Encontro dos setores de documentacão e • disseminacão das unidades regionais •
Manual de Avaliacão • de Mercado e Promocões •
Gerência de Marketing - GEMAR
CENTRO DE DOCUMENT ACAO
. • I-
- -
E DISSEMINACAO DE INFORMACOES
I ICD DI
- .
FUNDAÇA01INSTITUTO B8ASILEIRO DE GEQGRAFIA E ESTA!ISTICA- IBGE CENTRO DE DOCUMENTAÇAO E DISSEMINAÇAO DE INFORMAÇOES - CDDI
GERÊNCIA DE MARKETING - GEMAR
MANUAL DE AVALIAÇÃO DE MERCADO E PROMOÇÕES
Rio de Janeiro 1988
c• IBGE- Clll.
ENCONTRO DOS SITORIS DI DOCUMINTAÇAO - . -
E DISSEMINACAO DAS UNIDADES REGIONAIS
I MANUAL I
GEMAR/SERAV
SERVIÇO Df IYALIAÇAO
SIO PAUlO
29/oa
aoz/og/aa
G&KAR/SERVIÇO DE AVAL1AÇÃO AG0/88
RESUMO
Definição dos perfis dos diversos segmentos de meE cado, mantendo cadastros atualizados de usuários e informantes, a fim de avaliar sua aceitação dos produtos e serviços do IBGE.
O objetivo das consultas de opinião e conhecer as necessidades e desejos dos usuários, a fim de pr~
piciar um melhor atendimento dos mesmos.
Contato com as areas técnicas do IBGE para otimizar a disseminação de informaçÕes, com vistas a am pliação do mercado de usuários.
O entrosamento com as Unidades Regionais permitira ampliar a área de atuação do SERAV, facilitando o aprimoramento de nossas atividades.
118-10
C,'l
I I URio de Janeiro, de agosto de 1988
ASSUNTO: Participação da GEMAR/SERAV no ENCONTRO DE DISSEMI NAÇÃO DE INFORMAÇÕES para as Unidades Regionais d~
IBGE.
I - CONSIDERAÇÕES INICIAIS
Ao SERAV cabe apresentar informações e, também, tecer con siderações preliminares diretarnente relacionadas com o escopo do ENCONTRO DE DISSEMINAÇÃO DE INFORMAÇÕES PARA ASUNIDADESREGIONAIS DO IBGE, na área especifica de atuação deste Serviço, dada a com plexidade do assunto a ser tratado e a necessidade de obtenção de subsidies que irão, forçosamente, alimentar posiçÕes e futuros de bates em reuniÕes subseqUentes.
Corno missão precipua, é de responsabilidade do SERAV, c~
mo parte integrante da Gerência de Marketing -- GEMAR, em perfe~
ta consonância com as politicas e diretrizes traçadas pela Adrni nistração Superior do IBGE e àquelas ditadas especificamente pelo CDDI, planejar, organizar, coordenar, supervisionar e executar as atividades de Avaliação de Mercado dos produtos e serviços da ln~
tituição, cabendo-lhe, pois, definir perfis dos diversos segme~
tos de mercado, manter cadastros atualizados de usuários, proceder à avaliação do comportamento do mercado quanto à aceitação dos pr~
dutos e serviços, considerando utilização, demanda qualitativa e quantitativa dos mesmos, bem corno realizar análise dirigida no to cante
à
duplicidade de esforços na área considerada, por parte de outros produtores de informações.Corno é fácil depreender, a atuaçao do SERAV é de suma irn portância por fornecer suporte básico e necessário ao CDDI para cumprimento do seu papel, de forma eficaz e eficiente, de organi~
mo receptor e difusor de informações hábeis e Úteis para a Socie dade Brasileira corno um todo, principalmente levando-se em consi deração a utilização das pesquisas já realizadas e daquelas já pr~
gramadas, em suas mÚltiplas variantes operacionais.
Em decorrência do exposto, como é fácil também deduzir, existe um largospectrum de atividades que irão demandar, necessa riamente, a participaçao decidida das Unidades Regionais, dentro do espirito de uma colaboração integrada, visando a seu melhor a tendimento.
Dai, a razão principal deste ENCONTRO: obter apoio logi~
tico das Unidades Regionais por estarem elas mais prÓximas das
01.0..014.01-{'()
-10
c~·~~~
-2- fontes informativas e de consulta da Instituição, bem como dos usua rios que já desfrutam ou daqueles que potencialmente poderão des frutar dos produtos e serviços proporcionados pelo IBGE. Para tanto, dois princÍpios fundamentais são aqui explicitados, na área de res ponsabilidade do SERAV:
a) estabelecimento e vitalização de um sistema cadastral de usuários, como suporte necessário à realização de todas as pesquisas e estudos inerentes à área de atua ção deste Serviço;
b) avaliação do mercado atual de colocação dos produtos e serviços do IBGE, bem como de novos de potencialidade perceptÍvel, mas ainda não alcançados totalmente, apro veitando para isso a credibilidade pÚblica e notÓria d~
Instituição e a oferta variada de informaçÕes consubs tanciada e refletida em levantamentos sistemáticos e estudos nas áreas de EstatÍstica, Geografia,Demografia, Economia, Geodésia, Cartografia, Recursos Naturais,Meio Ambiente e outras.
I I - LIRHAS DE AÇÃO PROPOSTAS
Para consecução dos princÍpios básicos, um elenco de reco mendaçÕes é aqui explicitado:
l. Elaboração e manutenção atualizada de cadastros divers~
ficados abrangendo os atuais compradores de produtos da Instituição, bem como das pessoas fÍsicas e jurÍdicas que recebem os mesmos sob forma de doação.
2.
Identificação de novos segmentos de mercado quanto a ab sorçao da gama de produtos-
e serviços oferecidos pelo IBGE;3. Conscientização de todos os informantes do IBGE sobre a importância do seu papel como suporte básico à execução dos trabalhos da Instituição, bem como sobre a possib~
!idade de retorno dos dados fornecidos, complementados por outros, sob forma de produtos acabados.
