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Dorenilda da Silva Cardoso

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Academic year: 2023

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Diante disso, a pesquisa aborda a seguinte questão-problema: O que os documentos oficiais do MEC indicam para a prática pedagógica do 1º ano do Ensino Fundamental de Nove Anos? O objetivo foi identificar, nos documentos oficiais do MEC, indicações para a prática educativa do 1º ano do ensino fundamental de nove anos. A frequência das palavras-chave nos documentos examinados foi apresentada em gráficos, o que possibilitou análises intra e interdocumentos. Ensino fundamental de nove anos: processo de implementação passo a passo 114 Gráfico 18: Frequência das palavras-chave no documento A criança de 6 anos.

ANÁLISE INTRADOCUMENTAL DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES

Este último anunciou como meta a implementação gradual da educação física ao longo de nove anos e o desafio de incluir as crianças de seis anos no primeiro ano. Assim, o Ministério da Educação emitiu diversas publicações sobre a implementação da EF de nove anos, bem como sobre o processo de inclusão de crianças de seis anos no primeiro ano de EF. Esta pesquisa pretende contribuir para a compreensão dos elementos que orientam a construção da prática pedagógica para o 1º ano de educação física de meninas de nove anos e o cuidado de crianças de seis anos.

CURRÍCULO

É por isso também que se desenvolvem ações nos mais diversos níveis de ensino (SACRISTÁN, 2000). É também através do currículo que se pode construir um ambiente de conhecimento, participação, colaboração e um espaço de contestação de questões sociais. Para Sacristán (2000), o currículo é a intersecção entre diferentes práticas e torna-se configurador de tudo o que pode ser chamado de prática pedagógica nas aulas e nas escolas.

PRÁTICA PEDAGÓGICA

Elementos gerais de sua constituição histórica, das políticas públicas e do momento socioeconômico-político em que se situam também estão presentes na prática pedagógica. Sob esse ponto de vista histórico-crítico, a prática pedagógica é considerada como uma prática social mais abrangente e conectada aos diversos elementos que compõem a escola. A prática pedagógica também pode ser entendida como o trabalho do professor e as relações com os alunos.

CONTEÚDO

Vemos que o conteúdo da educação pode ser determinado por interesses sociais, como o mercado de trabalho. O conteúdo como conhecimento escolar, como aqui visto, vai além da matéria a ser ensinada ou transmitida, porque o conteúdo educacional ocupa um lugar importante no contexto escolar, e também como elemento da prática pedagógica, porque assim determina o que vamos ensinar . Além disso, compreender o seu conceito é o primeiro passo para estabelecer essa relação entre conteúdo e prática pedagógica.

MATERIAL

Para trabalhar os conteúdos que farão parte do processo de ensino e aprendizagem é necessário ter conhecimento de como e com quais instrumentos ensinar. Outro ponto a ser discutido aqui é a escolha do material didático. Essa não é uma tarefa fácil. Afinal, isso exige que fique claro o que realmente queremos ensinar. Portanto, a escolha do material didático é fator determinante no processo de ensino e aprendizagem. Por isso é importante ter clareza sobre os objetivos que se pretende alcançar e ter conhecimento dos mais diversos recursos de aprendizagem, que permitem práticas pedagógicas diversas.

METODOLOGIA

Os métodos de ensino utilizam meios controlados pelos dominantes, que posicionam os valores como verdades indiscutíveis. Os métodos de ensino também se baseiam na alfabetização por meio de textos literários, na escrita e reescrita de textos, na interação com a sociedade. Assim, para fins deste estudo, o conceito de metodologia utilizado será metodologia como procedimento a ser desenvolvido no processo de ensino e aprendizagem (ZAMPAULO, 2011; HAYDT, 1998).

ESPAÇO E TEMPO

Na escola, o espaço deve estabelecer coerência em sua totalidade, pois é ali e a partir daí se desenvolve a prática educativa, que acontece concomitantemente no tempo e no espaço (RIBEIRO, 2004). No que diz respeito aos aspectos metodológicos, é necessário enfrentar as questões e discutir o assunto, problematizá-las para que as barreiras atribuídas à metodologia possam ser superadas. Quanto ao conteúdo, observamos que há até uma compreensão do conceito, mas há a complexidade de articular esse conteúdo com os elementos integradores da prática educativa, bem como o espaço e o tempo, como elementos determinantes para o processo de construção. esta prática.

