During the research, we perceive and know the plurality within the school, we also analyze the causes of ethnic prejudice and reflect on the role of the school / teacher in the formation of a national ethnic, conscious and social. Searched in our specific objectives; Know plurals within the school; researching and analyzing the causes of ethnic prejudice; Think about the role of the school/teacher in the composition of a national ethnic, conscious and social; analyze children's behavior versus racial diversity in the room; Proposing actions work against diversity within the school.
INICIAÇÃO DA TEMÁTICA
Quando tivemos a oportunidade de relatar o referido projeto, pudemos constatar o quanto é necessário e interessante a pesquisa de temas étnico-raciais na educação infantil. Percebemos que as crianças têm preconceito com elas e se veem como inferiores às outras crianças da sala.
CAPÍTULO I – O CONTEXTO HISTÓRICO DOS AFRO-BRASILEIROS NA
E nas condições em que se encontravam as crianças negras nos velhos tempos de 1988, elas eram completamente escravizadas. E esse passado que os negros trazem consigo faz com que as crianças neguem suas origens, muitas vezes por vergonha, medo, insegurança e ridículo.
CAPÍTULO II – A CRIANÇA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E OS REFLEXOS DO
O CONTEXTO DO PROBLEMA: QUAIS AS CONTRIBUIÇÕES QUE OS PROFESSORES PODEM USAR EM SUA PRÁTICA PROFISSIONAL PARA ABORDAR O PRECONCEITO ETNO-RACIAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Segundo ele, o professor contribui com a prática educativa para o enfrentamento dos preconceitos étnico-raciais na educação infantil. E em relação ao nosso problema, quais são as contribuições que o professor pode utilizar em sua prática profissional para enfrentar o trabalho dos preconceitos étnico-raciais na educação infantil.
Em relação ao nosso problema, quais são as contribuições que o professor pode utilizar em sua prática profissional para enfrentar o trabalho do preconceito étnico-racial na Educação Infantil. Qual a sua contribuição como professora, em sua prática educativa para o enfrentamento do preconceito étnico-racial na educação infantil. Como os alunos do jardim de infância enfrentam as diferenças afro-brasileiras (uns aos outros) em sala de aula.
Para ele, a prática pedagógica do professor contribui para o enfrentamento dos preconceitos étnico-raciais na educação infantil.
CAPÍTULO III – A BASE DA LEI 10.639/03 EM RELAÇÃO AO TRABALHO DO
A APLICAÇÃO DA LEI 10.639/03 EM RELAÇÃO AO TRABALHO DO
Em relação à pergunta que fizemos, quais são as contribuições que os professores podem utilizar em sua prática profissional para enfrentar o trabalho com viés étnico-racial na Educação Infantil. Nossa pesquisa buscou compreender quais são as contribuições que o professor pode utilizar em sua prática profissional para enfrentar o trabalho do preconceito étnico-racial na Educação Infantil. Trabalhando a Diversidade Étnico-Racial na Educação Infantil”, foi compilado para responder ao nosso problema; quais são as contribuições que o professor pode utilizar em sua prática profissional para enfrentar o trabalho com viés étnico-racial na Educação Infantil.
No próximo sexto estudo de aprofundamento, apresentaremos a visão dos professores sobre a questão da educação étnico-racial na educação infantil. Porque deixar de trabalhar este tema na educação pré-escolar pode levar à discriminação mais tarde. Uma criança bem-comportada na educação pré-escolar transforma-se ao longo dos anos num adulto informado, consciente dos seus deveres e direitos perante a sociedade.
O que você acha que agregou ao cotidiano do professor, referente à nova lei 10.639/03, que inclui no currículo escolar o tema: “História e cultura afro-brasileira” na primeira infância. APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DE DADOS DE PESQUISAS AFRO-BRASILEIRAS SOBRE EDUCAÇÃO INFANTIL AFRO-BRASILEIRA. E assim nosso objetivo foi contribuir por meio de diálogos e trocas de olhares para sensibilizar professores, intervir em suas práticas pedagógicas em seu cotidiano de trabalho, enfrentar preconceitos étnico-raciais na educação infantil.
Questionário produzido por alunos do 8º período de pedagogia, na conclusão da construção do TCC, cujo tema de debate é: Afro-origem: trabalhando a diversidade étnico-racial na primeira infância. O que você acha que agregou ao cotidiano do professor, referente à nova lei 10.639/03, que inclui no currículo escolar o tema: “História e cultura afro-brasileira” na primeira infância.
CAPÍTULO IV – CONTEXTO DA PROLEMÁTICA: QUAIS SÃO AS
CAPÍTULO V – MÉTODO DO TRABALHO DE PESQUISA
O CENTRO DE EDUCAÇÃO MUNICIPAL INFANTIL “JOÃO PEDRO
O CMEI possui uma estrutura ampla, um ambiente acolhedor para as crianças em início de vida escolar. O que proporciona às crianças uma educação de maior qualidade, e significa que a escola se preocupa com a educação de qualidade para as crianças. Possui um ambiente lúdico (pátio), bastante amplo e seguro para o desenvolvimento das crianças que a ele estão habituadas diariamente, e até de forma plena.
O CMEI realmente tem uma estrutura que agrada a todos, mas o que importa mesmo é a qualidade de vida das crianças ali instaladas. O CMEI é uma instituição onde eles tem filhos que tem que estar em tempo integral para os pais trabalharem então tem que ser bem estruturado e preparado. Para que as crianças se sintam a vontade, não como em casa, mas que esse ambiente tenha todo o cuidado necessário para que elas se sintam acolhidas.
Possui também uma caixa de areia cercada, o que é muito interessante porque o ambiente é separado do terraço, e as crianças precisam de areia para o desenvolvimento, brincadeiras e interação social.
