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GESTÃO DA INFORMAÇÃO E INTELIGÊNCIA

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Academic year: 2023

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Nesse contexto, o objetivo geral deste estudo é analisar como as práticas de gestão da informação e inteligência competitiva afetam o desempenho organizacional das micro e pequenas empresas do setor supermercadista mineiro. Procuramos avaliar, por meio de análises, a utilização dos conceitos de Inteligência Competitiva e Gestão da Informação por pequenas e médias empresas do setor supermercadista mineiro, para obter o desempenho da organização.

Problema de Pesquisa

Objetivos

Objetivo Geral

Objetivos Específicos

Justificativa

Assim, observou-se que as pequenas e médias empresas do setor supermercadista mineiro costumam ter baixo entendimento sobre sua estratégia específica de gestão ou atividade de inteligência competitiva pretendida. Portanto, as empresas procuram satisfazer as necessidades de seus clientes fazendo uso de seus próprios recursos.

Trabalhos relacionados

Apresentação do modelo de gestão da informação para obtenção da aprendizagem organizacional em projetos. Nele, o autor relembra os conceitos estudados nesta pesquisa, como gestão da informação (GI) e inteligência competitiva.

Gestão da Informação

Portanto, para atender a proposta desta pesquisa, com base na literatura, é necessário definir e contextualizar aspectos de termos como dados, informação e conhecimento, a fim de compreender as bases da Gestão da Informação (GI) e da Inteligência Competitiva. . (IC). A disseminação, por sua vez, refere-se à distribuição de informações aos gestores e funcionários que dela necessitam (DAVENPORT, 2002).

FIGURA 1 - O processo de gerenciamento da informação
FIGURA 1 - O processo de gerenciamento da informação

Dados, informação e conhecimento

Esta atividade consiste em tarefas que não são necessariamente sequenciais, a saber: explorar o ambiente informacional, classificar a informação em categorias, projetar e estruturar a informação. Segundo Rosini e Palmisano (2008) e Setzer (2015), informação é uma abstração informal caracterizada como aquela que não pode ser formalizada. É importante ressaltar que a informação é um item que pode ser inserido em um computador na forma de dados.

Portanto, a informação pode transmitir e representar algum conhecimento e ter um significado importante como recurso organizacional, para auxiliar na tomada de decisões, no planejamento estratégico, no reconhecimento de todos os dados relacionados à atividade da empresa, em ambiente interno ou externo. O conhecimento pode ser definido como uma abstração interna da experiência pessoal. Sveiby (1998), por outro lado, define o conhecimento como "a capacidade de agir", enquanto para Davenport e Prusak (2004, p conhecimento pode ser comparado a um sistema vivo que cresce e muda conforme interage com o ambiente).

Inteligência Competitiva

Davenport e Prusak (2004) argumentam que as organizações internas têm papéis relacionados à produção e ao fluxo de informações. A inteligência competitiva trouxe para as organizações a possibilidade de acelerar as decisões estratégicas diante das variações do cenário competitivo, o que dificilmente seria levado em conta nos processos de planejamento tradicionais (BEZERRA et al, 2006). Para obter maior agilidade e busca de informações para definir estratégias, as organizações utilizam sua capacidade reativa, pois são forçadas a um estado de proatividade competitiva, pois segundo Canongia et al (2004, p. 232) “o desenvolvimento da capacidade identificar, sistematizar e interpretar os sinais do ambiente externo às organizações, para potencializar os processos decisórios" é fator de redução do risco empresarial com agilidade e rapidez na tomada de decisões sobre os ambientes empresariais.

Barbosa (2015) cita o ciclo da Inteligência Competitiva como um processo contínuo e interativo que passa por três etapas: (I) coleta; (II) análise; e (III) divulgação de informações. A informação é, portanto, um ativo que ainda se estabelece como estratégia para determinar vantagens competitivas para as organizações. Barbosa (2015) encerra sua análise com a etapa final ou divulgação, entregando as informações analisadas, fechando o ciclo.

Desempenho Organizacional

Schmidt e Bohnenberger (2009), com uma visão diferente, lembram que as medidas de desempenho organizacional têm sido adotadas de duas maneiras, a saber, as medidas objetivas de resultados e as medidas subjetivas, ou seja, que faturamento inicial, número de funcionários, resultado operacional, enquanto a segunda são colhidos pela opinião do sujeito pesquisado (SCHMIDT; . BOHNENBERGER, 2009). Todo esse conjunto de ferramentas de gestão e controle deve estar associado aos esforços de comunicação interna, devido à necessidade de conjunto e envolvimento dos envolvidos (IRELAND; HOSKISSON; HITT, 2014). Para que uma organização alcance bons resultados, não basta ter os recursos necessários, é preciso que as pessoas que nela trabalham saibam gerenciá-los, tenham vontade e sejam capazes de gerenciá-los.

