CLEBER ALVES DE ATAÍDE I ANDRÉ PEDRO DA SILVA I EMANUEL CORDEIRO DA SILVA SHERRY MORGANA DE ALMEIDA I THAIS LUDMILA DA SILVA RANIERI. Emanuel Cordeiro da Silva (UFRPE) Penningmeester: prof. Sherry Morgana Justino de Almeida (UfRpe) Plaatsvervangend penningmeester: prof. dr. Thaís Ludmila da Silva Ranieri (UFRPE).
DantE LUcchESI (UFF)
OS MItOS Da “UtOpIa” E DaS “RaíZES DO bRaSIL” SOb a pERFORMancE DaS cULtURaS pOpULaRES
LUcRécIO aRaúJO DE SÁ JúnIOR (UFRn)
SILVIa RODRIGUES VIEIRa (UFRJ)
Mônica MagaLhãES CAVALCANTE (UFC) . O conceito de intertextualidade de que tratamos aqui é definido de forma mais restrita, pois requer a comprovação de marcas intertextuais em duas situações possíveis, que não são excluídas: a) quando há diálogo entre textos específicos, ou porque há partes de um texto presente em outro, ou porque um texto sofreu modificações e tornou-se outro; b) quando há imitação entre gêneros do discurso, ou entre estilos de escritores.
LEOnOR WERnEck DOS SantOS (UFRJ)
SULEMI FabIanO caMpOS (UFRn)
Nesse sentido, a configuração do espaço arquipélago na escrita feminina ainda é vista por muitos como um lugar cheio de lacunas.
FRancISca ZULEIDE DUaRtE DE SOUZa (UEpb)
UM tE(X)tO tODO (M)EU”: SObRE aS pOSSíVEIS
RELaçõES EntRE LItERatURa, GênERO LItERÁRIO E GênERO IDEntItÁRIO
EMERSOn Da cRUZ InÁcIO (USp)
O qUE pODEM aS SUbJEtIVIDaDES abJEtaS?
O diário de Genet e Orgia proclama, assim, os sujeitos desprezíveis do corpo geográfico, a partir de um fio condutor de análise para situar os cruzamentos de gêneros que importa construir.
ORaLIDaDE E EScRIta: O caSO Da VaRIaçãO VOcÁLIca
JOSE MaGaLhãES (UFU)
Os textos do gênero dramático exercitam outros fundamentos de verdade, como os que sugerem os meios de politizar a assunção da voz por um corpo que escreve, quando escreve sobre si mesmo.
VaRIaçãO FOnOLóGIca
DERMEVaL Da hORa OLIVEIRa (UFpb)
RaqUEL MEIStER k. FREItaG (UFS)
No entanto, não basta apenas identificar a avaliação social de variáveis e variantes; é preciso entrar no domínio da percepção e das atitudes.
VaRIaçãO E MUDança: UM panORaMa
MaRIa DO SOcORRO SILVa DE aRaGãO (UFpb)
LInGUaGEM, LItERatURa E cULtURa: UM tRIpé DaS RELaçõES EntRE aS aMéRIcaS
LIanE SchnEIDER (UFpb)
UM pROFESSOR IntERcULtURaL paRa UM MUnDO IntERcULtURaL
DOMInGOS SÁVIO pIMEntEL SIqUEIRa (UFba)
DEScRIçãO E anÁLISE DaS LínGUaS InDíGEnaS bRaSILEIRaS E SUa RELaçãO cOM a EDUcaçãO
O papEL Da cOGnIçãO nOS EStUDOS FUncIOnaLIStaS
MaRIa anGéLIca FURtaDO Da cUnha (UFRn)
Jan EDSOn RODRIGUES LEItE (UFpb)
As dimensões do imaginário convencional que devem ser apresentadas são: a) nível de especificidade, ou seja, a possibilidade de uma expressão ser conceituada em diferentes níveis, do esquemático (genérico) ao específico;
IVEUta DE abREU LOpES (UESpI)
A relação entre conceituação gramatical e inferência será o fio condutor desta discussão, uma vez que os referidos processos conceituais estão ubiquamente instanciados na língua em uso.
JURanDIR FERREIRa DIaS JúnIOR (UFpE)
JaIR baRbOSa Da SILVa (UFaL)
OS DOcUMEntOS DOS LIVROS DO tOMbO: FILOLOGIa, SOcIOLOGIa DO tEXtO E SOcIOLInGUíStIca hIStóRIca
EXpEDItO ELOISIO XIMEnES (UEcE)
EDUcacIOnaIS na FORMaçãO DO pROFESSOR DE LínGUa EStRanGEIRa nO bRaSIL
MaRIana péREZ (UFpb)
REGIna cELI (UFpb)
Minicursos
DR. DantE EUStachIO LUcchESI (UFba/cnpq)
VOZES E EScRItURaS naS cULtURaS pOpULaRES
DRa. bELIZa ÁUREa DE aRRUDa MELLO (UFpb)
DR. EDUaRDO caLIL DE OLIVEIRa (UFaL)
LEItURa, pRODUçãO E anÁLISE LInGUíStIca
DR. hELSOn FLÁVIO (UFaL)
DR. héLDER pInhEIRO (UFcG)
FOnOLOGIa, VaRIaçãO E EnSInO
O título deste minicurso é exatamente igual ao nome da disciplina oferecida no âmbito do Mestrado Profissional em Artes, o que remete à necessidade de demonstrar como o conhecimento teórico da fonologia, bem como seus aspectos variáveis, podem ser . aplicadas em práticas de sala de aula da educação básica.
