Para reforçar esta preocupação ambiental, foi criado o observatório ambiental do poder judiciário, espaço majoritário de vocações. Através de uma interface web intuitiva, aumenta a transparência dos dados judiciais, permitindo principalmente o cruzamento e a obtenção de inteligência institucional sobre áreas protegidas ameaçadas.
PRÓLOGO ABRAMPA
FINANÇAS SUSTENTÁVEIS: ESG, COMPLIANCE, GESTÃO DE RISCOS E ODS
Neste momento, o projeto Amazônia em Foco conseguiu diagnosticar os entraves e fornecer uma série de ferramentas técnico-jurídicas para melhorar a atuação dos membros do Ministério Público em questões ambientais. De nada adiantam as diretrizes apuradas de cada membro do Ministério Público se as empresas não investigarem a cadeia de fornecimento dos seus stakeholders e garantirem o rigor ambiental e social.
PRÓLOGO CNMP
FINANÇAS SUSTENTÁVEIS
Muitos de nós vivemos além dos recursos ecológicos, por exemplo nos nossos padrões de consumo de energia. Partindo do pressuposto de que a conservação dos recursos naturais exige a disponibilidade de investimentos financeiros, a utilização de instrumentos econômicos que desenvolvam a consciência social, ambiental e financeira dos detentores do poder econômico é essencial ao processo de preservação da natureza.
APRESENTAÇÃO
As relevantes contribuições de 67 autores em 33 artigos sobre aspectos regulatórios, gestão, responsabilidade socioambiental dos agentes financiadores e investimentos responsáveis, voltados aos objetivos de desenvolvimento sustentável, gestão de riscos e eficiência de compliance visam refletir sobre questões importantes relacionadas à gestão adequada de melhores práticas de gestão e responsabilidades socioambientais, com referência aos princípios ESG, especialmente nos setores empresarial, público e privado e financeiro. As relevantes contribuições de autores de diversos setores da sociedade, baseadas em seus reconhecidos estudos ou experiências sobre temas atuais reunidos nesta publicação inédita, facilitarão estratégias de solução articuladas com a boa governança, contribuindo para a eficiência no enfrentamento de desafios em termos de finanças sustentáveis, risco encarar. governança e ESG, à luz da agenda 2030 de objetivos de desenvolvimento sustentável.
ASPECTOS GERAIS, CONCEITUAIS E HISTÓRICO-EVOLUTIVOS
ESG, ODS, gestão de riscos e compliance à luz dos contextos internacional e nacional
RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA E OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO
SUSTENTÁVEL: O PAPEL DOS CONSELHOS
INTRODUÇÃO
- A RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DAS EMPRESAS
- A IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA DAS AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
- CONCILIANDO RESULTADOS PARA A EMPRESA COM RESULTADOS PARA A SOCIEDADE: UTILITARISMO OU
- ENGAJANDO AS ORGANIZAÇÕES NO CAMINHO CERTO: COMO OS CONSELHOS PODEM AJUDAR?
Impacto positivo na agenda dos ODS do país anfitrião – redução da pobreza (ODS 1), promoção da igualdade de género (ODS 5) e promoção do trabalho digno e do crescimento económico sustentável (ODS 8). Impacto positivo na agenda dos ODS do país anfitrião – reduzir a desigualdade (ODS 10), tornar as cidades e os assentamentos mais inclusivos (ODS 11), promover sociedades pacíficas e inclusivas (ODS 16) e fortalecer parcerias para o desenvolvimento sustentável (ODS 17).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O estabelecimento de processos para reduzir os riscos das empresas deve ter uma atitude transparente e proativa - ou seja, evitando a ocorrência de situações que tenham consequências para o ambiente ou para a sociedade - em vez de uma atitude defensiva - que tenderia a aceitar determinados riscos ambientais ou sociais desde que as consequências económicas globais para a empresa continuassem positivas.
