• Nenhum resultado encontrado

G O. D. A.

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2023

Share "G O. D. A."

Copied!
133
0
0

Texto

(1)

SillillÉ

. . .

. - ■

m

'

I

1

-;

g I G O. D. A.

ALBANO SEABRA MOURA

- H H H P " ^

(2)

PORTO

FACULDADE DE ARQUITECTURA

UNIVERSIDADE DO PORTO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO

C . O . D . A . UM BLOCO DE HABITAÇÕES EM ALA CONTINUA - VILA NOVA DE GAIA

(3)

PORTO

FACULDADE DE ARQUITECTURA

UNIVERSIDADE DO PORTO

CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO ■

I N D I C E

peças e s c r i t a s

peças desenhadas

(4)

S C R I T A S

( do conjunto )

memória descritiva e justificativa

medição

( duma habitação )

P f í°

ondições gerais caderno de encargos ( natureza e qualidade

( condições especiais

UNIVERSIDADE DO PORTO

CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO

preços simples

| jomai.

( encargos legais ( materiais

preços compostos

orçamento

(5)

MEMORIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA

I - PROGRAMA.

Uma entidade particular pretende construir um bloco de cínce prádies independentes, constituídos por rás-do-cfrãe, 1? e 2? andares destinados exclusivamente a habitação e com logradouros privativos.

Dois destes prédios são para construção imediata, um dos quais para utilização unifamiliar, destinado ao Pro- prietário, e o outro para duas habitações de rendimento.

Os restantes serão oportunamente construídos, segundo a viabilidade financeira do empreendimento; a sua utili- zação tanto poderá vir a ser uni como bifamiliar, de a- côrdo com os desejos do Proprietário e necessidades do momento*

II - AMBIENTE DA IMPLANTAÇÃO

0 terreno disponível para a implantação do conjunto situa-se próximo do limite superior da Avenida da Repú- blica, actualmente Avenida Marechal Carmona, em Vila No- va de Gaia, sobranceiro dum pequeno vale e junto dum ar- ruamento recentemente construído. Tem a forma rectangu- lar com 54,00 x £9,00 m., localizando-se entre as cotas 147,5 e 150,5 , no extremo sul duma grande área a urbani- zar, integrada no anteplano de urbanização da Vila.

(6)

francamente residencial.

0 clima da zona onde se situa é seco, isento de nevoei­

ros do rio que em Vila Nova de Gaia influenciam uma grande região quási até* à cota 150.

▲ orientação do terreno á sensivelmente coincidente com a do eixo heliotármico»

As características climáticas descritas favoreceram a escolha de materiais económicos, sem prejuízo do êxito que se prevê na solução construtiva adoptada.

0 terreno á servido por redes municipalizadas de distri­

buição de água e de electricidade. Existe além disso rede municipal de águas pluviais.

\ J CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO

III ­ SOLUÇÃO

Da imprecisão da orientação a seguir pelo Proprietário, que se depreende do proframa, quanto aos 3 prádios a cons­

truir no futuro para conclusão do conjunto, nasceu a ideia de procurar uniformizar o aspecto estático das fachadas, in­

dependentemente d© tipo de habitação a construir. Na reali­

dade se se conseguisse resolver qualquer dos tipos preconi­

zados, com a mesma fachada, simplifioava­se extraordinaria­

mente o problema da conclusão do programa de conjunto, por cada unidade, sem o inconveniente de se ficar na dependên­

cia do tipo de prádio a construir segundo a viabilidade eco­

(7)

nómica da evolução.

For imposição municipal em cumprimento do regulamento do plano de urbanização local, o conjunto a edificar terá* de ser implantado com o afastamento de 6,00 m. quer do limite poen- te do terreno, quer dos limites norte e sul, Alam disso, a área coberta deveria ser inferior a 1/3 da área total do ter- reno, o que implicou a solução adoptada com 12,00 m. de desen- volvimento das fachadas laterais (norte e sul), e 42,00 m. de desenvolvimento das fachadas restantes*

Conceberam-se dois tipos de habitação:

0 tipo unifamiliar, designado por "A" no projeeto, com- põe-se de acordo com o programa, de rás-do-chão e dois anda-

res. No rás-do-chão que, em virtude do desnível do terreno, ocupa sensivelmente metade da área coberta respectiva, situam- -se um vestíbulo, o hall da escada de acesso aos andares e u- ma garage com a capacidade para dois automóveis. 0 acesso ao primeiro andar é feito por uma desafogada escada helicoidal.

0 primeiro andar é composto por duas zonas habitacionais dis- tintas: a zona íntima e a de serviço. A zona íntima ê compos- ta de uma área de recepção também utilizável como escritório e uma área íntima propriamente dita, composta pelas salas de comer e de estar, esta que se prolonga para o exterior por in- termédio duma varanda a que se deu um certo carácter de recato a custa da utilização parcial da área coberta.

A zona de serviço S composta de cozinha, despensa, costu-

(8)

so ao quarto de criada previu-se a utilização de parte do res- pectivo espaço para instalação dum armário-roupeiro destinado às serviçais.

0 acesso ao segundo andar é feito pelo prolongamento da eseada helicoidal a que Já se fez referência.

No segundo andar loealizou-se a zona de dormir composta de quatro quartos, um roupeiro e um quarto de banho em que se previu independência entre as instalações sanitárias e as de banho, para possibilitar o necessário descongestionamento.

0 tipo designado por "B" no projecto, bifamiliar, compõe- -se de rés-do-chão, 1? e 2? andares. N© rás-do-chão que ocupa uma área idêntica à do tipo "A", igualmente existe uma garage com a capacidade para dois automóveis, comum às dias habita- ções de que este tipo se compõe, e uma entrada comum dotada duma eseada de acesso às habitações^ duas pequenas arrecada*

ções.

Tanto o 1? como o 2? andares, têm idêntica solução que comporta três zonas distáintas: a zona de dormir, composta de dois quartos, banho e pequeno roupeiro; a zona íntima com- posta duma sala comum e a zona de serviço composta de cozinha e pequeno quarto de criada dotado de banho anexo.

Todas as habitações descritas serão providas de jardim e quintal, este dotado de anexos localizados no fundo do terre»

no e compostos de tanque coberto, galinheiro e uma pequena

(9)

arrecadação* 0 jardim ocupa uma área que resulta dum recuo de 6,00 m. da fachada poente relativamente à vedação por im- posição camará" ria.

Quanto ao aspecto plástico, o conjunto foi condiciona- do pela topografia do terreno, pelas necessidades funcionais, pela orientação e como foi dito, pela viabilidade econemico-

-financeira da conclusão do programa o que teve influência decisiva na solução concebida.

dada a configuração topográfica do terreno, foram pre- vistos muros de suporte de alvenaria de pedra com fundações do mesmo material.

As paredes exteriores são em perpianho de 0,26 m. de es- pessura devidamente impermeabilizadas e argamassada*. Preveem- -se exteriormente na faehada poente, paredes duplas de tijolo, de face exterior em tijolo vidrado e interior em tijolo vasa- do de 0,08 HU. Adoptou-se uma estrutura mista de alvenaria e betão. Os pavimentos do 2? e parte do 12 andares serão em placa aligeirada de betão e o rás-do-chão e o restante do primeiro andar em betonilha. Sob o telhado construir-se-á uma ligeira placa de betão que isolará o 22 andar do vão do telhado. A cobertura será em telha tipo Marselha devidamente assente numa estrutura de pinho oarbonilado. As divisarias

serão em tijolo vaaado de 0,08 m. de espessura, excepto nos casos em que suportam cargas e nas paredes duplas.

A caixilharia exterior será em madeira de castanho para pintar e a interior em casquinha ou andiroba conforme os ca»

sos.

(10)

'•

co e serão conduzidas, aa da fachada nascente para um poço sumidouro a construir no quintal e as da fachada poente ao colector de águas pluviais*

Todos os esgotos serão em tubo de ferro, unilene ou grás. conforme os casos, e construir-se-ao as necessárias caixas de visita, sifões e fossa.

A distribuição dos pontos de luz. tomadas, campainhas, e doáaais trabalhos de electricidade está devidamente esque- matizada no projecto.

As vedações serão em alvenaria de pedra de 0,22 m. de espessura e a vedação a poente levará ainda uma grade em fer- I

£ ro de resguardo.

vyxV _L \J

Frevê-se ainda ao fundo do quintal a construção dum gali- nheiro e tanque cobertos e u n pequena arrecadação para guar- da de utensílios de jardim ou outra qualquer finalidade.

