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IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA

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Academic year: 2023

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O objetivo da pesquisa proposta é mostrar que desconsiderar a personalidade jurídica de um partido político pode afetar o patrimônio de seus dirigentes. Palavras-chave: desconsideração da personalidade jurídica; Pessoa jurídica de direito privado; Partidos políticos; Líderes partidários; Desonestidade administrativa. Da questão de saber se é possível desconsiderar a personalidade jurídica de um partido político para afetar o patrimônio dos líderes partidários em atos criminosos de indecência administrativa de seus membros.

DisregardDoctrine' (Rolf Serick), leia-se desrespeito à personalidade jurídica do partido político para afetar o patrimônio de seus líderes, contadores e operadores de campanha? Sim.

DA PESSOA JURÍDICA E SEUS EFEITOS, DOS PARTIDOS

Da pessoa jurídica e seus efeitos

  • Surgimento da pessoa jurídica
  • Conceito
  • Principais características da Pessoa Jurídica
  • Pessoas Jurídicas de Direito Público e Pessoas Jurídicas de Direito Privado

Segundo a teoria da realidade social objetiva, entende-se que a pessoa jurídica é um sujeito com vida própria. E o despacho que regulamenta a inscrição no registo público como condição de existência jurídica de pessoa colectiva. O professor Carlos Roberto Gonçalves também entende a necessidade da existência do ato constitutivo como condição formal para a criação de pessoa jurídica.

A escritura constitutiva deverá ser registrada para que se inicie a existência jurídica da pessoa jurídica de direito privado (Br. art. 45).

Partidos Políticos

  • Evolução Histórica
  • Conceito
  • Principais elementos
  • O Diretório Partidário

Desde a sua criação, os partidos políticos têm sido objetos de estudo da Ciência Política e são, sem dúvida, importantes para os regimes democráticos. Os partidos políticos são indispensáveis ​​à dinâmica dos governos, bem como à gestão do Estado e das políticas públicas. Os partidos políticos surgiram na Inglaterra em meados da década de 1680, quando, segundo a análise substantiva de Afonso Arinos de Melo Franco,.

Conclui-se, portanto, que os partidos políticos são o meio necessário para o exercício do poder político. Embora seja uma pessoa jurídica de direito privado, é muito importante ressaltar que os partidos políticos exercem uma atividade de interesse público. Na regulamentação constitucional, os partidos políticos são regulamentados no artigo 17.º e na subsecção 3º, V do art. 14.

2º É gratuita a criação, fusão, incorporação e desaparecimento de partidos políticos cujos programas respeitem a soberania nacional, o regime democrático, o multipartidarismo e os direitos humanos fundamentais. Conforme já referido, os partidos políticos têm a natureza jurídica de pessoas colectivas de direito privado, e após adquirirem personalidade nos termos da lei. Os partidos políticos devem ter seus estatutos registrados no Tribunal Superior Eleitoral para garantir seu caráter nacional e para isso devem contar com um apoio mínimo dos eleitores.

3. - Os partidos políticos têm direito aos fundos do fundo partidário e ao livre acesso à rádio e à televisão nos termos da lei. Os partidos políticos possuem escalas hierárquicas em todo o território nacional, pois devem necessariamente ter uma conotação nacional.

A Desconsideração da Personalidade Jurídica

  • A Origem da Desconsideração da Personalidade Jurídica
  • Conceito
  • A aplicação da desconsideração da Personalidade Jurídica
  • Requisitos pertinentes para haver desconsideração da Personalidade
  • O responsabilizado na desconsideração

Depois veio o desrespeito à personalidade jurídica para que o abuso da personalidade jurídica pudesse ser coibido. O pesquisador André Luiz Santa Cruz Ramos fala sobre as bases históricas da teoria da desconsideração da personalidade jurídica:. Na verdade, a doutrina comercialista observa que o caso pioneiro relativo à teoria da perfuração do véu corporativo ocorreu na Inglaterra em 1897.

Significa, portanto, que a teoria da desconsideração da personalidade jurídica surgiu para derivar soluções éticas, visando a rigidez com que se fixava a autonomia patrimonial nas pessoas jurídicas. Disciplina de Direito Empresarial: Teoria geral e direito societário – V. I. 2ª edição. 1.3.4 REQUISITOS RELEVANTES PARA A ELIMINAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA DA PERSONALIDADE JURÍDICA. Os dois artigos que fundamentam a teoria da desconsideração da personalidade jurídica no ordenamento jurídico brasileiro são o artigo 28 do atual Código de Defesa do Consumidor e o artigo 50 do atual Código Civil.

