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Indicadores Econômicos - FEE

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Academic year: 2023

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Produção das indústrias brasileira e gaúcha no primeiro quadrimestre de 2003: declínio à vista — Silvia Horst Campos e Maria Lucrécia Calandro. Discute a compatibilidade entre a realização de receitas e a execução de despesas e a programação orçamentária e financeira do Poder Executivo para o exercício de 2003.

Política monetária: os juros continuam altos no primeiro semestre de 2003*

Resumo

Palavras-chave

Abstract

Neste contexto, verifica-se um recuo dos fluxos de financiamento externo associado à crescente aversão ao risco por parte dos investidores internacionais, provocando uma depreciação significativa da taxa de câmbio, com efeitos desfavoráveis ​​sobre a inflação, especialmente no último trimestre do ano. Neste texto, procuramos analisar o comportamento da política monetária no primeiro semestre deste ano, onde o Copom buscou a redução da inflação principalmente por meio do aumento da taxa básica de juros da economia.

1 - Governo mantém política monetária restritiva

A resistência da inflação à queda, especialmente nos dois primeiros meses do ano (Tabela 2), apesar dos aumentos constantes das taxas de juros, colocou em dúvida a eficácia da política monetária no Brasil. Quando a taxa Selic aumenta, provoca um aumento em todas as outras taxas de juros da economia.

2 - Evolução dos agregados monetários

Na evolução dos agregados monetários mais amplos, verifica-se na Tabela 4 que os saldos médios diários dos meios de pagamento (M1) apresentaram uma redução nos primeiros quatro meses do ano, tendo como componentes o papel-moeda detido por depósitos públicos. e os depósitos à vista também tiveram desempenho semelhante. O conceito M4, integrado pelo M3 e pelas obrigações governamentais do setor não financeiro, cresceu de janeiro a março e caiu 0,1% em abril.

3 - Operações de crédito do sistema financeiro

A taxa média de juros das operações de crédito com recursos livres atingiu 56,7% nos primeiros quatro meses do ano. Variação percentual das operações de crédito no sistema financeiro, por modalidade, com recursos livres, no Brasil — 2003.

4 - Considerações finais

No que diz respeito à evolução do spread bancário, que é definido como a diferença entre as taxas de juro activas e os custos de financiamento, a taxa média de quatro meses foi registada em 32,7% ao ano, com o mesmo aumento em cada mês do período, reflectindo, em em particular, a redução dos custos de financiamento das instituições financeiras determinada pelo comportamento das taxas de juro no mercado futuro. Nas operações de crédito de pessoas jurídicas com atraso de 15 a 90 dias, a taxa de juros nos primeiros quatro meses do ano atingiu em média 2,07% do saldo total e 2,15% acima de 90 dias.

Os fatores acima devem justificar a queda da taxa Selic nos últimos seis meses do ano, embora o governo continue cauteloso quanto à sua redução neste início.

Política fiscal: as necessidades das reformas para o ajuste fiscal*

Concluiu-se que as reformas deveriam desempenhar um papel importante no financiamento do sector público. O que é visível é que o ajustamento orçamental implementado pelo governo é o mais significativo dos últimos anos.

1 - O acordo com o FMI

No início de maio de 2003, a missão do FMI veio ao país para realizar a terceira avaliação do Acordo em vigor. Esperam-se mais duas avaliações do actual Acordo em Julho e Outubro de 2003.

No que diz respeito às transferências de recursos para estados e municípios, provenientes do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Imposto de Renda (IR), seu percentual será aumentado de 47% para 49%, e os recursos adicionais formarão um fundo com o objectivo de fornecer incentivos às regiões mais pobres do país. Para as pessoas que se aposentarem antes da idade mínima, haverá redução de 5% no valor do benefício por cada ano de trabalho que falta para atingir a idade mínima, sujeito a um limite. de 35%;.

3 - A evolução das Necessidades

Em relação ao valor das pensões, os beneficiários receberão apenas 70% do benefício do empregado aposentado, ou seja, o salário do empregado ativo. A pré-fixação do teto e a regulamentação de um valor máximo para a remuneração dos servidores proporcionam ao Governo Federal um mecanismo para evitar altas pensões e altos salários dos servidores.

Esse percentual deveu-se ao excelente desempenho do governo federal, que alcançou superávit de 6,2% do PIB. Já as empresas estatais federais registraram pequeno superávit de 0,06% do PIB no período.