IntRODUçãO à pSIcOLInGUíStIca EXpERIMEntaL
DR. MÁRcIO LEItãO (UFpb)
DRa. FLÁVIa caStRO aLVES (Unb)
EnSInO DE GRaMÁtIca E tEXtO: LIMItES E pOSSIbILIDaDES
Diante do desafio de propor estratégias para o ensino produtivo da gramática, no âmbito da coordenação da disciplina Gramática, Variação e Ensino do Mestrado Profissional de Língua Portuguesa (pROfLetRaS), desenvolveu-se uma proposta experimental segundo três eixos de utilização: (i) uma abordagem reflexiva da gramática (atividades linguísticas, epilinguísticas e metalinguísticas); (ii) gramática e construção de sentido (recursos expressivos para marcação em textos); e (iii) variação gramatical e linguística (domínio da norma).
O cORpO Da paLaVRa na tEIa pOétIca: SObRE tRêS MULhERES pOEtaS, MaRGEnS E FILOSOFIa
DRa. REnata pIMEntEL (UFRpE)
Pôsteres
EbERVânIa MaRIa Da SILVa (UpE)
O FEMInO na MíDIa: UMa anÁLISE DIScURSIVa
LEyLIanE RODRIGUES MaRqUES (UpE)
O DIScURSO Da banaLIZaçãO DO SEXO E DO SEXISMO na tRaDUçãO DE cOntOS DE chaRLES bUkOWSkI
IVana SIqUEIRa tEIXEIRa (UpE)
MaRIa LUíSa aLVES SILVa (UpE)
MaRIa caROLIna pEREIRa Da cOSta (URca) aLUIZIO LEnDL (URca)
O DIScURSO Da bELEZa na MíDIa bRaSILEIRa: O acOntEcIMEntO E SUa VOLta
MyLLEna aRaUJO DO naScIMEntO (UFpb)
Orientados pelas teorias analíticas do discurso de Michel Pêcheux (2004) e Michel Foucault, abordaremos como o discurso midiático muda de acordo com o tempo em que circula, e como os indivíduos internalizam e exteriorizam em suas relações e práticas sociais tais discursos que parecem sobrecarregados de preconceitos e estereótipos e são constantemente (re)marcados pela mídia brasileira.
Um pouco problemático, haja vista que sua atuação como prestadora de serviços deveria contribuir para a diminuição desse problema e não para o naufrágio de valores distorcidos e excludentes contra a mulher. Dessa forma vemos que a mídia, por meio do silêncio da vítima e da própria violência, tem contribuído para a naturalização desse problema historicamente construído com nuances de espetáculo, já que o principal é conquistar um público.
As informações sobre a caracterização deste artigo foram obtidas por meio da análise de trechos da denúncia e alguns argumentos utilizados na defesa pública. REACCIONA ECUADOR!: O DISCURSO DA PUBLICIDADE INSTITUCIONAL NA LUTA CONTRA O MACHISMO INSTITUCIONAL NO ATAQUE À MÁQUINA.
GERMana Da cRUZ pEREIRa (UFc)
IDEntIDaDE E EStEREótIpOS: UMa anÁLISE
DIScURSIVa DO tERMO paRaíba EM DIcIOnÁRIOS
EMíLIa qUERInO cELEStInO (UFpb)
O objetivo é analisar as características presentes no discurso produzido na antiguidade - principalmente a respeito de Hatshepsut, na sociedade egípcia e Débora, no hebraico - que se repetem no discurso atual, a fim de buscar os enunciados que proporcionaram condições para seu surgimento na contemporaneidade... Por fim, como aporte teórico-metodológico, este trabalho se insere no quadro da análise do discurso - mais precisamente aquela que começou a se delinear na década de 1980 - associada à arqueologia proposta por Michel Foucault, bem como a semiologia histórica proposta por Jean Jacques-courtine.
RaySSa Laênny SILVa chapOVaL (aScES) JOSEnILDa MaRIa Da SILVa chapOVaL (UFpE)
SOb aS MÁScaRaS DO tEXtO: ÁLVaRES DE aZEVEDO nO ROMancE O cLUbE DOS IMORtaIS - UMa VISãO
MaScULInIDaDES E FEMInILIDaDES
JOSé caRLOS FERREIRa JúnIOR (UpE)
GLaUcO DaMIãO SOUZa Da SILVa (UpE - Mata nORtE)
LUIZ hEnRIqUE LOpES GOMES cLEMEntE (IF SERtãO-pE) RanILSOn nERy DE SOUZa SOaRES SÁ (IF SERtãO-pE)
Por muito tempo, o estudo das mulheres criminosas não era examinado dessa forma, pois se supunha que os dados referentes à criminalidade feminina estavam associados aos dados da criminalidade masculina e, portanto, não recebiam tratamento diferenciado. A pesquisa verifica a distribuição do texto midiático, seus aspectos multimodais, sua formação ideológica e cultural por meio da linguagem e como ela influencia, constrói e/ou desconstrói a identidade feminina e suas representações arquetípicas, ideológicas e culturais que compõem essa imagem.