O artigo 50 do atual Código Civil estabelece que para desconsiderar a pessoa jurídica é necessário que haja abuso por parte do sócio ou administrador. Para desconsiderar, é imprescindível a comprovação concreta de que a finalidade da pessoa jurídica foi redirecionada, ou seja, é imprescindível que os requisitos para aplicação do cancelamento da pessoa jurídica permaneçam preenchidos.62. Entretanto, cabe salientar que o artigo 50 do Código Civil em sua redação contém a chamada Teoria Maior da desconsideração da personalidade jurídica.

Conclui-se, portanto, que ignorar a personalidade jurídica é uma forma de proteção à pessoa jurídica e ao terceiro lesado. Caso seja aplicado o instituto do desconhecimento da personalidade jurídica, sua autonomia patrimonial será rompida, permitindo interferências no patrimônio de sócios e administradores.

DOS PRINCÍPIOS E DA IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA E

Dos Princípios

  • Princípio da Legalidade
  • princípio da Impessoalidade
  • Princípio da Publicidade
  • Princípio da Moralidade
  • Princípio da probidade Administrativa
  • Princípio da Juridicidade
  • Princípio da Finalidade
  • A vinculação dos agentes públicos aos princípios da Administração Pública

Na verdade, o princípio da impessoalidade reflecte a necessidade de uma acção que não discrimine as pessoas, seja em benefício ou em prejuízo. O princípio da moralidade exige que a Administração e os seus agentes atuem de acordo com princípios éticos socialmente aceitáveis. Nesse sentido, podemos dizer que agir sob a ótica do princípio da moralidade, apesar de violar o sentido da moralidade comum, inclui um significado muito mais amplo do que este.

Portanto, significa que qualquer comportamento de um administrador público ou de um particular ligado à administração pública viola os bons costumes, as regras de gestão prudente, as ideias de justiça; que se opõe ao bom senso da moralidade e que sobretudo não concorda com a ideia de honestidade, ofende o princípio da moralidade. Não há compreensão majoritária do princípio da honestidade administrativa na doutrina, pois está intimamente relacionado ao princípio da moralidade administrativa. Trata-se da consagração do chamado princípio da legalidade, que obriga o administrador a respeitar não só a lei, mas também toda a ordem jurídica.

Nesse sentido, dizemos que a administração pública deve estar vinculada a um conjunto de legalidades, ou seja, a todo direito. A inauguração do princípio da legalidade não aceita a concepção de administração que está exclusivamente ligada às regras consagradas nas leis, mas sim à própria lei, que inclui as regras e os princípios consagrados na constituição. O princípio da finalidade orienta que toda ação da administração pública deve ter sempre como objetivo o bem público.

O princípio objetivo exige, portanto, que o administrador prossiga o objetivo legal, certo e inadiável de qualquer ato administrativo: o interesse público, o interesse comum, além dos fins específicos indicados na lei, sob pena de ilegalidade do ato, caracterização de abuso de poder, na forma de abuso de finalidade e consequentemente controle do Poder Judiciário. O excelente estudioso Celso Antônio Bandeira de Mello afirma que “o princípio da finalidade exige que o administrador, ao lidar com os poderes que estão sob seu controle, atue com estrita obediência à finalidade de cada um”.80.

Da improbidade administrativa e seus efeitos

  • Conceito de improbidade administrativa, natureza jurídica e suas fontes
  • Do sujeito passivo e do sujeito ativo da improbidade administrativa
  • Conceito de Agente público
  • Espécies de atos danosos

Isso significa que caso haja envolvimento de dinheiro público com os entes, poderá haver ato de improbabilidade administrativa. Caso haja participação superior a 50% de recursos públicos, a ação de improbabilidade administrativa deverá discutir a totalidade do desvio. O legislador prescreveu no artigo 1º da lei que o ato de improbidade administrativa pode ser praticado por qualquer agente público, independentemente de ser servidor público.

O sujeito ativo da improbabilidade administrativa é a pessoa física ou jurídica que praticar atos de improbabilidade administrativa característicos do ordenamento jurídico. O infrator, sujeito ativo na relação de direito substantivo, será réu na ação de improbidade administrativa.100. A Lei de Improbabilidade Administrativa também se aplica a empregados e dirigentes e a entidades do terceiro setor, como instituições de assistência social.102.

