A equipe de revisão de e-books André Marques da Silva Douglas Coelho Alves Ferreira Fernanda Porto Correa Fernanda Lessa Pereira. Uma das ações mais consolidadas do programa de pós-graduação em estudos de línguas da UFF é a organização do SAPPIL (Seminário para alunos dos programas de pós-graduação do Instituto de Letras da Universidade Federal Fluminense), que chegou à sua 11ª edição em 2020.
COMBINAÇÃO DE ORAÇÕES EM PERSPECTIVA FUNCIONAL
As funções semântico-pragmáticas das construções conformacionais oracionais: uma análise focada no uso p. Mestrado em Estudos Linguísticos). A partir do gráfico 1, podemos observar a linha crescente de utilização de construções interligadas ao longo dos séculos.
A EXPRESSÃO DO CONTRASTE PELA CORRELAÇÃO DE INDEFINIDOS SOB A
PERSPECTIVA DA LINGUÍSTICA FUNCIONAL CENTRADA NO USO
No aspecto semântico-funcional, percebe-se em (1) que o emparelhamento desses indefinidos, especialmente pela presença de outros, favorece o contraste entre as partes relacionadas. Porém, na sua totalidade, o orador consegue estabelecer uma relação contrastante entre as ideias apresentadas, que se orienta pelo uso da medida relativa.
ASPECTOS DISCURSIVOS DAS CLÁUSULAS HIPOTÁTICAS DE FINALIDADE E DE
CONSEQUÊNCIA
Desta classificação deduzimos que as cláusulas de causa e efeito estariam dentro do domínio dos eventos reais (realis); enquanto as cláusulas de condição e propósito referem-se a eventos não factuais (irrealis), que se referem a situações hipotéticas e previsões para o futuro. Como neste capítulo nossa proposta é focar apenas em cláusulas hipotéticas que expressam o efeito da relação de macrocausalidade, na próxima seção apresentaremos discussões sobre estruturas de objetivos e consequências. A análise desse esquema de deslocamento sugere que as orações de finalidade hipotética se caracterizam pela expressão de uma meta ou finalidade que motiva a ação expressa na sentença substantiva, indicando, assim, um tempo posterior ao tempo desta última.
No presente trabalho, olhamos apenas para cláusulas de propósito e consequência, construções que expressam o valor do efeito na macro-relação de causalidade, conforme explicado anteriormente. Na perspectiva teórica do funcionalismo associada a conceitos da teoria semiolinguística do discurso, analisamos aspectos discursivos das orações hipotáticas de propósito e consequência na construção do argumento. Considerando a alta frequência de cláusulas de propósito nos artigos de opinião examinados, bem como a alta produtividade dessas estruturas em textos que buscam desconstruir a opinião pública sobre determinado tema, acreditamos que essas cláusulas apresentam maior grau de argumentatividade do que as orações hipotáticas de propósito. .
UM ESTUDO SOBRE ORAÇÕES MATRIZES (SER 3P.S + ADJETIVO DEÔNTICO ) E
FAZER-SE 3.P.S + ADJETIVO DEÔNTICO )
NA CONSTRUÇÃO SUBJETIVA DEÔNTICA
É uma construção complexa, formada por duas frases, uma matriz e um complemento com a função sintática do sujeito. A MP modifica o estado expresso na frase complementar “criar exceção”, com uma frase matriz com o verbo will mais o adjetivo deôntico necessário. A oração matriz avalia deonticamente o estado de coisas expresso na oração complementar do ponto de vista do falante (o evento da oração complementar expressa o que o falante pensa ser eficaz para conquistar uma mulher), mas o mesmo falante exclui-se do compromisso com ela. está acontecendo. disse.
Nota-se também que o efeito da necessidade de realizar uma ação é muito mais latente nos dados (03) do que nos dados (05), o que mostra que a mesoconstrução da matriz com o verbo to do pode estar relacionada a essa necessidade de, em discurso, que reforça o significado de que uma condição deve ser atendida para alcançar um estado desejado. Mais uma vez, a construção com o verbo fazer na sentença matriz está relacionada a um verbo que realiza uma ação como um processo de trabalho físico ou intelectual (reconstruir). Os dados com o verbo “fazer” mostram uma intersubjetividade aumentada, como se o falante quisesse enfatizar que a concretização do estado de coisas expresso na oração completa depende de uma atitude prática dele, de seu interlocutor direto ou de um interlocutor genérico.