CONSTRUÇÃO DA CULTURA DA
SUSTENTABILIDADE À LUZ DOS ODS E DOS PRINCÍPIOS ESG
CONSIDERAÇÕES PROPEDÊUTICAS
- A MULTIPLICIDADE DE ATORES DO NOVO AMBIENTALISMO
- A EXISTÊNCIA DE NORMAS OBRIGATÓRIAS E DE
Ao contrário do que aconteceu nas origens do ambientalismo, o objecto escolhido para o pensamento ecológico já não se encontra entre o desenvolvimento e a protecção ambiental. Os instrumentos econômicos da Política Nacional do Meio Ambiente foram acrescentados à lei conforme inciso XIII do artigo.
AS INICIATIVAS DA ONU. AS CONFERÊNCIAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO E OS
- A CONFERÊNCIA, A DECLARAÇÃO DE ESTOCOLMO E A INSTITUIÇÃO DO PNUMA (1972). O PROTAGONISMO DOS
- A CONFERÊNCIA E A DECLARAÇÃO RIO 92. O PROTAGONISMO DAS ONG´S AMBIENTALISTAS E A PARTICIPAÇÃO SOCIAL
- ANTECEDENTES: A COMISSÃO MUNDIAL SOBRE O MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO (1983) E O RELATÓRIO “NOSSO
- A DECLARAÇÃO RIO 92 E A AGENDA 21
- A CONFERÊNCIA RIO+20: O PROTAGONISMO DO SETOR ECONÔMICO E FINANCEIRO
Desta primeira conferência, líderes de países desenvolvidos e em desenvolvimento com interesses conflitantes em relação às questões ambientais e de desenvolvimento emergiram como protagonistas (LAGO, 2006; FERRARI, 2012). Em termos de gestão ambiental, destaca-se a instituição do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA (UNEP, pelas iniciais em inglês) no mesmo ano da conferência, 1972; e os governos nacionais foram incentivados a estabelecer políticas e estruturas de gestão ambiental, exemplificadas pela criação da Secretaria Especial do Meio Ambiente (SEMA) em 1973 no Brasil.
A PREOCUPANTE PAUTA CLIMÁTICA. A CONVENÇÃO- QUADRO SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Entre vários tópicos, dois temas principais foram o tema da Conferência de 2012: (1) a “economia verde” no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza, e (2) o quadro institucional global para o desenvolvimento sustentável (Rio+20, n.d. ). Na ampla discussão dos temas sobre desenvolvimento sustentável e responsabilidade socioambiental, um dos aspectos relevantes foi a determinação do papel do setor empresarial e das instituições financeiras no estabelecimento e implementação de ações concretas e pragmáticas para negócios e processos, levando em consideração conta as mudanças necessárias para a adaptação ao modelo de “economia verde”, de acordo com os novos conceitos propostos pela ONU nas referidas conferências.
CQMC), AS CONFERÊNCIAS DAS PARTES (COP´S) E DESDOBRAMENTOS
Os ODS fornecem uma base para lidar com os antigos desafios que se intensificaram, bem como com as novas complexidades que surgiram nos tempos modernos, incluindo a erradicação da pobreza, o fim das alterações climáticas globais, o combate ao desemprego e outras questões e questões globais. Dessa forma, todos contribuem para a construção e implementação da sustentabilidade, alinhada aos ODS e aos seus objetivos.
A EXIGÊNCIA DA SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL PELO MERCADO FINANCEIRO E OS PRINCÍPIOS ESG
Disponível em: https://www.investidor.gov.br/portaldo-investor/export/sites/portaldoinvestidor/publicacao/Serie-CVM-Sustentavel/serie_. Disponível em: https://wribrasil.org.br/pt/blog/clima/o-saldo-da-cop26-o-que-conferencia-do-clima-signifique-para-o-brasil-e-o-mundo.
