Experiência de extensão: produções audiovisuais como estímulo ao aprendizado em sala de aula" enfocou em seu roteiro de aula a produção audiovisual como estímulo ao aprendizado, bem como instrumento de um processo educativo efetivo de troca de conhecimento, que busca a transformação da sociedade domina. desde a formação profissional e humana desses alunos. Os autores do texto "Reflexões sobre a expansão tecnológica e a política de empreendimentos sociais do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba", além da explanação dos processo de inclusão das atividades extensionistas na instituição, reconhecida nas práticas extensionistas desenvolvidas nos Institutos Federais, mais do que uma ação acadêmica, configura-se como uma necessidade para o reconhecimento e formação da identidade desta rede de educação profissional e tecnológica. voltados ao atendimento ao idoso são relatados no texto "Trajetória entre a implantação e a efetivação do Centro de Orientação Ainda Tempo de Viver".
O conceito de seletividade das políticas públicas e sua aplicação no contexto da política de extensão rural no Brasil. Além disso, as próximas etapas desse projeto são atividades relacionadas a um curso de extensão para alunos de escolas parceiras de João Pessoa, para disseminar a importância da coleta seletiva, conscientizar sobre o descarte correto de equipamentos eletrônicos e apresentar a possibilidade de reciclagem. através da construção de ajudas. As atividades de extensão universitária são fundamentais para a formação profissional do aluno, a utilização prática do conhecimento técnico-científico pela sociedade e o intercâmbio de saberes (científicos, empíricos, culturais, populares).
Mas um dos grandes pontos positivos que este tipo de expansão deixa é a “consciência da necessidade de mudança. Para o desenvolvimento deste trabalho, é importante observar que nos baseamos em uma concepção freireana de extensão como prática de conhecimento acadêmico, baseada na troca de saberes populares e acadêmicos. A princípio, as ações de expansão do IFAL no Campus Marechal Deodoro limitaram-se a oferecer estágios e organizar alguns eventos, conforme definido pela Lei nº. 11.788.
Programas de informação: conjunto articulado de projetos e outras ações de informação, preferencialmente multidisciplinares e vinculados à pesquisa e educação. Conforme mencionado anteriormente, os projetos de expansão do IFAL começaram em 2011 e representam números expressivos em Marechal Deodoro. 1Jornalista do Instituto Federal da Paraíba (IFPB), atuando na Pró-Reitoria de Extensão; Especialização em Psicopedagogia e Prevenção do Abuso de Drogas.
Partindo desse cenário, construímos um projeto de extensão que teve como foco o conhecimento na perspectiva do diálogo, buscando a interdisciplinaridade como eixo metodológico. 3 A partir de agora, usaremos apenas a sigla MUDDE para nos referirmos ao Projeto de Extensão apresentado neste trabalho. 4 Este texto apresenta as experiências vivenciadas no projeto de Extensão “Memória, Sociedade e Cidadania MUDDE: reflexões para além dos muros acadêmicos” desenvolvido na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) - Campus V, em João Pessoa.
Há mais de um ano que a ArquiBanda desenvolve este tipo de atividade e junta-se como parceira neste projeto de expansão. A criação do NUCCA foi viabilizada pela Portaria nº 008 de fevereiro de 2015 da Pró-reitoria de Extensão do IFPB. 6O investimento do IFPB Campus Cajazeiras foi de cerca de R$ cinquenta mil reais); Também houve investimentos da Pró-Reitoria de Extensão (e Cultura), via taxa de bancada, no valor de R$ três mil.
Os projetos
A partir da percepção dessa problemática no âmbito do IFPB campus Cajazeiras, ou seja, na microrregião da cidade de Cajazeiras/PB, localizada no sertão paraibano, surgiu a necessidade de intervenção por meio de ações como o IFPB fase , que visa minimizar as imposições econômicas e sociais. Nesse sentido, observa-se a importância da ação cultural no âmbito dos campi do IFPB, que, por sua concretude e resultados mais expressivos e mensuráveis, deve dotar os diferentes campi de políticas culturais definidas pela comunidade acadêmica e envolvente pertinentes, com base em , sobretudo, em , nos marcos jurídicos institucionais. No contexto do IFPB campus Cajazeiras, sabe-se que a maioria dos alunos é proveniente de diversas cidades da mesorregião de Cajazeiras, onde muitos residem na zona rural.
O desafio atual do projeto Palco IFPB consiste na tentativa de articulá-lo nos planos pedagógicos dos cursos superiores e técnicos oferecidos pelo Campus Cajazeiras. Outros dois fatores importantes são que, em primeiro lugar, as diversas ações utilizam equipamentos de som do IFPB Campus Cajazeiras, reduzindo significativamente o custo dos eventos e, em segundo lugar, o projeto, em sua nova fase, também facilita a circulação de projetos de expansão que promoverão projetos ligados ao NUCCA. O grupo foi criado em 2015 através do desenvolvimento do projeto de extensão “Práticas musicais e formação de novos públicos no âmbito do IFPB Campus Cajazeiras”, aprovado no edital PROBEXT PROJETO 2015 (PROEXT/IFPB)10, já configurando na época como uma das ações do NUCCA.
Conforme mencionado, o grupo Bê surgiu da identificação da necessidade na comunidade acadêmica e externa do IFPB Campus Cajazeiras de viabilizar iniciativas musicais, visto que mesmo a instituição com 21 anos de existência, no contexto de 2015, não possuía patrimônio artístico. grupos até lá.. A preparação para os seminários que serão realizados na escola Dom Moisés é feita no espaço físico da Pastoral do Menor e no Laboratório do IFPB. Para complementar o ensino de geometria, os alunos daquela escola serão encaminhados a um laboratório no campus do IFPB Cajazeiras para preparar a modelagem virtual do poliedro no programa SketchUp.
