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Academic year: 2023

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Na verdade, é difícil imaginar uma actividade que abranja tantos aspectos da vida nacional como a edição de livros. A impressão de livros e revistas no Brasil sempre foi ilegal, ou virtualmente ilegal, até a chegada da família real portuguesa ao Brasil (em 1808) e a ascensão do Brasil da categoria de colônia para a de rico e capital. Mas também culturalmente, desde que foi criado. nova demanda pela impressão de livros de literatura, revistas gerais, jornais e jornais políticos com suas tipologias e gravuras.

HALLEWELL, 1985, pág. 81-98) Para que o mercado do livro se desenvolvesse e crescesse da estagnação em que se encontrava desde o século XIX até ao que se tornou no final do século XX, duas editoras daquele século foram fundamentais. No entanto, este trabalho pretende reunir todas as obras publicadas em livro por Monteiro Lobato como autor. E analisar cada um de seus livros para adultos, pois são parte importante de sua bibliografia, para que possam ser descritos de maneira geral muitos aspectos da atuação do mercado livreiro na primeira metade do século XX no Brasil.

Mais claramente, o objetivo geral deste trabalho é analisar a bibliografia produzida por Monteiro Lobato para descrever sua produção e influência no mercado editorial brasileiro de 1918 a 1946. Mas também serve como objeto de referência para entender um pouco sobre o setor, o mercado de livros, consumo, produção e temas neste período da história.

2 BIBLIOGRAFIAS, MEIO DE DIVULGAÇÃO

Neste sentido, parece que não só as listas de referências no final de um trabalho científico, mas também as listas de referências que tipificam serviços importantes das unidades de informação, como a divulgação selectiva de informação e o apoio à investigação, entre outros, são necessárias porque eles sistematizam. a literatura retrospectiva de acordo com princípios organizadores para cientistas, estudantes, pesquisadores e outros públicos. Para Noronha (1982), essa categorização da natureza das bibliografias não deve ser absoluta ou fixa, pois a finalidade do planejamento e elaboração de uma bibliografia determina sua composição, podendo assim transitar entre essas possibilidades. Após expor as funções, princípio de organização, abrangência e composição das bibliografias baseadas na literatura relevante sobre o tema, o próximo capítulo apresentará os resultados desta pesquisa.

3 MONTEIRO LOBATO

Mariza Lajolo (2012), em Os anõezinhos fora do lugar, relata um episódio em que, saindo de um fórum num dia anormalmente quente, notou no jardim alguns anões de orelhas e narizes vermelhos, ratos e lenços. Publicou seus livros por esta editora até a década de 1940, quando vendeu os direitos autorais de sua obra para a Editora Brasiliense. Em 2007, apenas onze anos antes de a obra completa de Lobato entrar em domínio público (o que acontecerá em 2019), a Editora Globo obteve o direito de publicar a totalidade de sua obra após uma longa disputa com as maiores editoras do país.

Entre os anos de 1970 e 2000, aproximadamente, alguns de seus livros foram publicados não só pela Companhia Editora Nacional, mas também por outras editoras. Escritor, editor e proprietário de revista e editora, a visão de Lobato era a mais ampla possível do mercado em que acabava de ingressar. E assim começou a contratar os mais famosos cartunistas e ilustradores para trabalhar em seus livros (tanto os de sua autoria como os de novos autores), que, mesmo para adultos, muitas vezes ilustravam e.

Praticamente sobreviveu dos livros infantis (muito vendidos e admirados) e das imensas traduções que fez e publicou. Embora ele tenha publicado muitos de seus livros mais importantes nessa época.

4 BIBLIOGRAFIA CRONOLÓGICA DE MONTEIRO LOBATO

41º 1933 História do mundo para crianças Companhia Editora Nacional 42º 1933 Novo reinado de Narizinho Companhia Editora Nacional 43º 1934 Emília no País da Gramática Companhia Editora Nacional. 61º 1943 Urupês: outras histórias e coisas Companhia Editora Nacional 62º 1944 Os doze trabalhos de Hércules (em 2 volumes) Companhia Editora Nacional. Antes de iniciar as análises, é importante destacar que os títulos e obras das seções seguintes serão identificados pelos números correspondentes na primeira coluna da Tabela 1 (#n).

