Existem vários processos para desequilibrar as cargas elétricas dos átomos do corpo, criando uma diferença de potencial, quanto maior a tensão elétrica, maior será a diferença de cargas. Vimos que quando a estrutura dos átomos de um corpo muda, ele fica carregado.
Tensão Elétrica
Essa diferença de potencial hidráulico faz com que a água circule nas tubulações (corrente). Fazendo uma analogia com a eletricidade, seria a corrente elétrica “I”). Um circuito em série é aquele cujos componentes estão conectados de tal forma que a corrente elétrica só pode passar em uma direção.
Condutores, Resistores e Isolantes
Resistência Específica ou Resistividade
Nota: A seção transversal do condutor é a área da seção transversal do condutor, que é dada em mm2, por se tratar de uma unidade de superfície.
Resistência Equivalente (Req)
Pode-se observar que ao conectar uma string em paralelo, adicionamos seções de resistores na string. Concluímos então que a resistência equivalente da corda será sempre menor que a resistência do menor resistor da corda.
Conjunto misto
A energia elétrica é medida em watts e o tempo em segundos; portanto, a unidade de medida da eletricidade é o watt segundo (ws). Lembre-se: em nossas casas o consumo de energia elétrica é feito através do medidor de energia elétrica (“horas”) localizado na entrada do apartamento, mas a leitura é feita em kWh (quilowatt-hora), que nada mais é. um múltiplo de unidade para que os números envolvidos não sejam muito grandes.
Geração
Transmissão
Distribuição
Trafo
Conceitos básicos
De acordo com a legislação brasileira, o Fator de Potência mínimo permitido para contas de serviços públicos é de 0,92. Com fator de potência de 0,80, a máquina utiliza apenas 80% da energia fornecida pela concessionária.
O Que Causa um Baixo Fator de Potência
Conclusão
Definições
Conjunto de condutores, equipamentos e acessórios instalados entre o ramal da rede secundária da concessionária e o medidor, inclusive. Conjunto de condutores e acessórios instalados pela concessionária entre o ramal da rede secundária e o ponto de entrega.
Limite de Fornecimento
É uma continuação ou ruptura do ponto de alimentação e entrada onde estão conectados condutores, eletrodutos e acessórios desde o painel de proteção geral ou de distribuição principal (QDP) até as caixas de medição ou junção.
Especificação de Entradas de Energia
- Potência ou carga instalada: é a soma das potências nominais de todos os aparelhos elétricos ligados em uma instalação do consumidor
- Demanda de utilização (provável demanda): é a somas das po- tências nominais de todos os aparelhos elétricos que funcionam simul-
- Fator de demanda
- Objetivos da especificação da entrada de energia
- Procedimento para a especificação da entrada de energia Para enquadrar na categoria adequada ou tipo de fornecimento, obe-
- Fator de potência
Nota: Em alguns casos, os valores dos fatores de procura são determinados pelas concessionárias de eletricidade nos seus manuais, dependendo do tipo de instalação e da utilização prevista em função da carga. O fator de potência é um índice (porcentagem) que mostra como a energia elétrica recebida é utilizada, ou seja, mostra quando a energia requerida pela rede da concessionária (potência aparente) está sendo utilizada de forma útil (energia ativa).
Consumidor Individual
NOTA: Todas as características técnicas de materiais e detalhes de montagem podem ser encontradas nas tabelas de tamanhos e padrões de conexão no RECON da concessionária respectivamente. As classificações de tensão dependem do tipo de ligação feita pela concessionária ao transformador secundário de distribuição de média para baixa tensão.
Tipos de fornecimento de energia elétrica
Com o padrão de entrada pronto e definido, de acordo com as normas técnicas, é dever do revendedor realizar uma inspeção. Com o cartucho de entrada confeccionado e o medidor e extensão de serviço conectados, a energia elétrica fornecida pela concessionária estará disponível e poderá ser utilizada.
Introdução
Conexões de Condutores entre si em Prolongamento
Processo de Execução
Conexão em Linha Aberta ou Externa 1.Remova o isolante, aproximadamente 50 vezes o diâmetro (d) do
- Finalize a primeira parte da emenda com auxílio de outro alicate (figura 6)
- Dê o aperto final com auxílio de dois alicates (figura 8)
Conexão de Condutores em Prolongamento dentro de Caixas
- Inicie a emenda pelo condutor flexível, fazendo as espiras até com- pletá-las (figura 17)
Segure o condutor rígido pelo olho usando um alicate de pressão e faça as dobras, conforme mostra a Figura 20, até completar a conexão.
Conexões de Condutores em Derivação
- Entre Condutores Rígidos - Derivação Simples
- Entre Condutores Rígidos – Derivação com trava
- De um condutor rígido com um flexível
- De um condutor flexível com um rígido
Quando for necessário conectar condutores rígidos diretamente aos terminais de elementos, tais como: interruptores, tomadas, receptáculos, dispositivos de proteção e controle, barramentos de quadros de distribuição e outros dispositivos, esta operação é realizada com auxílio de olho. Se forem utilizados condutores flexíveis, a conexão só é permitida com a ajuda de conectores apropriados que são conectados a esses condutores com ferramentas apropriadas. Se o parafuso for do tipo não removível ou não removível, deve-se criar um olhal semifechado de forma que possa ser colocado sob a cabeça, seguido do fechamento final do olhal com ' bocal de alicate.
