Graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Acre (UFAC), especialização em Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e mestre em Educação pela Universidade de Brasília (UnB). Possui graduação em química pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), mestrado e doutorado em educação pela Universidade Federal Fluminense (UFF).
CONCEITOS FUNDAMENTAIS E PERSPECTIVA HISTÓRICA
EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA NO BRASIL
O SENTIDO DO TRABALHO NO ATUAL PARADIGMA TÉCNICO-ECONÔMICO E SEU REFLEXO
AS DIMENSÕES DA VIDA HUMANA NA PROPOSTA DE ENSINO MÉDIO INTEGRADO: as armadilhas
PROCESSOS INSTITUCIONAIS PARA O ENSINO MÉDIO E O CURRÍCULO INTEGRADOS NA
ESPECIALIZAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS E EDUCAÇÃO BÁSICA NO COLÉGIO PEDRO II: uma
A IMPLANTAÇÃO DA LICENCIATURA EM QUÍMICA NO IFRJ, CAMPUS NILÓPOLIS – DESAFIOS,
CONCEITOS FUNDAMENTAIS E PERSPECTIVA HISTÓRICA
EDUCAÇÃO
TECNOLÓGICA NO BRASIL
O que aconteceu no Brasil colonial a partir de 1759, quando da expulsão dos jesuítas, no meio.Nesse sentido, a busca de uma nova identidade para o povo passou a ser responsabilidade da República, que se instalaria no final do período imperial.
São Paulo: Hucitec, 2000
O SENTIDO DO TRABALHO NO ATUAL PARADIGMA
Dessa forma, tornou-se fundamental entender que o papel da educação está diretamente relacionado ao atendimento dos setores produtivos. Paralelamente à questão do trabalho, o papel da educação ganha um novo viés também na busca por uma alternativa intermediária, que equilibre formação social e qualificação profissional. Assim, em meio aos anseios de uma reforma educacional capaz de superar a dicotomia do papel da educação e também de articular os diferentes segmentos da classe trabalhadora, a Lei 11.892 de 2008 instituiu a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. , também cria o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia.
Assim, os institutos federais expressam o claro direcionamento que vai na contramão do que até então foi ditado para a educação profissional. Analisar o problema da Educação para o Trabalho não é tarefa fácil, certamente não à luz da atual conjuntura política, económica e social. A partir da discussão apresentada neste estudo, as instituições federais são consideradas como modelo de consolidação da formação para o trabalho, ajustada aos interesses e necessidades do mundo do trabalho e dos cidadãos.
AS DIMENSÕES DA VIDA HUMANA NA
MÉDIO INTEGRADO
A primeira abordará brevemente a proposta do ensino secundário integrado como transição para uma nova sociedade e o ensino politécnico. Assim, numa análise bibliográfica do ensino secundário integrado, procedeu-se à relação entre ciência e tecnologia e cultura de um ponto de vista aprofundado, que se articula com toda a formação do homem enquanto "animal cultural". Nesse conceito de educação emancipatória, o ensino médio integrado se baseia na busca de uma educação integral.
É a partir do princípio pedagógico do trabalho, articulado com a ciência e a cultura, dimensões constitutivas do ser humano, que se formará a proposta pedagógica de formação integrada de jovens. Ensino médio integrado no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul: perspectivas contra-hegemônicas em um campo de disputas. O projeto da unidade de ensino médio integrado sob os princípios do trabalho, da ciência e da cultura.
PROCESSOS INSTITUCIONAIS PARA O ENSINO MÉDIO E
NA REDE FEDERAL DE EPCT
Processo 1: Decisão Institucional e institucionalizada da prioridade do Ensino Médio
Nesse caso, os programas e campi não são soberanos, mas exercem autonomia em relação à autarquia da qual fazem parte e esta em relação ao Ministério da Educação (MEC) e às normas externas que lhes são aplicáveis. Tal autonomia, como já dissemos, é relativa, haja vista que as autarquias criadas por lei, embora não subordinadas hierarquicamente ao Ministério da Educação e ao Ministro da Educação Tecnológica (MEC/SETEC), estão sujeitas ao seu controle final, bem como deve promover o controle interno, para verificar se sua atuação atende aos objetivos, finalidades e demais disposições previstas em lei. Daí, em síntese, a importância da discussão e da tomada de decisão no nível institucional, e não a partir do quê.