Não julgamos que neste capítulo sejam necessárias mais considerações, pois que as Condições Ispeciais, pelo modo que foram estematizadas, darão uma ideia clara do processo de construção a seguir*

dezembro de 1956

(11)

C A D E R N O D E E N C A R G O S

P R I M E I R A P A R T E

c o n d i ç õ e s g e r a i s

A r t0. 1 ° .

Defenicão da o b r a : - As obras a que se refere este Cader- no de Encargos são as que constam do projecto apresentado a Câmara Municipal e na descrição f e i t a nas Condições Especiais de cada Arte on Empreitada»

v FACULDADE DE ARQUITECTURA

1 UNIVERSIDADE DO PORTO Art°. 2°.

Empreitadas«- As obras serão feitas por empreitadas par- ciais, ou por empreitada total* No primeiro caso competirá a cada um dos empreiteiros executar as tarefaa que lhes forem a-

djudieadas por sua conta, conforme o preço do ajuste, de har- monia com o projecto, com estas Condições, com as Condições Especiais respectivas, referentes à sua arte e com os pormeno- res a fornecer oportunamente. No caso da obra ser adjudicada por empreitadas parciais, um dos empreiteiros tomará* a respon-

sabilidade pelo cumprimento dos outros empreiteiros*

Art0. 5".

Contrato:- 0 empreiteiro ou empreiteiros obrigam-se a en-

(12)

iffiBÉL^ 12/56 - 2

trar num ajuste em papel selado para oficialização do Contra- to, e a pagar metade das despesas do mesmo ajuste»

A r f . 4o.

Direcção dos trabalhos:- A direcção das obras será* supe- riormente conduzida pelo Arquitecto autor do projecto, ou por seu delegado, a quem serão pedidas as instruções necessárias.

Das instruções que os empreiteiros recebam do Proprietá- rio, devem sempre ser dado prévio conhecimento a Direcção Té- cnica. Sa caso algum serão introduzidas pelo empreiteiro quais- quer alterações ao projecto ou modificações às instruções da Direcção Técnica sem prévio aviso dos Arquitectos.

Também as obras do contrato não poderão ser Iniciadas sem seu conhecimento e autorização. *A Direcção îéenica compete fixar a ordem de execução dos trabalhos.

0 empreiteiro obrlga-se portanto, a participar com a de- vida antecedência a data do início dos trabalhos - especial- mente aqueles de maior responsabilidade e delicadeza - a-fim de habilitar a Direcção Técnica a dar as instruções convenien- tes em devido tempo e sem prejuízo do normal andamento dos trabalhos•

*A Direcção Técnica, reserva-se o direito de exigir se assim o Julgar necessário, que estas participações sejam da- das por escrito.

A r f . 5o.

Disciplina:- Todo o operário que faltar ao respeito ou desacatar as observações do Proprietário ou da Direcção Té-

(13)

12/56 - 3

cnica, será imediatamente despedido pelo empreiteiro» Também o encarregado on delegado do empreiteiro poderá ser substituí- do por simples sugestão daquelas entidades, mesmo que para is- so nao haja especial motivo.

Art°. 6o.

Desenhos:- Será fornecido ao empreiteiro ou empreiteiros um exemplar do projecto e de cada um dos pormenores conside- rados indispensáveis para a integral execução dos trabalhos»

Os empreiteiros são responsáveis pela conservação em bom estado de todos esses desenhos, obrigando-se a pagar os exem- plares que for necessário substituir, durante ou no final dos

trabalhos de cada Arte»

Os desenhos serão conservados sempre, na obra, em local bem protegido e colados sobre folhas de madeira prensada, por conta do empreiteiro»

Art*» 7°.

Segurança dos operários!- Os empreiteiros assumirão pa- rsítodos os efeitos a responsabilidade total pela segurança dos operários nos termos das Leis em vigor. 0 Proprietário e os Direetores Tácnicos das obras, declinam toda a responsa- bilidade em qualquer caso de acidente material ou físico ocor-

rido na obra.

Todos os trabalhos serão dirigidos e executados de forma a atender-se à segurança dos operários e serventários neles empregados, devendo espeoificar-se os de abertura de fundações, desmonte de terras, demolição de paredes e montagem de andai-

(14)

18/56 - 4

mes ou cofragens* Os empreiteiros recorrerão aos escoramentos, sempre quando a natureza do terreno, as circunstâncias ou a

importância e riscos dos trabalhos o exijam*

Os empreiteiros obrigam-se igualmente a instalar os te- lheiros para abrigo dos operários e a construir as instalações sanitárias para seu uso durante as horas de trabalho, em local a determinar, de acordo com a Direcção Técnica.

Art

0

. 8

o

.

Multas:- Os empreiteiros obrigam-se ao pagamento das mul- tas que, porventura venham a ser aplicadas por motivo de trans- gressão de posturas ou regulamentos em vigor, ou pelo não cum- primento das condições estipuladas nas licenças de quaisquer entidades oficiais.

Art°. 9

o

.

Materiais e ferrame^t^í- £ da obrigação dos empreiteiros o fornecimento de todas as ferramentas, utensílios e materiais

indispensáveis para a boa execução dos trabalhos, devendo to- mar as precauções que as circunstâncias aconselham, a-fim de

que o andamento das obras não seja afectado por qualquer ca- rência ou dificuldades na entrega daqueles materiais.

A r t % 10°.

teMMh ao t

B r H B U t >

. 0. eaprelteiro, O r i ^ - . e . c,

DS

- trulr o. tapuaes

p r e c l s o s p a r a

, ^ ^ ^ ^ -

U o. t » w * . . .

p a g

M t a M e ae iieen?a peia

do terreno da via pública.

(15)

Estragos;- Até à entrega defenitiva da obra ao Proprietá- rio, o que terá lugar semente depois de concluídos todos os trabalhos, cada empreiteiro é responsarei por qualquer prejuí- zo ou dano oeorrido na sua obra ou verificado nos prédios vi- zinhos*

A cargo do Proprietário fica. no entanto o seguro contra os riscos de incêndio.

Art°. 12°.

Obras defeituosas:- 0 Proprietário tem o direito de fis- calizar, por intermédio da Direcção Técnica das Obras, não só a execução dos trabalhos, mas também a qualidade dos materiais, devendo o empreiteiro cumprir as ordens que lhe forem transmi- tidas quer pelo Proprietário -dando delas conhecimento t il»

\ FACULDADE DE ARQUITECTURA

reeção Técnica- quer pelt prépria Direcção Técnica,

A obra ou parte da obra que for considerada defeituosa ou fora das condições do contrato, será inutilizada, desfeita e reconstruída pelo empreiteiro sem indemnização de espécie algu- ma. Os materiais reputados de má qualidade serão também regei- tados e substituídos por outros que satisfaçam plenamente ao fim a que são destinados* Estes materiais serão retirados da obra logo que se verifique a necessidade de regeição.

Art0. 15°.

Alterações ao nroJeotoO-Proprletário reserva-se o direito de modificar o projecto ou este Caderno de Encargos, introdu- zindo-lhe as modificações que entender de acordo com a Direcção Técnica.

As alterações serão sempre reguladas por acordo prévio e escrito entre as partes contratantes, não tendo validade alguma os contratos ou entendimentos verbais.

(16)

No caso de divergências entre o Proprietário e os emprei- teiros, servirá de árbitro a Arquitecto Director Técnico dos Trabalhos e outro Técnico de igual competência, nomeado pelo empreiteiro* As obras resultantes das modificações referidas, não serão nunca iniciadas antes da realização e oficialização do contrato.

Art0. 14°.

Obras não -previstas:- Quaisquer trabalhos, materiais ou obras não mencionadas neste Caderno de Encargos, por omissão, mas julgadas Indispensáveis para a segurança do edifício ou, de qualquer modo reconhecidas como necessárias para a boa con- clusão dos trabalhos, serão executadas pelo empreiteiro da res- pectiva Arte.

N FACULDADE DE ARQUITECTURA

Art°. 15°.

Valor da empreitada:- Nenhum empreiteiro encarregado de executar a empreitada por preço determinado na sua proposta, terá o direito de exigir qualquer adicional importância que não tenha sido igualmente acordada por escrito.

As obras resultantes de acordos verba is»*, não serão reco- nhecidas nem pagas.

As propostas dos empreiteiros, assim como os acordos pos- teriores, serão redigidos em triplicado e assinados pelo Pro- prietário, pelo Arquitecto Director dos Trabalhos e pelo emprei- teiro, ficando cada um dos quais com um exemplar.