Recomendações sobre Conexões
As ligações dos condutores entre si e com os equipamentos não devem ser submetidas a nenhuma força de tração ou torção, exceto no caso de linhas aéreas e equipamentos móveis” (6.2.8.7). As conexões devem ser feitas de forma que a pressão de contato seja independente do material isolante (6.2.8.9)”. Os materiais isolantes podem apresentar-se em diversos formatos: tira (fita) plana e longa, com substância adesiva em um dos lados, ou autofusível, ou ainda em forma de tubo termorretrátil, ou seja, contrai-se quando exposto a determinada temperatura. . temperatura.
Tipos
As ligações, quando necessárias, devem ser feitas sempre dentro de caixas, molduras, etc., e nunca dentro de canais fechados, cuja finalidade é garantir a acessibilidade e a necessária proteção mecânica (6.2.8.8). Ou seja, o material isolante utilizado deve ter a única e exclusiva função de recompor o material isolante do condutor antes da ligação.
Fita Isolante
Isolante Termocontrátil
Características
Isolante Líquido
Isolar Emendas ou Conexões
Isolar com Fita Isolante
Atenção: Ao aplicar a fita isolante, certifique-se de que a superfície da junta ou junta, o isolamento do condutor e as mãos estejam completamente limpos. Um bom isolamento deve incluir pelo menos duas camadas de fita isolante de boa qualidade.
Isolar com Isolante Tubular Termocontrátil 1. Introduza o isolante tubular termocontrátil na emenda ou conexão
Isolar com Isolante Líquido
Deverá utilizar todos os EPI (equipamentos de proteção individual) indispensáveis no manuseio de equipamentos e ferramentas; Verifique sempre com o fabricante as características físicas e elétricas de todos os componentes e se eles podem estar expostos a intempéries externas. Para garantir que se crie uma harmonia perfeita e que todos os profissionais envolvidos no projeto tenham uma ideia comum do que precisa ser realizado, adota-se uma linguagem comum: o simbolismo padronizado.
Símbolos
Traço
Círculo
Triângulo equilátero
Quadrado
Utilização de Esquemas
Esquema Multifilar
Num projeto, se sua representação fosse feita na forma multifilar, cada condutor seria representado por uma linha saindo do QD (Quadro de Distribuição) e chegando ao seu destino. Como podemos ver, um design multilinha seria impossível, pois haveria tantos recursos que dificultariam a interpretação.
Esquema Unifilar
Na Figura 3 temos um exemplo de planta de instalação elétrica de uma edificação, utilizando o diagrama unifilar.
Esquema Funcional
Recomendação Geral
Agora vamos ver como conectar uma ou mais lâmpadas a um ou mais pontos de controle (switch). A seguir vemos um circuito de ligação para uma ou mais lâmpadas controladas a partir de um único ponto de acionamento por um simples interruptor.
O que é o interruptor paralelo?
Este componente só pode funcionar com dois switches paralelos, nem mais, nem menos, apenas dois. A utilização de relés de impulso (Ri) é uma alternativa extremamente simples, eficiente e segura em atividades relacionadas a instalações elétricas em geral, especialmente para controle de iluminação e outras cargas, e proporciona redução significativa de custos com materiais e mão de obra. O relé de impulso (Ri), criado há mais de 50 anos, também conhecido como “step” ou relé de passo, é muito utilizado na Europa, principalmente na Itália, tem seu princípio de funcionamento no relé eletromagnético, que pela sua simplicidade e economia , deve ser incluído em todas as instalações elétricas.
Vantagens da utilização do Relé de Impulso
Funcionamento
Funcionamento e Aplicação
Função de comutação
Soquete é o ponto de conexão que fornece a alimentação principal a um plugue macho conectado a ele.
Padrão Brasileiro de Plugues e Tomadas
Intercambiabilidade (equipamentos classe I e classe II)
Tomadas e plugues – Risco de contatos acidentais
Padrão de ligação
Proteção contra Efeitos Térmicos
Proteção contra Sobrecorrentes
Terminologias
In – Corrente nominal do dispositivo de proteção nas condições previstas para sua instalação (equivalente a Ind. - corrente do disjuntor; Inf. - corrente do fusível), em amperes (A). I2 - corrente que garante efetivamente o funcionamento do dispositivo de proteção; Na prática, a corrente I2 é considerada a corrente normal de disparo para disjuntores. Quando o circuito está sobrecarregado em 45, ou seja, quando a corrente é igual a 1,45 vezes a capacidade de transporte de corrente do IZ, o dispositivo de proteção deve operar dentro de uma hora (ou dentro de duas horas, para dispositivos maiores).
Características elétricas dos disjuntores UNIC
Minidisjuntores - MDW e MDWH Cortesia: WEG
Curvas de Disparo
Cálculo da Corrente de Projeto
A escolha da seção do condutor, utilizando o Critério de Corrente Máxima, é retirada da Tabela 5, Coluna 6 (B1, 2cc), dependendo da corrente de projeto calculada.
