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1.1. Identificação do Câmpus

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Academic year: 2023

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IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO

  • IDENTIFICAÇÃO DO CÂMPUS
  • MISSÃO
  • CARACTERIZAÇÃO EDUCACIONAL
  • HISTÓRICO INSTITUCIONAL
  • HISTÓRICO DO CÂMPUS E SUA CARACTERIZAÇÃO

O ensino no Brasil passou por uma nova estrutura administrativa e funcional em 1937 e o nome da instituição foi alterado para Liceu Industrial de São Paulo, nome que durou até 1942. Posteriormente, o decreto n. sobre a criação da Escola Técnica de São Paulo, com o objetivo de oferecer cursos técnicos e pedagógicos. Assim, de 2000 a 2008, na unidade de São Paulo, além de diplomas e engenharias, estava disponível a formação de tecnólogos nas áreas de indústria e serviços.

O CEFET-PS tornou-se Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP) em 29 de dezembro de 2008, pela lei nº. 11.892, caracterizando-se como instituição de ensino superior, básico e profissional. A cidade está localizada a 104 km da capital paulista, na região sudoeste do estado de São Paulo, pertencente à região administrativa de Sorocaba.

JUSTIFICATIVA E DEMANDA DE MERCADO

Na região, quando o curso de tecnologia em Gestão da Produção Industrial foi implantado no IFSP – Campus Salto (em 2009), havia apenas um curso de tecnologia com essa ênfase, o mesmo instalado na cidade de Sorocaba e pertencente à instituição privada Universidade de Sorocaba (UNISO) que forma tecnólogos desde 2004, com alta aceitação do mercado e constante demanda por esse profissional por parte das empresas. Desde o início de 2011, o Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio (CEUNSP), instituição privada localizada na cidade de Salto, oferece também o curso Tecnologia em Gestão da Produção Industrial, reforçando a necessidade de formar profissionais para atuar nessa área. Um aspecto importante levado em consideração ao se analisar a possibilidade de instalação do curso de Tecnologia em Gestão da Produção Industrial refere-se à importância e ao volume relativo (em relação ao estado) da atividade industrial na região.

O documento do CONFEA mostra a demanda por profissionais, com o perfil formado pelo curso de Tecnologia em Gestão da Produção Industrial do IFSP. Como a formação do tecnólogo em Gestão da Produção Industrial é versátil, ele pode atuar em diversos setores e empresas em geral.

OBJETIVOS DO CURSO

PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO

FORMAS DE ACESSO AO CURSO

LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA

Resolução nº. 432 de 3 de março de 2009: aprovação do curso superior de Tecnologia em Gestão da Produção Industrial do IFSP Câmpus Salto. Parecer CNE/CES nº. Despacho n.º 436/2001, aprovado em 2 de abril de 2001: Orientações sobre cursos superiores de tecnologia - Formação de tecnólogos. Parecer CNE/CP n. 29 de 3 de dezembro de 2002: Diretrizes gerais do currículo nacional para a organização e funcionamento dos cursos superiores de tecnologia.

Resolução CNE/CP nº. 3, de 18 de dezembro de 2002: Estabelece as diretrizes gerais do currículo nacional para a organização e realização dos cursos superiores de tecnologia. Parecer CNE/CES nº. Despacho n.º 239/2008, aprovado a 6 de novembro de 2008: Horas de atividades complementares em disciplinas de alta tecnologia.

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

Carga horária possível para o curso de Tecnologia Carga horária total Carga horária mínima: Disciplinas obrigatórias 2.406,7 horas Disciplinas obrigatórias + estágio opcional 2.766,7 horas.

ESTRUTURA CURRICULAR

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERFIL DE FORMAÇÃO

FORMA DE TRANSIÇÃO ENTRE A MATRIZ PROPOSTA E MATRIZ VIGENTE NO

Dependência na classe especial (DTE): É oferecida de forma especial aos alunos, caracterizada pela forma comprimida de apresentação da disciplina, podendo ocorrer durante o período letivo ou ao final dele; desde que haja autorização dos coordenadores e gestores de cada área/disciplina para as horas a serem oferecidas nestas condições e para definição de componentes curriculares específicos. Dependência em Estudos Independentes (DEI): Quando o aluno é reprovado apenas em aula e não acumula mais de 14 (quatorze) horas semanais de estudo dependente. 2 - O aluno deve estar ciente de que será totalmente responsável pelo desempenho das atividades escolares (trabalhos, avaliações, etc.) para acompanhar as aulas da disciplina nas aulas regulares.

