
Análise Espacial e Temporal da Morte Súbita de Citros como Auxílio na Geração de Hipóteses Etiologias. Efeito da pré-munização sobre uma nova variante do vírus Tristeza no estado da Bahia.
APROVEITAMENTO DA CASCA DE COCO VERDE*
8.1 – Introdução
8.2 – Cascas de Coco Verde: Resíduo Gerado pelo Consumo
Ao final da prensa, obtém-se a casca fendida, com umidade reduzida e como efluente, o líquido da casca de coco verde (LCCV). Tais características indicam a necessidade de um tratamento adequado para esses efluentes gerados no processo de beneficiamento da casca do coco.
8.3 – Principais Usos da Casca de Coco Verde 8.3.1 – Substrato agrícola
Casca de coco verde tem cerca de 85% de umidade e teor de sal em níveis tóxicos para o cultivo de espécies de plantas mais sensíveis. 173 O pó de coco verde também pode ser utilizado como substrato ativo (após a compostagem), puro ou em combinação com outros materiais.
8.3.2 – Fibras
Usado por várias décadas como produto isolante em diversas situações, a fibra de coco hoje tem uma série de usos. Além dos usos já citados, as fibras da casca do coco verde podem ser utilizadas na confecção de vasos, pratos e bastões para o cultivo de diversas espécies de plantas.
8.4 – Outros Usos da Casca de Coco Verde 8.4.1 – Cobertura morta
8.5 – Fonte Alternativa de Energia: Briquetes
Outras potencialidades
8.6 – Potencialidades de Aplicação do Líquido da Casca de Coco Verde (LCCV)
8.7 – Considerações sobre o Mercado
O comércio mundial de pó/fibra de casca de coco para substrato agrícola se fortaleceu na segunda metade desta década. As fibras de coco produzidas no Brasil são utilizadas principalmente na produção de tapetes geotêxteis, estofados para veículos automotores e artigos de jardim (vasos, pratos e paus).
8.8 – Viabilidade Econômica de Uma Unidade de Beneficiamen- to de Casca de Coco Verde
Utilização de substratos verdes à base de casca de coco na produção de mudas de Calliopsis elegans HORT. Utilização do pó da casca de coco verde como substrato para produção de mudas de graviola.
ANEXO
TECNOLOGIAS PÓS-COLHEITA PARA CONSERVAÇÃO DE UVAS APIRÊNICAS PRODUZIDAS NO SUBMÉDIO
9.1 – Introdução
É justamente essa desidratação do engaço que é um dos problemas que causa as maiores perdas pós-colheita nas uvas (SAÑUDO et al., 2002). Na uva 'Itália', a perda de peso é acompanhada pela diminuição da resistência do bago à compressão, sintoma de envelhecimento ou envelhecimento (MENCARELLI et al., 1994).