Art°. 16°.

Rescisão do contrato:- 0 proprietário pode desistir da

(17)

empreitada ou empreitadas começadas, contanto que indemnize o empreiteiro por todos os gastos e trabalhos realizados.

Nenhum empreiteiro poderá transmitir ou passar a emprei- tada ou tarefa parcial, sem autorização eserita do Proprietá- rio. Fica entendido que, mesmo que Este a conceda, subsiste a

responsabilidade do empreiteiro solidária com a daquele a quem fizer a transmissSo ou passagem.

Se o empreiteiro falecer, poderá o contrato ser rescindi- do, mas deverá o Proprietário indemnizar os herdeiros pelo tra- balho e despesas feitas, tomándo-se por base os preços de uni- dade corrente.

HPORTO

Pray.o e multas:- Cada uma das empreitadas deverá estar concluída dentro do prazo estipulado pare a total realização da obra ou nas condições especiais de cada Arte. Por cada dia que exceder este prazo, será descontada ao empreiteiro a quan- tia de cem escudos, salvo o caso de força maior, devidamente comprovado e declarado por escrito.

Art°. 18°.

Pagamentos:- 0 Proprietário obriga-se a pagar mensalmen- te aos empreiteiros, mediante recibo com visto do Director Té- cnico , o importe aproximado da obra realizada, de harmonia com o preço do contrato, menos 10# do valor da avaliação, que fi-

cará como depósito de garantia pelo cumprimento integral do contrato*

As importâncias descontadas serão restituídas aos emprei- teiros noventa dias depois da total conclusão e entrega de to- das as obras ao Proprietário, o que se verificará quando esti-

(18)

ver de posse do certificado municipal de ocupação.

Art°. 19e.

BacargQS do Proprietário?- Constituem encargos do Proprie- tário, além dos pagamentos aos empreiteiros, o pagamento das lácenças municipais referentes ao projecto, as licenças e ta- xas de vistorias, as licenças motivadas por eventuais aditamen- tos ao projecto, as taxas de ligação de energia eléctrica, o pagamento de meiação de paredes, os cálculos ao engenheiro e

o seguro eontra os riscos de incêndio.

HPORTO

/C?~X FACULDADE DE ARQUITECTURA

UNIVERSIDADE DO PORTO

\ y CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO

/

(19)

S E G U N D A P A R T E

- natureza e qualidade dos materiais -

Art*. 20°.

Os materiais a empregar, ainda que lhes não seja feita referência especial, serão de primeira qualidade e perfeitos.

Deverão alem disso satisfazer as condições técnicas de resistência e segurança impostas pelos regulamentos que lhes di2em respeito ou possuírem características que satisfaçam as boas normas eonstructivas.

^ ^ ^ ^ § únioo

No caso da Fiscalização desconhecer as características dos materiais que o empreiteiro pretende utilizar, poderá exigir as análises e certificados dos laboratórios oficiais, sendo as despesas por conta do adjudicatário,

Art°. 21°.

Pedraá de alvenaria:- A pedra para alvenaria deve obedecer às seguintes condições:

a)~ Ser resistente à ruptura e esmagamento;

b ) - Não se alterar sob a acção dos agentes atmosféricos;

c)- Fazer boa presa com as argamassas;

d)- Ser de bom leito, sem fendas ou lesins, bem limpa de terra ou de quaisquer outros corpos estranhos;

e)- Ter dimensões concernentes ao fim a que se destinam.

(20)

seixo anguloso, deverá ser rija, D S O fendida, não margosa nem geladiça, bem lavada, isenta de substâncias que alterem o ci- mento e com dimensões variáveis, de forma que, juntamente com a areia, dê a maior capacidade ao betão* Deverão adoptar-se dimensões que permitam a fácil penetração das pedras entre os varões das armaduras e entre estas e os moldes*

As dimensões normais serão as que permitam a passagem por um crivo com orifícios de 0,04 m. de diâmetro, mas em maciços pu peças volumosas poderão empregar-se pedras com dimensões superiores, que deverão ser fixadas especialmente nos Cader- nos de Encargos

IMPORTO «..„..

Mármores?- os mármores a empregar satisfarão às determi- nações expressas nos Elementos do Projecto, quer no que diz

respeito à sua qualidade e natureza, quer quanto às suas di- mensões, com as tolerâncias fixadas*

Art°. tê°.

Manilhas de grás:- Devem satisfazer às seguintes condições:

a)- Terem as dimensões indicadas nas condições especiais;

b ) - Serem bem cozidas, duras, sonoras e vitrificadas;

e)- Serem bem molhadas e calibradas, sem fendas, falhas ou bolhas ou espaços vazios;

d)- Serem impermeáveis*

Art°. 25°.

Loucas:- As louças sanitárias a empregar na obra deverão satisfazer às seguintes condições:

(21)

12/56 - 11

a)- Serem bem cozidas;

b ) - Terem textura homogénea, uniforme e de grão fino;

c)- Terem esmalte vidrado, regularmente distribuído e im- pregnendo a massa;

d)- Serem bem desempenadas de forma a darem um perfeito assentamento ;

e)- Nâo apresentarem rachas, fendas ou quaisquer outros le- sins.

Art°. 2$ô. Tijolos:- Devem satisfazer as seguintes condições:

a)- Terem textura homogénea, isenta de quaisquer corpos es- tranhos, e não terem fendas;

b ) - Terem formas e dimensões regulares e uniformes, serem bem cozidos, duros, sonoros, consistentes e nSo vitrificados, a- dmitindo-se uma tolerância para mais ou para menos de 2% para o comprimento e de Z% para a espessura;

c )- Terem cor bem uniforme, apresentarem fractura de grSo fino e compacto e isenta de manchas;

d)- Imersos em água durante 24 horas, o volume absorvido desta não deve exceder um quinto do volume ou um peso superior a 12% do peso próprio;

e)- No ensaio à compressão deve verificar-se uma carga de ruptura não inferior a:

200 Kgs. por cmq. para tijolos maciços destinados a alvena- rias exteriores;

110 Kgs. por cmq. para tijolos furados.

Art°. 27°.

Telha:- Com características semelhantes às dos tijolos. Se- rá de 2a. escolha e da Fábrica Cerâmica da Pampilhosa.

(22)

Art.° 28°.

Azulejos:- Os azulejos a empregar nos revestimentos das pa- redes, quer de grés, quer de faiança, deverão satisfazer às se- guintes condições:

a ) - Serem tem cozidos;

b ) - Terem massa com textura homogénea e uniforme, não apre- sentarem cravos ou qualquer mancha;

c)- Apresentarem uma superfície bem desempenada e de ares»

tas perfeitamente defenidas;

d)- 0 vidrado deverá apresentar constância de tom; não de- verá ser estaladiço, e ser uniforme e regularmente distribuído por tôda a superfície;

e)- 0 azulejo, quando branco, deverá apresentar em toda a superfíeie coberta o mesmo tom;

f)- 0 azulejo, quando colorido, deverá ter as cores que fo*

rem indicadas, não apresentando manchas ou defeitos de cozedura que prejudiquem as tonalidades escolhidas.

Art°. 29*.

Ladrilhos hidráulicos:- Os ladrilhos hidráulicos a empre- gar na obra deverão satisfazer às seguintes condições:

a)- Terem dimensões bem defenidas;

b ) - Terem coloração uniforme e constante para todos os tons;

c ) - Terem espessura uniforme, aresta vivas e sem rebarbas;

d)- As características de resistência ao desgaste deverão ser as normalmente admitidas*

Art*. 80».

Cimento:- As condições a que deverá satisfazer o cimento PORTLAND de presa lenta, bem como os mátodos e normas de ensaio, serão as fixadas nos Decretos n°. 18.782 de 28 de Agosto de 1930

(23)

i

12/56 - 13

e n.£ 20.918 de 20 de Fevereiro de 1932.

Art°. 31°.

Cal hidráulica:- A eal hidráulica deverá satisfazer às seguin- tes condições:

a)- Ser de qualidade superior e Isenta de fragmentos duros e de corpos estranhos; ser bem cozida e extjéinta ;

b ) - 0 índice de hidraulicidade não será inferior a 0,03 nem superior a 0,50;

c)«- A baridade de cal, não calcada, nunca deverá ser inferior a 700 quilogramas por metro cúbico. Os cubos de argamassa normal

(um de eal para trás de areia) feita com água doce e imersos na mesma deverão apresentar as resistências mínimas à compressão de 140 Kg/cmq. aos 28 dias.

r U i í 1 U «.. 88 ..

igua:- A água a empregar na confecção das argamassas deverá ser doce, limpa e isenta de substâncias orgânicas, ácidas, sais déliquescentes, óleos ou quaisquer outras impurezas.