Portanto, o objeto ativo do ato de indecência é aquele que será réu na ação de indecência administrativa.103. A classificação dos atos de falsidade administrativa é aberta, e a lista de condutas especificadas para sua configuração é exemplar. Utilizando os fundamentos já estabelecidos nos capítulos anteriores, esta divisão do capítulo será dedicada a analisar a possibilidade de desconsideração da personalidade jurídica do partido político em atos de falsidade administrativa, bem como o seu procedimento.

Os estudiosos Daniel Amorim Assumpção Neves e Rafael Carvalho Rezende Oliveira afirmam: “Os bens legitimados da falsidade administrativa são apenas os estabelecidos no art. que o pedido de desconsideração da personalidade jurídica do partido político por ato administrativo improvável seria feito a pedido do Ministério Público juntamente com a denúncia apresentada ao agente improvável.

O artigo 12 da lei deve ser aplicado proporcionalmente a todos aqueles que cometem atos indecentes, típico do art.

DA POSSIBILIDADE DE DESCONSIDERAÇÃO DO PARTIDO

Da possibilidade da desconsideração da pessoa jurídica do partido político nos

  • Presunção Juris Tantum de Veracidade
  • Do procedimento para a desconsideração da personalidade jurídica do
  • Da competência
  • Da desconsideração da personalidade jurídica na Lei nº13505 (Novo Código

Tópicos Especiais

  • Do necessário combate à corrupção
  • Culpa In Eligendo
  • Formalismo Jurídico

A corrupção ataca a república e o Estado democrático de direito na medida em que trata os assuntos públicos de forma privada, quando a marca da república é a busca do bem de todos e separa os espaços públicos dos privados. Segundo dados da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a cada ano o Brasil perde 2,3% do seu Produto Interno Bruto (PIB), algo em torno de 100 bilhões de reais por ano, devido à corrupção‖(http: // www.cnmp.mp. br/portal/noticia/6736-brasil-perde-r-100-bilhoes-spor-ano-em-razao-da-corrupcao acessado em Monitorar agentes públicos e terceiros correspondentes e também aplicar sanções rigorosas quando for constatado um ato corrupto, é um dos meios necessários para minimizar e erradicar esse mal que ataca a república e o Estado democrático de direito.

Disponível em:< http://jus.com.br/artigos/5187/o-enunçado-n-331-iv-do-tst-e-o-regime-proprio-da-administracao-publica>. Os juristas Nelson Rosenvald e Cristiano Chaves de Farias definem o Formalismo Jurídico como: “Tal teoria consiste em limitar o Direito ao que é prescrito pelo legislador, e distanciá-lo de influências éticas ou avaliativas.” 160. Frederick Schauer conceitua o Formalismo Jurídico da seguinte forma: ― Em resumo, é correto definir formalismo como a tomada de decisões de acordo com regras, que removem do alcance de um tomador de decisão fatores que um tomador de decisão mais sensível consideraria.—161 (FrederickSchauer.

Com base no exposto, é necessário concluir que o Formalismo Jurídico protege a tomada de decisão baseada apenas na literalidade das normas, não levando em conta quaisquer outras circunstâncias do caso que devam ser respeitadas, limitando o Direito à escrita fria do legislador, o que pode incluir ainda mais, inclusive a devida importância, como explica Schauer: “Então, quando o formalismo é condenado como uma ênfase excessiva nas palavras que constituem uma norma, o que na verdade é condenado é a ideia de tomada de decisão de acordo com regras . . Classificadas como pessoas jurídicas de direito privado e sensíveis à aplicação do instituto, e se a improbidade administrativa for tratada como desvio de finalidade, fica claramente cumprido o requisito de desconsideração da personalidade jurídica, uma vez que o legislador em nenhum momento limitou a lista de processos judiciais de pessoas que poderiam ser contatadas a partir do instituto. Portanto, reforça-se a ideia de que são necessárias transformações sociais e instrumentais para um maior controle dos agentes públicos eleitos, pois estes não devem em hipótese alguma se desviar do objetivo do interesse público.

É também principalmente um ataque à democracia e ao regime republicano, à legitimidade das instituições e ao Estado de direito. Disponível em: .

Referências

Documentos relacionados

Devemos refletir um pouco mais sobre esse tema na medida em que qualquer pessoa física ou jurídica estão legitimados pelo sistema colombiano para a propositura das ações populares, e