A MOTIVAÇÃO DISCURSIVA NA
DETERMINAÇÃO DA ORDEM DA ORAÇÃO SUBJETIVA EM RELAÇÃO À ORAÇÃO MATRIZ
Do ponto de vista semântico-discursivo, a oração matriz representa – muito simplesmente – uma avaliação por parte do escritor. Nesse caso, o predicado “fácil” qualifica as informações prestadas na cláusula complementar subjetiva – apontando os erros deste governo. Quanto à estrutura da informação (LAMBRECHT, 1994), podemos notar que o preenchimento da posição inicial com a oração subjetiva traduz uma estrutura sujeito.
Esse recurso permite ao redator construir uma frase com as informações contidas na oração subjetiva elevada à posição inicial para posteriormente informar a avaliação da proposição. Ao elevar a oração em relação à posição inicial da construção, o redator enfatiza as informações contidas nesta oração, criando assim nuances distintas para este item, que a sentença matriz avalia por meio do predicado “pode”. O predicado difícil é responsável por atribuir uma pontuação ao que é afirmado na frase definitiva explicar, que em outro lugar da frase enfatiza a motivação do locutor/escritor em destacar informações preditivas, enfatizando assim a (des)dificuldade de explicar que o direito- a ala governa a elite.
Sintaticamente, a frase matriz – é possível – predica o sujeito da frase que consiste em duas orações inter-relacionadas – [ser cristão]1 e [defender governos autoritários?]2. Verificamos que os construtos avaliativos subjetivos foram os mais frequentes nos dados desta pesquisa, atingindo 151 ocorrências em um total de 204 dados. Além disso, houve diferenças no padrão de ordenação das sentenças entre os avaliadores, pois encontramos um total de 56% (85 pontos de dados) de ocorrências desse tipo com sentenças subjetivas colocadas antes da matriz.
As construções do tipo deôntico apresentaram apenas cinco dados subjetivos de prioridade num total de 37 ocorrências; quanto ao tipo epistêmico, nenhum dado, exceto que foram em número reduzido, apenas 16 ocorrências, apresentaram prioridade. A ordem que Neves (2011) e Dias (2013) indicaram como possível mas menos preferida, com precedência do subjetivo sobre a matriz, constituiu um número significativo de construções de tipo avaliativo. Concluímos, portanto, que, ao produzir construções com valor discursivo de avaliação, o escritor tem mais motivação para construir estruturas subjetivas, trazendo informações da frase subjetiva para a posição inicial da frase, o que raramente acontece nas construções deônticas e simplesmente não ocorre. com epistêmico.
Adotamos grupos de fatores que podem nos levar a uma visão mais holística das construções com “em vez de” e “em vez de”. Segue abaixo uma amostra das construções estudadas: de um lado, a construção com “em vez de”; de outro, a construção com “em vez disso”. 4 As gramáticas tradicionais referenciadas neste estudo e em outros manuais listam "em vez de" e "em vez de" como frases preposicionais.
No português brasileiro, por exemplo, notamos que há cerca de seis vezes mais aplicação de “em vez de” do que de “em vez de”. À luz do exposto e voltando ao que foi discutido nas seções anteriores, afirmamos que consideramos “em vez de” e “em vez de”. Além disso, utilizamos o conceito de contraste e seus desenvolvimentos ao utilizá-lo na análise do uso de “that be” em sentenças de ligação.
LÍNGUA EM USO E COGNIÇÃO
- Imagem 1: modalizador epistêmico
- Quadro 4: Focalizador de um conector de contraste (...) o indivíduo termina, o indivíduo termina o seu curso científico
- Imagem 2: Conector de contraste
- Imagem 3: marcador de correção
Assim, tendo em conta o contexto de utilização e o contexto2, descreveremos as diversas formas e funções da construção, aliás, nas quatro utilizações aqui já descritas. Desta forma, começamos a descrever os processos cognitivos de categorização e analogia do domínio geral relevantes para a análise da verdade. A construção é, na verdade, colocada nesta oração para reforçar ou estabelecer como fato indubitável que existe um estado emocional de ansiedade.
Sintaticamente, na verdade, é colocado no início de um enunciado e apresenta uma oposição na direção oposta. Conforme apresentado na introdução deste trabalho, Azeredo (2000, p. 209) na verdade coloca a construção entre os “adjuntos conjuntivos” que expressam reserva ou oposição. Essa ressalva pode ser observada no USE 2, onde na verdade funciona a favor de um argumento focado em uma facada de contraste.