Se cada unidade fizesse como quisesse, seria melhor manter a organização anterior da Educação Profissional Federal em Centros Federais de Educação Tecnológica - CEFETs e/ou Escolas Agrícolas Federais, e não na forma de autarquias multicampi. Mais do que uma forma de garantir o princípio da gestão democrática nas instituições de ensino, com a participação de todos os profissionais da educação e da comunidade pertinente, conforme previsto na Lei, a promoção da discussão do Ensino Médio Integrado em nível institucional é ' um poder /dever dos gestores e assim a ligação de todas as unidades que compõem esta instituição, cujo resultado das discussões pode ser legitimado pelo Conselho Superior. Em síntese, a implementação do Currículo Integrado no IF resulta de uma motivação e decisão a nível institucional.
Formação continuada em serviço dos profissionais da educação
Assim, entendemos que uma vez tomada a decisão, efetivamente institucionalizada e institucionalizada (Processo 1), de priorizar o Ensino Médio Integrado e o Currículo Integrado nos cursos técnicos, deve-se imediatamente iniciar um processo de formação continuada em serviço. iniciado, eficaz e eficiente. Também, quando falamos em formação continuada em serviço, esta deve ser oferecida a todos os funcionários da instituição, não se limitando apenas aos docentes ou alguns técnicos administrativos. Sobre a importância da formação continuada em serviço, sustenta-se a tese de que, a partir da forma de expansão e implantação dos IFs, a falta de diálogo.
Nesse caso, o contexto de expansão dos IFs sugere o planejamento imediato e o desenvolvimento institucional de projetos de educação permanente que sejam capazes de informar, esclarecer, orientar e subsidiar os servidores sobre a instituição em que estão inseridos. educação não é que os servidores públicos da Rede EPCT Federal não sejam qualificados. Outra questão importante a ser considerada é um projeto de formação continuada na Rede específico para novos colegas que ingressam no meio do caminho e que, durante o período probatório, devem ser inseridos em um processo de imersão na realidade.
Elaboração de Diretrizes Institucionais Indutoras –DIIns
Se esta última ideia for consistente, não há possibilidade de construir e consolidar a identidade institucional. Entendemos, portanto, que antes da (re)formulação dos KPPs, essas questões gerais devem ser decididas no nível institucional, por meio das Diretrizes Indutivas Institucionais. Indutivo porque, na mesma lógica de promoção de políticas educacionais, como a Lei de Cotas, por exemplo, são estabelecidas regras gerais que conduzem à possibilidade de consolidação da identidade institucional e do modelo educacional pretendido.
Além disso, para a elaboração dos DIIns, são tomadas como base as experiências bem ou malsucedidas já realizadas na Rede, para que não haja o risco de “reinventar a roda” a todo momento, como dizem. As DIIns devem tornar clara a decisão institucional, no gozo da sua autonomia didático-pedagógica, e delinear, por exemplo, a carga horária máxima dos cursos, se haverá ou não exame final, aproveitamento parcial ou não, duração dos cursos em anos, estágio obrigatório ou. Por analogia, pode-se dizer que as DIIns deveriam ser a lei de diretrizes e bases (LDB) de todo IF.
