• Nenhum resultado encontrado

emprego do indicativo e do subjuntivo

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2023

Share "emprego do indicativo e do subjuntivo"

Copied!
135
0
0

Texto

Dissertação apresentada ao Curso de Pós-Graduação do Instituto de Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro para obtenção do título de Mestre em Língua Portuguesa, sob orientação do Professor Helênio Fonseca de Oliveira. Se um dia nos amarmos Se um dia nos amarmos Se nós dois ficarmos juntos Como Jutim nós dois vivemos Como Jutim nós dois vivemos Como Jutim nós dois tocamos um no outro Como Jutim nós dois morremos- Se formos para o céu Mas se nós acontece que São Pedro não abre a porta do céu e te diz uma bobagem E se eu me arruinar E você se dá bem comigo para eu sair impune - E minha faca sai E a noz do céu fica furada Talvez nós dois ficamos Talvez nós dois caiamos E o céu furado desmorona e as virgens fogem todas.

A língua padrão no texto escolar

Erro e adequação

Valores sintático-semânticos dos modos Indicativo e Subjuntivo

A oração introduzida por porque e sinônimos

A oração iniciada por embora e sinônimos

As conjunções contrastivas embora e mas no modo argumentativo de

Graus de hipótese das orações concessivas

As construções potenciais introduzidas por se e quando

A visão factual e a visão hipotética nas condicionais

A condicional generalizante

O esquema modo-temporal nas orações completivas

As completivas sem nominalizador e as introduzidas por se

A completiva introduzida por que e o valor dos termos subordinantes

Portanto, será aqui utilizada a forma binomial formal versus informal, reconhecendo que se trata de uma simplificação. Portanto, mesmo que haja referência ao tempo dos acontecimentos em relação ao momento da fala, e a correspondência dos tempos verbais em uma frase obedeça à 'lógica' dos acontecimentos (consecuio temporum), a explicação do uso está de acordo com a 'lógica' dos acontecimentos. O projeto discursivo organiza essas categorias linguísticas de forma mais clara no nível educacional. O uso do futuro neste contexto permite transferir a responsabilidade pela veracidade do que está sendo afirmado para outras pessoas que não o enunciador.

Um deles é o caso em que o verbo no modo subjuntivo “não estabelece nenhuma relação de determinação em relação a outra sentença verbal, ou seja, quando não é uma extensão de [SVNP] e tem ele próprio o status de núcleo predicativo”, em outros casos, palavra que é considerada como oração independente ou sentença simples. Quanto ao fato de nem todas as orações subordinadas apresentarem o verbo no subjuntivo, isso se explica pelo fato de o modo indicativo ser o não marcado, podendo portanto invadir os espaços em que se expressam as hipóteses ou o não realizado. Em (47) diz que se queria fazer o trabalho, por algum motivo, e em (48) nega-se que se queria fazer o trabalho.

E a limitação, segundo Oliveira (op. cit.), é o argumento mais forte a favor da defesa da posição. A factualidade é no entanto clara, ainda que uma concessão comece com um “grau mínimo de hipótese”, segundo Azeredo (op. cit.), como se pode verificar em:. Nestes casos, o futuro do Indicativo, uma expectativa da realidade, reflete o momento que melhor se enquadra na ideia da proposição concessiva.

Na verdade, o que temos aqui é o equivalente a se [é verdade que] o dinheiro traz felicidade, [pergunto] porquê..., em que a primeira proposição é uma afirmação de valor de verdade para um dos interlocutores – o ouvinte. ― e a seguinte pergunta se aplica ao orador. Dessa forma, seu estudo mostra que apenas condicionais substantivas, ou potenciais, ou seja, aquelas que são formadas com tempos subjuntivos em. Com os tempos subordinados, porém, esse leque de possibilidades é reduzido, por um lado pelas limitações que se devem às “características lexicais dos verbos da sentença dominante”, como mostra Ilari a quem.