ESG E OS DESAFIOS JURÍDICOS PARA A GOVERNANÇA CORPORATIVA
Quanto ao desempenho ESG, o conceito refere-se às métricas de sustentabilidade como fatores de avaliação da eficácia do cumprimento ou cumprimento de princípios e normas ambientais, sociais ou de governança. Os riscos ESG ou riscos ambientais, sociais ou de governança estão associados ao aprimoramento da matriz de riscos, com diagnósticos reais da situação, fortalece o monitoramento de perdas e ganhos, para direcionar boas estratégias em planos de ação e promove a implementação da responsabilidade socioambiental dos agentes financiadores e responsabilidade pelo cumprimento das empresas.
OS DESAFIOS DA DEFINIÇÃO DE ESG
Este artigo tem como objetivo aprofundar as questões jurídicas relacionadas aos modelos inovadores de governança corporativa, com foco na responsabilidade pelo compliance e na responsabilidade objetiva e solidária pela qualidade ambiental e sócio-ecológica de produtos e serviços, ou pela inadequada gestão de riscos por meio da governança corporativa. . , onde o principal indicador é a transparência ativa. Em novembro de 2020, o WBCSD publicou o Guia de Processo ESG, que tem o potencial de impactar profundamente uma empresa em questões de grande escala e com implicações para o propósito comercial de uma empresa, tais como: reputação, valores corporativos, gestão de risco e nas relações com investidores. , fornecedores, clientes, funcionários e demais partes interessadas.2 É, portanto, importante que o monitoramento da conformidade e a gestão de riscos, como medidas preventivas contra danos ambientais e gestão de riscos, também sejam permanentemente incluídos na contabilidade ou balanço, com conscientização e validação de informações corporativas informadas. governança e dotados de espaços de tomada de decisão para participação social.
POR UM MODELO INTEGRADOR DO CONCEITO JURÍDICO DE LEGITIMIDADE DA ESTRUTURA DE
Fornece controles internos, gerenciamento de riscos e governança no âmbito do poder executivo federal. Institui a Política de Gestão de Riscos da PGR do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU).
O LITÍGIO ESG
As metodologias de gestão e análise de riscos no nível da governança corporativa, incluindo os riscos socioambientais, ganham hoje especial importância como instrumentos de política para prevenção de riscos e responsabilização contra a corrupção. Os métodos de gestão de riscos ambientais e sociais no nível da governança corporativa não são recentes, são recomendados há várias décadas, no Brasil e internacionalmente, especialmente por meio da autorregulação por órgãos e institutos internacionais.
LINHA DO TEMPO NORMATIVA DA GOVERNANÇA E DO COMPLIANCE
De acordo com o artigo 6.º do Regulamento da UE, os participantes no mercado financeiro devem incluir informação pré-contratual com os seguintes elementos: a) a forma como os riscos de sustentabilidade são integrados nas suas decisões de investimento; e b) os resultados da avaliação dos potenciais efeitos dos riscos de sustentabilidade no desempenho dos produtos financeiros que fornecem. Quando os participantes no mercado financeiro avaliam que os riscos de sustentabilidade não são relevantes, as descrições no primeiro parágrafo devem conter uma explicação clara e concisa das razões para tal.
GESTÃO DE RISCOS COMPLIANCE E AS CHAVES PARA MUDANÇAS PARA UM MODELO SUSTENTÁVEL DE
Dispõe sobre uma política de gestão da administração pública federal direta, autônoma e fundamental, baseada na gestão de riscos. Disponível em:
ODS1: ACABAR COM A POBREZA EM TODAS AS SUAS FORMAS, EM TODOS OS LUGARES
Esses programas de longo prazo prevêem a emancipação mínima de indivíduos em situação de pobreza e extrema pobreza, bem como proporcionam maior inclusão às pessoas beneficiárias do BPC. Segundo o Ministério da Cidadania (BRASIL, 2020c), até 2020, mais de 67 milhões de pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica receberam esse auxílio durante o período da COVID-19.
