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Incentivo a Leitura

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Academic year: 2023

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Campanhas de estudo de incentivo à leitura, que são realizadas na biblioteca escolar pelos bibliotecários da rede particular de ensino com alunos do ensino fundamental. Afirma que as práticas de promoção da leitura poderão contar com leitores desde a infância, enfatizando o papel do bibliotecário em atividades como a hora da história realizada nas bibliotecas escolares para inculcar o hábito da leitura nos alunos. Examina ações de promoção da leitura realizadas na biblioteca escolar por bibliotecários de uma rede privada de ensino com alunos da educação básica.

Trata-se de um estudo com abordagem qualitativa, do tipo descritivo, para refletir as atividades desenvolvidas em uma biblioteca. Enfatiza que a leitura é fundamental na formação individual do ser humano e na formação social, cultural e. A pesquisa centra-se nas possibilidades de ações de incentivo à leitura que podem ser desenvolvidas pelo bibliotecário para alunos do ensino fundamental, levando em consideração a experiência de um profissional de escola particular.

Outra lei que contribui com as políticas públicas de incentivo à leitura é a Lei 10.753, de 30 de outubro de 2003, que estabelece uma política de utilização de livros e tem como uma de suas diretrizes a promoção e o incentivo à leitura. Quais ações de incentivo à leitura são realizadas em uma biblioteca escolar pela bibliotecária da rede particular de ensino com alunos do ensino fundamental. A pesquisa tem, portanto, o objetivo geral de estudar ações de incentivo à leitura realizadas em uma biblioteca escolar pelo bibliotecário da rede privada de ensino com alunos do ensino fundamental.

O estudo estará estruturado em três capítulos: no capítulo I destaca as abordagens teóricas de Hilleshein e Fachin, entre outros, sobre práticas de estímulo à leitura.

O papel do bibliotecário

Bibliotecário escolar e Mediação

O mediador deve, a princípio, ser um leitor para estruturar estratégias para que os alunos ampliem seus recursos de leitura e consequentemente seus conhecimentos. Para Kuhlthau (1999) “o papel do bibliotecário numa escola da sociedade da informação não é apenas fornecer uma grande quantidade de recursos de informação, mas também colaborar com os professores como facilitadores e formadores no processo de aprendizagem baseado em tais recursos”. Este é o momento em que o profissional bibliotecário deve se tornar ativo no processo de aprendizagem do aluno, sempre junto ao apoio pedagógico e aos professores.

Para Davallo (2007, p. 9) “a mediação é uma tarefa muito específica no campo das ciências da informação e da comunicação”. O papel de mediador e de conhecimento é essencial para realizar uma mudança na atuação do bibliotecário para atingir os objetivos que se propõe em sua prática profissional, pois é necessário conhecer a realidade no processo de comunicação social, especialmente a comunicação técnica. e conhecimento científico para diferentes grupos da sociedade. Para que o usuário tenha o hábito de ler, o mediador deve ser um leitor, pois assim terá mais clareza consigo mesmo, não só os objetivos pedagógicos, mas a sua experiência íntima com o texto pode fazer a diferença no processo de mediação. .

Dessa forma, ele poderá compreender melhor as etapas pelas quais seus alunos passam ao se tornarem leitores e, finalmente, levá-los ao encontro com a leitura. Quando os pais adquirem o hábito de ler, na maioria dos casos, os filhos também o farão. O conceito de leitura é muito amplo e representa conceitos como Ferreira (2009, p. 1193) quando diz que “o ato ou efeito de ler; a arte ou hábito de ler; o que está sendo lido; ler, em conjunto; a arte de decifrar e fixar o texto do autor segundo um determinado critério”.

A importância da leitura vai muito além do que é pedido em sala de aula, é preciso ter consciência de que a leitura abre um mundo de novas descobertas, entendendo o mundo sob diferentes perspectivas e assim vivendo melhor. Segundo Farias e Cunha (2009, p.29) “o bibliotecário escolar auxilia na formação do indivíduo, estimula a comunicação, apoia os professores e fornece-lhes informações para as aulas”. Para atuar como mediador, ele deve ser capaz de auxiliar e incentivar crianças e adolescentes no hábito da leitura.

Quando se tem o hábito de ler fica mais fácil adquirir conhecimentos em sala de aula. Freire (1989, p. 12) destaca que: “a ênfase no número de leituras sem a devida penetração nos textos a serem compreendidos, e não memorizados mecanicamente, revela uma visão mágica da palavra escrita”. A última etapa do ensino fundamental torna-se um martírio para muitos, principalmente aqueles que não têm o hábito de ler desde a infância, pois nesta fase é necessário fortalecer o incentivo à leitura, devido à inclusão em um programa de leitura. futuro ensino superior. Devem existir práticas de incentivo à leitura para que os alunos que têm acesso limitado aos livros tenham oportunidades de leitura, seja porque não têm o hábito de ler ou porque não têm meios para obter livros.