A negação nas completivas

A conjunção do uso do subjuntivo e do indicativo com valores negativos ou positivos fica evidente em frases como:. 119). Mas (119) comparado com (191a) leva à leitura de que, neste caso, a suposição é que ele era de fato um poeta, sendo o ingrediente negado o conhecimento; Porém, se o verbo subordinado expressa a modalidade epistêmica, que informa a crença ou conhecimento do falante, nem sempre a negação provoca a mudança no subjuntivo, pois o falante pode indicar que é a ação que é negada enquanto o enunciado completo continua. para expressar uma visão factual, como em:. 128) Dissemos que ele ganhou o prêmio.

De (128) pode-se deduzir que ele realmente ganhou o prêmio, mas não dissemos isso porque não tivemos vontade de dizê-lo ou porque dissemos outra coisa. O verbo dizer em (128) é o equivalente semântico de revelar, mas porque expressar uma opinião ou afirmar pode mudar o comportamento da frase: 129) digo que ele ganha o jogo facilmente. É o caso de uma das sentenças do corpus, em que se observou o uso do indicativo pelo subjuntivo em construção nominal subordinada completa com ocorrência de negação frasal:

2 - Os complementos introduzidos sem nominalizadores terão o verbo no indicativo ou no subjuntivo, conforme a “visão” do locutor sobre o enunciado. 3 – Complementos introduzidos porque trazem os tempos: .. a) do indicativo quando argumentos provenientes de verbos, nomes ou adjetivos epistêmicos e declarativos com valor de certeza ou de verbos e nomes perceptivos que revelam a informação objetivamente;.

O esquema modo-temporal nas orações relativas

No que diz respeito ao comportamento sintático-semântico, os relativos restritivos são aqueles que “contribuem para a identificação do ser a que se refere o antecedente”, enquanto os não restritivos ou explicativos são “irrelevantes para essa identificação”. Temos que concordar com Azered (op. a.) que em algumas gramáticas há uma certa imprecisão na conceituação de gramáticas restritivas e explicativas, tendo como critério o fato de ser indispensável para a estrutura frasal. O que se percebe sobre o comportamento dos modos e tempos verbais no sentido relativo é que os modos não restritivos são sempre indicativos porque são proposições que estabelecem uma descrição do que é conhecido ou uma afirmação do que é considerado certo ou verdadeiro.

Ao contrário das orações adverbiais, onde o modo verbal é geralmente determinado pelas conjunções com as quais são introduzidas, e mais próximas das orações perfeitas, onde o modo é na maioria dos casos determinado pelo valor lexical do predicador ao qual se refere, o modo na maioria dos casos casos determinados pelo valor lexical do predicador a que se refere. as construções relativas restritivas obedecem ao critério semântico, como visto acima. Na verdade, é o texto inteiro que fornece pistas para a compreensão do que o orador quis dizer. Em (137), o enunciado em que se inscreve o antecedente do relativo em questão – “um novo conceito que pode surgir é uma nova guerra entre os sexos” – traz consigo alguns elementos que permitem a modalização no relativo em que o a batalha acontece. ou será entre heterossexuais e homossexuais.

141) Devemos educar-nos e preparar-nos para a formação do caráter e da personalidade individual que se adapta a uma sociedade. Devemos educar-nos e preparar-nos para a formação do caráter e da personalidade individual que se adapte à sociedade.

Corpus analisado

PII, 2s) “Um novo conceito que pode surgir é uma nova guerra entre os sexos, onde a batalha ocorre entre heterossexuais e homossexuais.” PII, 2s) “É claro que sempre haverá uma certa surpresa, por exemplo, quando falamos de um guindaste mecânico ou de um proprietário.” PII, 2s) “Pois se para cada planta que retiramos de um determinado local, três fossem plantadas naquele local, o mundo não sofreria nenhum mal, os seres poderiam desfrutar das maravilhas que existem nas matas e florestas e na natureza com certeza. obrigado ainda mais.”