A “vontade de fazer” pode revelar o grau de satisfação dos recursos humanos, e muito do sucesso ou insucesso das organizações. Desta forma, observam-se componentes consistentes para que as organizações busquem ferramentas e medidas de desempenho para uma rápida verificação, não apenas das mudanças no cenário competitivo, mas também do resultado de suas decisões dentro dos esforços para aumentar o Desempenho Organizacional.

Considerações sobre porte

Quando abordamos os estudos sobre o segmento de NMVs, um dos maiores problemas refere-se à falta de informações atualizadas e coerentes sobre a dimensão e a forma de sua introdução na economia. Segundo pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), 98% das empresas no Brasil são de pequeno porte e possuem diversos critérios de caracterização. Com base nas informações do SEBRAE (2014), outra forma de classificação do porte das empresas pode ser determinada pelo número de empregados efetivos.

Nesse caso, classificam-se como microempresas aquelas com até 9 empregados permanentes nas empresas de comércio e prestação de serviços, e em pequenas empresas aquelas com 10 a 49 empregados permanentes; na atividade industrial, as microempresas são definidas como aquelas com até 19 empregados efetivos e as pequenas empresas entre 20 e 99 empregados efetivos. Esse tipo de preocupação vai ao encontro do interesse em ter empresas capazes de gerar e manter empregos formais, como também é o caso do varejo supermercadista, conforme observado na Tabela 3. Esse resultado permite ter um conteúdo de classificação do tamanho da empresa para o varejo supermercados de Minas Gerais, além de outros fatores de sua dinâmica empresarial.

Marco Teórico

Informação (GI) na perspectiva da identificação e utilização dos recursos de informação no contexto das organizações. Esse tipo de pesquisa possibilita descrever as características de um evento, inclusive apontando a frequência com que ele ocorre. No caso em questão, esse tipo de pesquisa é necessário para que o pesquisador possa adentrar no universo da pesquisa e traçar um cenário anterior de como ocorrem os processos sob investigação durante o trabalho.

Lakatos e Marconi (2003) destacam que independente do tipo de metodologia escolhida, deve-se priorizar a pesquisa bibliográfica. Mesmo que seja exploratória, ou seja, a avaliação de uma situação concreta desconhecida, em um determinado local alguém ou um grupo em algum lugar já deve ter realizado pesquisas iguais ou semelhantes, ou mesmo complementares a determinados aspectos da pesquisa pretendida. Para atingir o objetivo proposto, optou-se por um estudo baseado em análise bibliográfica, cujo objetivo é gerar novos conhecimentos a partir da consulta a trabalhos de autores que tratam do tema escolhido, e isso possibilita comparar as diversas contribuições científicas disponíveis sobre o tema, além de subsidiar todas as fases da pesquisa e auxiliar na escolha do método adequado.

Figura 2 – Modelo Analítico da Pesquisa
Figura 2 – Modelo Analítico da Pesquisa

Caracterização da Pesquisa

Optamos, portanto, por uma seleção proposital da amostra devido à grande área geográfica e ao alto número de potenciais respondentes e, portanto, pouco provável. Essa informação está diretamente relacionada ao número de pontos de venda dessas organizações. Chama a atenção o expressivo número de respondentes que afirmaram ter quatro ou mais pontos de venda com 20,2% dos respondentes.

Notamos que para o número de respondentes que indicaram outro tamanho (19,7%), há uma relação entre o registro do tamanho e o número de pontos de venda. Essas empresas também foram questionadas sobre o número de funcionários, e 36,6% dos entrevistados responderam que tinham mais de dez. A região com maior número de respondentes (35,2%) na amostra foi Campo das Vertentes, as demais se dividiram entre 12% e 7%.