Esse efeito aumenta a participação da dívida cambial para 28,1% e reduz a representação do “over-Selic” no total da dívida mobiliária interna federal para 48,5% até abril de 2003 (Nota Impr., 2003a). Um estudo sobre a composição da dívida nacional nos primeiros quatro meses do ano constatou que os títulos públicos federais em poder do mercado estão em grande parte indexados à taxa “sobre Selic”.

5 - O resultado primário do Governo Central

Taxas de juro elevadas provocam uma transferência de riqueza dos devedores – incluindo o governo, que tem uma dívida nacional elevada – para os credores, que são os investidores dos fundos. A manutenção das taxas de juro em níveis elevados visa limitar as pressões inflacionistas através da redução da procura efectiva.

O imposto sobre o rendimento das pessoas colectivas nos primeiros quatro meses de 2003 representou uma variação negativa de 37,7% face ao período homólogo de 2002, o que resulta da arrecadação adicional, que se refere a valores arrecadados maioritariamente junto de fundos de pensões7 (73% do total). e a realização de lucros provenientes da transferência de títulos públicos de empresas estatais (18% do total). O imposto de renda retido na fonte de outras receitas registrou queda de 38,9% em relação aos mesmos quatro meses de 2002 devido à arrecadação adicional relativa a depósitos judiciais e administrativos ocorrida em janeiro de 2002 (R$ 274 milhões em valor nominal).

7 - Conclusão

As exportações gaúchas no primeiro quadrimestre de 2003

E a tendência é que o mercado gaúcho mantenha um ritmo de crescimento de suas exportações superior à variação das vendas externas do Brasil, pelo menos até o final do primeiro semestre, devido à produção agrícola recorde em 2003. , principalmente soja. Mesmo com uma taxa de crescimento de suas exportações superior à do Brasil, o estado manteve o terceiro lugar entre os estados exportadores, atrás de São Paulo e Minas Gerais.

Exportações por fator agregado

Desde a crise asiática de 1997, os preços dos produtos de base, especialmente os agrícolas, têm estado em níveis historicamente baixos nos mercados internacionais. Os preços internacionais dos cereais resistiram, portanto, ao arrefecimento da economia dos países ricos graças ao declínio da produção de cereais nos Estados Unidos e à presença do mercado consumidor chinês.

Câmbio

Para os menos informados, a forte valorização do euro frente ao dólar, observada nos últimos 12 meses, poderá beneficiar muito as exportações do Rio Grande do Sul para a Europa, pois a valorização da regra contra a moeda do Norte praticamente anulará. . Os produtos manufaturados poderiam obter maiores benefícios com a valorização do euro, pois, com a queda do dólar em relação à moeda europeia, esses produtos se tornariam mais competitivos.

Incentivos e dificuldades para a exportação

A maior parte deles está cotada em bolsas internacionais de mercadorias, e os EUA também exportam alguns destes produtos para a área do euro, pelo que também beneficiam da desvalorização do dólar face à moeda europeia. Ou seja, o pagamento aos exportadores brasileiros ocorre somente após o banco central receber a liquidação da compensação multilateral a cada quatro meses.

Exportações dos principais produtos

Calçados

Valor e participação das exportações, discriminadas por capítulos da NCM, do Rio Grande do Sul — Jan-Abr/02 e Jan-Abr/03.

Complexo soja

Além disso, a colheita norte-americana de soja fracassou devido à seca, o que reduziu os estoques mundiais do produto e levou a América do Sul (especialmente Brasil e Argentina) a atender ao aumento da demanda pela soja, principalmente da China e do Oriente Médio. Apesar dos bons resultados nas exportações do complexo soja, o assunto mais discutido relacionado a esse setor foi o plantio de soja transgênica no estado.

Fumo

A China, o principal importador mundial de soja, exigirá um certificado do país de origem a partir de 20 de abril de 2004, declarando se o produto é convencional ou transgênico.5 Embora a China tenha adquirido produtos transgênicos até o momento, a exigência para isso é O certificado pode ser visto como restrição ao uso de transgenes, pois o certificado não seria necessário se não houvesse ressalvas quanto aos transgenes. Além disso, tanto a União Europeia como o Japão mantêm restrições à soja transgénica, com os mercados largamente focados na soja convencional, embora esta implique preços mais elevados.