Para os casos em que tais regimes não estejam previstos na Organização Didática do IFSP, as disciplinas serão ofertadas aos alunos nos moldes da matriz curricular vigente, durante o período previsto na Organização Didática do IFSP para a conclusão do curso atualmente vigente. À força. É importante observar que, de um total de 55 disciplinas da matriz curricular atual, 48 são compatíveis com disciplina de carga igual ou superior da matriz curricular proposta nesta reformulação da disciplina, o que corresponde a mais de 87% claro assuntos.

EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E HISTÓRIA E CULTURA AFRO-

EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Com isso, este curso visa a integração da educação ambiental nas disciplinas da disciplina de forma transversal, contínua e permanente (Decreto nº Trabalho, Comunicação Empresarial, Legislação de Segurança do Trabalho, Fundamentos da Tecnologia Ambiental, Ecologia Industrial, Projeto Integrado de Fábrica, Projeto Empresarial Integrado e em projetos, palestras, apresentações, programas, ações coletivas, entre outras possibilidades.

DISCIPLINA DE LIBRAS

DEMAIS DISCIPLINAS OPTATIVAS

PLANOS DE ENSINO

ASSUNTO: Mestrado em Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Componente curricular: MÁQUINAS-FERRAMENTAS Semestre: Código 1: MOFG1. DISCIPLINA: Mestrado em Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Componente curricular: GEOMETRIA ANALÍTICA E VETORES Semestre: Código 1: GAVG1. DISCIPLINA: Tecnologia Superior em Gestão da Produção Industrial Componente curricular: ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS Semestre: 2º Código: OSMG2.

CURSO: Superior de Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Componente curricular: CÁLCULO DIFERENCIAL E APLICAÇÕES Semestre: 2º Código: CDAG2. CURSO: Superior de Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Componente Curricular: CÁLCULO INTEGRAL E APLICAÇÕES Semestre: 3º Código: CIAG3. CURSO: Superior de Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Componente curricular: PROCESSOS DE SOLDAGEM E BRILHO Semestre: 4º Código: PSFG4.

CURSO: Superior em Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Componente Curricular: PROCESSOS E INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS Semestre: 4. Código: PIIG4. CURSO: Superior em Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Componente Curricular: CONTABILIDADE E CUSTOS EMPRESARIAIS Semestre: 5. Código: CCEG5. CURSO: Superior em Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Componente Curricular: APARELHOS E INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Semestre: 5. Código: DIEG5.

DISCIPLINA: Tecnologia avançada na gestão da produção industrial Componente curricular: CONTROLO ESTATÍSTICO DE PROCESSOS Semestre: 6. Código: CEPG6. DISCIPLINA: Tecnologia avançada na gestão da produção industrial Componente curricular: PROJETO DE CUSTO INTEGRADO Semestre: 6. Código: PICG6. DISCIPLINA: Tecnologia avançada na gestão da produção industrial Componente curricular: FUNDAMENTOS DE ENGENHARIA AMBIENTAL Semestre: 6. Código: FEAG6.

CURSO: Superior de Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Componente Curricular: PROJETO INTEGRADO EMPRESARIAL Semestre: 6º Código: PING7. CURSO: Superior de Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Componente curricular: TÓPICOS ESPECIAIS EM GESTÃO. CURSO: Superior de Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Componente Curricular: TÓPICOS ESPECIAIS EM AUTOMAÇÃO Semestre: LIVRE Código: TAUG8.

MATÉRIA: Mestrado em Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Componente curricular: TÓPICOS ESPECIAIS DE MATEMÁTICA Semestre: LIVRE Código: TMTG8.

Mapa de Riscos;
Mapa de Riscos;

METODOLOGIA

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

A documentação e os modelos de formulários e relatórios necessários à comprovação do estágio seguem as orientações contidas no Manual do Estagiário do IFSP e estão disponíveis na Coordenação de Extensão do Campus e no site institucional do Campus. As atividades desenvolvidas no âmbito do programa Bolsa Ensino, bem como as atividades de pesquisa e extensão, podem ser consideradas como estágio, após validação do supervisor de estágio, o que mostra a relação desses programas com a formação do Tecnólogo em Industria Gerenciamento de Produção.