PII, 2s) “Tudo o que existe necessitou de algum recurso natural em alguma fase de sua implementação.” PII, 2s) “A melhoria de rodovias e estradas é inevitável, mas não há razão para tantos incêndios e clareiras.” Tudo isso pode ser revertido por ações simples que nós mesmos podemos fazer, como: reciclar lixo, não deixar a porta da geladeira aberta por muito tempo, jogar lixo na lixeira, fazer com que as autoridades cuidem para que o esgoto não polua os mares e rios. PII, 2s) "Embora seja difícil ser adulto nos dias de hoje mundo.".

PII, 2s) “Mas quem gosta de sair, de ir a shows, de balada, que gosta de festa, com certeza não se adaptaria ao campo.” PII, 2s) "Os defensores do aborto geralmente argumentam que o feto não tem realmente uma 'vida própria', mas é uma extensão da mãe e, portanto, pode ser 'impedido de se desenvolver'."

Proposta de exercícios

III – O modo Subjuntivo está associado à expressão do envolvimento sentimental do falante, como atitudes de ordem, pedido, súplica, desejo, lamento, etc., ou à atitude argumentativa. a) Podem ser sugeridos exercícios para transformar tempos compostos (coordenação) em tempos complexos (subordinação), levando em consideração a cláusula que apresenta a concessão e a que apresenta a restrição. IV – O modo Indicativo expressa a visão factual do falante, sobre o que se julga verdadeiro, enquanto o modo Subjuntivo expressa a não-factualidade ou a não-realidade. Pode-se, portanto, sugerir que os alunos, ao se depararem com sentenças em que o modo é Indicativo, as reescrevam com marcadores de negação, por exemplo, advérbios não ou nunca, e observem a mudança adequada no modo verbal.

V – Um exercício com a cláusula condicional (introduzida por se e sinônimos) pode levar os alunos a perceber que este tipo de construção pode ser tanto “uma condição necessária para que o que está expresso no esboço seja alcançado ou não”, como o hipotético , como “um fato – real ou presumido – contrário ao que é essencialmente expresso”17, generalizando (ver 3.4.2 da tese). a) Assim, as sentenças podem ser apresentadas com algum tipo de condicional, em que o aluno utilizará o subjuntivo ou o indicativo, dependendo do tipo, hipotético ou generalizante respectivamente. Com um exercício de transformação de sentenças de uma postura comunicativa para outra, ou seja, de sentenças do tempo narrativo para o tempo do comentário (usando a proposta de Weinrich), o aluno perceberá que, embora sejam sinônimos de se (hipoteticamente condicional), as conjunções são caso, desde que, sem isso, desde e desde que nas sentenças nos tempos do comentário, o verbo seja levado ao presente do subjuntivo, e não ao futuro do subjuntivo, como acontece no caso. O professor pode apresentar frases iniciadas com conjunções como embora, ainda que, como, ainda que, em que o verbo esteja no subjuntivo imperfeito, para que o aluno possa convertê-lo no tempo verbal do comentário; neste caso ele deve compreender e selecionar o tempo verbal correto: o presente ou o futuro do subjuntivo.

O mesmo tipo de exercício pode ser apresentado com sentenças complementares iniciadas pelo complementador, para que o aluno entenda qual o tempo do comentário escolhido por esta conjunção, neste caso apenas o presente do Subjuntivo. O objetivo desta tese é também apontar a utilização do Indicativo e do Subjuntivo, bem como da consecutio temporum, como conteúdos gramaticais relevantes para o desenvolvimento da competência discursiva em redações argumentativas, de acordo com o que os alunos desta fase terminal do Ensino .

Referências

Documentos relacionados

Resultados e Discussão A avaliação inicial bibliográfica das normas internacionais ASTM D5764 20073 e Eurocode 5 20042 e brasileira ABNT NBR 7190 19971 mostrou que as três normas