ANÁLISE DOCUMENTAL DO PLANO DE AÇÃO DO CMEI “JOÃO PEDRO
E o Plano de Ação analisado pela instituição na pesquisa está relacionado ao direcionamento público, e mesmo assim a escola atende a classe média, que é dominante. Tende a relatar as regras de funcionamento da instituição, os projetos de cada turma, quais são e como serão realizados (ou já realizados), de forma clara, tanto os turnos da manhã quanto os da tarde são identificados na ação plano. O Plano de Ação apresenta toda a proposta e desafios do ano recorrente, elaborada e elaborada por profissionais qualificados.
No que diz respeito ao nosso tema étnico-racial, encontramos alguns dados relevantes no Plano de Ação, que merecem destaque aqui. Outro destaque é que o plano de ação prevê: “os facilitadores do turno matutino, além dos projetos citados, atuarão com todas as faixas etárias do CMEI no projeto FeijoadaCompleta”. Outra forma de incorporar a temática etnorracial ao currículo escolar está contida no Plano de Ação, (2013 p. 6), para as séries 4D e 5B, a diversidade vai contextualizar as aulas em 2013: “[..]eu sou diferente de você , você é diferente de mim.
Conforme consta no plano de ação, “dentro dos conceitos citados acima, serão trabalhadas ao longo do ano letivo atividades que enfocam os diversos seres que somos, na cor da pele, nos gostos, na religião, nas capacidades físicas”.
A VISÃO DOS PROFESSORES
Ele falou bem resumidamente mas foi relevante, falou muito bem dos recursos que ele utiliza em sala de aula. Ela disse quais os recursos que utilizou para o tema em sala de aula, mas sua contribuição não foi muito clara. Mas ele não especificou se os recursos realmente tendem a trabalhar com o tema raça para crianças.
Segundo as duas professoras Formiguinha e Borboletinha, os recursos pedagógicos são de grande importância para o desenvolvimento intelectual, físico, emocional, social e comportamental das crianças pequenas, que ainda estão em fase de desenvolvimento. É nessa faixa etária que as crianças começam a formar seu caráter e personalidade, ainda que tragam para a sala de aula uma bagagem cultural desde o primeiro contato com o grupo social familiar em que estão inseridas, sendo, portanto, imprescindível que recebam uma educação de qualidade educação nesta primeira etapa do ensino fundamental, os professores devem ter sensibilidade para utilizar materiais pedagógicos para apoiar e ensinar os pequenos de forma lúdica, pois a criança aprende brincando. Ele respondeu a pergunta mas não disse como os recursos poderiam interagir com a pluralidade da pluralidade da sala, ou seja, a resposta foi incoerente.
A professora então disse que queria ser amiga da aluna porque sabia que ela era muito querida pelas crianças, ela veio e conversou com as crianças e disse que as duas eram amigas.
A VISÃO DOS PAIS
Para a professora, é importante valorizar o que não se valoriza, como o cabelo, valorizar os penteados, a opção de deixar o cabelo crescer ou não. Mãe “Coruja” responde: “Com certeza ainda sofrem muito preconceito, não diminuiu e muito trabalho ainda precisa ser feito. Eu trabalho com a escola, não deixo todas as responsabilidades para cima da escola e o feedback da escola é muito bom”.
Se o professor tratar as crianças negras com respeito e valorizar suas qualidades, as outras crianças aprenderão a ser respeitosas também.” Com essa questão, imaginamos que eles não teriam o conhecimento necessário para respondê-la, pois até mesmo alguns professores não o possuem. Como apenas uma família respondeu, foi um pouco difícil obter dados para o nosso estudo sobre o que pensam e fazem os pais em relação ao preconceito étnico-racial contra seus filhos.
CAPÍTULO VI – APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS DADOS DA PESQUISA
Como pensar em ver nossos filhos em uma escola onde os professores não tenham pleno conhecimento das diferenças, da atualidade, da inclusão de todos para uma educação igualitária. Eles não buscam, por meio da aquisição de conhecimento, se informar sobre a temática étnico-racial, pois se não aceitam uma criança negra na classe, se têm preconceito contra ela, não adianta ter um educador para ser qualquer escola. sistema, muito menos da Educação Infantil. Nossas crianças, que são o futuro do país, têm uma educação medíocre e nojenta com professores desqualificados.
CAPÍTULO VII – CONSIDERAÇÕES FINAIS
Dispõe sobre o procedimento de identificação, reconhecimento, demarcação, demarcação e titulação de terras ocupadas por remanescentes de comunidades quilombolas de que trata o art. 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. Os procedimentos administrativos para identificação, reconhecimento, demarcação, delimitação e titulação definitiva de terras ocupadas por remanescentes de comunidades quilombolas estão previstos no art. 68 da Lei das Disposições Constitucionais Transitórias, será realizada de acordo com o disposto neste Decreto. Para os fins deste decreto, a caracterização dos remanescentes das comunidades quilombolas será presenciada por autodefinição da própria comunidade.
2. São as terras ocupadas pelos remanescentes da comunidade quilombola, que são utilizadas para assegurar sua reprodução física, social, econômica e cultural. O INCRA regulamentará os procedimentos administrativos de identificação, reconhecimento, demarcação, demarcação e titularidade das terras ocupadas pelos remanescentes da comunidade quilombola no prazo de sessenta dias a partir da promulgação deste decreto. Art. 6º Às comunidades remanescentes de quilombos é assegurada a participação em todas as fases do processo administrativo, diretamente ou por meio de representantes por eles indicados.
Caso não haja objeções ou sejam rejeitadas, o INCRA concluirá o trabalho de nomeação das terras ocupadas pelos remanescentes das comunidades quilombolas.
APÊNDICES