ATIVIDADES DE PESQUISA

ATIVIDADES DE EXTENSÃO

CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS

APOIO AO DISCENTE

AVALIAÇÃO DO CURSO

EQUIPE DE TRABALHO

  • NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
  • COORDENADOR DO CURSO
  • COLEGIADO DE CURSO
  • CORPO DOCENTE
  • CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO / PEDAGÓGICO

Formação: Tecnólogo Mecânico de Processos de Produção com Mestrado em Engenharia Mecânica - Área: Engenharia de Produção. Experiência docente e profissional: Mestre em engenharia mecânica pela UNICAMP, especialização em administração da produção pela FECAP e diplomado em tecnologia mecânica pela FATEC-SO. 20 anos de experiência como professor nas áreas de gestão da produção e empreendedorismo no MBA da BSP - Business School São Paulo, Faculdade Politécnica de Jundiaí e CEUNSP.

Foi coordenador do curso de Engenharia de Produção da Faculdade Politécnica de Jundiaí e Diretor Acadêmico da Faculdade Cidade de Salto do CEUNSP. Ocupou cargos de gestão na Siemens Automotive Ltda, Emicol Eletromecânica S/A e Plascar S/A, desenvolvendo projetos e processos nas áreas produtivas. Desde setembro/2014 é professor da EBTT e atualmente é coordenador do curso de Alta Tecnologia em Gestão da Produção Industrial do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo – Campus Salto.

O Colegiado de Curso8 é o órgão consultivo e deliberativo de cada curso superior do IFSP, responsável por discutir as políticas acadêmicas e sua gestão no projeto pedagógico do curso. É formado por docentes, discentes e técnicos administrativos de acordo com os critérios estabelecidos na INSTRUÇÃO NORMATIVA nº 02/PRE, de 26 de março de 2010. As atas das reuniões devem ser lavradas em atas, a serem aprovadas na sessão seguinte e submetidas à Coordenação do Curso.

As decisões do Colégio do Curso devem ser remetidas pelo coordenador ou outros envolvidos no processo às instituições competentes, conforme sua especificidade. Abaixo segue tabela com os docentes presentes no Campus, com forte adesão às disciplinas do curso. Bibliotecário/documentalista MARCOS PAULO CORREA MIGUEL Auxiliar de Aluno do Ensino Médio MIRIAM DE ALMEIDA TALGE.

BIBLIOTECA

INFRAESTRUTURA

  • INFRAESTRUTURA FÍSICA
  • ACESSIBILIDADE
  • LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA
  • LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS

Equipamento com plano inclinado com escala de leitura fixa instalada horizontalmente, indicador de ângulo de 0 a 45º com divisões de um grau, sistema de elevação. indução mútua; lei de Lenz; Construção de relé de circuito de doação; Conversão de galvanômetro para voltímetro e amperímetro; Transformadores. Fabricado em madeira com comprimento total de 2.200mm, composto por um calibre de 150mm/6”.

Para medições precisas de pequenas variações de comprimento de um modelo testado em sua faixa elástica, deve ser oferecido como um extra opcional. DENFORD, muitos dos quais são encontrados no System, que é uma cópia exata e completa de um sistema CIM industrial. Os mundos virtuais do software exibem todos os elementos que compõem o sistema DENFORD CIM, muitos dos quais são encontrados no AGV (Automated Guided Vehicle) e no Vision System.

Realização de experimentos e montagem de circuitos hidráulicos e pneumáticos básicos, voltados ao controle e automação de processos - hidráulica. Realização de experimentos e montagem de circuitos hidráulicos e pneumáticos básicos, voltados ao controle e automação de processos - pneumática. O sistema permite realizar experimentos baseados nas teorias de: Stevin, Reynolds, Bernouille, Torricelli e outros desenvolvimentos em mecânica dos fluidos e na área de controle de processos e Instrumentação Industrial.

Permite examinar o funcionamento de uma placa industrial para um conversor de frequência que trabalha com o princípio de sinterização de uma onda senoidal por modulação por largura de pulso. A referência de velocidade pode ser ajustada manualmente através de um potenciômetro ou externamente através de um variador de tensão de 0 a 5 V. Sistema de manufatura integrado por computador, modular e flexível, para introdução à automação da produção com soluções para ensino de usinagem, torneamento e robótica.

MODELOS DE CERTIFICADOS E DIPLOMAS

ANEXOS

Imagem

Mapa de Riscos;

Referências

Documentos relacionados

1º - Reconhecer, nos termos do §3º do art.10 do referido Decreto, o Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Produção Industrial, constante do agrupamento das áreas