Para o betão de cimento deverá alam disso ser isenta de clo- retos ou sulfatos em percentagens que sejam reputadas prejudiciais*

Art°. 33*.

Areia:- A areia a empregar na confecção das argamassas para alvenarias e betões, deverá satisfazer às seguintes condições:

a ) - Ser limpa ou lavada e isenta de terra, substâncias orgâ- nicas, ou quaisquer outras impurezas;

b ) - Ter grão anguloso e áspero ao tacto;

c ) - Ser rija, de preferencia silieiosa ou quartzosa;

d)- Ter a composição granulomátrlea mais conveniente para cada tipo de argamassa*

(24)

I

§ 1°.

▲ areia deverá ser lavada e peneirada quando seja julgado necessário*

S 2°.

Mo fabrico das argamassas destinadas às alvenarias de pedra irregular deve preferir­se a areia de grão medianamente grosso;

para as argamassas a empregar no assentamento de cantaria, na al­

venaria de tijolos e em rebocos e guarnecimentos, deve utilizar­

­se a areia de grão fino; para o betão armado deve ser tanto quan­

to possível composta de grãos grossos e finos, aa proporção apro­

ximada de duas terças partes dos primeiros para uma terça parte dos segundos, porém de forma que a sua composição granulomátriea seja a mais conveniente para a capacidade da argamassa*

MMMPOK I ( ) § 3 ° ­

Considera­se areia de grão grosso a que, passando por um cri­

vo com orifícios de 5 mm», 4 retida em crivos com orifícios de 2 mm.; a areia fina a que passa no crivo com orifícios de 0,5 mm.«

Art°. 34°.

Saibro:­ 0 saibro deverá ser escolhido nas melhores saibrei­

ras, ser áspero e isento de matérias orgânicas* 2 proibido o em­

prego de saibro macio ou que contenha argila*

Art*. 55°.

Gesso:­ 0 gesso a empregar na obra será de primeira qualida­

de, de fabrico reeente, de cor clara e uniforme, bem cozido e moí­

do, e untuoso ao tacto*

Sendo amassado com água na proporção de 1.200 litros desta para 1 me* de gesso, deve apresentar, no fim de 30 dias de expo­

sição ao ar livre à temperatura de 25° a resistência à traeção de 12 Egs* por cmq..

(25)

Ferro î- 0 ferro a empregar na constituição das armaduras de- verá satisfazer às seguintes condições determinadas no Regulamen- to do Betão Armado!

a)- Ter textura homogénea e de grão fino;

b)- No ensaio de tracção, a resistência mínima à ruptura, re- ferida k área da secção primitiva da barra ensaiada, será de

3.700 Kg. cmq.;

0 limite aparente de elastic idade mínimo, determinado pela queda da alavanca da máquina de ensaio ou indicador de pressão, será de 0,6 da resistência à ruptura; o alongamento mínimo será de 24% numa extensão calculada pela fórmula d* V 6 6 , 67A em que A é a secção da barra a ensaiar. A zona de estrieção deverá es- tar compreendida naquela extensão;

e ) - No ensaio à eurvatura, a barreta de ensaio deve poder dobrar-se a frio atá 180 graus, sem fractura da parte convexa, sobre uma cavilha de diâmetro igual ao dobro da espessura da barreta;

d)- Ser isento de zincagem, pintura, alcatroagem, argila, á- leo ou ferrugem solta.

§ único

A Fiscalização reserva-se o direito de mandar executar, so- bre qualquer dos tipos de ferro empregados, os ensaios deseritos nos regulamentos ofleiais, para o que se cortarão, em alguns fer-

ros escolhidos, barretas com comprimento e secção convenientes para esse fim.

Art°. 37°.

Latão:- 0 latão será homogáneo e isento de matarias estra- nhas. A sua composição, bem como as formas e dimensões das dife- rentes peças serão as indicadas no Projecto, e nas condições es-

(26)

peciais respectivas.

Art0. 38°.

Bronze:- 0 bronze, se houver necessidade da sua aplicação, será bem homogéneo e isento de matérias estranhas.

Art.° 59°.

Zinco)- 0 zinco deve ser da melhor qualidade, homogéneo, pu- ro, isento de qualquer liga e hem maleável, As folhas de zinco te- rão as dimensões determinadas e serão bem planas, de espessura uniforme, sem fendas ou rasgaduras,

Art°, 40°.

Chumbo:- 0 chumbo em lingotes, em obra ou em folha será de boa qualidade, macio e puro, Ag folhas de chumbo serão de espessu- ra uniforme, sem fendas ou rasgaduras, Em ehumbadouros poderá em- pregar-se chumbo relho,

I W I r U l l 1 vy

Art°. 41°.

Madeira:- Ag madeiras devem ier de fibras direitas e unidas, sem nés viciosos ou em grande quantidade, bem secas, não ardidas, sem fendas que comprometam a sua duração e resistência, isentas de caruncho e outras doenças,

Art°. 48°.

Tintas:- As tintas, quer de base oleosa quer eelulésica, de- vem ser apropriadas aos processos da sua aplicação manual ou me- cânica de harmonia com o indicado nos Elementos do Projecto,

§ 1-.

0 éleo de linhaça deverá satisfazer às seguintes condições:

a ) - Ser pur®, claro, sem depésitos;

b ) - Depois de fervido com litargírio ter peso específico de cerca de 0,939;

c ) - Quando aplicado em camada delgada sobre chapa de vidro, deverá secar no fim de 24 horas.

(27)

/

12/56 - 17

S 2°.

Todos os materiais de pintara derem entrar no loeal da obra nos reeipientes fornecidos pelo fabricante e devidamente intactos, não sendo permitida a entrada e aplicação de qualquer material que não venha nestas condições, ou que não tenha a garantia de nlo ter sofrido alteração a partir da fábrica fornecedora.

§ 3o. Aplicar-se-ão as tintas das seguintes marcas e tipos:

a ) - PLASTINTA - em paredes, tectos e fachadas

b ) - ESMALTE SILOHB (Robialac) - caixilharia exterior c)- Vernir SUNTEX - em todas as partes a envernizar.

Art°. 43*.

Material eláetrleo:- Será todo de boa procedência e sujeito à Fiscalização da Direcção Técnica. As tomadas e interruptores

serão em baquelite da marca SIPE tipo "major dafundus".

Art°. 44°•

CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO .

Vidrost- Todos os vidros devem ser claros, sem defeitos, não empenados, não fendidos, não partidos. Ha caixilharia empre- gar-se-á vidro de 4 mm. de espessura. Interiormente utllizar-se-á vidro de fantasia, ©bservar-se-ão todos os cuidados indispensá- veis quando do seu assentamento.

Art°. 45°.

Ifaterlala e s p e c i a i s : - Serão sempre aplicados por pessoal

especializado e fornecidos por oasas de reconhecida competência

que se responsabilizem pelo comportamento da obra*

(28)

HIGROMEDON CIMENTO CAL SAIBRO GeSSO AREIA BRITA TRAÇO

AFLICAÇIO

ou

GODO

Lts.

K g s . Kgs. K g s . Kgs.

Lts Lts.

Fundações Elevações Muros de au porte

Alvenaria de tijolo

325 325 325 325

960 1 : 4

960 1 : 4

960 1 ï 4

960 1 : 4

Rustiçados 325 960 1 : 4

Impermeabili- zação

Betâ© armado

40 630

"30"0~

930

"Ï0T5 SOIT

1 : 2 1:2:4

Regularizações 600 800 1 : 2

Emboços Ext.

Int.

Azulejo Assent• Mosaico

Mármore Ext.

Rebocos Int Tecto da garage

UNIVERSIDADE DO PORTO

CENTRO DE DOOJMENTACÃO

188 752 600 600

600

1.200

376 376 188 752

188 376

1.860 i : i : 6 2.480 1 / 2 : 2 : 8

800 800

1 : 2 i : 2 1 : 2 1.860 i : i : 6 2.480 1 / 2 : 2 : 8

930 l/2:i:3 Tetos em

gesso

(29)

12/56 ­ 19

T E R C E I R A I ­ 1 H T I

condições especiais para as obras de:

Trabalhadorf Pedreiro e Cimento Armado

Art*. 460.