Complexo carnes

Assim, de janeiro a abril de 2003, as exportações de aves do RS para a Rússia aceleraram. Nos primeiros meses de 2003, o RS tomou o lugar de Santa Catarina nos embarques de suínos para a Rússia, já que as vendas do país vizinho estavam suspensas desde o final de dezembro de 2002, devido à doença de Aujeszky.

Máquinas e caldeiras

Veículos automóveis, tratores, etc., suas partes e acessórios

Produtos petroquímicos

Couros

Os cinco principais compradores de couro da República da Eslovênia responderam por 70% do total das vendas externas do Rio Grande do Sul, sendo três deles países asiáticos e, juntos, responderam por 34% do total das vendas (Tabela 3). Contudo, com a valorização do euro na Europa, pode-se esperar um aumento mais pronunciado nas vendas de couro para esta região.

Móveis

Valor e participação das exportações, por país, do Rio Grande do Sul — Jan.-Abr./02 e Jan.-Abr./03.

Considerações finais

Produção das indústrias brasileira e gaúcha no primeiro quadrimestre

The behavior of physical production of Brazilian industry in the first quarter of 2003 shows a clear slowdown trend in industrial activity. These achievements are the result of the contraction of the internal market, caused by the existing high interest rate levels, and by the decline in the real amount of wages in the economy.

Condicionantes internos e externos do crescimento econômico

A produção industrial física manteve a trajetória de crescimento descrita no segundo semestre, porém o resultado anual ficou bem abaixo do esperado (2,3%). Embora a retomada dos investimentos possibilitada por essas medidas não aconteça, as perspectivas de crescimento da produção não são muito favoráveis.

Retração da demanda doméstica impede

Esta decisão foi motivada pela queda continuada e acentuada da procura interna e favorecida pela queda do nível de preços. Além disso, o elevado nível de estoques formados nos primeiros meses do ano, associado ao aumento dos preços das matérias-primas observado em alguns setores e ainda não transferido para os produtos finais, indica um baixo nível de produção e novas pressões inflacionárias no segundo semestre do ano.

Taxa acumulada de crescimento da produção física industrial, por categoria de uso, no Brasil — 2001/03. O indicador acumulado em 12 meses até abril de 2003 confirma os bons resultados da produção de produtos semiacabados.

Indústria brasileira e resultados regionais

Análise da evolução das taxas de crescimento da produção física na indústria geral (extração e beneficiamento de minerais) no Brasil e no Rio Grande do Sul, na comparação mensal (mês/mesmo mês do ano anterior), com base em indicadores calculados pelo IBGE (Gráfico 2), permite tecer algumas considerações relevantes sobre o comportamento do setor industrial. Taxas de crescimento da produção física da indústria geral no Brasil e no Rio Grande do Sul — Jan./01-Abr./03.

Agronegócio e exportações sustentam a atividade industrial gaúcha no quadrimestre

Assim como o IBGE, os indicadores de atividade industrial calculados pela FIERGS para os primeiros quatro meses de 2003 mostraram crescimento de 5,8% em relação ao mesmo período de 2002 e de 4,1% no acumulado de doze meses. A rentabilidade das exportações chegou a ameaçar o fornecimento de determinadas matérias-primas (aço, por exemplo) e insumos ao mercado interno.

Desempenho segundo os gêneros industriais no Rio Grande do Sul

O desempenho da indústria gaúcha no primeiro quadrimestre de 2003 resultou de avanços em oito setores e de quedas em outros 10. A segunda principal contribuição positiva para a composição da taxa global da indústria gaúcha no primeiro trimestre de 2003 veio da indústria química, representada principalmente pela indústria petroquímica gaúcha.

ARTIGOS DE CONJUNTURA

Investimentos Diretos do Exterior, Sistemas Locais de Produção

Neste contexto, tratar-se-á do impacto na estrutura produtiva local, quer pela entrada de IDE, quer pela existência de sistemas produtivos locais (SLP), o que passa necessariamente por uma discussão sobre os diferentes tipos de empresas em rede. Em outro momento, e com base nesse fio condutor, serão resgatados alguns elementos do programa gaúcho de apoio aos sistemas produtivos locais para ilustrar empiricamente essas afirmações.

