No circuito da Figura 5, é calculado o valor das quedas de tensão em cada um dos resistores. Para calcular a queda de tensão é necessário primeiro calcular o valor da resistência equivalente e depois, aplicando a lei de Ohm, calculamos a corrente que passa pelo circuito. A resistência total (equivalente) de uma associação paralela é igual ao inverso da soma dos inversos das resistências componentes.
Determine a resistência da associação da figura 16. 1) Reduzimos inicialmente a associação paralela dos resistores de 20 [Ω] e 30 [Ω] (figura 17). Analisando a figura, a relação entre a queda de tensão e o valor do resistor, conclui-se que o resistor com maior valor provoca uma alta tensão e o menor valor provoca uma pequena queda de tensão. Pode-se observar que as condições de operação de um divisor de tensão são completamente diferentes para condições sem carga e com carga.
Um divisor de tensão sem carga não consome nenhuma corrente além daquela consumida pela rede de distribuição, mas geralmente, na prática, os divisores de tensão fornecem uma carga que consome uma certa corrente. Um divisor de tensão de carga é frequentemente usado nas saídas de uma fonte de alimentação para fornecer diferentes tensões que são distribuídas para diferentes circuitos.
LEIS DE KIRCHHOFF
34;A soma das correntes que chegam a um nó é igual à soma das correntes que se afastam dele" ou "A soma algébrica das correntes que se aproximam e se afastam de um nó é igual a zero". De acordo com o acima , concluímos que: .. 34;A soma algébrica das forças eletromotrizes nos diferentes braços de um circuito fechado é igual à soma algébrica das quedas de tensão neles". A corrente que passa por um ramo de qualquer malha em um circuito com vários fem é o resultado da algébrica das correntes fornecidas por esses vários fem, individualmente.
Hoje, sabe-se que essas pedras são feitas de um minério de ferro chamado magnetita (Fe3O4). O campo magnético de um ímã é chamado de espaço onde ocorrem as ações magnéticas do ímã. De um pólo com intensidade de campo magnético 1 [wb], sai um fluxo magnético de 1 [wb], independente da permeabilidade magnética da substância, figura 11.
O fato de uma substância ser colocada dentro de um campo magnético e ser magnetizada por ele é chamado de indução magnética. Notaremos que as agulhas magnéticas mudarão de direção quando expostas à influência de um campo magnético produzido pela corrente elétrica I. Olhando através do solenóide a partir da extremidade oposta (o pólo sul), o observador B verá a corrente circular na direção de o relógio.
2 - Ao produzir um campo rotativo, o núcleo de ferro permanece fixo (como no estator de um motor de indução). Como o núcleo geralmente é de ferro macio, que retém muito pouco magnetismo após a interrupção da corrente, a polaridade de um eletroímã pode ser facilmente revertida invertendo a corrente de excitação. A direção é tangente, traçada de um ponto arbitrário até a linha que indica a intensidade do campo desse ponto.
Conclui que o raio é um fenômeno natural gerado como resultado de um tipo de indução eletrostática em grande escala. Na figura 20 consideraremos a capacidade eletrostática de um condutor esférico de raio R[m], colocado no vácuo. A representação gráfica da variação de um parâmetro elétrico (tensão, corrente, potência, etc.) em função do tempo é chamada de forma de onda.
Quando movemos um condutor dentro de um campo magnético, uma radiação eletromagnética é criada entre as extremidades. Como você pode ver, em uma revolução completa de um alternador bipolar, temos um ciclo de onda fem.
5.1 - Fator de forma
Na figura 10(a) temos a corrente que não tem diferença de fase em relação à tensão, portanto dizemos que a corrente e a tensão estão em fase. Na figura 10(b), quando a corrente atinge o valor zero, após a tensão atingir zero, causa uma diferença de fase ϕ entre elas. Na figura 10(c), quando a corrente atinge o valor zero, antes que a tensão chegue a zero, causa uma diferença de fase ϕ ' entre elas.
Na Figura 13(b), E 1, E 2 e E 3 são vetores estáticos, onde o vetor de referência E1 permite informações sobre os ângulos de mudança de fase ϕ e ϕ' em relação a E e E. Dado um circuito alimentado por uma fonte alternada senoidal fonte de tensão de 120 [V], 60 [Hz], formada por uma carga R de 30 [Ω] (figura 3), determine a corrente e a diferença de fase entre corrente e tensão. Dado um circuito alimentado por uma fonte de tensão alternada senoidal de 120 [V], 60 [Hz], formado por uma bobina ideal com indutância de 63,7 [mH] (Figura 8), determine a reatância e a corrente indutiva.
Exemplo: Dado um circuito alimentado por uma fonte senoidal de tensão alternada 120 [VJ, 60 [Hz] formada por um capacitor com capacitância de 66,3 [µF] (Figura 13), determine a reatância e a corrente capacitiva. 14(a) temos um circuito RL em série, ou seja, resistência R [Ω] e indutância L [H] conectadas em série, alimentadas por uma fonte de tensão CA senoidal de tensão V [V], corrente I [A] e frequência f [Hz]. Na Figura 14(c) temos o mesmo diagrama vetorial onde o vetor VL foi transladado para formar o triângulo de tensão do circuito em série RL.
Na Figura 18(a) temos um circuito RC série, ou seja, um resistor R [Ω] e uma capacitância C [F], ligados em série, alimentados por uma fonte de tensão CA senoidal com tensão V [VJ, corrente I [ A] e frequência f [Hz]. Na Figura 18(c) temos o mesmo diagrama vetorial, no qual o vetor VC foi transladado, formando o triângulo de tensões do circuito série RC. Na Figura 22(a) temos um circuito RLC série, ou seja, um resistor R [Ω], uma indutância L [H] e uma capacitância C [F], ligados em série, alimentados por uma fonte de tensão de corrente alternada senoidal. V [V], corrente I [A] e frequência f [Hz].
Na Figura 22(c) temos o mesmo diagrama vetorial, onde os vetores VC e VL foram transladados e formam o triângulo de tensões do circuito RLC em série. 30(a) temos um circuito paralelo RL, ou seja, uma resistência R [ Ω ] e uma indutância L [H] conectadas em paralelo, alimentadas por uma fonte de tensão CA senoidal de tensão V [V], corrente I [A ] e frequência f [Hz ]. 33(a) temos um circuito RC paralelo, ou seja, uma resistência R [ Ω ] e uma capacitância C [F] conectadas em paralelo, alimentadas por uma fonte de tensão CA senoidal de tensão V [V], corrente I [A ] e frequência f [Hz ].
Na figura 36(a) temos um circuito RLC em paralelo, ou seja, uma resistência R [ Ω ], uma indutância L [H] e uma capacitância C [F], ligadas em paralelo, alimentadas por uma fonte de tensão alternada senoidal de tensão V [ V], corrente I [A] e frequência f [Hz]. Na figura 36(c) temos o mesmo diagrama vetorial, onde os vetores I L e IC são transladados formando o triângulo de corrente do circuito RLC em paralelo.