Defenicão da empreitada:­ Estas obras que poderSo ser adjudicadas por empreitada parcial, compreendem escavação, movimento e transporte de terras, abertura de eavoucos para fundações, construção de funda­

ções, paredes, muros e demais trabalhos de pedreiro e execução dos trabalhos de cimento armado conforme o projeeto oficial e de harmo­

nia com estas Condições, Com as Condições Gerais e com a qualidade e natureza dos materiais*

Art°. 47°.

Terraplanagens e cavoucos:­ 0 terreno será entregue ao emprei­

■OCUMENTAÇÃO

teiro no estado em que presentemente se encontra e será escavado ou aterrado conforme os níveis, indicados nos desenhos. A abertura dos cavoucos far­se­á de harmonia com a largura da base das respectivas fundações até à profundidade em que se encontrar terreno firme e

de harmonia com o Projecto. Na hip<5tese de não haver terreno suficien.

temente firme para o estabelecimento das fundações, os cavoucos alar­

gar­se­ão para que as cargas se distribuam por mais área* No final dos trabalhos o empreiteiro deixará todo o terreno da propriedade completamente limpo e nivelado,­ de modo que, até à profundidade de é cinqòenta centímetros, não haja senão terra preta.

Art°. 48°.

Argamassas:­ Serão manipuladas n a s proporções r e q u e r i d a s pelo t r a b a l h o i m e d i a t o . C o n s t r u i r ­ s e ­ á um amassadouro p r ó p r i o em pedra

ou madeira resguardado do Sol e da chuva.

(30)

Art°, 49°.

Fundações:- Os alicerces estabelecer-se-5o não somente para su- porte de paredes mas também para todos os tabiques e escadas* A lar- gura dos alicerces variará conforme as cargas a suportar e a natureza do terreno, A profundidade das fundações variará conforme o número de fiadas de alvenaria a sustentar. Sa caso algum será permitido proce- der ao assentamento de alvenarias ou ao enchimento de sapatas sem que a Fiscalização tenha examinado a natureza do terreno e a largura dos cavoucos. Os alicerces serão constituídos de perpianho ao baixo. As paredes deverão ser convenientemente travadas e argamassadas e as a-

berturas para as canalizações do saneamento devem ser localizadas com rigor.

^ ^ ^ Art°. 50°.

Paredes interiores e mmteriores:- Serão de conta desta empreita- da a construção de todas as paredes exteriores e interiores divisórias assim como os muros de vedação, quer se trate de pedra ou tijolo:

a)- Paredes de perpianho de 0,28 m.: as paredes de meação late»

rais, a parede da fachada nascente e a parede de estrutura no inte- rior da habitação.

b ) - Paredes de perpianho de 0,22 m.: os muros de vedação.

c)- Paredes de tijolo de 0,08.: todos os tabiques interiores,cha- minés, paredes divisórias duplas e parede interior da parede dupla da

fachada poente. e chaminés.

d)- Paredes de tijolo de 0,15 i.: Sob o envidraçado da fachada poente.

e)- Paredes em tijolo vidrado de 0,07 m.: paredes duplas da fa- chada poente*

f)- As paredes dos anexos serão em tijolo de 0,08m.•

g ) - Conforme o regulamento executar-se-ão as paredes corta-fogo na separação de todos os prédios.

(31)

*•

/

12/56 - 21

Art°. 51°.

Obras de cimento armado:- Construir-se-ao em cimento armado:

a)- Os pavimentos do Io e 2o andares com tijolo de 0,16 m. esp..

b)- A lage de separação do 2° andar do vSo do telhado, c)- A escada helicoidal interior.

d)- As padieiras dos portais de va© superior a l,20m. ; as vigas, padieiras, e respectivas palas ÔU saliências.

e )- A cornija que será o prolongamento da lage de teto.

f )- As placas para armários roupeiros ou com outra função, g ) - Os pilares e sapatas de estrutura,

h)- A lage de cobertura dos anexos, i)- As lages das vaftandas.

j)- 0 saco da chaminé*

DlPORTO *•'•"'•

Rasgos:- t da obrigação desta empreitada a abertura de todos os rasgos indispensáveis para a execução dos trabalhos e das restan- tes empreitadas, tais como: rasgos para o estabelecimento de canaliza- ções de água, esgotos e saneamento; entalhes para a colocação de tu- bagens eláctricas, chumbadouros para a fixação de suportes de ferro, aberturas para chaminés de ventilação ou fumos ou cheiros; condutas, etc..

Os entalhes, rasgos, aberturas ou ranhuras, serão tanto quanto possível previstos e marcados com rigor antes da betonagem dos ele- mentos de betão armado. 0 tapamento dos rasgos será feito pela emprei-

tada de trolha*

Art°. 5 3 %

Implantação do edifício:- 0 empreiteiro é único responsável pelo rigor da implantação do edifício e pelos níveis dos pavimentos e so- leiras» fia caso de infracção ao projecto ou às instruções da Fiscali- zação, cumpre-lhe demolir os trabalhos mal executados e reconstruí- -los de novo, sem direito a qualquer indemnização.

(32)

Art% 54°.

Acabamentos:- Dado que umas partes da construção são acabadas pela obra de pedreiro, e outras o serão pelas restantes artes, deve*

rão eonsiderar-se em todas as dimensões da obra, as medidas do pron- to e os descontos necessários para os acabamentos.

Art0. 55°.

Cantaria em soleiras:- A soleite do portSo de entrada para o quintal será em cantaria lavrada. Fará ema entrega de pelo menos 0,20 m. e ocupará tôda a largura do muro de vedação.

Art0. 56°.

Lageado em cantaria rustlcada:- Junto as entradas principal e da garage construir-se-á, conforme o projeeto indica, uma lageado em cantaria rusticada com 0,25 m. de espessura média.

M.POKT C7

Betonilhas:-

a'- Garage: Será constituída por 3 camadas a saber:

brita 0,10 m.

areia 0,04 "

betão 0,10 n

b ) - Zona de serviço: Será constituída por 2 camadas:

brita 0,10 m.

argamassa 0,03 i.

c)- Anexos: Será uma betonilha simples com 0,10 m, de esp..

A constituição destas betonilhas está devidamente esquematiza- da no corte transversal do edifício. 0 seu acabamento será da espe- cialidade do trolha, assim como a sua impermeabilização.

Art°. 58°.

Armários:- 0 empreiteiro deve contar com as aberturas para os armários embutidos nas paredes.

(33)

condições especiais para as obras de:

Trolha, e estueador

Àrt°. 59*.

Defenicão da empreitada:- Esta empreitada compreende todas as obras de trolha e estucador indispensáveis à integral realização do projecto e à instalação da rede de saneamento e das águas plu»iais, de acordo com estas Condições, com as Condições Cerais e com os por- menores a fornecer no decurso dos trabalhos.

Art°. 60£.

Amassadouros:- 0 amassedouro para a preparação das argamassas será de pedra ou de madeira, e eolocar-se-á sempre em local resguar- dado do Sol e da chuva. Is argamassas serão manipuladas conforme 1iéá~

necessidade imediata. Não será permitido o uso de argamassas pre- paradas dum dia para o outro,

Art°. 61°.

Asfaltamento:- Todos os sobreleitos das fundações e entregas de paredes serão asfaltados. Igualmente se asfaltarão os alicerces»

de tabiques, e os apoios de quaisquer elementos de construção. Será asfaltado todo o pavimento da garage e o muro de suporte de terras na face encostada ao terreno. 0 asfalto será colocado em duas tidiáá camadas e sobre a fiada mais próxima do nível defenitivo do terreno,

dobrando 0,10 cm, para baixo. Serão também asfaltadas as entregas dos elementos de betão encastrados nas paredes, as entregas de muros, e t c , e onde a Fiscalização o julgar necessário.

lrt°. 62e.

Cobertura:- Ma cobertura será empregada a telha tipo Marselha de Sa. escolha da Fábrica Cerâmica da Pampilhosa, com os respecti- vos cumes e cruzetas. Toda a cobertura será exeeutada com os devi-

(34)

pirai.

dos cuidados e precauções para a pèiAoita vedação das águas p l u v i a i s . A r t

0

. 63°.

Aguas pluviais;- Nas ligações dos tubos condutopsverjfieais com os horizontais serão colocadas caixas de visita de fácil acesso .

Para escoamento das águas pluviais do alçado nascente, será

construído um poço sumidouro com 0,50 de raio e 1,50 de profundidade.

Toda a rede de águas pluviais será construída de conta âesta empreitada.