Investimentos externos versus Sistemas Locais de Produção

Contudo, não estabelece as diferenças entre Arranjo Produtivo Local (APL) e Sistema Produtivo Local. Portanto, o objetivo principal do programa era justamente tornar as instituições representativas e democráticas e estimular a sinergia entre elas e entre elas e o setor produtivo. 2.

As empresas-rede

O importante a notar neste estudo é o facto de que “redes de empresas” podem ser definidas e originadas de forma endógena e exógena. A formação desse tipo de agregação também pode ser vista como resultado da desverticalização e, portanto, da melhoria da eficiência (Galvão, 2000).

Existem vantagens regionais em investimentos externos?

Assim, a defesa da guerra fiscal representa a entrada de empresas multinacionais, que se baseiam fundamentalmente em recursos públicos; é,. Isto significa abandonar a possibilidade de o Estado proporcionar outro tipo de benefício à atividade produtiva, sem esquecer os possíveis efeitos predatórios das empresas multinacionais sobre a atividade produtiva local.

Sistemas Locais de Produção e impactos regionais

Público”, aqui não apenas como a presença do estado, mas “público” como expressão da governança local6 onde a democratização das oportunidades pode ser garantida pelo governo (estadual, federal ou municipal) como um dos parceiros nesta função específica . Este artigo assume a posição de que a presença do Estado nas estruturas de governo local é uma condição necessária (mesmo que não suficiente) para alcançar estes objectivos.7.

O Programa Gaúcho de Apoio aos SLPs-RS

O Rio Grande do Sul possui mais de 15 universidades (três federais e uma estadual), relativamente bem distribuídas regionalmente, e inúmeras instituições de pesquisa e desenvolvimento, onde os níveis de alfabetização e formação profissional da população são superiores à média brasileira. Portanto, levando em consideração os elementos da estrutura produtiva da República da Eslovênia, sua organização industrial, a concentração regional de algumas cadeias e complexos produtivos e a significativa concentração de instituições de ensino e de pesquisa e desenvolvimento, o governo do Rio Grande do Sul definiu-o como ponto de partida para o desenvolvimento de uma política de apoio e dinamização da estrutura produtiva do país, de algumas aglomerações produtivas.

Diagnósticos e ações implementadas

Programa de Apoio aos Sistemas Produtivos Locais: a construção de uma política pública no RS. In: PROGRAMA de apoio aos sistemas produtivos locais: a construção de uma política pública no RS.

Fluxos de capitais na ALCA

Finally, the paper suggests that Brazil, in light of the actual circumstances, should adopt some kind of capital control.

1 - Introdução

Na quarta secção, são mostrados os danos causados ​​pela volatilidade e pela entrada excessiva de capital estrangeiro numa economia. Na sexta há um breve relato sobre a utilização de controles de capitais no Chile e na sétima é brevemente destacada a possibilidade de utilização deste instrumento para o Brasil.

Assim, o país deve preocupar-se com a sua solvência em moeda estrangeira devido à potencial lacuna entre as importações e remessas de lucros e a geração de moeda estrangeira por parte de empresas multinacionais. Os países beneficiários não poderão limitar de forma alguma a transferência de lucros, dividendos, juros, royalties e outros rendimentos de investimentos estrangeiros em moeda estrangeira.

Este veto decorre da 'queda de braço' entre empresas multinacionais e países receptores de investimentos: as primeiras tentam manter seus departamentos de pesquisa e desenvolvimento na sede, enquanto os países receptores estão interessados ​​em absorver novas tecnologias, porque o domínio do processo inovador é de importância fundamental. para o desenvolvimento de um país. Por exemplo, o acordo da ALCA até agora limita a possibilidade de os Estados-Membros adoptarem instrumentos de política industrial em relação às empresas multinacionais cujo capital provém de um Estado-Membro, tais como políticas para atrair empresas exportadoras ou empresas que fornecem incentivos financeiros para que cumpram determinadas condições. requisitos de desempenho, bem como prosseguir uma política de solvência da balança de pagamentos que tenha em conta esses investimentos.

Para combater a inflação e/ou controlar o nível de procura agregada, os países mantêm frequentemente taxas de juro que promovem entradas de capitais a curto prazo, se não houver barreiras às entradas de capitais. O terceiro efeito indesejável diz respeito ao possível impacto inflacionário do aumento da oferta monetária, devido à entrada de capital estrangeiro.