MUITO ALÉM DA ESG
O consumo de energia elétrica no mundo cresce exponencialmente e novas fontes de energia renovável estão sendo criadas e desenvolvidas. Não podemos esquecer que outras fontes de energia renováveis ainda não satisfazem a procura.
AS EMPRESAS E O ESG
Garantir a igualdade de tratamento, não só entre homens e mulheres, mas em relação a todos os géneros, deve ser uma prática diária e constante na realidade corporativa. Justamente por isso é absolutamente necessário repetir constantemente a avaliação e questionar se ela está cumprida.
GOVERNANÇA
A certificação ESG deve ser extremamente criteriosa e clara e evitar que dela beneficiem empresas que não cumprem ou cumprem apenas parcialmente o conceito ESG, tanto para a avaliação da empresa como para a avaliação dos gestores, mas também para a avaliação dos gestores. Além disso, as definições e avaliações devem ser claras para que a empresa possa se adaptar. A boa governança será a melhor ferramenta de transparência e valorização das empresas que realmente seguem os princípios ESG.
REFLEXOS DO MUNDO FINANCEIRO E VALORIZAÇÃO DA EMPRESA:UMA REALIDADE
CHEGAREMOS À ERA DO NÃO EMPREGO?
RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA ODS, ESG, GRI, LGPD, CVM, SASB, GOVERNANÇA
Membro e professor do Curso de Formação de Conselheiros do IBGC, no módulo Gestão de Riscos. Dado o nível de complexidade e conectividade já alcançado no ambiente de negócios hoje, é imperativo construir uma visão mais holística, coordenada e de longo prazo nos três pilares abrangidos pela sigla ESG para ter um enquadramento abrangente do universo. riscos e como mitigá-los, sem esquecer de descobrir novas oportunidades de criação de valor e competitividade.
EFEITOS DA PANDEMIA DA COVID-19
Na prática, vivemos a 3ª Guerra Mundial, pelo menos sem o custo da reconstrução de todo o património, mas com números alarmantes de vítimas (mortes). É uma curva matemática que descreve uma oscilação suave e repetitiva que é uma onda contínua.
SUSTENTABILIDADE, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E ESG
Um forte compromisso com o financiamento sustentável, em pura teoria, cria um enviesamento de risco. Organizar reuniões com profissionais de gestão de riscos e sustentabilidade para entender os riscos relacionados a ESG;
O PAPEL DOS REGULADORES
Mesmo que as empresas divulguem, a informação geralmente não é suficientemente relevante, comparável, fiável ou. Disponível em:
ASPECTOS REGULATÓRIOS E DE CONTROLE INTERNO
Contexto atual e novos rumos no direito internacional, nacional e na auto-regulação
TRÍADE ESG, AGENDA BC# SUSTENTABILIDADE E REGULAÇÃO DO MERCADO FINANCEIRO
Mestre em Direito das Relações Sociais: Direitos Difusos, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo/PUC-SP. A relação entre o sistema de trocas e os recursos ambientais é caracterizada pela volatilidade inerente ao curso do processo que abrange, desde a exploração até a eliminação de resíduos.