Arf. 64°.

tffe Obra de tl.1olo:- Os revestimentos da banca e da banheira, câma- ras de saneamento e das águas pluviais, peitoris das Janelas e demais trabalhos interiores, serão construídos em tijolo. 0 tapamento d o s rasgos abertos pelo pedreiro serão a cargo da empreitada de trolha.

I IMPORTO Art °- 65 °'

^ Revestimento de tubagens:- 0 empreiteiro procederá ao revesti- mento das canalizações e tubagens, de modo que elas fiquem envolvi- das n o s tabiques, paredes, tetos, de tal modo que n ã o venham a v e r i - ficar-se fendas, rachadelas ou manchas nos rebocos. Para t a l empre- gará argamassa de cravação composta de eimento e areia o u gesso com cizal sempre que for necessário.

Art • 66 . Impermeabilização contra a humidade:- Todas as paredes, parapei- t o s , platibandas, ou cornijas e d u m modo geral, tÔdas a s superfícies exteriores, assim como a s betonilhas n o interior, serão conveniente- mente isoladas contra a humidade. Este isolamento aplicar-se-á c o m

todas a s precauções, sobretudo n a s ligações com o s materiais d o s portais, marcos e peitoris e c o m as placas das coberturas horizon- tais. 0 hidréfugo a aplicar será o HIGROMEDOH G aplicado segundo as indicações dos fornecedores.

(35)

Impermeabilização dos pavimentos interiores:-Os pavimentos doe quartos de banho, das cozinhas e das instalações sanitárias, serão devidamente impermeabilizados eo$. o hidròfugo a que Já se fez refe- rencia, A caixa da banheira também será Isolada per todos os lados*

Art*. 68°.

Tetos:- Os tetos serão inteiramente lisos, sem qualquer espé- cie de molduras ou sancas, salvo pequenos rebalxos para separação do plano das paredes.

a)- Tetos em cimento armado estucados a gesso, b ) - Tetos em cimento armado areados,

o)- Tetos falsos nos corredores.

Oportunamente se designarão quais os acabamnetos a dar aos di- versos tetos.

Art0. 69°.

Bmboco. reboco e estuque:- As paredes e tabiques interiores se- rão emboçadas, rebocadas e caiadas. Ag superfícies devem ficar rigo- rosamente lisas, aprumadas e desempenadas com óptimo acabamento pa- ra levar pintura.

Art*. ?0£/

Natureza dos pavimentos:- Os pavimentos serão acabamos ou re*

vestidos com:

a)- Cimento à talocha e esquartelado:- garage, varanda da co- zinha, tanque e galinheiro.

b ) - Mosaico:- cozinha, despensa, serviço, dependências sanitá- rias e hall da escada no R/C.

c)- Tacos de madeira (parket):- Recepção, comer, estar, quar- to de creadas e roupas, e quartos de dormir.

d)- Material plástico DíiGULA:- escada e hall da mesma, e)- Marmorite:- Vestíbulo.

(36)

f )- Tijoleira*- Varandas fla saia we estar e dos quartos»

Os acabamentos em madeira não são de conta desta empreitada &

qual compete somente a preparação dos pavimentos.

Art°. 71°.

Mosaico:- Aplicar-se-á mosaico hidráulico de cores a escolher oportunamente nos pavimentos descritos no Art°. anterior.

Art°. 72°.

Azule.jp:- Aplicar-seá azulejo branco de 0,15 x 0,15 ate* à altura de 2,10 nos compartimentos deseritos no Art*. 70°,. Os can- tos e remates serão arredondados. A marca será "Carvalhinho" •

Art°. 73#. Pavimente em Dçgula:- 0 pavimentos do hall da escada e da pró- pria escada, será em material plástico DEGOLA aplicado segundo as

indicações dos fornecedores e por pessoal especializado.

Art° 74*

FACULDADE DE ARQUITECTURA * *

Obra de mármore:-Os vãos das Janelas do alçado poente serão guarnecidos com mármore de acordo com pormenor a fornecer oportuna- mente. As soleiras das portas exteriores das varandas tambám serão em mármore.

Art*. 75°.

Saneamento:- A rede de saneamento será inteiramente executada por conta desta empreitada de acordo com todas as exigências dos regulamentos em vigor e dos Serviços Oficiais respectivos. 0 emprei- teiro obriga-se a executar todos os trabalhos de modo a que mereçam a inteira aprovação. As alterações que, por motivo de especiais ins- truções dos Serviços Municipais venham a lntroduzir-se, serão execu- tadas por conta do empreiteiro. A rede de saneamento será executada em colaboração com a obra de Picheleiro e compreenderá toda a rede de esgotes, fossa, caixas, câmaras de visita, sifões, etc.

(37)

1

4

Fssoon 12/56 - 27

K B I I I

Art*. 76°.

Aguas pluviais:- 0 empreiteiro executará uma rede para escoamen- to de águas pluviais de acordo com o indicado em projecto» As águas pluviais do alçado nascente, assim como as do tanque de lavar, irão para um poço sumidouro a instalar no quintal,

Art°. 77°.

Licenças, multas?- As multas que por infracção dos Regulamentos, das Posturas ou dos Prazos estabelecidos, forem aplicadas durante a execução desta empreitada, serão descontadas ao empreiteiro nos pagamentos a que tiver direito.

Art0. 78°.

Caiação:- Os tetos do vestíbulo, sanitários, banho, cozinha, despensa, quarto da creada, roupeiro e quartos de dormir, serão caia- dos no numero de demãos necessárias, levando a cal o produto PEKMA- CAL aplicado secundo as instruções dos fabricantes,

FACULDADE DE ARQUITECTURA

\ UNIVERSIDADE DO PORTO

' CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO

(38)

Q U I N T A P A R T E

condições espeelais para as obras de:

Carpinteiro e Serralheiro

A r t ° . 79°.

Defenicão da empreitada:- Esta empreitada compreende a execução de todas a s obras de Carpinteiro e S e r r a l h e i r o , indispensáveis à i n - t e g r a l realização do p r o j e c t o , de harmonia com esr"as Condições, com as Condições g e r a i s , com a Natureaa dos Materiais e ainda de acordo com os pormenores a fornecer no decurso dos trabalhos»

A r t ° . 80°.

Protecção das madeiras:- Dum modo g e r a l e sem excepção, todas as superfícies das madeiras de pinho serão protegidas com Carbonilo de boa marca. As p a r t e s das madeiras que fiquem envolvidas nas pare- des, serão pintadas antes do seu assentamento.

Art° 81°

Cobertura de madeira:- Para a estrutura do telhado serão dispos- t a s as peças conforme o projecto indica. As suas secções serão:

Pernas e pendurai 0,25 x 0,08; f i l e i r a s , escoras e madres 0,22 x x 0,08; b a r r o t e s 0,06 x 0,07; r i p a s 0,03 x 0,02 e contra linhas

0,18 x 0,04. Serão fornecidas e aplicadas as ferragens necessárias à rigidez das estrutaaras. As ferragens serão pintadas com duaé demSos de zarcão antes do seu assentamento*

A r t

0

. 82°.

Tacos e t o r n o s : - 0 empreiteirqfobriga-se a fornecer os tacos pa-

ra a fixação das diversas peças de madeira sobre os tabiques de t i *

j o i o , e a colocar os tornos para a fixação nas paredes e nas e s t r u -

turas de cimento armadeo

(39)

12/56 - 29

Art°. 83°.

Aros, guarnecimentos e apalnelados:- Os guarnecimentos dos por- tais ou lanternins abeífes nos tabiques, serão constituídos por aros

inteiros. Os guarnecimentos e marcos dos portais exteriores, terão forma, secção e ferragens determinadas pelos caixilhos e pelas per- sianas. Tanto os aros como os guarnecimentos serão formados por pe- ças inteiras sem emendas, facadas ou nós, com junções a meia esqua- dria. Para todas estas peças serão fornecidos pormenores especiais.

A r f . 84°.

CorriMBO da escada:- em mogno e de conta desta empreitada.

Art°. 85°.

Bavlmentos em parket:- Os pavimentos de todas as dependências interiores, com excepção da cozinha, despensa, serviço, banho e de- pendências sanitárias serão executados oem parquet. Os tacos a/apli- car serão em pinho de 0,07 x 0,14 m. de primeira qualidade a assen- tes em Mastique. Serão raspados para levar cera.

CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO . .0 rt-o

Art • oo . Roda-pésî- Todas as dependências com pavimentos revestidos a madeira, terão um roda-pé* simples de 0,05 x 0,032 envernizado, em madeira de andiroba.