Vale ressaltar também que os títulos destacados em negrito na terceira coluna do quadro acima são as obras que compõem o corpus de análise e comentário da produção literária de Monteiro Lobato para o público adulto. Outra ressalva importante diz respeito às designações das editoras, que estão entre colchetes na quarta coluna da Tabela 1. Nos primeiros dois anos, todos os quatro livros que Lobato publicou (cinco se contarmos o não assinado) eram antologias de contos, reporta. e textos que já tenham publicado anteriormente em revistas, sem nada de original, exceto a seleção e publicação em livro pela Edição Revista do Brasil.

Se for possível dividir sua carreira em décadas, este foi o período em que mais livros lançou, vinte e seis ao todo. Mesmo que alguns desses livros infantis tenham sido posteriormente fundidos em outros livros maiores, ainda é publicado neste segmento uma média de um livro e meio por ano. Seu primeiro livro da década, um livro de contos originais, traz sua primeira personagem infantil (é “Negrinha”, embora seja um livro para adultos).

Foi nesta década que Lobato abandonou a temática rural em seus livros para adultos, que antes lhe trazia boas vendas, e explorou novos temas, como a negritude e a economia. Vinte e cinco nesses dez anos, dos quais apenas quatro foram para adultos e todos os outros para crianças. Embora tenha publicado quase tantos livros quanto na década anterior, foi nesse período que ele começou a se destacar.

Durante a década de 1940, Lobato parece estar muito mais preocupado em revisar sua obra e publicar para crianças do que em publicar originais. Foi também nessa década que publicou seu livro sobre política e sociedade argentina (em espanhol e assinado com pseudônimo argentino) para o público argentino. Quando ele morreu, em 1948, todos os seus manuscritos originais publicados posteriormente não foram editados por ele.

5 BIBLIOGRAFIA CRONOLÓGICA COMENTADA DE MONTEIRO LOBATO

Livros do ramo da literatura infantil

O Museu da Emília", de 1938, é na verdade uma peça apresentada em 1938 para ser encenada na Biblioteca Infantil Municipal de São Paulo (hoje Biblioteca Infantojuvenil Monteiro Lobato) no mesmo ano.

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este trabalho conseguiu elencar todas as primeiras edições de todos os livros publicados por Monteiro Lobato, mesmo aqueles destinados a um público reduzido, ou aqueles que nunca tiveram uma segunda edição devido ao seu incontável número de vendas. Categorizar as obras de Monteiro Lobato é difícil mesmo para letristas especializados na obra deste autor, por isso este trabalho nem sequer tentou classificar suas obras em gêneros literários. Embora esta classificação possa ser apropriada, este trabalho não teria condições de fazê-lo de forma razoável.

O que era ficção e o que não era era mais difícil de identificar, mas o que foi feito aqui foi bastante satisfatório. Este trabalho jamais conseguiria apontar cada uma das muitas modificações que Lobato fez em cada edição de cada um de seus livros. Espera-se que cada um dos comentários, notas e até mesmo a bibliografia utilizada como referência possa servir de guia para qualquer pesquisador um pouco versado nos assuntos lobáticos.

Para informações específicas sobre Lobato como pintor, ilustrador, jornalista, empresário, educador, adido comercial, tradutor, editor literário, crítico de arte, editor e muitas outras profissões, é necessário consultar muitas outras obras, mas esta obra agrada ao leitor em mostrado que eles existem.

MINISTRO DO STF rejeita inclusão de nota sobre racismo em livro de Lobato: Instituto abre ação para acrescentar notas à ‘Caça ao Pedrinho’ Ainda cabe recurso da decisão de Luiz Fux no plenário do STF.G1, Brasília, 23 dez. Disponível em: .

ANEXO A

ANEXO B

ANEXO C

ANEXO D

ANEXO E

ANEXO F

ANEXO G

Imagem

Foto do acervo da família de M. Lobato, década de 1940.

Referências

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