VaRIaçãO LInGUíStIca nO EnSInO DE LínGUa MatERna: UMa abORDaGEM EtnOGRÁFIca
GRAMÁTICA EDUCACIONAL EM TRÊS EIXOS: UM DIAGNÓSTICO DO MATERIAL DE APRENDIZAGEM PROPOSTO PELA MUNICÍPIA DO MATERIAL DE APRENDIZAGEM PROPOSTO PELA MUNICÍPIA DO RIO DE JANEIRO.
LUIZ FELIpE Da SILVa DURVaL (UFRJ)
LUcaS FERnanDO pRaZERES aMORIM DOS SantOS (UFpE)
O EnSInO DE LínGUa pORtUGUESa E a cOnStRUçãO DE UMa IDEntIDaDE DO pROFESSOR DE pORtUGUêS
EDUaRDO caRLOS aLMEIDa DE LIMa (FaIntVISa)
MILEyDE LUcIana MaRInhO SILVa (UFaL)
LUcaS hEnRIqUE FERREIRa Da SILVa (UFaL)
LaíSE DE LIMa nUnES (UFpb) cLaUDIa DE LIMa SOUZa (UFpb)
JacyaRa FaRIaS DOS SantOS (UFpb)
MayaRa RIcaRDO batISta DE LIMa (UFpb)
O objetivo foi identificar, entre outros aspectos, quais temas os alunos e alunas gostariam de aprender/discutir em textos nas aulas de língua materna. Os resultados obtidos indicam uma significativa ampliação da prática de leitura de diferentes gêneros discursivos, a sensibilização social de alunos e alunas sobre os temas e o desenvolvimento argumentativo conduzido pela formação cidadã dos indivíduos.
Cada grupo ficou responsável por desenvolver a pesquisa sobre os temas levantados por meio do questionário e compartilhá-la com os demais componentes para que pudessem discutir o conteúdo em conjunto e compartilhar diferentes fontes e referências. Os dados foram coletados através do estudo de diversos estudos de pibic, tcc, dissertações de mestrado em lingüística e teses de doutorado.
Os dados analisados indicam que as estratégias utilizadas pelas crianças motivadas por questões representacionais relacionadas ao conhecimento do sistema linguístico da comunidade em que estão inseridas e, em contato com a escrita alfabética, essas crianças constroem suas representações e/ou ajustam sobre a hierarquia de constituintes silábicos na oralidade, em meio a construções intermediárias, que também estão presentes nos sinais da escrita da criança sem SD. Os dados também indicam que, a partir de um trabalho sistematizado, essas crianças são capazes de adquirir a estrutura complexa do ccV, embora demore mais que seus pares.
DEySIanE paULInO baRbOSa
Responder a essas questões é o objetivo desta pesquisa, na forma de trabalho de conclusão de curso, com base nas análises desenvolvidas a partir de ferrarezi Jr. (2014); karamuru (2010); Sousa (2015); Bechara (1999); travaglia (2006) e coleta de dados em livros didáticos. Verificar a concordância entre os tempos verbais e cronológicos e como é tratado em sala de aula por meio de livros didáticos; Relacionar o conceito de tempo cronológico e verbal analisando a sua utilização; e Considerar a relevância de perceber a correlação (ou não) entre os tempos verbais e cronológicos são objetivos gerais e específicos deste trabalho.
ROSânGELa íVIna aRaúJO DOS SantOS (UFERSa)
O estudo dos tempos verbais, quase sempre sistematicamente, pode anular uma abordagem que explique a (não) correspondência entre a concepção dos acontecimentos a partir das inflexões verbais do tempo, como afirma Ferrarezi Jr. 2014, p a única palavra que pode ser modificada para expressar mudanças ao longo do tempo”; e são indicações cronológicas, pois "Quando falamos de cronologia verbal, estamos falando da disposição dos tempos verbais na cronologia imaginária que idealizamos em nossa cultura". A coleta de dados foi realizada no repositório de teses e dissertações da CapeS, e nosso recorte temporal é desde a promulgação da Lei LIbRaS até o ano de 2015.
ULLy baRbOSa MEIRELES (UFpb) kEILLa anny Da SILVa LIMa (UFpb)
O tRataMEntO DaDO à nORMa cULta E à nORMa- paDRãO nOS LIVROS DIDÁtIcOS DE LínGUa
RIcaRDO SéRGIO naScIMEntO ROSaS (UFRpE)
EnSInO DE LínGUa ESpanhOLa nO 2º anO DO EnSInO MéDIO: pOR UMa pERSpEctIVa IntERcULtURaL
YOUTUBE E O DESENVOLVIMENTO DA AUTONOMIA NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE INGLÊS: ENSINO E APRENDIZAGEM DE INGLÊS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE MONITORAMENTO.
JaILInE MayaRa SOUSa DE FaRIaS (UFpb) pOLIanna FERREIRa Da SILVa tORRES (UFpb)
FÁbIO SILVa LacERDa baStOS (UESb) DanIEL OLIVEIRa pERES (USp)
O pERcURSO DO(S) SEntIDO(S) EM a ESpaDa
EnSInO DE LItERatURa- UtILIZanDO a DIVERSIDaDE DO tEXtO LItERÁRIO na SaLa DE aULa
JônataS OLIVEIRa DE LIMa (UFRpE)
Em uma das oficinas de leitura, foi apresentado o conto "O Gato preto", de Edgar Allan Poe. Os alunos leitores foram encaminhados para uma leitura pautada na observação dos operadores da narrativa, presentes no conto “O gato preto”.