4. Indicação do tipo de apoio logÍstico que poderá ser da do ao SERAV para realização das Pesquisas Mercado!Ógicas programadas.
5. Veiculação de informações, atraves de meios de comunica ção correntes, de todos os atos e fatos atinentes às ~ reas de atuação do IBGE, com o fito de possibilit-ar maior
Ol.0..0\4 .Ol-00
~-
IIIE---
aceitação dos produtos oferecidos pela Instituição.
-3-
6. Conscientização dos servidores das DEGEs ligados direta mente ao atendimento dos usuários do IBGE quanto ao se~
papel importante como veiculo natural do Programa de Di~
seminação de Informações da Instituição.
7. Propiciamente de informaçÕes, para efeito de avaliação de mercado dos produtos e serviços do IBGE, no tocante
à
demanda quantitativa e qualitativa dos seus usuários, bem como sobre a duplicidade de esforços por parte de outros produtores de informações na área de jurisdição de cada Unidade Regional da Instituição.I I I - MEDIDAS DE VIABILIZAÇÃO
Os meios sugeridos, em principio, para viabilizar as linhas de ação propostas, são a seguir discriminados:
Quanto
à
primeira recomendaçãoa) Seleção e indicação das informações necessárias p~
ra cada segmento considerado sob forma padronizada, por parte do SERAV;
b) Critica e sugestoes, por parte das Unidades Regi~
nais, no que se refere às informaçÕes requeridas , sua padronização e formatação;
c) Elaboração de instruções sobre normas e procedimen tos para confecção e/ou manutenção dos cadastros.
Ro que se refere a segunda recomendação
a) Identificação e nominação, num primeiro momento, de novos usuários dos Setores pÚblico e privado ( pe~
soas tisicas e juridicas), na área de jurisdição de cada Unidade Regional.
b) Aplicação, num segundo momento, de pesquisas merca dolÓgicas, sob orientação e supervisão direta do SERAV, para consecução da finalidade maior de absor ção de novos mercados.
Ro que tange
à
terceira recomendação. Manutenção de contatos permanentes com os informantes
01.0 •. 01 •. 01-00
!8-10
-4- tradicionais da rede de coleta da Unidade Regional, colo cando-os a par:
a) dos produtos acabados e disponiveis para aquisição ' (discriminação e meios de acesso), bem como da pre~
tação de serviços especlficos;
b) da prograrnaçao anual de trabalho (produtos futuros) ; c) do papel de cada um (colaboração) em função do calen dário de coleta de informaçÕes referente
à
prograrn~ção estabelecida.
Bo que di.z respeito a quarta reca~Endação
a) Estabelecimento, por parte do SERAV, das formas dese
, , "7
javeis de apoio logístico em termos de estrutura fi sica e recursos rnateriais,tais corno: local tisico de trabalho na Unidade Regional, transporte para todo e qualquer deslocamento exigido, material permanente e
,
-
de consumo necessarios para reunioes internas e ex ternas;
b) Indicação, ainda por parte do SERAV, dos tipos poss~
veis de treinamento dos recursos humanos das Unidades Regionais, a fim de prepará-los para execução do pr~
grama de trabalho deste Serviço;
c) Opinião, por parte das Unidades Regionais, sobre o apoio concreto e possivel de ser dado em função do estabelecido nos itens anteriores.
Bo tocante a quinta recOIIDendação
Estabelecimento de contatos pessoais permanentes coiT a imprensa em geral, visando:
a) obter facilidades para divulgação dos trabalhos e ati vidades do IBGE;
b) estabelecer relações de permuta de informaçÕes com os meios de comunicação correntes, mediante
eficientes de atendimento.
01 .0..014 .01.{'{)
mecanismos
1-10
C~••n
-5- Relativa-ente
à
Sexta reca.endaçãoa) Realizações de reuniÕes sistemáticas, sob responsa bilidade das Unidades Regionais, com os servidores encarregados das atividades inerentes
à
área de a tuação do GEMAR/SERAV, com o propÓsito de informá~los (esquema de atualização e reciclagem) sobre:
produtos e serviços já disponiveis, programação de trabalho anual, produtos e serviços passiveis de atendimento desde que solicitados especificamente pelos usuários e infra-estrutura computacional exi~
tente em termos de HARDWARE, Sistemas de SOFTWARE já implantados e em desenvolvimento, bem como de ou tros assuntos considerados relevantes;
b) Capacitação dos servidores ligados diretamente ao atendimento dos usuários, mediante oferta de cursos de treinamento nas áreas de MARKETING e RELAÇÕES HUMANAS.
Quanto a sétima rec~ndação
a) Captação de elementos de aferição de mercado, de acordo com roteiro estabelecido em conjunto GEMAR 1 SERAV e Unidades Regionais - - e com base nos regi~
tros cadastrais dos usuários tradicionais e daque- les componentes dos novos segmentos de mercado id~
tificados, com objetivo de avaliar e dimensionar a demanda, sob aspectos quantitativo e qualitativo, dos produtos e serviços relativos
à
área de juris-dição de cada Unidade Regional.
b) Levantamento de outras fontes produtoras de infor- mações, bem como identificação dos produtos e ser viços enquadráveis nas áreas de atuação do IBGE, a fim de detectar esforços paralelos ou convergentes no campo de jurisdição de cada Unidade Regional dentro do espirito do Sistema Estatistico Nacional - SEN.
01.04.014.01-()(l
Adendo ao Documento Base de Participação da GEMAR/SERAV no ENCONTRO DE DISSEMINAÇÃO DE INFORMAÇÕES para as Unidades Regionais do IBGE.
