Conceito de Crime
Dos tipos de Penas Privativas de Liberdade
Regime Fechado
Regime Semi Aberto
Regime Aberto
Menoridade
O Brasil, assim como alguns países, tem idade mínima de dezoito anos, quando em tese o indivíduo toma conhecimento de seus atos criminosos e, portanto, é punido de acordo com nosso código penal vigente. De acordo com o artigo 26 do Código Penal Brasileiro, o conceito de impunidade surge quando o agente não consegue prever ou compreender a ilegalidade do seu ato. 26 - É dispensado o agente que, por motivo de doença mental ou de desenvolvimento mental incompleto ou retardado, no momento do ato ou da omissão fosse completamente incapaz de compreender o caráter inadmissível do fato ou de se definir de acordo com esse entendimento. da punição.
A imputabilidade pode ser definida como a capacidade do indivíduo de realizar determinadas ações com discernimento, o que equivale à capacidade criminosa. Em suma, é o estado pessoal de maturidade e saúde mental que confere ao agente a capacidade de compreender o caráter ilícito do facto e de se definir de acordo com esse entendimento (PONTE, 2001, pg.26). Assim, de acordo com o artigo penal, os menores são regulamentados por leis especiais constantes do Estatuto da Criança e do Adolescente.
Estatuto da Criança e do Adolescente em visão infracional
Medidas Socioeducativas
- Advertência
- Obrigação de reparar o dano
- Prestação de serviço para comunidade
- Liberdade Assistida
- Semiliberdade
- Internação
As medidas propostas nos artigos acima têm como objetivo a reabilitação do menor, não têm caráter punitivo, mas sim o objetivo de reeducação, para que o menor não volte a cometer tais atos, e possa ser trazido de volta à sociedade em. Para prestar serviço à comunidade, o menor deverá exercer trabalho gratuito para a comunidade, em entidades sociais e por período determinado pela lei e pelo juiz, no prazo máximo de 6 meses, com o objetivo de que o menor se envolva nas atividades da sociedade e assim por diante permanecem próximos deles, coexistem para que compreendam a sua ofensa e, portanto, não a cometam novamente. Essa medida é uma simples fiscalização, é a fiscalização do menor, para que ele não cometa novas infrações e se torne necessária uma punição mais severa.
Esta medida é uma forma de transição, não compartilha a pena de internação, pois é autorizada a realização de atividades para a comunidade em ambiente aberto, e com auxílio do mesmo ambiente a socialização do menor ao criminoso para afastar atos, o que possibilita a emissão desde o início, mas o menor terá que demonstrar adiantamentos para que a medida tenha fim. A privação de liberdade, portanto, só é aplicável quando verificados pressupostos objetivos e como condição necessária para o desempenho da socioeducação do adolescente. A restrição de liberdade pertence apenas à restrição do pleno exercício do direito de vir e servir e não aos demais direitos constitucionais. ” (SPOSATO, 2006, p. 132). São as medidas socioeducativas previstas no código especial do Estatuto da Criança e do Adolescente, para que o menor passe por avaliações, onde o objetivo é ajudar o indivíduo a não entrar em parâmetro criminal e posteriormente obter penas mais rigorosas.
Primeiro, a questão da Maioridade Penal é uma cláusula imutável, é uma questão Constitucional, e através dos tratados internacionais que o Brasil adotou juntamente com o Estatuto da Criança e do Adolescente, optando pela forma de medidas socioeducativas expressas em artigo de a ONU publicou em junho de 2015. A responsabilidade penal de menores não é a melhor solução para acabar com a violência no Brasil, hoje em dia é melhor educar do que punir, porque crianças, adolescentes e jovens são o futuro do país. No Brasil graças ao Estatuto da Criança e do Adolescente já responsabilizamos os adolescentes por infrações, a lei foi criada para que os menores sejam punidos com intenção de reeducação, pois a maioria dos adolescentes abandona a escola por questões sociais, que em falta a realidade de que a lei seja observada e aplicada da maneira que a lei determina.
A redução da maioridade penal não seria sinónimo de redução da violência; para o Brasil, a educação seria um preço menor para o erário público e mais eficiente que a punição. A redução da maioridade faria com que o Estado perdesse o foco na educação, seria a perda de um compromisso que a sociedade tem com os jovens, pois interromperia a sua educação para puni-los, a punição na maioria dos casos não está ligada. o melhor para a mente do adolescente, pois a vida na prisão é um ambiente perigoso que muitas vezes não atrai o indivíduo para a sociedade, mas o perde nas facções criadas dentro das prisões. Nesta visão, os jovens em situação de rua estão sempre sujeitos à prática do crime e com a redução da maioridade estariam protegidos destes criminosos adultos que muitas vezes obrigam os jovens a envolverem-se em casos que divergem da sua real ideologia. vida.
É aqui que se concentra a luta pela aprovação da maioridade penal e, portanto, o objetivo de convencer os menores a deixarem de cometer crimes. Claro, a punição é dever do Estado, e o crime de menor tem a mesma consequência de um crime cometido por adulto, temos uma política de segurança pública para que esses crimes continuem controlados, mas se o menor já estiver em situação de acesso a esses criminosos adultos na rua, podemos imaginar quanto mais acesso ele não teria dentro de uma prisão, convivendo a cada dia mais perto deles e sendo assim privado do seu direito à vida de criança e adolescente. Disponível em: http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/03/entenda-proposta-que-reduz-maioridade-penal-para-16-anos.html.