Art°. 87°.

Esquadrias e caixilhos:- 1 da obrigação desta empreitada a execu- ção e colocação de todas as esquadrias, portas e caixilhos, exterio- res e interiores mencionados nos desenhos do projecto e indispensá- veis à vedação do prédio. TSdas as esquadrias serão executadas com a máxima perfeição e segurança e assentes com as precauções necessá- rias. Haverá sobretudo o mais atento cuidadd na vedação das águas pluviais e das humidades exteriores. Os entalhes e Junções serão fei- tos a meia esquadria. As fééé Junções das esquadrias plntar-se-So, antes do respectivo engradamento, com o aparelho indispensável à protecção da madeira. Em tâas as soleiras dos caixilhos fixos, serão

(40)

colocadas pingadeiras de Ii«E«, recurvadas na extremidade exte­

rior.

Àrt°. 88°.

Assentamento de marcos e soleiras:­ Os marcos e as soleiras dos portais exteriores serão assentes sobre RALMIX aplicado dire­

ctamente sobre as superfícies hldrofugadas• Os rebaixos das solei­

ras (caneluras) serão abertos apenas na extensão correspondente ao caixilho e nunca por debaixo dos marcos.

Art°. 89°.

Caixilhos exteriores;­ Os caixilhos exteriores serão de vários tipos, cada um dos quais obedecendo a pormenor especial, mas for­

mando conjunto» Apllcapse­é* madeira de castanho em toda a caixilha­

ria exterior.

a ) ­ Caixilharia de correr com portadas do mesmo tipo ­ sala de estar, e quartos das varandas, e ainda quarto voltado a nascente.

b ) ­ Caixilhos de guilhotina ­ Despensa, cozinha, roupas e quar­

■JTACÃO

to de creadas e hall da entrada.

e ) ­ caixilhos de guilhotina ­ Recepção e quarto voltado a poente Art0. 90°.

Portas interiores e exteriores:­ As portas serão de vários ti­

pos a saber:

a ) ­ Porta da entrada pricipal ­ em favo de castanho revestido a tàermotex extra­duro.

b ) ­ Porta da garage ­ de correr em castanho.

c ) ­ Portas interiores:­ em andiroba para envernizar.

Art°. 91°.

Abertura para o telhado:­ As aberturas de acesso ao vão do telhado serão revestidas e guarnecidas com um tampo engradado e revestido a thermotex.

(41)

12/56 - 31

Art*. 92°.

Grelha em madeira?- No vestíbulo será colocada uma grelha em madeira de andiroba para envernizar constituída por cubos de madei- ra sobrepostos.

Art*. 93°.

Portas para os anexos:- Serão em pinho para pintar.

Art*. 94°.

Arjsáxl&si- 0 empreiteiro construirá* e assentará:

a)- armários em casquinha para envernizar:- roupas e serviço, b ) - armários em pinho para pintar:- banho,serviço, cozinha, despensa e roupeiro, e ainda na garage.

e)- armário divisória entre recepção e estar:- em andiroba e castanho para envernizar.

Art*. 95°.

^K g I ^ B

Janela com pesos:- Para facilitar o serviço, entre a cozinha e a zona de «erviço será colocada uma Janela em andiroba com pesos

CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO

de compensação.

Art*. 96°.

Ferragens:- As ferragens necessárias para a perfeita seguran- ça, vedação e funcionamento de cada uma das partes do edifício, serão fornecidas e assentes pelo empreiteiro* Serão todas elas de primeira qualidade e à escolha da Fiscalização.

Art*. 97*.

Obra de serralheiro:- serão executados em ferro por conta des- ta empreitada:

a)- Portão da entrada - formado por aros de 1 1/4" x 3/8", pranohetas de 7/8 x 5/16" e prumos de 5/8" x 1/4".

b ) - Varandas - chapim 1 1/4" x l/4", prumos pesistentes 1" x x 3/16", outros prumos 7/8 x 7/8% barras horizontais 1 1/4 x l/4"«

o)- Vedação - prumos 5/8" x 1/4" e aros de 7/8 x 5/l6".

(42)

Guarda da escada helicoidal:- prancheta para o corrimão 1 1/4 x l A " , prumos de 3/4 x 3/4" e pranchetas horizontais de 1 1/4" X 1/4".

As ferragens levarão os remates e acessórios indispensá- veis como sejam paters, etc..

PORTO

FACULDADE DE ARQUITECTURA

UNIVERSIDADE DO PORTO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO

(43)

12/56 - 33 S E I T A P A B T E

condições especiais para as obras de:

Funileiro e picheleiro

Art°. 98°.

Defenicão da empreitada:» Esta empreitada compreende a ins- talação completa, pronta a funcionar, das louças, encanamentos e acessórios de todas as peças sanitárias indicadas em projecto; a instalação da rede de abastecimento de águas do edifício e o for- necimento de todos os materiais*

São as seguintes peças a instala*:

Duas retretes, três bidets, quatro lavatórios, uma banheira, dois chuveiros, uma banca, algerozes e todos os acessórios indis- pensareis a estas peças*

Art .99°.

Características doa materiais?- Todos os materiais serio de primeira qualidade, sem defeitos.

a)- Bacias de retrete sifónicas, com assento envernizado de mogno e autoclismos marca CANOFE.

b^- Lavatórios de 0,60 m. com sifSes de 1 1/4".

o)- Chuveiros em metal cromado com suportes do mesmo material.

d)- Banheiras marca OEIBAS em ferro fundido com 1,75 m..

e ) - Bidets com sifão de 1 1/4"•

f)- 3 torneiras de rega com rosca para levar mangmeira.

g ) - Torneiras e passadores em metal cromado marca NOVI, com indicações de quente e frio.

h)- sifões em cobre e latão* Em metal cromado os aparentes.

As peças sanitárias serão da marca SACAVÉM.

Art°. 100°.

Banca?- A banca será em mármore monobloco com 1,20 x 0,60.

(44)

flBffjlj Art°. 101°.

Algerozes e conduotores:­ As cornijas, os remates das chami­

nés e os respectivos capacetes, as caleiras e algerozes os tubos de queda serão executados em chapa n° 14.

Art°. 102°.

Tubagens:­ Todos os encanamentos, quer os de abastecimento de

água, quer os de esgoto ou ventilação, serão embutidos nas paredes*

▲ água fria será conduzida em tubos unllene e a água quente em tubos de ferro.

Os esgotos verticais também serão em tubo unllene, com as seguintes dimensões :

Prumadas das retretes 4"

Bidets e lavatórios 2 1/2"

Banca ••••• 2"

Alimentação dos lavatórios ... 1"

FACULDADE DE ARQUITECTURA

" banheira e bidets «GOTO»* 1 l/in

Os tubos de ventilação serão aplicados, sendo necessários, conforme o regulamento e levarão os acessórios necessários.

Art". 105*.

Acessórios:­0 empreiteiro fornecerá e assentará os acessórios indispensáveis a uma perfeita e conscienciosa instalação, desorita ou não neste Caderno de Encargos. Assenta e fornecerá os sifões

de banca e banheira. Art0. 104°.

Ordenação doa trabalhos:­ As obras desta empreitada deverão executar­se simultaneamente com as de pedreiro. Ao empreiteiro cumpre marcas todos os rasgos e furacões antes da betonagem dos elementos de betão armado e colocar as canalizações que deverão embutir­se nas placas e pilajes.

(45)

12/56 - 54

Art°. 105°.

LegallzacSo dos trabalho»:- a da inteira responsabilidade d© em- preiteiro a aprovação e lagallzação de todos os trabalhos de Piche-

leiro, incluindo a própria rede de esgotos da competência do tro- lha» Se for necessário apresentar aditamentos ou quaisquer docu- mentos para efeito de legalização, as despezas respectivas serão de sua conta•

Art°. 106°.

Fiscalização:- Os trabalhos desta empreitada executar-se-So sempre de aeSrdo com os regulamentos cuja ignorância o empreitei- ro não poderá alegar como desculpa de eventuais erros que cometa, e com a Fiscalização dos Serviços Municipalizados • 0 -Arquitecto Director dos Trabalhos será consultado, nos termos das Condições Gerais, antes do assentamento das canalizações e das louças e quan- do se trate da escolha dos materiais a encomendar,

x FACULDADE DE ARQUITECTURA ] UNIVERSIDADE DO PORTO

/ CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO

(46)

S Í T I 1 Í A P A R T I

condições especiais paira a obra de:

Electricista

Art°. 107*.