QUATRO DÉCADAS EM RETROSPECTIVA
- SÍNTESE DAS INICIATIVAS RELEVANTES: PROCESSO HISTÓRICO
Disponível em:
REGULAÇÃO E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
PERSPECTIVA DE EVOLUÇÃO NO BRASIL
BANCO CENTRAL DO BRASIL: AGENDA BC#
- RELATÓRIO DE RISCOS E OPORTUNIDADES SOCIAIS, AMBIENTAIS E CLIMÁTICAS
- RESOLUÇÕES CMN Nº 4.943, 4.944 E 4.945, DE 15 DE SETEMBRO DE 2021
- RESOLUÇÃO CMN Nº 4.557, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2017 A Resolução CMN nº 4.943, de 15 de setembro de 2021, alterou a Re-
- RESOLUÇÃO CMN Nº 4.606, DE 19 DE OUTUBRO DE 2017 A Resolução CMN nº 4.944, de 15 de setembro de 2021, alterou a
- RESOLUÇÃO CMN Nº 4.945, DE 15 DE SETEMBRO DE 2021 A Resolução CMN nº 4.945, de 15 de setembro de 2021, passou a dispor
- RESOLUÇÃO BCB Nº 139/2021: RELATÓRIO DE RISCOS E OPORTUNIDADES SOCIAIS, AMBIENTAIS E CLIMÁTICAS
- RESOLUÇÃO BCB Nº 140/2021: SEÇÃO 9,
Dentre as alterações produzidas na Resolução CMN nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017, merece destaque a introdução de definições de riscos sociais, ambientais e climáticos, sendo este último classificado como risco climático de transição e risco climático físico. Com as alterações, a Resolução CMN nº 4.606, de 19 de outubro de 2017, também exige riscos sociais, ambientais e climáticos, além de todos os demais riscos gerais a que possam estar sujeitos.
COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
- EDITAL DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SDM Nº 9/2020
Por fim, a tomada de decisão de empreender ou investir considerará com maior ênfase a importância da governança social, ambiental, climática e corporativa. Desta forma, a avaliação do risco do investimento e a demonstração dos resultados alcançados nas operações financeiras estarão à disposição do investidor e do agente financeiro, apoiando o direcionamento dos seus interesses patrimoniais ou das suas convicções quanto às questões sociais, ambientais, climáticas e governança corporativa. .
TRÍADE ESG E ESPECULAÇÃO ECONÔMICA
Disponível em: REGULAÇÃO DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL: REFLEXÕES SOBRE SUSTENTABILIDADE E APLICAÇÃO DE PRÁTICAS DE ESG A esfera normativa do sistema financeiro nacional trata, em suma, da política monetária, creditícia e cambial. Se a autorização legal estiver limitada a estas esferas de competência, os órgãos reguladores do sistema financeiro nacional podem regular matérias de Direito Ambiental. Em termos de conduta, é verificada a qualidade do relacionamento dos agentes com seus clientes, além de aspectos relacionados à prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo (PLD/FT) (BCB, 202?a).8. Além do aspecto da competência legal, há o aspecto prático que decorre desta limitação de competência, que é o fato de cada órgão da administração pública estar estruturado com conhecimentos técnicos e científicos específicos para cumprir os seus fins institucionais. A atuação fora do âmbito de competência, além do efeito jurídico de configurar atos ilícitos, traz o risco de praticar ações inadequadas do ponto de vista técnico e científico, pela falta de preparo dos agentes públicos. Criada esta visão geral das competências regulatórias e de supervisão, podemos passar ao objetivo principal do artigo: até que ponto essas competências podem contribuir para o desenvolvimento sustentável e até que ponto estão combinadas com práticas ESG. Uma das propostas seria alterar o artigo 12 da Lei nº. 6.938 de 1981, de modo que todo agente financeiro seria obrigado a solicitar comprovação de regularidade ambiental de cada projeto financiado. Experiência adquirida na aplicação do artigo 12.º da Lei n.º. 6.938 de 1981, pode ser utilizado para ampliar o alcance do que funcionou e corrigir o que não funcionou.INTRODUÇÃO E PANORAMA DE CONTEXTUALIZAÇÃO
O SANGUE ESTÁ PARA O CORPO COMO O DINHEIRO ESTÁ PARA A SOCIEDADE: COMO O LADO FINANCEIRO
LIMITES DA SUPERVISÃO
PANORAMA DAS NORMAS DO SISTEMA FINANCEIRO COM IMPACTO NA QUESTÃO SOCIOAMBIENTAL
EVOLUÇÃO E ESTADO DA ARTE
DESAFIOS A SUPERAR: A REGULAÇÃO DO SISTEMA FINANCEIRO PROMOVENDO A SUSTENTABILIDADE