Determinação do condutor pelo critério da Queda de Tensão
Escolha do Disjuntor
Fatores de Correção para
Dimensionamento de Condutores
Características Elétricas
Tipos de Fusível
Para facilitar a identificação dos fusíveis, existe um indicador que possui cores correspondentes às correntes nominais dos fusíveis. Alça: destinada à colocação ou retirada de fusíveis NH de suas respectivas bases, mesmo sob tensão. Atenção: Deve-se evitar o uso de fusíveis do tipo Cartucho e Stopper, pois devido à sua pouca ou nenhuma segurança, esses fusíveis só devem ser produzidos em caso de reposição ou substituição e suas bases, durante anos, deverão fazer parte de museus de eletricidade.
Característica de Desligamento
Precauções a Serem Tomadas nas Substituições de Fusíveis
Proteção contra contatos acidentais (exemplo do dispositivo fusível)
Cargas dos Pontos de Utilização
Previsão de Cargas, conforme a NBR 5410:2004
Iluminação
- Os cálculos de iluminação podem ser feitos com auxílio da informá- tica, possibilitando, para as situações mais complexas, soluções rápidas
- O objetivo deste livro é fornecer informações básicas sobre concei- tos e grandezas de luminotécnica. Caso necessite de informações mais
- Nas acomodações de hotéis, motéis e similares pode-se substituir o ponto de luz fixo no teto por tomada de corrente, com potência mínima
- Os valores apurados correspondem à potência destinada à iluminação para efeito de dimensionamento dos circuitos, e não necessariamente à
Em hotéis, motéis e similares, o ponto de luz fixo no teto pode ser substituído por uma tomada elétrica, com potência mínima. . É permitida a substituição do ponto de luz fixo no teto por um ponto na parede nos espaços sob escadas, arrumos, despensa, casas de banho e varandas, desde que sejam de pequenas dimensões e onde seja difícil localizar o ponto na fazenda do teto. realizar ou não é conveniente. A NBR 5410:2004 não estabelece critérios para iluminação em áreas externas, a decisão é do projetista e do cliente.
Recomendações da NBR 5410:2004
Nenhum interruptor ou tomada deve ser instalado a menos de 0,60 m da porta aberta de uma cabine de duche pré-fabricada. Este ponto pode ser colocado fora da sala ou anexo, até 0,80 m, no máximo, da sua porta de acesso. Nas salas de serviço, salas de manutenção e salas de equipamentos, como casas de máquinas, casas de bombas e locais similares, deverá ser prevista pelo menos uma Tomada de Uso Geral.
Potências atribuíveis aos pontos de tomada
Soquetes de uso geral (TUGs) são aqueles aos quais estão conectados dispositivos móveis ou portáteis.
Condições para estabelecer a
Fica portanto claro que não é permitido ligar chuveiros, torneiras eléctricas e caldeiras com fichas e tomadas. Caldeira elétrica: A norma estabelece que a ligação da caldeira elétrica ao ponto de consumo deve ser feita diretamente, sem utilização de tomada.
Potências Típicas de Aparelhos Eletrodomésticos
É um local onde se condensa a distribuição de toda a instalação elétrica, ou seja, onde são instalados dispositivos de proteção, manobra e controle. Aceita condutores do ponto de entrada (ramal de alimentação) provenientes do medidor ou centro de medição.
O Que Deve Ser Observado na Sua Montagem
Se a operação de um dispositivo de controle, manobra e/ou proteção não puder ser observada pelo operador e isso puder resultar em perigo, determinado sinal deverá ser fornecido dentro da visão do operador”. Independência dos componentes: “Os componentes devem ser selecionados e dispostos de forma que ocorra qualquer influência prejudicial entre as instalações elétricas e não elétricas, bem como entre as instalações de energia elétrica e de sinalização do edifício” (6.1.6.1). Componentes fixados na porta: “Quando houver componentes instalados nas portas ou tampas do QD, como condutores e instrumentos, eles devem ser dispostos de forma que movimentos das portas ou tampas não possam causar danos aos condutores”.
Partes Componentes de um Quadro de Distribuição
Os quadros - QDs - devem estar próximos dos centros de carga da instalação"; (defini-se como centro de carga o ponto ou área onde ocorre maior concentração de potência); Caso se trate de apartamento ou habitação unifamiliar, o QD deve estar localizado próximo ao centro geométrico, em ambiente de serviço ou circulação e em local seguro, de fácil acesso e visível. O QD não deve ser instalado em locais onde exista a possibilidade de ficar trancado por determinados períodos com chave ou em de outra forma não será possível ter acesso aos mesmos, como quartos, sótãos, arrecadações, caves e casas de banho.
Quantidade de QD’s
Certifique-se de que a instalação do QD não interfira na colocação dos armários em ambientes como cozinha e áreas de serviço.
Tipos de Quadro de Distribuição Principal
Que os QD’s devem ser manuseados por pessoas suficientemente informadas e com conhecimento técnico;