ESCOLHA DOS DOCUMENTOS

O primeiro como Instrumento Legal relativo à legislação educativa e o segundo como Documento Orientador relativo ao que trata da organização da EF de nove anos. 6 Crianças de nove anos: orientações para inclusão de crianças de seis anos. 17 Resolução CNE/CEB nº. 1º: Define diretrizes operacionais para a implantação dos 9 (nove) anos do ensino básico.

ACESSO AOS DOCUMENTOS

ANÁLISE DOS DOCUMENTOS

A análise transversal documental foi realizada levando-se em consideração a relação entre os documentos oficiais do MEC, a frequência dos elementos que norteiam a prática pedagógica, mencionados acima, e o ano de publicação desses documentos. Para identificar esses documentos no quadro, considera-se a ordem numérica apresentada na Tabela 1 acima, onde o número 1 equivale à LDB, e assim sucessivamente. Para análise dos resultados foram levados em consideração elementos interdocumentais, referentes ao conteúdo do próprio documento, e elementos interdocumentais, referentes à relação entre documentos.

ANÁLISE INTRADOCUMENTAL DOS DISPOSITIVOS LEGAIS

A LDB inclui, em seu texto, aspectos que remetem a questões pedagógicas, porém, durante a identificação das palavras-chave, percebemos que não. Parecer CNE/CEB nº. 6/2005 visa estabelecer padrões nacionais para a extensão da FE para 9 anos de duração. Quais estados/municípios aderiram à ampliação do ensino fundamental para nove anos, prevendo matrícula para crianças de seis anos.

Portanto, notamos neste documento que, para o processo de transição entre EF de oito e nove anos, há uma dificuldade de compreensão da equivalência para migração. Apesar dos elementos percebidos referentes à prática pedagógica do primeiro ano do EF de nove anos, a frequência dessas palavras é muito baixa (ver gráfico 2 abaixo), quando se trata de um documento que estabelece padrões nacionais para realizar grandes mudanças na estrutura do Ensino Básico, como a extensão da EF para nove anos de duração. Outras palavras-chave relacionadas a esta prática não foram mencionadas no texto do Parecer CNE/CEB nº. 4/2008, conforme podemos observar no gráfico 4 abaixo.

Assunto do Parecer nº. O Decreto-Lei n.º 22/2009 da CNE/CEB contém as instruções operacionais para a implementação da FE com a duração de nove anos. Resolução CNE/CEB nº. 1/2010, com base no Parecer CNE/CEB nº. A Lei n.º 22/2009, define as Orientações Operacionais para a implementação do Ensino Primário de nove anos. Parecer CNE/CEB nº. A Portaria nº 11/2010 discute as Diretrizes Curriculares Nacionais para o ensino fundamental de nove anos.

No Parecer CNE/CEB nº. 11/2010, identificou-se a frequência de palavras-chave referentes à prática pedagógica, onde o termo Currículo foi repetido 63 vezes, seguido de Tempo, Conteúdo e Espaço, respectivamente 32, 30 e 28 vezes.

Gráfico 1 – Frequência das palavras-chave na LDB
Gráfico 1 – Frequência das palavras-chave na LDB

ANÁLISE INTRADOCUMENTAL DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES

Contudo, acompanhamos ou mesmo orientamos os professores em termos de prática pedagógica neste 1º ano. Apresenta, portanto, mais dados sobre a implementação da educação física aos nove anos do que sobre a prática pedagógica. No texto introdutório, o documento traz observações relevantes sobre alguns elementos que compõem a prática pedagógica.

A aprendizagem das crianças de seis anos deve ser ampliada para que a alfabetização não seja excludente, e a brincadeira seja um dos princípios da prática pedagógica. Para ela, “[..] o efetivo direito à educação das crianças de seis anos depende não só da legislação, mas também da prática pedagógica e da política escolar de acolhimento dessas crianças”. Essas e outras questões abrem diferentes respostas e nos estimulam a refletir sobre qual prática pedagógica seria mais adequada para trabalhar com crianças de seis anos do 1º ano de educação física.

Essas situações apresentadas podem indicar diferentes elementos para a construção de uma prática pedagógica que possibilite a alfabetização e o letramento de forma integrada. Essa prática excludente apenas contribui para a manutenção dos desafios da prática pedagógica para o desenvolvimento do processo de aprendizagem e ensino da criança. Com os resultados do processo avaliativo é possível reestruturar a prática pedagógica e atingir seus objetivos.