ASSUNTO: Comentários preliminares relativos
à
CONSULTA JUNTO AOS USUÁ RIOS do ANUÁRIO ESTATÍSTICO DO BRASIL (AEB) - 1986.I - IRTRODOÇÃO
Dentro da nova visão e configuração do CDDI, a pesquisa mer cadolÓgica, denominada CONSULTA JUNTO AOS USUÁRIOS do ANUÁRIO ESTATÍS TICO DO BRASIL (AEB)- 1986, lançada pela GEMAR/SERAV em maiodocorre~
te ano, utilizando o veiculo de comunicação mala direta, tevecomo obj~
tivos principais os seguintes:
avaliar a aceitação desta publicação junto aos seus rios tipicos;
usua ,
detectar eventuais omissões em termos informacionais, bem como levantar outras necessidades dos usuarios interessa ãos neste produto do IBGE;
avaliar o conteÚdo, estrutura e ni veis de desagregação das informações, bem como dos textos e notas explicativas do produto considerado;
identificar passiveis informações no esquema de publicação, distribuição e divulgação deste produto;
traçar, num primeiro momento, o perfil dos usuários do AEB, em função do segmento em que esteja inserido o informante
(Empresa, Órgão PÚblico e Pessoa Fisica).
A justificativa da CONSULTA torna-se clara e insofismável desde que se entenda ser o AEB repositÓrio principal de informaçÕes de todas as áreas de atuação do IBGE e de outros produtores de dados que constituem o conjunto SISTEMA ESTATÍSTICO NACIONAL -- SEN, considerado por essa razao, indiscutivelmente, a publicação estatistica mais , impo~
tante do pais.
Da população de investigação, considerada estatisticamente , foi determinada uma amostra, inicialmente significativa da ordem ãe 367 (trezentos e sessenta e sete) unidades infor~antes, dentro de uma desagregação lÓgica e natural de tr~s segmentos (sub-conjuntos), asa ber: EMPRESA PRIVADA, ÓRGÃO PÚBLICO e PESSOA FiSICA.
U;ua ressalva de cunho técnico faz-se mister na apresentação dos resultados da CONSULTA, nesta manifestação preliminar.Verificou-se
à
"posteriori•• a pouca representativióade do sub-conjunto PESSOA FÍSI CA possivelmente por ter sido tentada sua àeterminação de forma indire ta nessa primeira pesquisa.-2-
Dado este fato, vários projetos de pesquisa estão sendo e~
tabelecidos em perfeita consonância com as áreas técnicas da Institul ção, a fim de se obter informações consistentes, do ponto de vista de análise estatística, capazes de servir de suporte a toda e qualquer decisão quanto
à
polÍtica de MARKETING no segmento referido. Por es ta razão, ele não será levado em conta nos comentários preliminares, objeto da segunda parte deste ADENDO.I I - e<»mtfTARIOS PRELIMINARES
ConsideraçÕes, de caráter absolutamente preliminar e supe~
ficial, serão tecidas nesta oportunidade, apenas como efeito -- de monstração, dada a CONSULTA se encontrar ainda em fase deprocessame~
to do seu plano tabular e de fixação de procedimentos de anáJ.ise mais completos, dentro de uma Ótica de interrelação natural com outros p~
râmetros e variáveis relativos ao quadro do nÍvel de consumo atual, e do não satisfeito e desejável, dos produtos e Serviços do IBGE (ca~
sas e efeitos), justificando talvez indagação de novos dados consubs tanciados em pesquisas complementares.
Em função do exposto, 6 (seis) tabelas foram selecionadas para efeito de comentários iniciais, a seguir explicitados:
A - TABELA 1: Usuários do Anuário EstatÍstico do Brasil, se gundo sua identificação e forma de aquisição.
Ha uma forte evidência, dentro da tiragem da publicação oferecida ao pÚblico, de que 79% (setenta e nove por cento) compram o AEB e 16% (dezesseis por cento) o a~
quirem sob forma de doação, intercâmbio e de terceiros.
Dentro daqueles que compram, 67% (sessenta e sete por cento) o fazem através da Livraria do IBGE, enquanto apenas 10% (dez por cento) utilizam a mala direta.
No tocante aos principais usuários, a EMPRESA PRIVADA concorre com 56% (50% como compra, 4% como outras fo~
mas de aquisição e 2% como residual) e o ÓRGÃO PÚBLICO com 33% (20% como compra, 10% como outras formas de a quisição e 3% como residual).
-3- B - TABELA 2: Opinião quanto ao valor cobrado pelo AEB, se
- "'T
c -
gundo qualificaçao do preço e por tipo de usu!
rio.
Quanto
à
opinião dos usuários, considerados de forma global, 29% (vinte e nove por cento) o consideram ba rato, 64% (sessenta e quatro por cento) razoável, 2%(dois por cento) caro e 5% (cinco por cento) sem mani festação explicit~
Sob o prisma do usuário individualizado (EMPRESA PRIVA DA e ÓRGÃO PÚBLICO), o parecer é praticamente o mesmo do ponto de vista estatistico.
TABELA 3: Série histÓrica adquirida, por tipo de rio.
usua ...
Existe uma relativa tendência de crescimento na aqul sição do AEB por parte dos usuários, no intervalo de tempo considerado (1980-1985), tanto em relação ao TQ TAL (de 12 para 18%), segmentos EMPRESA PRIVADA (de 11 para 19%) e ÓRGÃO PÚBLICO (de 13 para 16%).
D - TABELA 4: Qualidade das informações do AEB, segundo. COE!_
ceitos estabelecidos, por tipo de usuário.
..
Em termos de população investigada, como um todo, con figura-se uma predominância nitida de conceito BOA(71%), seguido por EXCELENTE (22%) e REGULAR (4%).
Em relação aos desdobramentos principais considerados (EMPRESA PRIVADA e ÓRGÃO PÚBLICO), a situação é mani festamente a mesma, do ponto de vista técnico.
E - TABELA 5: Utilização das informações, segundo criterio:
estabelecidos de uso final, por tipo de usua rio.
Sob ~nfoque global, verifica-se uma evidência clara dos usos predominantes das informaçÕes inseridas no AEB, aparecendo como principais Estudos e Pesquisas (38%), Planejarnento (19%), Relatórios Técnicos (14%) e um Residual (29%) correspondente aos demais crité rios contemplados.
