Caregiving practices are considered actions aimed at the newborn and his family, carried out by health professionals during the process of hospitalization of the newborn. In the case of the neonatal implant, medical professionals proved that there was a development space in the field of neonatal life with an emphasis on technology, which made it possible to prolong the life of the newborn.
INTRODUÇÃO
Tecendo alguns Conceitos Relacionados à História
Dessa forma, seguindo a linha da pesquisa histórica, a história pode ser dividida em História Antiga e História Nova (BORENSTEIN, 1995; BURKE, 1992). Neste estudo optamos por seguir o referencial teórico da Nova História que avalia toda a atividade humana, considerando sua história e passado, reconstruindo um fato e conectando os momentos subsequentes com o momento em estudo.
A História Escrita sobre a Neonatologia
Esse fato caracterizou a separação do recém-nascido de seus pais e demais profissionais, o que permitiu que o recém-nascido fosse objeto de exame apenas para profissionais que atuavam na área neonatal. A pesquisa e o investimento na área neonatal têm se tornado cada vez mais frequentes e difundidos por todo o mundo.
OBJETIVO
METODOLOGIA
- Tipo do Estudo
- Local do Estudo
- Informantes
- Coleta de Dados
- Análise dos Dados
- Aspectos Éticos
Nos moldes da Nova História, Burke (1992) afirma que todas as atividades humanas são capazes de se tornar uma fonte de dados. Na Nova História é inapropriado dividir as fontes de dados em primárias e secundárias, como tudo o resto. A fonte de dados do estudo foram entrevistas e materiais como rotinas, horários, estatutos, cartas, fita VHS, planta baixa e slides de projeção visual.
Os pesquisadores que utilizam essa técnica de análise de dados são “atraídos pelo oculto, pelo latente, pelo não visível, pelo potencial do não publicado (o não dito) que é preservado por cada mensagem” (BARDIN, 2004, p.7). Segundo a proposta de Bardin (2004), existem três fases distintas na análise de conteúdo: pré-análise; a exploração do material; e processamento dos resultados, conclusões e interpretação. No que diz respeito à análise de conteúdo, vale ainda ressaltar que Bardin (2004) prevê a utilização de computadores como ferramenta de apoio à análise de dados.
Dentre as consequências citadas pelo autor quanto à utilização de sistemas informatizados para esta atividade, vale destacar o aumento do rigor na organização dos dados coletados e a possibilidade de manipulação de dados complexos. Numa segunda etapa, os dados foram coletados nos arquivos da instituição pertinente, para que posteriormente pudessem ser realizadas entrevistas com profissionais de saúde.
IMPLANTAÇÃO DA UNIDADE NEONATOLÓGICA
A Criação da Unidade de Atendimento Neonatológica
Como hospital geral, deve ter todas as especialidades, inclusive pediatria, inclusive maternidade, berçário, e foi justamente nessa época em que foi planejado o Hospital de Clínicas que foi organizada a UTI Neonatal (E 1). De janeiro de 1972 a 1974, o desenho da área física da Unidade de Neonatologia passou por reformulações no plano inicial para atender a demanda, pois o número de partos por dia inicialmente planejado passou de cinco para 10. Através de seus depoimentos analisar , podemos- observou-se o desejo de implantar um Hospital Universitário que fosse montado e estruturado, bem como o sucesso nesse processo.
Cada nova unidade inaugurada significou mais uma opção de atendimento para a comunidade usuária do hospital, além do aumento do campo de estágio e pesquisa para a comunidade acadêmica e também da ampliação do mercado de trabalho para os diversos profissionais que atuavam. um hospital. A intenção observada nos relatos dos profissionais de saúde, na implantação da Unidade de Neonatologia, foi produzir o melhor cuidado possível, embasado cientificamente para oferecer um cuidado diferenciado. Isto se justifica principalmente porque todos os profissionais que compunham a equipe ingressaram em uma área de atuação que iniciou seu desenvolvimento no Brasil e em um Hospital Universitário que almejava se tornar um hospital inovador e de referência.