LaEnE aLVES pachEcO VaZ (UpE) GERManO VIana XaVIER (UpE)
Porque é um gênero que previa ao final das atividades em que eram realizadas: além da leitura que aguçava o interesse dos alunos em conhecer outras obras literárias, também outras habilidades como: redação, reescrita, gramática, interpretação. Portanto, o currículo é visto como um facilitador do trabalho sistemático de conteúdos didáticos, incluindo o letramento literário, o que contraria discussões recentes que propõem a experiência literária como foco do ensino.
JéSSIca anDRaDE GUabIRaba baRbOSa (UFRpE/UaSt)
Resolvi pegar uma história fantástica, pela densidade do texto, criando assim uma tensão durante a leitura e releitura da história. O conto escolhido foi "Coração denunciador - edgar allan poe", os resultados foram incríveis, os alunos ficaram surpresos ao ler todo o conto e compará-lo com as versões que fizeram.
WILck caMILO FERREIRa DE Santana (UFRpE)
LEItURa DE tEXtOS LItERÁRIOS: REFLEXõES a paRtIR DE RELatOS DE pROFESSORES E aLUnOS DO EnSInO
O objetivo deste trabalho é expor o planejamento didático de aulas de língua portuguesa utilizando a linguagem cinematográfica em diálogo com a literatura como recurso que incita o senso crítico e artístico, trazendo atualizações socioculturais deste aprendizado para os alunos. Tentamos apontar como conclusão a afirmação de que a diferenciação na aprendizagem em relação à Literatura em parceria com a cinematografia na construção da sensibilidade artística e na apropriação do conhecimento dos indivíduos deve ser uma preocupação e objeto das práticas pedagógicas no ensino médio.
LEItURa E pRODUçãO DE tEXtO: O GênERO ROMancE cOMO FERRaMEnta aUXILIaDORa naS aULaS DE
LínGUa pORtUGUESa
Dessa forma, o trabalho com produção textual a partir do gênero romance implica na atividade de leitura, escrita e reescrita.
Desta forma, a literatura cumpre um dos principais objetivos do pcn (Parâmetros Curriculares Nacionais, 2000), nomeadamente a formação de estudantes cidadãos, que saibam posicionar-se de forma crítica, responsável e construtiva em diferentes situações sociais, percebendo-se como membros e agente transformador do meio em que vive.
LEtRaMEntO LItERÁRIO na FORMaçãO DE LEItORES
IVSOn bRUnO Da SILVa (UFRpE)
MÁLInI DE FIGUEIREDO FERRaZ (UFRpE)
Reiteramos que o lapso pode desaparecer devido às diferentes formas de pronunciar uma palavra, merecendo atenção na transcrição fonética e no significado que cada grupo social possui, e concluímos que a percepção errônea dos alunos de que o ditongo é formado por uma vogal com tônica acento e por outro elemento mais fraco, resultou na colocação de duas vogais como tônica ou na remoção da mais fraca.
EVELyn cRIStIna aLEXanDRE DE LIMa (UFRpE)
MIchaEL DOUGLaS SILVa DIaS (UESb) taMyRES anDRaDE DOS SantOS (UESb)
VaRIaçãO LInGUíStIca na EScRIta DE aLUnOS DO 3°
SUELLEn paMELa RaMOS GOMES (UFRpE) LEtícIa kaRLa bELMIRO Da SILVa (UFRpE)
Nosso objetivo é, portanto, verificar a influência da linguagem oral na escrita de alunos do 3º ano do ensino fundamental, de uma escola particular do município de Carpina-pe, localizada na Zona da Mata Norte, para verificar os pontos de variação linguística empregados em suas produções escritas. Portanto, os resultados esperados são os processos fonológicos, as interferências da fala na escrita, que não serão consideradas como “erros”, mas como desvios ou variações decorrentes da fala.
IntERaçãO EntRE cOMpREEnSãO E pRODUçãO: UMa pROpOSta DE MODELO bIDIREcIOnaL paRa DESVIOS
ILíaDa LIMa FRancO (UFpb)
Para isso foi necessário: identificar os vestígios, as restrições de estrutura e fidelidade envolvidas no processo de compreensão e produção; identificar os níveis desencadeadores do descompasso fonológico da criança com desvio; mapear e modelar, via bIphOn-Ot, a interação entre restrições de sugestão, estrutura e fidelidade envolvidas no processo de compreensão e produção, da forma fonética ao reconhecimento, no nível subjacente e da forma subjacente ao nível de implementação fonética, no caso de desvios . O que explica a natureza do desvio é a classificação das restrições e a presença de restrições de faixa, uma vez que a percepção e a produção estão integradas.
FOnOLOGIa DO aLantESú (naMbIkWÁRa DO SUL)
LUIZ antOnIO DE SOUSa nEttO (UFpE)
SITES DO GOOGLE: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A ALFABETIZAÇÃO DIGITAL NA PRÁTICA DOCENTE.
MATERIAIS DIDÁTICOS IMPRESSOS PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: DIÁLOGO COM A CONFIGURAÇÃO A DISTÂNCIA: DIÁLOGO COM A CONFIGURAÇÃO DO GÊNERO DO DISCURSO MEDIADO. O objetivo principal deste trabalho é analisar as práticas linguísticas representadas na construção de materiais didáticos impressos utilizados no sistema Uab/Universidade Aberta do Brasil.