Na ocasião, a equipe do projeto, formada por extensionistas e participantes da Pastoral do Menor, apresentará os modelos desenvolvidos nas oficinas e no curso. Será uma oportunidade de compartilhar experiências com outras disciplinas escolares e com o ambiente do IFPB. Pode-se dizer que o projeto "Mãos à Arte" aproximou o IFPB da comunidade, pois o contato com os jovens deste projeto desenvolveu vínculos afetivos e criou oportunidades de incluí-los em outras ações do instituto.
Sabendo da capacidade de ação e transformação oferecida pelo TO, pensou-se em desenvolver uma metodologia com alunos do IFPB/Campus Cajazeiras. Como mostra o texto, são muitos os desafios em propor uma nova realidade cultural dentro do campo do IFPB Campus Cajazeiras, mas também foi possível observar que o NUCCA, mesmo em sua curta trajetória, já nos mostra importantes resultados, entre eles tem promovido ao máximo aproximando o IFPB da comunidade, por meio de projetos correlatos.
Oficina de Capacitação (OC)
Tipos de recifes, diversidade de organismos bentónicos, organismos formadores de recifes, importância ecológica e económica; efeitos antropogênicos; Diversidade taxonômica de peixes recifais na costa da Paraíba; história natural de grandes grupos; uso do habitat e seu impacto na operação e desenho de áreas marinhas protegidas; efeitos da pesca; A oficina de formação incluiu também aulas práticas de canoagem para uso de caiaques e visita ao parque, para que os participantes pudessem entender tudo o que foi ensinado nas aulas teóricas.
O curso de técnica de canoagem foi ministrado pelo professor da UEPB Jailson Farias, peça fundamental no desenvolvimento de todo o projeto de expansão. O uso de caiaques permitiu que os voluntários se deslocassem pelo parque para abordar os visitantes, minimizando o atropelamento. Os extensionistas também fizeram cursos de campo e conheceram de perto as principais espécies de corais e bentônicos que habitam o PEMAV, além de receberem orientações sobre como abordar os visitantes.
Plano de Ação direta com os visitantes no PEMAV
O projeto de extensão teve um resultado muito positivo, excelente receptividade dos envolvidos e acima de tudo deu uma maior visibilidade a este cartão postal do nosso estado. Nesse contexto, o objetivo deste texto é discutir os conceitos de extensão tecnológica no âmbito dos Institutos Federais e apresentar o caso da formação da Política de Empreendimentos Sociais do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba. Os mesmos autores apontam que a partir de 2003 o termo partnership, amplamente utilizado nas relações empresariais, é substituído, não totalmente, por extensão.
A Diretoria de Extensão Tecnológica existe no IFPB desde 2012, mas até 2014 não havia uma orientação institucional e uma política de extensão tecnológica claramente definidas, estando entre as atribuições desse departamento ações relacionadas a projetos externos e a incubadora de empreendimentos conjuntos do Instituto. Em 2015, a reformulação do Estatuto do IFPB e a transformação do Vice-Reitor de Extensão em Vice-Reitor de Extensão e Cultura (PROEXC) contribuíram para a adequação das políticas internas, com o objetivo de estimular áreas temáticas já avançadas e incentivar aqueles cuja equipe, na época, identificava lacunas. O Programa de Extensão é um conjunto articulado de projetos e outras ações extensionistas, preferencialmente de caráter multidisciplinar, contínuo e integrado às atividades de pesquisa e ensino.
O Projeto de Extensão é o conjunto de atividades processuais contínuas (mínimo três meses), de caráter educativo, cultural, político, social ou tecnológico com objetivos específicos, prazo definido, integrado nas atividades de ensino-pesquisa. O curso de extensão é uma ação pedagógica de natureza teórico-prática, presencial ou a distância, destinada a atender às necessidades da sociedade, voltada para o desenvolvimento, atualização e aperfeiçoamento do conhecimento, com critérios de avaliação definidos. No IFPB, o III IFPB Extension Meeting (III ENEX), evento bienal realizado em setembro de 2015, foi outro fator que contribuiu para a redefinição das políticas de extensão tecnológica.
O evento, que superou as expectativas em termos de público (mais de 500 pessoas inscritas) e trabalhos (mais de 200 trabalhos) apresentados nas diferentes áreas temáticas de orientação, permitiu à instituição conhecer, partilhar e ligar Foi a partir desse momento, com a criação dessa legislação federal, que começou a se formar um movimento dentro da Diretoria de Extensão Tecnológica para entender a formação de uma política de institucionalização das empresas juniores como atividade de extensão. adequa-se às empresas juniores como atividade preferencialmente ligada à expansão. Atividade de extensão também inserida no entendimento de empreendimentos sociais, os escritórios modelo foram criados pela Federação Nacional dos Estudantes de Arquitetura Urbana (FeNAU) com o objetivo de auxiliar na formação de estudantes nessa área.
Este texto tem como objetivo discutir os conceitos de extensão tecnológica no âmbito dos Institutos Federais e apresentar o caso atual da formação da política de empresa social do IFPB. O núcleo de expansão “Ainda Tempo de Viver” é formado por funcionários técnico-administrativos, professores e alunos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) e membros beneficiários da Comunidade da Igreja Sagrada Família Mangabeira IV.