A fala anterior demonstra a preocupação com o planejamento do serviço bem como a falta de experiência por parte da equipe, e apesar disso os profissionais buscavam um serviço de qualidade para oferecer à população. Na próxima sessão será discutida com maior detalhe a questão da importância da Unidade de Neonatologia no contexto do novo hospital.
Justificativa para a Implantação da Unidade Neonatológica
Na América do Norte já tinham começado na década de 1960, porque até então não havia muito trabalho com o bebê, sabia-se muito pouco sobre a patologia e as terapias eram muito ineficazes (E 1). Então quando foi planejado o Hospital de Clínicas, as UTIs pediátricas e neonatais estavam se formando no mundo, foram se espalhando pelo mundo todo, aqui na Europa, então em 1967, 68 começou a UTI Neonatal. Os dois primeiros que começaram quase simultaneamente foram o Hospital Presidente Vargas e a PUC, inaugurada em fevereiro de 1978.
E foi inaugurado o Hospital de Clínicas, na verdade o planejamento do Hospital de Clínicas começou mais cedo do que na PUC, mas como demorou muito, abriu só na PUC. Ao elaborar o projeto e implantar a Unidade Neonatal, os profissionais envolvidos encontraram dificuldades para implementá-lo, pois eram escassas as referências bibliográficas e os estudos na área neonatal. Todas essas equipes se preocuparam em fundamentar cientificamente o conhecimento e criar uma unidade de referência em neonatologia, inovadora e capaz de prestar cuidados em todos os níveis de complexidade.
A Unidade de Neonatologia foi considerada um novo campo de atuação para futuros profissionais que atuariam no mercado. Nas normas estruturais da Unidade de Internação Neonatológica (UIN), definidas em maio de 1980, verifica-se que o objetivo da unidade era atender às necessidades básicas e terapêuticas do recém-nascido.
Estruturação e Execução da Unidade de Internação Neonatológica
A gente inovou muita coisa, por exemplo, criamos, tínhamos lá uma unidade de terapia intensiva, uma unidade de cuidados intermediários, tínhamos um atendimento mínimo, uma sala de recepção de recém-nascidos porque todos nasceram no andar de cima, no 12º e eles fomos para o décimo primeiro, onde os servimos. Este fluxograma abrangeu os RN nascidos na maternidade do HCPA que receberam atendimento inicial na sala de reanimação localizada no CO e em seguida foram conduzidos à sala de acolhimento ou a uma das salas de internação. Pacientes com doenças infecciosas eram internados na Sala de Isolamento vindos da comunidade ou da própria unidade após diagnóstico suspeito ou confirmado.
A Sala de Cuidados Intermediários I foi destinada a pacientes que receberam alta da sala da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal e que não representavam risco iminente à vida, mas ainda assim necessitavam de cuidados e atenção concentrados. A Sala de Crescimento abrigava os RNs que haviam sido transferidos internamente na unidade, vindos da UTI, Salas de Isolamento ou Intermediárias, e que não necessitavam mais de cuidados observacionais contínuos. Os recém-nascidos a termo, pequenos, adequados ou grandes para a idade gestacional (PIG, AIG, LIG), ou que pudessem permanecer no quarto (AC) após o nascimento, permaneciam na sala de registro durante as primeiras horas de vida até a mãe o bebê poderia receber
Devido à constatação de que o bebê poderia estar em perigo de vida, considerada pelos profissionais de saúde, foi necessário que os bebês permanecessem sob supervisão constante na sala de acolhimento. A unidade, além das enfermarias, contava com instalações comuns como vestiários e banheiros masculino e feminino, salas de alimentação, sala de limpeza, sala de prescrição, sala de reunião com os pais, sala de atendimento médico, sala de enfermagem, mamadeira, sala de espera. sala, despensa, rouparia, sala de estudo, sala de procedimentos, sala de limpeza, sala de enfermagem e posto de enfermagem.