O objetivo principal deste trabalho é analisar a visão dos alunos participantes do programa Uab/Universidade Aberta do Brasil sobre práticas de linguagem e características de materiais didáticos impressos para ensino a distância. Os resultados confirmam a importância dos materiais didáticos impressos (MDI) na perspetiva dos aprendentes, sendo o MDI visto como um mediador na interação entre professores/autores e alunos/leitores.
ORaLIDaDE E LEtRaMEntO nO cOntEXtO cULtURaL Da aLDEIa “paU bRaSIL/ES”
VaLDEMIR DE aLMEIDa SILVa (Unb)
Por fim, aventuramo-nos a delinear as histórias dos diferentes autores, que apresento ao longo do texto. LEITURA E ENSINO: DESAFIOS E EXPECTATIVAS EM UMA SALA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS-EJA.
A revitalização tem se mostrado um campo profícuo para analisar o problema da diversidade, que muitas vezes é vista em termos de diferenças étnicas, econômicas, sociais, culturais e linguísticas, tendo em vista que o Brasil vive um momento de grande prosperidade. Além disso, procuramos pensar a linguagem, seguindo a perspectiva da linguagem e da linguagem discutida, por exemplo, em Bordel (1974), bem como a perspectiva de Magda Soares (2010) quando ela expõe suas reivindicações sobre o processo de alfabetização.
GabRIEL LOUREIRO pEREIRa Da MOta RaMOS (UFpE) LUana patRícIa aGUIaR DE baRROS (UFpE)
DA PRÁTICA ALBANESA AO PROJETO DIDÁTICO NO CAMPO DA ARGUMENTAÇÃO: PROPOSTA NO CAMPO DA ARGUMENTAÇÃO: PROPOSTA DE TRABALHO COM REVISÃO DE GÊNEROS NO ENSINO BÁSICO. A exploração ou não dos gêneros no campo da argumentação nos últimos anos do ensino fundamental é um tema que levanta questões pertinentes ao trabalho com a produção textual em sala de aula, principalmente ao conduzir a reflexão.
Ressaltamos a relevância dos modelos didáticos de gênero na elaboração de um projeto didático que tenha o gênero texto como fio condutor para a elaboração de atividades em sala de aula.
JOSEFa MILEna RObERtO pEREIRa (FaFOpSt)
UTILIZANDO O GÊNERO DE TEXTO ARTIGO DE OPINIÃO BASEADO NA EXPERIMENTAÇÃO E INTEGRAÇÃO BASEADO NA EXPERIMENTAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO.
MaRIa DO SOcORRO SILVa DOS anJOS anDRaDE (FaFOpSt)
EMANUELLE MARIA DA SILVA pIancó (UNEaL) DARLENE SILVA DOS SANTOS (UNEaL) DARLENE SILVA DOS SANTOS (UNEaL). Os gêneros digitais e os multiletramentos têm influenciado significativamente o ensino e a aprendizagem de línguas, pois, ao trabalhar com os gêneros como ferramenta de ensino, pode-se oferecer aos alunos uma melhor maneira de fazer uso do espaço virtual. , além de estabelecer a distinção entre a escrita adequada ao ambiente escolar e a escrita comumente utilizada no espaço virtual.
O GênERO RESUMO DEScRItIVO cOMO MEcanISMO paRa a EScRIta DE tEXtOS cOEREntES E cOESOS na EScOLa
RIta JUSSaRa bEM GOMES (IF SERtãO-pE)
O DESENVOLVIMENTO DO PONTO DE VISTA NOS ARTIGOS DE OPINIÃO: A PRÁTICA DOS PROFESSORES OPINIÃO: A PRÁTICA DOS PROFESSORES.
ISabEL REGIna FRança Da SILVa (UFpb) ERIka JanaIna aVELInO DInIZ (UFpb)
FOtO)cRônIca: qUantaS paLaVRaS UMa IMaGEM GUaRDa?
LEItURa, EScRIta E REEScRIta a paRtIR DO GênERO ROMancE: cOM a paLaVRa, OS aLUnOS
UMa anÁLISE REtóRIca nO GênERO FôLDER bancÁRIO
JOSUELMa aMancIO DOS SantOS (UFaL)
VIcEntE DE LIMa nEtO (UFRSa)
O GÊNERO RELATO PESSOAL COMO FERRAMENTA DE ENSINO: NUM PERSPECTIVA QUE TRANSFERE PARA A LIÇÃO: NUM PERSPECTIVA QUE TRANSMITE AS NORMAS GRAMÁTICAS.
LEItURa E EScRIta na EScOLa: O GênERO
MUDANÇAS E PERMISSÕES NA PRODUÇÃO DE PUBLICIDADE E PUBLICIDADE: PROPOSTA DE PUBLICIDADE E PUBLICIDADE: PROPOSTA DE ANÁLISE LINGUÍSTICA.
WEDJa MaRIa JESUS DE LIMa (UFRpE)
JOãO pEDRO LObO antUnES (UFRn)
REFLEXãO E anÁLISE LInGUíStIca SObRE aS atIVIDaDES DE LEItURa E EScRIta nO pROJEtO
O FEnôMEnO Da MOnOtOnGaçãO EM tEXtOS DE aLUnOS DE UMa EScOLa Da ESFERa púbLIca DE
EDUaRDO SantOS (UnEaL)
IRacI nObRE Da SILVa (UnIcap)
GÊNERO TEXTUAL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE O USO DO GÊNERO TEXTO HISTÓRICO DO USO DO GÊNERO TEXTO EM SALA DE AULA.