Escola de Ensino Fundamental

  • Leitura para formação e emancipação no ensino fundamental
  • Incentivo a Leitura
    • O hábito da Leitura
  • Formação de leitores desde a infância
  • Práticas de Incentivo a Leitura

Os artigos 6º e 32 da Lei 9.394/96, após alterações, estabelecem que “é dever dos pais ou responsáveis ​​matricular os menores, a partir dos seis anos de idade, no Ensino Fundamental”. A leitura é essencial na vida de qualquer indivíduo e o hábito da leitura deve ser estimulado desde cedo com ações que possam trazer os futuros leitores para esse mundo do imaginário. Para que o indivíduo se inclua e atue na sociedade, a principal ferramenta é a informação e uma das formas de obtê-la é através da leitura.

Através da leitura, o homem interage com o seu espaço, troca experiências e toma consciência do que está acontecendo ao seu redor, e desta forma poderá promover transformações que determinarão a partir de agora a sua consciência crítica. Práticas de incentivo à leitura na biblioteca escolar ajudam os indivíduos a estreitar vínculos com a cultura local. O hábito de leitura contribui para o processo sociocognitivo de cada indivíduo e, em suma, para a sua percepção e formação do conhecimento de mundo.

O incentivo à leitura, que está relacionado ao desenvolvimento do ensino e da aprendizagem, por meio dos serviços bibliotecários, auxilia crianças e adolescentes a melhorar o hábito de leitura. A biblioteca, depois do ambiente familiar, é quem melhor pode oferecer práticas de leitura para formar novos leitores. O hábito de ler nas crianças desde cedo desenvolve-se com exemplos que convivem perto delas, no meio social que as rodeia e que normalmente é a sua família, como referem Pereira, Frazão e Santos (2012, p. 5) que: “a Leitura está presente em todos os domínios em que a criança está envolvida e a primeira instituição que ela conhece é a família”.

Daí a importância de permitir que as crianças presenciem desde muito pequenas ações que serão importantes na formação do seu caráter e personalidade, como é o caso do gosto pela leitura. Deixe à escola o poder de quebrar o ciclo e inculcar as práticas e hábitos de leitura nas gerações futuras. Salcedo e Stanford (2016, p.5) destacam que: “o desenvolvimento do caráter infantil depende de vários fatores, sendo um dos mais importantes a questão da leitura”.

Yunes (1984, p.21) diz que “[..] o hábito de ler começa antes de a criança aprender a ler: esse paradoxo registra a influência decisiva de contar/ouvir histórias, para uma relação satisfatória com o universo da ficção” . Conforto: deixe um pequeno espaço coberto com um tapete, com almofadas, para que as histórias dos livros possam ser contadas de forma bem descontraída e confortável. Algumas atividades que podem ser desenvolvidas são a hora da história, momento em que a criança aguça a imaginação e há um despertar no mundo da leitura.

Para obter uma melhor visão prática do que foi investigado, foi necessária uma entrevista com uma bibliotecária, através de uma conversa informal na biblioteca da escola primária, onde ela exerce a sua função. Durante a entrevista, a bibliotecária informou sobre as atividades que oferece aos alunos para que eles adquiram ou até mesmo continuem o hábito da leitura.

Atividades para proporcionar hábito de leitura

Troca-troca de leitura

Momento Alerta

Pesquisa escolar

Recursos tecnológico e financeiro

Empréstimo e devolução

Diante do que foi revelado, entende-se, assim, que a leitura é um elemento fundamental da formação docente, pois os leitores geralmente apresentam melhores habilidades para interpretar textos e escrever de forma clara e completa. E para conseguir uma melhor construção na formação desses leitores, o profissional bibliotecário aparece como agente motivador nessa experiência de leitura que o indivíduo possa ter. Os bibliotecários não são mais simplesmente “guardiões de livros”, mas comunicadores de informação, devendo facilitar e mediar o acesso a esta informação.

Sua função é orientar o indivíduo a chegar às informações desejadas e como incentivador da leitura, buscar estímulos e ações que promovam essa prática desde cedo nas crianças, pois como diz o ditado popular “as crianças são o futuro da nação", portanto, é necessário ter incentivos à leitura para que sejam adultos com melhor desempenho na vida como um todo, sem o hábito de ler pode limitar o crescimento na carreira, limitar promoções, reduzir a autoestima e aumentar o sentimento de exclusão de um profissional. É necessário que as bibliotecas escolares tenham condições, preparação e apoio para que haja práticas que incentivem os alunos, assumindo assim o seu papel de formar leitores capazes de interpretar, compreender e compreender o mundo que os rodeia. Biblioteconomia na Universidade Federal de Minas Gerais e na Associação dos Bibliotecários de Minas Gerais, 1998, Belo Horizonte.

Referências

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Ao reconhecer que o usuário é um indivíduo que necessita de informações em uma base contínua para desenvolver suas tarefas e ações cotidianas, e que na atualidade a busca, o acesso