-4-
Sob o ângulo dos tipos de usuários principais, a opinião guarda relativa similitude do ponto de vis ta técnico.
F - ~EL& 6: Real interesse de aquisição do AEB/87, por tipo de usuário.
Com base na amostra da população cadastrada, para efeito da CONSULTA, 86% (oitenta e seis por cento ) dos entrevistados responderam SIM, 2% (dois por cen to) NÃO, 9% (nove por cento) NÃO SABE e 3%(três por cento) não se manifestaram.
No que diz respeito aos principais tipos de usuários (EMPRESA PRIVADA E ORGÃO P0BLICO), a opinião é pr~
ticarnente a mesma sob a ótica da inferência estatis tica.
FUNDAÇAO IBGE - TABELA 1
CDDI/6ERARISERAV -
~USUARIOS DO
~NUARIOESTATISTICO DO BRASIL, SEGUNDO A SUA
-
-IDENTIFICAÇAO E FORMA DE AQUISIÇAO
COMPRADO MO IBGE OUTRAS FORMAS DE AQUISIÇÃO
ID-"IFICAÇÃO ?OrAL UTILIZA DE IGIIORADO
La.vraria Mala Direta
Outro a
Doação Intercâ.bio Terceiros· TERCEIROS( 1 ) ( 2. )
'!"'TAL 367 247 37 6 39 8 9 13 8
EMPRESA
156 5 3 3
PRIVADA 205 23 6 4 5
.
ÓRGÃO
PÚBLICO · 119 62 10
-
32 3-
7 5• o
PESSOA 34 24 4 1
- -
3 2. -
FÍSICA
I
IGNORADO
5 1 1 1 1
-
9
- -
E/00 BRAliCO
(1) - Unidades Regionais, Agências de Co1eta, etc.
(2) - Bancas de Jornais, Livrarias, etc.
IBGE
CDDI-GEMAR-SERAV
..
.
QUALIFICAÇÃO QtJANTO AO PREÇO
Total
...
Barato
. . . . . . . . .
Razoável . . . • .
Caro
...
Outro
...
Em Branco
...
TABELA 2
- -
OPINIAO QUANTO AO VALOR COBRADO PELO AEB, r SEGUNDO OUALIFICAÇAO DO PREÇO E POR TIPO DE USUARIO -
T I p
o
D Eu s u
ÁR Io
TOTAL
Empresa Privada Órgão PÚblico Pessoa FÍ.sica
367 211 121 35
107 65 32 10
~
236 135 78 23
7 2 4 1
7 4 3
-
10 5 4 1
IBGE
CDDI/GEMARISERAY
TIPO USUÁRIO
Total
. . . .
Empresa Privada . . .
Órgão PÚblico
. . . . . .
Pessoa FÍsica
. . . .
Ignorado···
TABELA
3
- - -
SERIE HISTORliCA ADQUIRIDA , POR TIPO DE USUARIO
SÉ R I .E B I S TÓR ICA TOTAL
llr1terior lfão
....
1985 1984 1983 1:982 1981 1980
1980 Possa i
Branco
1 229 217 182 160 157 130 148 113 29 93
600 112 86 68 70 61 68 49 22 64
532 87 78 78 76 61 68 59 3 22
97 18 18 14 11 8 12 5 4 7
- - - - - - - - - -
IBGE
CDDJ/GEftARISERAV
TABELA IJ
QUALIDADE DAS INFOR"AÇOES DO AEB, SEGUNDO CONCEITOS ESTABELECIDOS, -
PO~
TIPO DE
USUA~IOQUALIDADE DAS T I p
o
D Eo s o
ÁR Io
INFORMAÇÕES T
o
T ALDISPONÍVEIS Empresa Privada órgão PÚblico Pessoa
TOTAL
...
367 211 121Excelente
.. ... ...
80 42 25Boa
... ...
261 152 90Regular
...
14 8 3Fraca
... .... .. ...
1-
1Em Branco
...
11 9 2F.i..sica
35
1.3
19
3
-
-
IBGE
CDDJIGEMIÚSERAV TABELA 5
- - -
UTILIZAÇAO DAS INFORMÇOES, SEGUNDO CRITERIOS ESTABELECIDOS DE USO FINAL, POR TIPO DE USUARIO
-
UTILIZAÇÃO DAS INFORMAÇÕES TOTAL EMPRESA PRIVADA ÓRGÃO PÚBLICO
TOTAL
...
798 4 02 327PLANEJAMENTO
...
157 90 59ESTUDOS E PESQUISAS
...
301 167 106RELATÓRIOS
...
112 53 55TESES
...
28 7 17PREPARO DE AULAS E/OU PROVAS
. .
41 15 16ELABORAÇÃO DE ARTIGOS DE PERIÓ
-
DICOS
...
50 19 25SEMINÁRIOS
...
46 18 24OUTROS
...
58 29 24IGNORADO
...
5 4 1PESSOA FÍSICA
69 8 28
4 4
10
6
4 5
-
FUiftDI\ÇI\0 IBGE
CDDIIGE"ARISERAV
TABELA6
REAL INTERESSE DE AQUISIÇÃO DO AEB/87. POR TIPO DE USUARIO
T I p
o
D Eu s o
1\ R IRFJ\L INTERESSR DR
AQUISIÇÃO DO AEB/87 TOTI\L
Empresa Privada Órgão PÚblico
Total
...
367 211 121Sim
...
315 179 105Não
...
8 4 3Não Sabe
...
32 22 8Em branco . . . 12 6 5
o
Pessoa Flsica
35
31
1
2
1
OBS.: Não foi levado em consideração a pergunta 02 (está computado como posslvel comprador o
u~u~rio qur rrcrhr por dn~ç~o).
.
'C~ IBGE- CD DI .