GabRIELa ULISSES FERnanDES (UnEaL)
MaRIa cLaUDIcéLIa cURVELO Da SILVa (UnEaL)
DanILO SILVa (UFpE)
MycaELLE aLbUqUERqUE SaLES (UFpE)
Desta forma, apresentaremos uma análise e quantificação dos Gêneros Textuais que aparecem nos livros didáticos dos anos iniciais do ensino fundamental.
GênEROS LItERÁRIOS nO cIbERESpaçO: FanFIcS E cIbERpOESIa
JOaO kLEbER RODRIGUES DOS SantOS (UFRpE)
A literatura será abordada em seu dinamismo e capacidade colaborativa no século XXI onde a rede mundial de computadores serve como ferramenta de pesquisa, coleta e exposição de novos gêneros literários, o que já foi apontado por MORIN (1998). Também será estudado quais plataformas e ferramentas são mais utilizadas para a criação, divulgação e divulgação de textos, que devemos analisar para entender e problematizar essa nova tendência literária para propor novos estudos sobre esse tema.
ORGanIZaçãO cOMpOSIcIOnaL EM pRODUçõES tEXtUaIS naS EnGEnhaRIaS
JOSé tEMíStOcLES FERREIRa JúnIOR (UFRpE) JOSé caRLOS DE baRROS (UFRpE)
IGO MaRqUES GaLInDO (UFRpE)
Analisaremos o funcionamento dessas categorias em relatórios de visitas técnicas produzidos por alunos dos cursos de engenharia de construção e engenharia de materiais da UacSa/UfRpe, buscando estabelecer comparações com os relatórios de visitas técnicas produzidos por engenheiros no contexto das atividades de seus profissionais Com base nesses pressupostos e adotando esses procedimentos, buscaremos investigar a construção do referencial e a composição nas produções textuais dos alunos dos cursos de engenharia da Unidade Acadêmica Cabo de Santo Agostinho.
Da MOnOGRaFIa aO RELatóRIO: OpERaçõES DE REtEXtUaLIZaçãO
JacILEnE DE OLIVEIRa cRUZ (UFcG)
Os resultados mostraram que, ao produzir o gênero, recorreram a operações normativas e idealizadoras: eliminação; Dessa forma, conclui-se que apesar de apresentarem dificuldades no processo de escrita, os alunos da referida disciplina apresentaram evolução por meio de orientações da professora e da monitora da referida turma.
MaRIa Da cOncEIçãO Da cRUZ (UFS) SaMaRa SILVa MEnEZES (UFS)
ManUEL ÁLVaRO SOaRES DOS SantOS (FaFIca)
O GÊNERO PUBLICITÁRIO COMO FACILITADOR DO PROCESSO DE ENSINO EM SALA DE AULA O PROCESSO DE ENSINO EM SALA DE AULA.
JéSSIca LEItE DOS SantOS (UnEaL)
EMERSOn MORaIS RaIMUnDO (UFRpE - UaG)
MathEUS yURI bEZERRa Da SILVa aRaúJO (UFRpE)
UMa RESEnha SERIa O MEnOS RELEVantE paRa O RaMO Da EnGEnhaRIa”: UMa anÁLISE Da
RODOLFO DantaS SILVa (UFpb)
VanDEcLEIDE bRaZ taVaRES (UEpb)
O ínDIO SURDO E SUaS pOSSIbILIDaDES LInGUíStIcaS
UM EStUDO EtnOGRÁFIcO na aLDEIa XUkURU DO ORORUbÁ – pE
RELaçãO EntRE IMaGEM E tEXtO VERbaL EM DIcIOnÁRIOS EScOLaRES
José bento Monteiro Lobato, além de importante escritor e editor brasileiro, foi uma figura versátil no contexto histórico, político e social do Brasil, tendo em vista seu papel como principal agente no processo de criação de um mercado editorial . no país.
O EnSInO DE LínGUa pORtUGUESa na RELEItURa DO aUtO DO bUMba-MEU-bOI
MEIRE LOURDES SantOS aRaúJO (UEMa)
O LEtRaMEntO DIGItaL E a FORMaçãO DE
SILVIO nUnES Da SILVa JúnIOR (UnEaL)
WéSLLy LIMa DOS SantOS (UFc)
O material para análise consiste na obra de contextualização da gramática de Lécio lamb e newton avelar coimbra (2009), gramática escolar muito utilizada por professores do cariri ocidental paraibano que atuam no ensino fundamental. Os resultados da análise sugerem que há certa inconsistência teórica no material, principalmente no que diz respeito à operacionalização de conceitos da sociolinguística, da lingüística textual e das teorias da enunciação na descrição gramatical empreendida.
LInhaS DE cOntInUIDaDE E MOVIMEntOS DE RUptURa cOM O aRcabOUçO catEGORIaL E
JéSSIca RODRIGUES SILVa (UEpb)
Subscrevemos a perspectiva da linguística aplicada interdisciplinar (MOIta LOPES, 2009) e fundamentamos nossa pesquisa nos estudos de Baldini (2005), Borges Neto (2012) e Vieira (2015). Aspectos que poderiam apontar para um suposto deslocamento da tradição são apresentados na obra em posições marginais, como caixinhas nas laterais.