Defenlcão da empreitada:- Toda a instalação será feita inte- riormente, de acordos' com estas Condições, com as Condições Gerais, e de harmonia com os esquemas de localização do projecto*

Compreenderá a instalação de luz e energia monofásica e tri- fásica, de campainhas, fogão, cilindro, trinque eléctrico, etc..

Art

0

. 108°.

Localização das pecas:- A localização dos aparelhos eláctricos, das lâmpadas e interruptores, das tomadas de corrente, etc», á de- terminada em esquema. Assim teremos:

g> lâmpada (ponto de luz f

0ApR0

^TO

TECTUR

^ interruptor

/Ç) oampaínha Vcomut. de lustre O botão de campainha \ comut. de escada

-Ç tomada '

s=

s telefone

A antena ^ trinque eláetrico 0 quadro geral em mármore e o contador bté colocar-se-ão jun- to da entrada no armário respectivo. Serão instalados os circuitos necessários*

Art°* 109*.

Cilindro e campainha:- 0 empreiteiro foraeoerá e assentará um cilindro eláetrico marca IRIS reforçado, com a capacidade de 70

litros* Igualmente fornecerá uma campainha de bom timbre*

Art". 110°.

Observância dos regulamentos:- Toda a instalação será feita

de harmonia com as exigências dos Regulamentos em vigor* A obra,

(47)

/ 12/56 - 36 sé se considera termí 0 R B 3 ara efeito da liquidação do seu impor- te, depois de aprovada pelas entidades responsáveis.

Art*. 111°.

Calibre dos fios e elrcuitoa:- A instalação será feita em cir- cuitos independentes para cada pavimento, para o fogão e para o cilindro eláctrieo. Oa cabos e fios terão as características e à secções necessárias às respectivas cargas»

PORTO

FACULDADE DE ARQUITECTURA

UNIVERSIDADE DO PORTO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO

(48)

O I T A T i

condições especiais para as obras de Pintura e Vidros

Art°. ILS9. Defenleio da obra:» 1 da conta desta empreitada a pintura das fachadas, de todos os madeiramentos não envernizados, de to- da a obra de ferro, tubagem descoberta, dos autoclismos, das ca- leiras e condutores das águas pluviais, etc..

Art°. 115°.

Ordenação dos trabalhos:- As madeiras e outras superfícies a pintar, devem estar perfeitamente secas e limpas de quaisquer nó- doas gordurosas* Os nós , facadas e partes resinosas dos madeira- mentos serão devidamente queimados; os nós dos madeiramentos exte- riores queimar-se-ão com verniz. As fendas e cavidades das madei- ras serão em geral, tomadas com massa de cola, cr/ e óleo. Prepa- radas as superfícies a pintar e depois de bem secas, aplicar-se-á o respectivo aparelho. Mo ferro, depois de muito bem limpo da fer- rugem e de quaisquer impurezas, serão aplicadas duas demãos de tin*

ta de zarcão. Todas as superfícies a pintar serão betumadas e emas- sadas, aplicando-se duas demãos de tinta. Depois das duas demãos de tinta os madeiramentos e toda a obra desferro serão pintados com esmalte Robialac tipo SILURE,

Art°. 114°.

Pintura a fosco:- As caleiras, condutores de águas pluviais, canos de condução de água e todas as tubagens exteriores, serio pintadas a fosco.

Art°. 115°.

Pintura Interior e nas fachadas:- Tôdas as superfícies rebo-

(49)

12/56 - 38

cadas, excepto as caiadas pextT^u^a (Art°. 78o.) serão pintadas, com as demaos necessárias a um perfeito acabamento com tinta da marca PLASTINTA.

Art0. 116°.

Estragos:- 0 empreiteiro ê responsável pelos estragos causa- dos na «ua obra, por si ou por terceiros, até" a entrega defeniti- va ao Proprietário, devendo repará-los e deixar limpo o edifício, quando terminar a obra*

Art°. 117°.

Colocação de vidros:- Faz parte desta empreitada a colocação de todos os vidros de modo a que o prádio fique completamente ve- dado. Todos os vidros devem se^elaros, sem defeitos e perfeitamen- te planos. Na caixilharia empregar-se-á vidro de 4 mm.. No interior,

(portas e lanteriins) aplicar-se-á vidro de fantasia aos quadrados.

Art° 118 ° FACULDADE DE ARQUITECTURA

Assentamento?- Nenhum vidro será colocado sem que previamente

CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO

se verifique as condições exigidas e se pintem os rebaixes das ma- deiras.

(50)

\

4

N 0 H A P A R T E

diversos artigos a colocar -pelas empreitadas

Art°. 119%

Serralheiroi- Um tapete em ferro para a entrada principal* Bê*

de para a capoeira; Caixa do correio*

Art*. 120°.

Trolha:- Tanque em cimento para o fundo do quintal* Fogão de sala com caixa tipo Carneiro, incluindo chaminé; Floreira em cimen- to para o vestíbulo; Depósito em cimento para 700 litros.

Art°. 121°.

CarpinteiroÎ-» Estores articulados tipo 2 ou B, incluindo cai- xa e prontos a funoionar; Caixas para contadores; Bengaleiro; Ar- mário farmácia.

Art0. 122*.

FACULDADE DE ARQUITECTURA

Picheleiro:- Contador de água; Toalheiro; Prateleiras para o quarto de banho. DOCUMENTAÇÃO

dezembro de 1956

/

l/faste*

(51)

M E D I Ç Ã O

PORTUGA!

?r

P.píli., Ua-S.nl. C.l.rin», IZS-Mod. 1375

D E S I G N A Ç Ã O

li

D I M E N S Õ E S M É D I A S

C O M P R I -

MENTO LARGURA ALTURA

ESPESSURA

EXTENSÕES L1N . „ . SUPERFICIES OU I B i l

A U X I L I A R E S

I

2ABIÏÏAC0.3S SM 4 TA COMïlMUA

• C A P I T U L O I TSRfiAPLAHASSUS

A r t Û . l a * - "Escavação da t e r r a compaot» na i m p l a n t a ç ã o do e d i f í c i o e r e g u l a r i z a ç ã o d a s " á r e a s e s c a - v a d a s .

I r t Q . 2Q. - Escavação de t e r r a s , r e p o s i ç ã o e r e c a l q u e na a b e r t u r a de f u n - d a ç õ e s .

E u r o de s u o o r t e A r t a . 3 a . - T r a n s p o r t e de t e r

r a s a c a r r i n h o de mio a uma i i s t a n c i a de 6 , 0 0 m

i n c l u i n d o r e g u l a r i z a ç ã o , r e g a e a p l l o a m e n t o d e t e r r a s em a t e r r o .

A r t a . 4 a . - T r a n s p o r t e de t e r r a s s o b r a n t e s à d i s t a n c i a mádia de 4 ton.

«• 2 0 ^ a r t Q . i a . f 30> a r t a . 2 a .

2 2 UL

1 1 , 7 5

7 , 5 0 3 , 8 0 8 , 5 0 1 , 5 0 DA0»5O

2 2

E DOCUMEN

5 , 0 0

1 1 , 7 5 7 , 5 0 3,8,0 8,50 1 , 5 0 8 , 5 0 1 7 , 4 7 $ 1 7 , 9 0

8 , 5 0

1 , 0 0 0 , 7 0 1 , 0 0 0 , 5 0 )Rft#50

AÇÃO

8,50

8 , 5 0 1,00 0 , 7 0 1 , 0 0 0 , 5 0 2 , 5 0

1,75

1,30 1,30 1 , 3 0 1 , 3 0 1,00

1,00

1 , 7 5 1,30 2 1,30 1,30 1,30 1,00

8 7 , 3 9 0

1 9 , 5 0 0 6 , 9 1 6 1 1 , 0 5 0 0 , 9 7 5 21 , 2 5 0

2 1 , 2 5 0

8 7 , 3 9 1 1 9 , 5 0 0 6,916 1 1 , 0 5 0 0 , 9 7 5 2 1 , 2 5 0 1 7 , 4 7 8 1 7 , 9 0 7

8 7 , 3 9 1 m3

5 9 , 6 9 1 m3

2 1 , 2 5 0 iû3

1 8 2 , 4 6 7 m3

Referências

Documentos relacionados

A avaliação dos trabalhos por pares (colegas) tem essencialmente três objectivos: (a) promover uma melhoria na qualidade da aprendizagem; (b) promover a reflexão sobre o seu