ENCONTRO DOS SETORES DE OOCUMENTAÇAO -
E OISSEMINACAO DAS UNIDADES REGIONAIS -
I MANUAL I
GEMAR/SERPROM
SERVIÇO DE PROMOÇÕES
SIO PAUlO
29/oa
aoz/og/aa
GEMAR/SERVIÇO DE PROMOÇÕES .AG0/88
RESUMO
A~ribuiçÕes do SERPROJ~:
. Elaborar um calendário de Eventos que vai nortear a participação do IBGE em eventos externos, tais co mo: SEMINÁRIOS, SIMPÓSIOS, FEIRAS, EXPOSIÇÕES E CONGRESSOS .
Planejar, organizar e supervisionar o andamento dos trabalhos necessários
à
viabilização dos eventos .. Criação, diagramação e arte-finalização de peças pr~
mocionais ..
. Criação, diagramação e arte-finalizaçãodetrabalhos de rotina.
-1-
MARKETING DIRETO
Esta atividade, no que concerne ao Serviço de Promo çoes-
-
SERPROR, da CDDI/GEMAR, constitui-se basicamente na utiliza ção de dois de seus instrumentos: mala-direta e merchandising,ambos com o objetivo de ampliar a disseminação dos produtos e serviços do IBGE, criando novos estimulesà
aquisição dos mesmos e levando ao con seqtlente incremento de sua comercialização.Tanto a mala-direta, como o merchandising, podem, tam- bém, ser desenvolvidos pelas Delegacias Regionais, de acordo com suas necessidades, a partir da identificação do produto ou serviço do IBGE carente de divulgação, do pÚblico-alvo e do objetivo final.
Quanto
à
atividade de mala-direta, ela pode ser traba- lhada a partir do material enviadoà
DEGE, já impresso, ou, quando houver necessidade, a prÓpria Delegacia pode criar o seu folheto. P~ra isto, não é necessária muita sofisticação. Pode-se montar um fo lheto a partir de xerox da publicação em questão, ou pode-se criar um lay-out com ilustrações alusivas ao assunto de que trata a publica- ção, com um corpo de informaçÕes - datilografado e bem diagramado com texto informativo, direto e objetivo, interessante o suficiente para prender a atenção de quem vai lê-lo, criando um estimulo
à
aqu~siçao do que está sendo oferecido, assegurando, o retorno da mala-di reta.
Quanto a este retorno, as Delegacias poderão utilizar- se, por solicitação
à GEMAR,
do envelope Carta Resposta Comercial Porte Pago - padrão da ECT, para encaminhamento junto com a mala-direta. Neste caso, devido ao cÓdigo conferido pela ECT, as respostas
à
mala-direta serão encaminhadas para o Rio de Janeiro, para o S~~~1 Ç@ de Comercialização - SERCOM, também da CDDI/GENAR.A opção, para que cada Delegacia garanta o retorno da mala-direta para sua sede, retendo assim a verba de comercializaçã~
é entrar em contato com a ECT de sua localidade e acertar um contra
,
to de porte-pago pela prÓpria DEGE. Esta é uma opção vantajosa, ja que, por Portaria, as Delegacias poderão reter 60% da verba de comer cialização de sua Unidade Regional.
No tocante ao merchandising, este é um instrumento de marketing utilizado para dar mais impulso, para criar motivação no consumidor para adquirir um produto. É como se fosse um lembrete de que o produto existe e está disponivel para aquisição.
-2-
No caso do IBGE, este instrumento serveria para aprim~
rar a comunicação da Instituição, através dos produtos e serviços por ela gerados, com seu pÚblico consumidor, ou seja, os usuários dessas informaçÕes.
Podemos pensar, então, no quão importante se tornam as peças promocionais que levam ao conhecimento do pÚblico o que o IBGE tem a oferecer, incluindo aqui, folhetos, cartazes, anúncios. Porém, é igualmente importante que essas peças promocionais sejam coloca- das nos lugares certos, ou seja, em bibliotecas, escolas, universi- dades, empresas, etc ••• , onde se encontra o pÚblico-alvo.
As Delegacias tanto podem utilizar as peças promocio- nais já existentes, como podem, também, criá-las, a partir de suas necessidades.
Uma maior divulgação e melhor tratamento visual das bi bliotecas, livrarias e salas-pÚblicas, das Delegacias, também é de fundamental importância.
Uma maior participação em eventos, seja com um simples ponto de venda de publicaçÕes, ou com um estande mais elaborado,t~
bém vai colaborar para uma maior divulgação de nossos produtos e serviços, e conseqüentemente incremento de sua comercialização.
-3-
PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS
Até o presente momento, a execução desta atividade es tá centralizada no Rio de Janeiro;:_.;ktravés dos:Serviço de PrOIIIlOÇões
SERPR{)lllq!, do CDDI/GEMAR. i é
Para o futuro, a intenção do CDDI/GERAR/SERPR~. que,
, ... - ·J , ,
inclusive, e um dos motivos para à~ realizaçao deste Seminario, e que cada DEGE, gradualmente,reúna as cbndiçÕes ne2~ssárias para a prom~
ção dos eventos que venham a ocorrer em suas respectivas Unidades Re-
gionais. C"' :3
O primeiro passo para a viabilização deste projeto e a elaboração, em cada Delegacia Regional, de um Calendário de Eventos,
- . , ·,;r, -
anual, para um melhor planejamento1~os criter1os de seleçao e partici
- --- I , -
paçao em eventos de maior interess~para o IBGÉ, ou seja, eventos que reunam maiores condiçÕes para a di~seminação de nossos produtos e se~
viços, e conseqüentemente, que estimulem a co~ercialização dos mesmos.