GênERO tEXtUaL “chat” naS aULaS DE LínGUa InGLESa
EVELyn kaLynE DE OLIVEIRa baRbOSa (UEpb)
Os resultados comprovam que a gramática analisada refere-se à língua dos brasileiros apenas como “língua portuguesa”, sem fazer qualquer distinção entre o português brasileiro e o português europeu, exceto que não apresenta aspectos específicos da morfossintaxe do português brasileiro, repetidos, incluídos em contextos. do uso mais monitorado.
DanIELLy thaynaRa Da FOnSEca SILVa (UFcG)
A análise, de natureza qualitativa (CHIZZOTTI, 2003) e documental, privilegia as partes integrantes dos planos (cardápio, objetivos, conteúdos, metodologia e referências) para identificar em quais práticas e eventos de letramento os alunos estiveram e/ou se engajaram. ao longo do curso. Os resultados preliminares indicam que os planos de curso indicam práticas como leitura e produção de diferentes gêneros e eventos de letramento amplo ou genérico, como apresentação de trabalhos em congressos, seminários ou simpósios, participação em palestras, apresentação de livros, aulas, entre outros momentos em que , repetimos, o uso dos gêneros citados caracteriza a complexidade do letramento no âmbito acadêmico.
WaLISOn paULInO DE aRaúJO cOSta (UFRpE)
Metodologicamente, realizamos uma busca textual dos termos mencionados anteriormente nos editais para verificar se eles ocorrem. Ainda assim, concluímos que a invisibilidade dos termos pesquisados leva à rejeição da diversidade étnica e sexual e, consequentemente, à incitação do preconceito.
MaRIa yVOnE LIMa Da SILVa (UnEaL)
Para a implementação do aparato metodológico, foram descortinados resultados relevantes de um estudo qualitativo, que teve como objetivo detectar percepções de professores/alunos estagiários de inglês e sua respectiva literatura da Universidade Estadual de Alagoas; disseminar a forma como os alunos-professores encaram as estratégias voltadas para o logo da obra. MUDANÇAS REALIZADAS PELO TEMPO DE LÍNGUA NA FUNÇÃO SOCIAL DE UM GRAMMY ESCOLAR FUNÇÃO SOCIAL DE UM GRAMMY ESCOLAR.
MaRIa SaLEtE VIDaL GOMES (UEpb)
Isso permite demonstrar de forma analítica e reflexiva que os colaboradores do presente estudo adotam e acreditam nas práticas de Lc em relação ao ensino de LI, enfatizando que o ensino de qualquer disciplina deve ser capaz de dar conta dos novos desafios, metodologias e parâmetros, possibilitando ao professor avaliar seu próprio trabalho, adaptar-se às formas da sociedade moderna e tornar-se eficiente na formação do sujeito aluno. DELMA CRISTINA LINS CABRAL DE MELO (UNEaL) MARYANA JOSINA TAVARES DA ROCHA (UNEaL) MARYANA JOSINA TAVARES DA ROCHA (UNEaL).
EUDES Da SILVa SantOS (UFaL)
JOnathan cORREIa DE aRaúJO (UFRpE-UaSt)
DIVERSIDaDE LEXIcaL EM ManUScRItOS EScOLaRES DE aLUnOS pORtUGUESES: anÁLISE DE hIStóRIaS
EDUaRDO caLIL (UFaL)
ELIan Da SILVa SantOS (UFaL)
OS pROcESSOS cOM REcURSO SEMântIcO EM
LEItURa cRítIca DE cOntO DE GRacILIanO RaMOS
UM EStUDO DOS pROcESSOS SOb Á ótIca Da LInGUíStIca SIStêMIcO-FUncIOnaL
ESTRATÉGIAS DE PASSIVIZAÇÃO, IMPESSOALIZAÇÃO NA ESCRITA PERNAMBUCANA CONTEMPORÂNEA: ANÁLISE DA ESCRITA PERNAMBUCANA CONTEMPORÂNEA: ANÁLISE DAS REVISTAS DO SERTÃO DO PAJEÚ. DOROTY BEZERRA SILVA DE BRITO (UFRpE) JOSIcLéIa GOMES DE SOUZA (UFRpE/Uast) JOSIcLéIa GOMES DE SOUZA (UFRpE/Uast).
DOROthy bEZERRa SILVa DE bRItO (UFRpE) VanESSa pEREIRa DOS SantOS (UFRpE/UaSt)
ESTRATÉGIAS REFLEXIVAS NA ESCRITA PERNAMBUCANA CONTEMPORÂNEA: ANÁLISE DOS PERNAMBUCANOS CONTEMPORÂNEOS: ANÁLISE DE DIÁRIOS DE SERTÃO DO PAJEÚ – PE.
O papEL DO LInGUISta nO tRataMEntO Da aFaSIa
LILIanE MaRIa DE OLIVEIRa SILVa (UFpE)
A AÇÃO DIDÁTICA DO PROFESSOR DE LÍNGUA PORTUGUESA NO ENSINO DO GÊNERO PORTUGUÊS CRÔNICO NO ENSINO DO GÊNERO CRÔNICO PORTUGUÊS.
GUStaVO hEnRIqUE Da SILVa LIMa (UFRpE) RIbaMaR FERREIRa DE OLIVEIRa (UFRpE)
JéSSIca anDRaDE GUabIRaba baRbOSa (UFRpE - UaSt)
O ASPECTO IMAGÉTICO DAS PROPAGANDAS IMPRESSAS: EM APOIO DA LITERACIA VISUAL IMPRESSA: EM APOIO À ALFABETIZAÇÃO VISUAL.