PRÁTICAS DE ATENDIMENTO
Práticas de Atendimento em Relação ao Recém-nascido
Desde a implantação já se sabia sobre a importância da manutenção da temperatura corporal do recém-nascido, bem como sobre suas consequências. Como exemplo, podemos citar as formas criadas para manter a temperatura corporal do recém-nascido. Essas cabines eram utilizadas em recém-nascidos prematuros extremos para manutenção da temperatura corporal (DA POIAN, LOUZADA, MOURA, 1986).
Naquela época existiam incubadoras e existiam essas manjedouras aquecidas, essas antigas, que a gente controlava. Em geral, foram tomados cuidados com a fototerapia, deixando a criança vendada e exposta à luz (ver figura 5), e observada a manutenção da temperatura e hidratação do recém-nascido. Eu lembro que a gente falou muito isso no começo, o que a gente orientava os funcionários era olhar primeiro o paciente, você chega, olha o paciente e vê como ele está para depois comparar.
Sem contar as coisas que a gente não sabia que iria acontecer, então depois já sabíamos que isso e aquilo aconteceria com tal e tal, mas tinha algumas coisas que achávamos que não iriam acontecer e aconteceriam e aí já tínhamos a solução pronta e tive que fazer tudo de novo. Pensávamos que sentíamos, e dissemos que sentíamos e a resposta que obtivemos foi que não sentíamos dor.
Práticas de Atendimento em Relação à Família
Desde a elaboração do projeto da unidade, os profissionais de saúde têm se preocupado com o acolhimento dos pais dos recém-nascidos internados na UTIN. I 14) Porém, apesar de a Unidade de Neonatologia ter abraçado o ideal de manter os pais próximos dos filhos, houve uma dificuldade inicial nesta relação pai/filho. Mesmo com as dificuldades iniciais de adaptação da equipe aos pais do recém-nascido, surgiu uma unidade que desejava implementar cuidados inovadores.
Esse fato fica evidente na fala do Informante 4:. Outro cuidado que sempre foi tomado foi que os pais pudessem ficar aqui 24 horas, isso é algo que só agora está a surgir noutros hospitais e que aqui existe há 26 anos. No entanto, os pais foram solicitados a se ausentarem durante os turnos de enfermagem, rondas médicas e em situações de urgência ou procedimentos invasivos. Os pais foram incentivados a permanecer com os filhos tanto quanto possível, principalmente pela equipe de enfermagem.
Ao serem internadas na unidade de terapia intensiva, foram incentivadas a tocar e conversar com o bebê. Se estivessem na fase intermediária ou de crescimento, os pais poderiam ajudar nos cuidados, como troca de fraldas e alimentação. Essa troca de experiências valoriza tanto a equipe profissional quanto os pais que se encontram em situação de medo, o que a torna relevante, fato destacado por diversos informantes.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Para reduzir a mortalidade neonatal, esforços têm sido investidos em pesquisa e tecnologia para aumentar a sobrevivência dos recém-nascidos com as menores sequelas possíveis. O uso do plástico na manutenção de um ambiente termoneutro para recém-nascidos prematuros (RNPT). Os primórdios da assistência ao recém-nascido no exterior e no Brasil: perspectivas sobre o conhecimento da enfermagem em neonatologia.
Promovendo o vínculo mãe-filho em situação de prematuridade: intervenções de enfermagem no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Como foi em relação à prática de enfermagem e quais profissionais participaram. Quais ações faziam parte da assistência prestada pelos profissionais de saúde ao recém-nascido na implantação do serviço.
Quais ações faziam parte do cuidado que os profissionais de saúde prestavam à família do recém-nascido. Eu, Cecília Drebes Pedron, aluna regularmente matriculada no mestrado em enfermagem, da Escola de Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, estou desenvolvendo a tese de mestrado intitulada "O resgate das práticas de cuidado na terapia intensiva neonatal atendimento em hospital escola”, sob orientação da professora Ana Lúcia de Lourenzi Bonilha, vinculada ao Departamento de Enfermagem Materno Infantil da Escola de Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.