Assim, a partir
da
~eleção do ~evento de que temos in tenção de participar, com bastanter'antecedêncra, estabelece-se uma si~temática para o andamento dos traba~hos, ·uma V~z definida como se d;
rá nossa participação, ou seja, se contaremos com um ponto de venda para as publicaçÕes do IBGE,sem necessidade de locação de um stand se haverá necessidade de um stand; se estaremos disseminando
produtos e serviços por meio automatizado, etc ...
nossos
Deve-se começar com a elaboração de uma planilha de previsao orçamentária, que, normalmente, é composta dos
i tens.:
seguintes
- Através de um contato com a firma organizadora do evento, definido o local e a metragem do stand, estima-se:
- verba para locação de área para o stand;
- verba para montagem/desmontagem do stand. Geralmen te, o valor a ser pago para a locação do stand, calculado em OTN's p~
lo total de m2 da área a ser utilizada, já inclui, o que as firmas o~
ganizadoras/montadoras do evento definem como Montagem Básica, ou seja, mÓdulos que vão formar as paredes do stand, treliça espacial para apoio dos spots de luz, carpete e salda para energia elétrica. Em suma, um stand com montagem básica,é bastante simples, e qualquer detalhe ex- tra, é também um custo extra, como por exemplo: solicitação de mÓveis especiais, tipo prateleiras, mapotecas, vaso de plantas, etc... To- dos esses detalhes têm que ser previamente definidos para já consta- rem como um valor global, na previsão orçamentária.
-4-
Se a opção não recair sobre a montagem básica, ai,d!
ve-se encomendar
à
firmas especializadas em montagem/desmontagem de stands em eventos, um projeto especial de stand, também com a defini ção de todo o tipo de recursos necessários, para apresentação do or çamento final.t
claro que, neste caso, com projetos especiais de stand, o custo é extra verba de locação da área e é bastante elevado.Neste item, também devem ser calculados os custoscom a aquisição de material necessário
à
confecção das peças promocio- nais que comporão a programação visual do stand, ou, se for o caso, incluir estas despesas no i tem"despesas extras',' da planilha orçame!!tária.
No caso da participação em eventos com utilização de equipamentos de teleprocess~ento, a sistemática deve ser a seguinte:
- contato com a EMBRATEL, com uma antecedência mini ma de 15 dias, para reserva de linha temporária de Telex e linha Tran~
data, a serem instaladas no stand do IBGE para acesso ao Eanco de Da dos do IBGE através do SIDRA.
A DEGE deve fornecer a EMBRATEL dados relativos ' ao local de instalação, perÍodo de realização do evento, perÍodo de uti lização dos equipamentos, bem como o tempo previsto para cada um dos serviços, o que deve ser calculado sempre pelo máximo.
- contato com a Cia. TelefÔnica de sua localidade p~
ra a instalação de uma linha telefÔnica temporária, cuja previsao de custo segue os mesmos padrÕes acima descritos.
Em ambos os casos, passa-se o valor calculado para a planilha orçamentária.
Mesmo que a DEGE disponha dos equipamentos de tele- processamento necessários, deve-se estabelecer um contato permanente com o DI/DES~ e DI/GEA, que darão o suporte técnico do CPD de Ran gueira para a manutenção das linhas.
No caso da DEGE não contar com os equipamentos acima relacionados(terminal e impressora), deve-se entrar em contato com o DI/DESIK e DI/GEA para consulta sobre a possibilidade de cessão dos equipamentos e do envio de técnicos do Rio para a instalação e manu- tenção dos mesmos.
Desta forma, deve constar da planilha orçamentária , além do valor a ser pago pela utilização da linha Transdata e do Telex, verba para passagens e diárias dos técnicos da DI que estarão envolvidos no evento.
-5-
É bom ressaltar que, para eventos que transcorram em fins-de-semana, quando o CPD de Mangueira está desativado, é necessá rio calcular também o valor das horas-extras que serão pag~s aos téc nicos do DI/DESIN e DI/GEA, que estarão de plantão. Este é outro i tem da planilha orçamentária.
No tocante
à
operação do telex e do terminal, se a DEGE contar com pessoal treinado para demonstrar o SIDRA, com conhe cimento das informaçÕes contidas neste Sistema, para repasse aos usu ários, não há problema. Porém, se não houver pessoal capacitado p~ra a prestação destes serviços, a DEGE deve entrar em contato com a
CDDI/GEDIS,
para solicitação de técnicos para suprir sua carência.Neste caso, há que se calcular os custos com passagens e diárias p~
ra estes técnicos, o que também constará da planilha orçamentária.
As áreas técnicas do IBGE, dependendo do evento de que a DEGE estará participando, podem ter interesse em enviar técni- cos para prestarem informações especificas de sua área de atuação bem como podem enviar ou solicitar a confecção de material para a d~
vulgação de seus produtos e serviços, o que fará parte da programação visual do stand. Assim sendo, quando da seleção do evento que a DEGE promoverá, deve-se procurar estabelecer um contato prévio com a área técnica do IBGE afim com o tema do evento, para uma participação con junta no andamento dos trabalhos.
Neste caso, deve-se estabelecer qual das partes are~
rá com as despesas decorrentes do envio destes técnicos
à
DEGE, o que geralmente fica por conta da área técnica envolvida., Com o fechamento da planilha orçamentária, a DEGE ·de vera estudar a possibilidade de arcar com o total das despesas nece~
sárias
à
viabilização do evento, o que lhes dará mais autonomia de decisão. No caso de ser solicitado um repasse de verba ao CDDI, total ou parcial, a participação da DEGE no evento em questão ficará condi cionadaà
disponibilidade de recursos do CDDI.-6-
ANEXO 1
MARKETING DIRETO
\
\
' I
\
\
\ ·
\
\
SECA( TA RIA OE PLANlJA~t NTQ 0A PR:. SI:>( NCIA DA R[ PUBl tCA
c~ -..o ..-muTO - . - > la _ , . l UTA'IIIl'lCA - -
\
\
\
\
' \ ' \
\
-7-
c~ .. u
JUo de. Janebt.o 1 . 17 de. 6e.veAe.Vlo de. l9&1
Senho~ P~e6úto1
Ao anunc-úvt-lhe.