Fase II Inteligência Competitiva

No entanto, há um grande contingente de respondentes que ora discordam, ora são neutros sobre essa opção, com 54,1% dos respondentes. Dessa forma, é possível compreender o comportamento dos respondentes ao expressarem sua opinião em relação ao processo de análise das informações coletadas pela administração da empresa, pois 38,5% dos respondentes concordam parcialmente com esse procedimento de análise vinculado ao diagnóstico realizado sobre o desempenho interno. No que respeita à utilização e destino das análises efectuadas, entendidas como divulgação adequada da informação, 32,9% dos inquiridos concordam em parte que esta informação é repassada a quem dela necessita nas organizações.

Reconhecendo que a maioria das empresas são micro e pequenas, ainda existem muitas empresas com deficiências de comunicação sobre esse conteúdo, com 52,1% dos respondentes com opiniões variando de discordo totalmente a nem concordo/nem concordo. No gráfico 09, pode-se observar que a maioria dos respondentes não realiza uma análise de ameaças de mercado e o respectivo monitoramento da concorrência. Em relação ao monitoramento de informações promocionais no espaço mercadológico, principalmente nas redes sociais, 31,5% dos respondentes concordam parcialmente que suas empresas monitoram esse conjunto de informações.

Gráfico 06 – As ações da concorrência são monitoradas e registradas de forma  adequada e sistemática
Gráfico 06 – As ações da concorrência são monitoradas e registradas de forma adequada e sistemática

Fase III Gestão da Informação

Contrariando as opiniões a respeito do diagnóstico de informações relacionadas à inteligência competitiva, no quadro 10 pode-se observar que os respondentes tiveram opiniões negativas quanto à existência de uma estruturação de identificação de requisitos de informação em um sistema de informação. Com 58,2% dos entrevistados divididos entre falso e desconhecido, existe uma pequena lacuna entre ter um sistema de informação e sua eficácia. O que corrobora essa percepção é a comparação da distribuição das respostas quanto à totalidade dos setores dentro das empresas que processam suas informações, que é alta, com 73,3% dos respondentes verdadeiro, parcialmente verdadeiro e desconhece esse total de departamentos que utilizam sistemas de informação .

Tanto na horizontal quanto na vertical, os entrevistados acreditam que as informações armazenadas e disponibilizadas nos sistemas de informação são acessíveis e acessíveis. No entanto, os respondentes indicam que há problemas com a disseminação de informações dentro da organização, quando 32,4% dos questionários válidos indicam que eles não têm conhecimento. A produtividade das empresas é otimizada com o uso das informações disponíveis no sistema de informação para a maioria dos entrevistados (82,2%).

Gráfico 10 – Estruturação da Demanda por Informação
Gráfico 10 – Estruturação da Demanda por Informação

Fase IV Desempenho Organizacional

Quanto ao uso da gestão da informação como dimensão do desempenho organizacional, 35,7% dos respondentes a consideraram “muito importante” e 34,3% como “importante”. O tamanho da empresa foi usado para correlacionar potencialmente com questões levantadas em relação à inteligência competitiva, gerenciamento de informações e desempenho organizacional. Os resultados da análise dos respondentes em tipos individuais de empresas não representam uma correlação satisfatória com as principais questões de gestão da informação.

A hipótese 02, que afirma que o uso combinado de inteligência competitiva e gestão da informação poderia apoiar o desempenho organizacional das empresas pesquisadas, foi corroborada pelo presente estudo, pois essas duas dimensões foram rotuladas como "importante" ou "muito importante". Para cada tipo de porte de empresa e sua respectiva opinião sobre o cenário, uma opção diferenciada de utilização de conceitos e técnicas de inteligência competitiva e gestão da informação. Modelo genérico de gestão da informação científica para instituições de pesquisa na perspectiva da divulgação científica e acesso aberto.

Gestão de sistemas de informação e informação para tomada de decisão no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas – Campus Coari. Em relação às afirmações a seguir, qual é o grau de veracidade da sua empresa, considerando a Gestão da Informação (GI)?

Gráfico 13 – O Desempenho Organizacional em Melhoria da Comunicação
Gráfico 13 – O Desempenho Organizacional em Melhoria da Comunicação

Imagem

FIGURA 1 - O processo de gerenciamento da informação
Figura 2 – Modelo Analítico da Pesquisa
Gráfico 06 – As ações da concorrência são monitoradas e registradas de forma  adequada e sistemática
Gráfico 07 – Qualidade das informações coletadas para Inteligência Competitiva.
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Referências

Documentos relacionados

Dessa forma, o objetivo principal do estudo que era propor etapas para melhoria do desempenho da gestão da cadeia de suprimentos nas micro e pequenas empresas de Brasília -