O pleno desenvolvimento do aluno, como mencionado anteriormente, depende de vários elementos que interagem e que possibilitam a construção de uma prática pedagógica adequada, que deve ser reconstruída a partir do conhecimento que se tem de todo o processo de ensino que se estabelece no ensino. escola. Este documento, apesar de o conteúdo ter trazido contribuições relevantes para a prática pedagógica a ser desenvolvida com crianças de seis anos. Para tanto, é necessário articular de forma clara e objetiva os elementos que compõem a prática pedagógica, bem como o conhecimento sobre as necessidades e especificidades das crianças e seu processo de construção de conhecimento.

Gráfico 9 - Frequência das palavras-chave no documento   Ensino Fundamental de nove anos – orientações gerais
Gráfico 9 - Frequência das palavras-chave no documento Ensino Fundamental de nove anos – orientações gerais

ANÁLISE INTERDOCUMENTAL

Foi em 2010 que terminou o prazo legal de nove anos para a implementação da FE. Em 2006 e 2007, período em que se iniciou a implementação obrigatória de nove anos de EF nas escolas, a prática pedagógica apareceu com maior frequência. Desde 2010, ano em que termina o prazo legal de nove anos para a implementação da EF, a prática pedagógica desapareceu quase completamente dos documentos oficiais.

Contudo, é importante notar aqui que, em 2010, o período máximo para implementação da PE foi de nove anos. Assim, tudo nos leva a questionar se também houve investimentos para construção ou adaptação de espaços para atender crianças de seis anos no primeiro ano da EF de nove anos. O que nos leva à seguinte questão: qual é realmente o rumo da prática pedagógica no primeiro ano da EF de nove anos.

A discussão da prática pedagógica surge em momentos específicos, ou seja, no início e no final do processo de implementação da CE, que dura nove anos. Esse fato indica que a forma como o currículo é discutido nos documentos do MEC não permite a construção de uma prática pedagógica específica para atender crianças de seis anos em EF de nove anos. Ensino fundamental de nove anos: diretrizes para inclusão de crianças de seis anos.

Escola primária de nove anos: diretrizes para a inclusão de crianças de seis anos.

Gráfico 19 – Frequência da palavra-chave Currículo  nos documentos oficiais do MEC por ano de publicação
Gráfico 19 – Frequência da palavra-chave Currículo nos documentos oficiais do MEC por ano de publicação

6. - É dever dos pais ou encarregados de educação matricular os menores a partir dos sete anos no ensino primário. 6. - É dever dos pais ou encarregados de educação matricular os menores a partir dos seis anos no ensino primário. I - Matriculo todos os alunos no ensino primário a partir dos sete anos e facultativamente a partir dos seis anos.

I – matricular todos os alunos a partir dos seis anos de idade no ensino fundamental. . a) (REVOGADO) b) (REVOGADO) c) (REVOGADO). Informar sobre as ações desenvolvidas no Programa de Extensão do Ensino Fundamental aos Nove Anos até julho de 2004;. Revisão do Parecer CNE/CEB nº. 24/2004, que visa estabelecer normas nacionais para a expansão do ensino primário num período de nove anos.

18 Orientações para a matrícula de crianças de seis anos no ensino primário obrigatório, nos termos da Lei n.º que altera o art. Responder às dúvidas e questões dos sistemas educativos relativamente ao alargamento do ensino primário para nove anos; 11 Lei nº. A Lei nº 11.274 altera a LDB e amplia o ensino fundamental para nove anos, com matrícula de crianças de seis anos, e estabelece prazo para implantação dos sistemas até 2010.

Consulta sobre a interpretação da Lei Federal nº que amplia para nove anos a duração do ensino básico, e sobre a forma de funcionamento nas classes iniciais do ensino básico.

Imagem

Gráfico 1 – Frequência das palavras-chave na LDB
Gráfico 2 – Frequência das palavras-chave no  Parecer CNE/CEB nº 6/2005
Gráfico 3 – Frequência das palavras-chave   na Resolução CNE/CEB nº 3/2005
Gráfico 4 – Frequência das palavras-chave   no Parecer CNE/CEB 4/2008
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Referências

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