Perfil do Egresso dos Cursos de EMI Dados os processos até agora sugeridos, feito
Disto pode-se concluir que, via de regra, os PPCs são pensados a partir do perfil formativo e dos interesses subjetivos dos docentes e não do Perfil do Egresso, direcionados institucionalmente e de acordo com os objetivos da formação integral. Nomeadamente, nesta óptica, o Perfil do Egresso deve incluir, para além do perfil profissional da qualificação profissional específica, também o Perfil do Egresso, no que diz respeito à formação integral, que vise o desenvolvimento integral da pessoa humana, a exercício da cidadania. e preparação para o trabalho, conforme definido no art. Sugere-se que, com base nas experiências e discussões já realizadas, o Perfil do Egresso seja elaborado com base no entendimento que se espera ser essencial para a formação desse sujeito IKE.
Isso significa que o perfil de saída no EMI não se limita a um perfil técnico específico do aluno. Mas o perfil de saída deve levar em conta a marca da instituição, o que mais. Além da identidade institucional, o perfil do egresso do curso, estabelecido institucionalmente, possibilita muitas outras atividades, como: mobilidade.
Elaboração do PPC
É preciso definir horários para a discussão de cada tema pertinente ao PPC, ao invés de ir direto para a Matriz Curricular, com discussão da carga horária de cada tema e conteúdo, como é feito tradicionalmente. Não aquela baseada no conhecimento individual de cada aluno e professor, mas aquela realizada por cada professor, de acordo com sua compreensão individualizada e interesses acadêmicos pessoais, ignorando o currículo institucionalmente estabelecido. A atitude de contextualizar e globalizar é uma qualidade fundamental do espírito humano que a educação paulatina atrofia e que, pelo contrário, deve ser sempre desenvolvida.
O conhecimento não deve apenas mobilizar uma cultura diversa, mas também a atitude geral do espírito humano para colocar e resolver problemas. Daí a necessidade de uma cultura geral e diversificada capaz de estimular o uso total da inteligência geral, ou melhor, do espírito vivo. As DIIns garantirão que cada PPC disponibilize tais itens, atendendo às especificidades locais e regionais de cada curso, mas ao mesmo tempo mantendo a identidade institucional.
Implementação, acompanhamento e avaliação
Desta forma, os funcionários e demais interessados podem entender porque esta ou aquela forma é implementada nesta instituição e assim apresentar propostas e contribuir de forma coerente ao invés de ter que retomar discussões que já ocorreram a qualquer momento. amplamente implementadas e decididas institucionalmente. O planejamento institucional é fundamental, assim como o acompanhamento criterioso das propostas construídas em conjunto, para que se tenham parâmetros mensuráveis, qualitativa e quantitativamente, para que possam subsidiar as adequações necessárias.
Revisão, atualização e melhoramento da proposta institucional de EMI
No entanto, é imperativo que comecemos por apresentar uma proposta concreta, um projeto a concretizar para a efetiva implementação do ensino secundário integrado como prioridade institucional. Disponível em: Disponível em ALTERNÂNCIAS NO Sob os auspícios neoliberais, as mudanças legislativas relacionadas ao ensino médio (da década de 1990 até hoje) são justificadas com base em diferentes aspectos e influências. Nesse sentido, este estudo justifica-se com o intuito de investigar, tendo como referencial metodológico a ontologia crítica, as raízes sociais das propostas educacionais implementadas no Brasil para o ensino médio técnico nos IFs. Pretende-se analisar quais foram as mudanças mais importantes, metamorfoses que estas leis trouxeram à estrutura dos currículos do ensino secundário técnico integrado, bem como perceber quais são as perspetivas educativas subjacentes a cada uma das propostas e se existem semelhanças ou divergências. . Uma análise inicial procurou delinear se (e quais) mudanças na legislação relativa ao ensino médio técnico foram propostas nos governos de Fernando Henrique Cardoso, Luís Inácio Lula da Silva, Dilma Roussef e Michael Temer. Destacou-se a questão da forma de estruturação do ensino técnico médio e a forma de organização curricular proposta. Inicialmente, pretendeu-se identificar que mudanças foram propostas com base na estrutura e nos princípios para o desenvolvimento do currículo em cada uma das legislações relativas ao ensino médio técnico que será ofertado no IF.PODER E METAMORFOSES CURRICULARES NO ENSINO