QU2.o
IBGEutá lo.nço.ndo a
SINOPSE PRELIMINARVO CENSO
AGROPECUÃRIOde. 1985 1
~eaUzadono ano pa.66ado 1
ternoho
p~zeAde. env-i..all.-.the. uma tabela com a
coMo~do.ç.ãc
do~do.do6
l'l{t.Ú,-i..mpolth.n.tu
6ob~t:e.a economia agMpe.cuálúa de. 6
eumwúcZp.i.o.
A S.inop~e P~el..úninaJL
do Ce.Mo AgMpecuáW/85 1 utá hendo
ecüto.do.em cinco volumul
um
pMa c.a.da Jr.eg.ião
dopaM.
SUo..6 .in6o~tmat-õu1 com ta.be.la.6
qU2.cob!tem tDdo-6 oh
.mwúcZp.i.o~b~ile.út.oh
1
~zema.6
p1Ume,úuu, .in6o~açoudo Ce.mo 1 t>ob!te. ag!t.icu.U.wta., pec.uá!U..a,
av.ic.~tulu1
1
.ap.ic.ultulul, cun.ic.uUWLO., hen.ic.u.U.WLa1 ho!tt.ic.u.U.U!Ul1 ex.tllaç.ã.o
depMdu.tot> vegeta..i6, entlt.e.
o~.Alem
du~u dado h,
o~ ta.b~rnot>.tJt.o.m
a.6c.aJLO.c.teilit.ic.a.6
do~uta.bete.
cúnUltoh, cob!t.indo âll.ea tDta..t
(~Wbuiçõ.opo!t at.iv.idade ou
cu.U.wta.)1 pe..6J.>oo.l ocupado-;
e6et.ivo
do~ ~e.ba.nhot>,pMduçã.o agll1cola.1 at.iv.idade e.c.onôm.ic.a, mãquinah
· eim:tJLumentoh
agJÚ.c.oW,a.dubaçã.o
e coMeÇÕ.odo holo 1 .illll.igaç.ã.o 1
e.tc.Adqu.ill.a
jáo
e.xemplaA daSINOPSE
PRELIMINARVO CENSO AGROPECUÃRI0/85
de ~ua ~egiãn, econheça o po:te.•tc..<..a.l ag!t.Dpecu.á.tú.o
..de h
eumurú.cZpio
e. deh
eU6viúnhM.
P11..eenchao cu.porr.
abaixo indicando o
exemptaA (ou exemptaAu)que p!te.tende adquift.ili..,
jUYZt.ea
el.e cheque nomí.nai. (vale. pohtD..l - Agência
Centli..a..l.-RJ),ou empenho
deveJtba no vai..oiL
de ~uaencome.nc!ã
ee.nvie.-noh utilizando o envelope 1Le..6pohta. comell..c.ial.
Ohelo hell..á pago pelo
IBGE.REGIÕES
Norte ...•...
Noroeste ••••••••••
Sudeste •••••••••••
Centro-Oeste ... . Sul ...•••...•••
A:tenc..io~ amen:te,
ANTONIO PENTEAVO
Ge~~..en:te de Ve.J.Jenvolvimen:to
e Comell..ci.ai.izalça.o
-- - - --- - - - - TABELA DE PREÇOS
CZ$ PÁGINAS
72,00 156,00 120,00 55,00 84,00
152 324 242 138 172
À FU\JDAÇÃO INSTinJTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATISTICA
Desejo receber os exemplares abaixo assinalados da SINOPSE PRELIMINAR DO CENSO AGROPECUÁRI0/85, os quais me se rão entregues no endereço abaixo. Para tanto estou anexando cheque (Vale Postal - Ag. Centrai,RJ -ou empenho de verbal no valor de - - - - pagãvel à FUNDAÇ.!.O INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATISTICA -IBGE
ex. da Região Norte_ ex. da Região Nordeste-ex. da Região Sudeste-ex. da Região Centro Oestf' _ex. da Região Sul
- - - d e 1987 assinatura do adquirente '
Endereço:
N o m e - - - - Rua - - - C i d a d e _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ UF - - - - CEP. _ _ _ _ _ _
-8-
-··
...
_1
:"1
,
•!
J
. ~:
... n . ':" ~
I ·~ ~
- ·
FUNDACAO
IBGEC~
O Makr Banco de Dados Sotre o Brasil.
,1" ·-
. ~ :· ..
... ~ ....
'; ...
-~-- · -----
I a l i
CENTRO OE DOCUMENTAçAo E DISSEMINAçAo DE INFORMA(:OES
S...hor P,.fwito,
Ao _.unciM'"IIwqw o IBGE ..U ~ • S~ Prelimilw do CeNo ~io de 1985,
,..,;,«lo
no ..a ,.a«Jo. 11m01 o pruw • _.,..,. u-blflf* a1m • - I i l i • çlo do• d«lo• ,.;, imporr.,.,., 10tH. • «JJntHrti• ~· • . , ~-• A Sinopte Prelimlner do Cento ~185
ftd..,.
.ti,..., dnco ..,,.,_.um,.,.
c.d• ,_,;lo do P.í1. Su. infonMç/Jft. a1m ~ qw Clll6rM9 ..,._ oe munic/Piol brMieÍfOI, rnnnt • P'lf'Mi,., /nfo~ do OlnfiO , . . l/lrlcufnn, fi«UUN, ..,;a,lrur. ,•piculru,., cuniculrur. • ..ncuhiHW, horrlcvlhw.,
••rnçlo •
plfltlutoe . . . . -• .,.,.. ourrn.A IIm d - d.tol, ourrw , . , _ - • -'"-dos~--. tiObrindo MN ror.l (di.rribuiçkl por •rMd . . ou culnn), , _ -ocu,.do, ~dos,..,.,.,., piO·
duçlo .,rrcot• • .rwid• «XKKÕmic.,
"*'uln• •
IMrNnwri'OI .,állr, -~ • ~ do 110/o, lrrig~ • .rc.Adqul,. jl o •x.mp/KtM Sinope. Prellmlner do c.n.i ~·-,.,;lo.