PEC 171/93 relato
Os menores de dezoito anos não respondem criminalmente nos termos da legislação especial” (VADEMECUM, 2016, p. 74). A justificativa para mudar é que essa lei é antiga, as crianças dos anos quarenta já não têm mais a mesma visão que as crianças de hoje. A PEC 171/93 tramitou há cerca de 23 anos, foi protocolada pelo deputado Eduardo Cunha em 2015 e posteriormente retirada dos arquivos.
Aspectos Negativos da Maioridade Penal
- Vida Carcerária
Outro problema brasileiro são as drogas, a cada dia os menores têm mais acesso a esse tipo de substância, e como a maioria dos adolescentes não está nas escolas, o uso de drogas é constante e por isso a venda e posse vem crescendo no Brasil. é um crime, mas é uma das formas mais fáceis de ganhar dinheiro, é aqui que a criança indefesa fica fragilizada, utilizando-o como um meio de apoio fácil mas perigoso, que pode ter consequências graves para o seu futuro. Hoje em dia a procura e o acesso às drogas tornou-se uma guerra, as drogas consomem a vida destes menores e desviam-nos do caminho certo, é aqui que a sociedade perde a sua geração futura, pois os menores de hoje serão os adultos de amanhã. O Brasil sofre com a superlotação carcerária, por ser um país grande e com o aumento do índice de violência, os presídios não aguentam mais o número de presos e os menores que se envolverão no crime ficarão fora de controle, perdendo assim sua juventude e sua perda. futuro, como diz o deputado José Guimarães em reportagem da revista ÉPOCA.
Ainda existem adolescentes pobres que buscam uma vida melhor sem se envolverem na criminalidade, mas a situação às vezes não permite a busca, pois têm uma família em situação de agravamento da pobreza, e se encontram em situação de desamparo e têm que fazer biscates classificados como ilegal. O que afasta uma criança e um adolescente da criminalidade é a sociedade, a educação e o estilo de vida que o indivíduo leva, em todo caso a prisão não afasta os menores da criminalidade. Outras visões mostram que para a sociedade o menor é um alvo sem futuro, como se o menor não conseguisse a ressocialização e futuramente ficasse preso no local onde estava destinado a ficar, pois como o menor sabe da sua impunidade, a prática O conflito com o crime se tornaria constante e a retirada de menores desse ambiente criminoso se tornaria difícil e impossível de retornar.
Isto protegerá os jovens de serem influenciados por adultos criminosos que cometem crimes e forçam os menores a assumir a culpa, à luz de medidas socioeducativas moderadas.” Devemos urgentemente melhorar o sistema penitenciário e usar a inteligência para separar jovens e adultos envolvidos no crime organizado dos presos comuns, para que cumpram suas penas em ambientes separados desses criminosos e impedi-los de ingressar na academia penal.” A melhor solução é o menor seja responsabilizado como adulto, mas tratado de forma diferente em termos de vida nas prisões, e a solução seria uma possível separação dos menores dos criminosos adultos.
O envolvimento de menores na criminalidade tem vindo a aumentar constantemente, mas a questão não é apenas prender e punir, trata-se de prender, resolver o problema, responsabilizar os menores pelos seus actos e mostrar-lhes como é o ambiente prisional e fazê-lo com o que o menor não quer isso para sua vida. No caso de aceitação de tal alteração, a questão será por que razão um menor que comete os mesmos crimes que um adulto não pode ser julgado e condenado da mesma forma, uma vez que o poder de julgamento e de raciocínio existem em tal igualdade e, nesse caso, o poder do menor inteligência é a mesma. A criminalidade geralmente cometida por crianças e jovens tem se tornado constante devido ao fato de a maioria da população no Brasil estar em estado de miséria, tanto miséria econômica quanto psicológica, falta de emprego, de moradia, de políticas públicas que beneficiem a sociedade em necessidades, e os incentivos educacionais estão em um nível inferior ao esperado para uma sociedade pacífica.
Assumir a responsabilidade, permitir que os menores fiquem nessas condições por questões governamentais é uma solução com a qual o governo deveria se preocupar, visando os meios de reeducação, os meios que levam ao intelecto, ao raciocínio, fazendo com que o menor veja o que está acontecendo. certo e o que está errado. O mundo hoje está cheio de atrações, tecnologia, drogas, acesso à mídia sem supervisão, o mundo ilegal, isso é fácil de alcançar, os menores andam ao lado dessas ilegalidades desenfreadas, as drogas são facilmente encontradas e consumidas todos os anos. , e o número de menores que procuram estas substâncias é absolutamente chocante. Como vocês podem perceber, a lei e seus artigos já punem os menores na sua vida civil e criminal, o que acontece é que esta lei não está sendo utilizada da forma como foi criada e planejada, os menores têm seu próprio tipo de punição, tal é No caso da idade, uma regra dada a um adulto fere a mente de uma pessoa que está se desenvolvendo física e mentalmente.
Pela falta de educação, a sociedade em que vivem os menores está em desacordo com a realidade que deveriam ter. Portanto, temos primeiro de olhar para onde estes menores estão a ser enviados, depois descobrir para onde este caminho os levou e chegar à conclusão de quem foram os perpetradores. Os menores não devem ser vistos como vítimas no mundo do crime, mas também não devem ser vistos como adultos; a sociedade não deve punir se puder proporcionar educação; a educação é a chave para um mundo melhor e mais justo.
Aspectos Positivos da Maioridade Penal