LEtRaMEntO LItERÁRIO E tRanSItIVIDaDE: UMa
RELaçãO VERbO-VISUaL EM tEXtOS MULtIMODaIS nO apLIcatIVO WhatSapp: UMa anÁLISE Da VaRIÁVEL
O GênERO aRtIGO cIEntíFIcO E OS VERbOS
MODaLIZaDORES nO caMpO Da FILOSOFIa: UMa anÁLISE na pERSpEctIVa DO IntERacIOnISMO
JanDaRa aSSIS DE OLIVEIRa (UFRn)
JOELIanE Da SILVa cRUZ (UFpb)
O corpus é constituído por frases de um número de cada jornal, classificadas em 3 grupos: Absoluto, Coordenado e Subordinado, com o objetivo de determinar em qual grupo o sujeito nulo ocorre com mais frequência e se os gêneros textuais confirmam que esse fenômeno pode ocorrer . No Jornal Desafio, das 8 seções analisadas, aquelas em que o fenômeno mais ocorreu foram editorial (20), política (28), Variedades (28), Relembrando o passado (36), entretenimento (31) e cultura (11). , enquanto os de menor ocorrência foram Internet e Guia Médico (2 cada).
GISLEnE LIMa aLMEIDa (UESb)
Nesse sentido, este estudo tem como objetivo refletir sobre o processo de alfabetização digital vivenciado por professores de línguas no contexto da formação continuada. Os resultados mostram que os processos de letramento digital influenciam fortemente a forma como o professor interage no ambiente virtual.
DIScUSSãO FILóSOFIca na LInGUaGEM DE JOGOS VORaZES: a LEItURa cRítIca E O LEItOR aGEntE
MIkaELa SILVa DE OLIVEIRa (UFRn)
Portanto, o trabalho está ancorado na concepção dialógica de linguagem e leitura de Mikhail Bahktin como um exercício do contraverbo presente em Freire e Geraldi para compreender como se lêem as distopias, que transforma leitores vorazes em leitores ativos.
JUan DOS SantOS SILVa (UFRn)
MayaRa caMILa MaRIanO Da pEnha SILVa (UFpE)
Os textos que organizam a progressão temática sustentam visões e vozes sociais, o amor é visto pelo viés romântico em ambos, e apenas o português: Linguagens aborda o "amor" pela direção da alteridade.
WESLanE MaRIa MaRtIM Da SILVa (UFpE)
MaX SILVa Da ROcha (UFaL)
MaRcOS apOLInÁRIO baRROS (UEaL - paLMEIRa DOS ínDIOS)
REtEXtUaLIZaçãO EM pROJEtOS DE aUDIODEScRIçãO
UMa anÁLISE DO tEXtO ORaL cOM apLIcaçõES EM SaLa DE aULa
ELba REnata VItOR Da SILVa (UnEaL)
VItOR EMManUELL pInhEIRO Da SILVa (UnEaL)
As narrativas orais analisadas mostraram que as crianças tiveram problemas com o uso de expressões referenciais, a saber: no uso de introduções referenciais, no uso correto da dêixis espacial, no uso de anáforas diretas, na produção da própria narrativa , que é uma predominância da tipologia dialógica ou texto descritivo em detrimento da narrativa. UMA ANÁLISE DO GÊNERO TEXTUAL POEMA COM APLICATIVOS DE AULA.
FLÁVIO JOSé FERREIRa Da SILVa (UnEaL)
FEItaS pOR aLUnOS DE pORtUGUêS cOMO LínGUa EStRanGEIRa
OS pRObLEMaS DE cOESãO na cOnStRUçãO DE aRGUMEntOS EM REDaçõES DO EnEM
LEILIanE cLEMEntE DOS SantOS (UFc) ÁLaMO paScOaL DaS nEVES FILhO (UFc)
LaRISSa yOhaRa GOMES pIntO (UERn - caMEaM) MaRIa Da GLóRIa pIntO DE LIMa (UERn - caMEaM)
FUnçõES DIScURSIVaS DOS pROcESSOS REFEREncIaIS
MaRILya aUGUSta aRaúJO LaUREntInO (UFaL)
Os elementos discursivos responsáveis pelas quebras seguem uma classificação proposta pela linguística textual (Jubran e Koch, 2002). Os elementos sintáticos responsáveis pelas pausas são, em sua maioria, coordenação e subordinação, seguidos em menor escala por advérbios (perini, 2012) e vocativos.
MaRIa cLÁUDIa MESqUIta LacERDa (UFpb)
EStRatéGIaS DE pOLIDEZ nO GênERO RESEnha acaDêMIca
GabRIEL DO naScIMEntO Santana (UFpE)
Jane CLEIDE DOS SANTOS BEZERRA (UNEaL) VICTOR EMMANUELL PINHEIRO DA SILVA (UNEaL) VITOR EMMANUELL PINHEIRO DA SILVA (UNEaL). Quando usamos uma rede social, procuramos algum tipo de interação, mas nem sempre o fazemos de forma eficiente, isso às vezes acontece, não porque o interlocutor tenha usado uma combinação errada de elementos textuais, mas porque ele usou uma rede social válido de um referente que não estava na entidade 'dada', mas na 'nova'.
LaRISSa DOS SantOS LIMa (UFS)
IGOR DESSOLES bRaGa (UFRn)