• contr.ç. o por.ncJ.t.,rop«:uurio tn., ,.,fc/pio • • -llizítt'-~o C1.4110"' que _ , , _ , , . -c:err., indic:endo o •....,.tr (ou ••~ qw , . _ , . «//quirlr, ; . -
• • •• ch«tue nomín-' ,,.,. ptJitM • ~· CMrni·RJJ. ou.,.,.,. • ..e. no _,. •
- -nwnd• •
enoriHtOI urlllundoo_,_,...,.,.
comerr:l-' qw,.,..,.,-' - ·O •lo -~ PII/IO t»lo IBGE.
·.·
''·
··~ ·•.·
Ar.ndo..,..r.,
~ G-••
O..WOMmln1o• Co!NrclellzeçiD
--- ----·-·---
-- - ---
ISR-52 414/86 UPCT Principal
DR/Rio
I o
I
I
~t ~
. < · : (
CARTA RESPOSTA COMERCIAL ~
·, -; f
NlO I! NECESSARIO SELAR
r
t)!:,{, . ~i ---0-S_E_L_O_S_E_RA_P_A_G_O_P_O_R---~~:
.... . · ...... ·~ .l •
....
. 1 I
IBGE
t-~~ . . ·.~ I'·
20299 RIO DE JANEIRO-RJ
. . . -:-r?:":11~ ...... - -· -
.· . . . ii ~f{:\:
- -
~~;
..
~.· ·~>.
. ·=·~ ... ·._ .. ·' ..
- :
.
"... ~ ...
" ·' ~
·lo.
I ::, .
1-' o
I
. ·
. .
· ·.,.
'···
Depois de ouvirmos quem mais entende da matéria, podemos garantir que ...
'.> -~i"' ....... A'1 ~-.... "'~.~( •• ·•.. •. . ..,. ...... ,.. ... - '
~. . .. ~ t.lt\'01!~ ;, .. '
l ; ~~ ( ~ _; ~;: l~
.< • ~ ,· "' -~,, ·: .:·l: ,~·-.·~:,··
... tudo o que você precisa saber sobre estabelecimentos agropecuários, áreas e tipos de lavouras, pessoal ocupado, rnaquinário, rebanhos, condição do produtor e muito mais, está a sua disposição no mais novo lançamento da Fundação IBGE.
_ ,
i};::~;-~I'j::s:'"
_5;:: :-·~:~
1:~~~-}f',,
VOCÉ ENCONTRA TODOS ESTES DADOS CONDENSADOS NO VOLUME ~BRASILH OU PODE OBTER O VOLUME RELATIVO A SUA ÁREA DE INTERESSE (REGIÃO NORTE, SUL, CENTRO-OESTE, ETC)
--~--- - ---
A
FUNDAÇAO I BGE
Desejamos receber os seguintes volumes da coleção SINOPSE PRE LIMINAR DO CENSO AGROPECUARIO;
[] REGIAO CENTRO-OESTE [] REGIAO NORDESTE [] REGIAO NORTE [] REGIAO SUDESTE [] REGIIIO SUL [] BRAS I L
czs 55,00
czs 130,00
czs 60,00 czs 100,00 czs 70,00 CZ$ 100,00 Para tanto, enviamos anexo, cheque nominal à Fundação IBGE, no valor corresponde~
te,
empresa: ________________________________________________________ _ a/c de:
endereço: ---ba i r r o: --- -- muni d pi o: _ _____________________________ UF: ___________ .cep: ______ _
-11-
.. ,
. '•
. -:: ...
"'.· .I.
-:~x-1
:~r·<+-' .. '
:
'·\ 'tv, ,
·:
..
IS R- AO -2815/8.5 U. P. AG/CENTRAl
DRIS~O PAUlO
.... · -:...
.
·...:.:-· ....
-
~ ..j •
l9< ... ' . ~ ..
; ·.
,. . . ~ .
..
.I .
,. . :-
,_, ....
~-· ... .
<---~. - ~--
.. :,·:.CARTA RESPOSTA COMERCIAL
/~·.Não é necessário selar ~
· ..
1 ---· : · · ..
.~ ' .
O selo será pago por:
1 BGE- Delegacia no Estado de sao Paulo '
010 98 • SAO PAULO • SP
\ .
ANEXO 2
PARTICIPACAO IM IVINTOS
I-
.PREVISAO ORÇAMENTARIA
Evento:
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Local:
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Data:
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Horário:
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Patrocinador:
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Organizador:
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Conta tos:
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
ORÇAMENTO:
no evento:
Inscrição
Locação de área do estande (rnonta~ern básica) Projeto especial
Linha Transdata:
Linha Telex:
de estande:
Linha Telefônica:
Passagens: Trajeto:
Diárias: Servidores GEMAR
. . . . . .
Servidores GEDIS. . .
Servidores GEDOC. . .
Servidores DESIN. . . . . . . . . . . . . . . ... . . . . . . .
. . . . . . . . . . .
. . . . . . .
. . . . . . .
. . . . . . . . . . .
Servidores GEA/DI·. . . . . . . . . . . . ...
Horas-Extras Horas-Extras
Servidores (outros) CPD (Mangueira}
(outros)
Tel Tel
Cz$
Cz$
Cz$
Cz$
Cz$
Cz$
Cz$
Cz$
Cz$
Cz$
Cz$
Cz$
Cz$
Cz$
Cz$
Despesas Extras (Limpeza, Segurança, Programação Vi- sual, Energia Elétrica do estande,etc}Cz$
TOTAL Cz$
...
. . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . .
. . . . . . . . . ... . . . . . . . . . . ... .
. . . . . . . . . ....
. . . . . . . . . . .. .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . .
. . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . .. . . .
. . . . . . . . . . ...
. . . . . . . . . . ...
. . . . . . ...
.. . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . .
. . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
CDDI/GEMAR/SERPROM Em,
... I . .... I .. . ..
Autorizado por:
Processo n9:
... I .. ....
-13-