A EXPRESSÃO DO ASPECTO NO PORTUGUÊS BRASILEIRO A PARTIR DA CONSTRUÇÃO
Em nossa pesquisa mostraremos uma abordagem um pouco diferente daquela escolhida por Mattoso Câmara Jr. (1971) quanto ao tratamento do aspecto itálico. Ressaltamos que a construção [para x tempo] não é a única expressão do aspecto itálico, mas como toda pesquisa deve ter um contorno bem definido, optamos por investigar a função desta construção na obtenção deste aspecto. Neste trabalho analisamos os modos e tempos verbais que se destacam em nossas construções; a duração da ação descrita pela interação entre o verbo e o advérbio; a análise dos efeitos de repetição e dos elementos contextuais que ajudam a determinar a duração da ação.
Temos consciência de que o processo ainda não terminou, nem temos qualquer menção ao início da campanha nos dados analisados. O uso do presente confirma a compreensão da ação em andamento, e a microconstrução, além de repetir o valor presente no sintagma verbal, categoriza a ação como mais permanente. Como resultado desta pesquisa, verificamos a percepção de diferentes níveis de sustentabilidade que contribuem para a aquisição do aspecto cursivo.
USO DE FUERE NAS CONSTRUÇÕES CONDICIONAIS INTRODUZIDAS PELO SI
Segundo Rosique Rodríguez (2008) e Montolío (1999), em condições com si, as prótases têm um valor gramatical de condição, pois constituem um quadro de referência para a apodose. Expressam também um valor convencional de condição suficiente, pois, em condições consigo mesmas, essas construções estabelecem uma relação causal. No exemplo (1), podemos observar que o fuere integra uma prótase condicional copulativa ("si ese fuere el caso determina por la investigación"), que tem valor gramatical de condição, pois serve de quadro de referência para a apódase (“a fiscalização deve [..] decidir atribuir a multa a alguém pela violação de depósito ou tentativa de danificar documentos nacionais através da fronteira”).
A prótase, porém, não tem valor condicional suficiente, pois a palavra construção fuera estabelece uma orientação temporal futura. Tem, portanto, valor pragmático como hipótese, pois pode ser confirmada ou refutada posteriormente. O exemplo (3) representa o valor gramatical da apódasis condicional, semelhante às prótases condicionais de modalização copulativa e deôntica.
NÍVEIS DE VINCULAÇÃO SEMÂNTICO- SINTÁTICA DE CHEGA AÍ NO PORTUGUÊS
ABORDAGEM FUNCIONAL CENTRADA NO USO
Porém, conforme explicado durante o trabalho, Chegada não se configura como uma construção nova na língua portuguesa. Ressaltamos que tratamos cada ocorrência do Chega Á como um dado, mesmo que apareça mais de uma vez no mesmo fragmento de texto. 7 Registros de chegada na versão europeia da língua portuguesa foram descartados nesta etapa da pesquisa.
Como já mencionado, a ênfase do trabalho está na descrição de diferentes contextos de uso de Chega e lá. Neste contexto, chegar transmite o significado de valor aproximado, que é reforçado pelo termo “ao redor”. Ressalta-se que não há dados sobre como chegar a esse ponto no quarto contexto de mudança estabelecido por Diewald e Smirnova (2012), o contexto paradigmático.
UMA ANÁLISE CONSTRUCIONISTA DAS FORMAS DE TRATAMENTO EM CORPUS DO
Para esta pesquisa, propomos descrever, explicar, analisar e comparar o uso de pronomes dirigidos a interlocutores na segunda pessoa (“tu”, “você/ce”, “vos”, “você”) e na primeira pessoa ( "nos", "a gente" e "nosotros") com a função sintática do sujeito em nosso corpus português através dos mecanismos linguísticos utilizados e das práticas discursivas escolhidas em nosso corpus. Em nosso corpus, entendemos que os pronomes “tu” e “vos” certamente expressam uma relação de proximidade e confiança, enquanto os demais pronomes analisados (“Você/ . ce”, “Vocês”, “a gente” e “nós” ) podem criar relações próximas ou distantes, dependendo de como aparecem no discurso. Realizamos gravações de campo para coletar casos com pronomes pessoais completos e obtivemos dados com "tu", "Você/ce", "vos", "Vocês", "a gente".
Em nosso corpus encontramos pronomes completos destinados a interlocutores: “tu”, “Você/ce”, “vos” “Vocês”, mas também incluem o emissor como participante da fala: “a gente” e “nos”. A referência genérica Gene3: dirigida ao interlocutor e a um grupo de pessoas ("eu + você/você + ele/ela" ou "eu + você/você/você + eles/. eles" ou ainda "eu + todos") é indefinida . Dessa forma, levamos em consideração todos os parâmetros mapeados para este estudo inicial dos pronomes com função sintática de pessoa orientada ao interlocutor na segunda pessoa (“tu”, “Você/ce”, “vos”,.