Com a introdução de controlos de entrada de capitais, o país pode ter uma taxa de juro interna. Sem controlo, uma taxa de juro interna mais elevada atrairá grandes fluxos de capitais “indesejados”.

6 - O uso do controle seletivo no Chile

Além disso, a crise asiática resultou numa queda significativa dos fluxos de capitais para as economias emergentes, criando dificuldades no financiamento do défice da balança corrente. Assim, o Chile aboliu a “redenção” em Setembro de 1998 e permitiu maiores flutuações cambiais.

7 - O caso atual do Brasil

Portanto, a recente valorização da taxa de câmbio e o retorno ao crescimento da economia brasileira (sempre que ocorrer) poderão levar a uma deterioração significativa nos saldos comercial e em conta corrente, revertendo os superávits emergentes em conta corrente realizados. Se o Brasil tiver oportunidade, talvez seja hora de pensar em introduzir controles seletivos de capital para evitar uma apreciação cambial prejudicial em suas contas externas e evitar incorrer em passivos externos incompatíveis com seus ativos em moeda estrangeira, além de obter maior autonomia sobre a política monetária, fundamental no sistema de metas de inflação e taxas de câmbio flutuantes.

8 - Conclusão

A importância do texto é demonstrar os benefícios dos controlos de capitais para os países, a fim de reduzir a volatilidade da taxa de câmbio e evitar a apreciação excessiva da taxa de câmbio, o que aumenta o controlo sobre o comércio e o défice da conta corrente. O texto termina apoiando a ideia de adoção de controles de capitais para o Brasil no momento atual.

O desempenho das finanças e o perfil dos gastos sociais em Porto Alegre,

Introdução

Foram registradas receitas (totais, próprias e transferências), despesas (totais, com pessoal, com investimentos e com serviços e encargos de terceiros) e despesas sociais, por função, de 1990 a 1999. A fonte de dados utilizada foi basicamente o Município. Os Balanços Patrimoniais de Porto Alegre, com os valores atuais coletados, são transformados em valores constantes pelo IGP-DI médio, a preços de abril de 2003.

OBS: Os valores são inflacionados pelo IGP-DI, média anual da FGV a preços de abril/03.

Participação percentual da receita corrente própria, FPM, ICMS, outras transferências e total de transferências. Participação percentual do IPTU, ISS e outras receitas tributárias na receita tributária total em Porto Alegre — 1990-99.

3 - Análise das despesas realizadas

Percentual de gastos com pessoal ativo, insumos, serviços e custos e investimentos de terceiros no total. Despesas com pessoal ativo e inativo, aposentados e custos totais com pessoal e percentual dos custos com pessoal ativo nos custos totais com pessoal.

4 - Despesas sociais

Por fim, é importante destacar os gastos incorridos com serviços e encargos de terceiros, que apresentaram um crescimento formidável de 484% de 1990 a 1999. A forma de pagamento a esses fornecedores é por meio de despesas com serviços e encargos de terceiros, o que explica, portanto, o forte aumento dos gastos com esse elemento de despesa (Tabela 7).

4.1 - Gasto social municipal e estadual

Particularmente no caso do município de Porto Alegre, esta ligação não foi verificada, pois as receitas de transferência cresceram 162% entre 1990 e 1999, em comparação com um crescimento de 116% nas despesas sociais (Tabela 10). Evolução das despesas sociais estaduais e das receitas de transferência, em todos os municípios do Rio Grande do Sul.

4.2 - As funções sociais

Despesas segundo funções sociais e principais programas, percentagem da despesa total e sua evolução em Porto Alegre — 1990 e 1999. Percentagem dos elementos da despesa, segundo funções sociais e principais programas, sobre a despesa total em Porto Alegre — 1999.

5 - Considerações finais

RELATÓRIO E PARECER ANTERIOR DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL: 1996.

Mercado de trabalho nas regiões do Rio Grande do Sul: uma breve

Por isso, cada nova edição do Censo Demográfico do IBGE representa uma rara oportunidade de examinar as condições do mercado de trabalho em áreas territoriais definidas com maior grau de liberdade. No Rio Grande do Sul, o monitoramento regular da situação do mercado de trabalho acaba acontecendo apenas no nível do agregado estadual ou da região da capital Porto Alegre.

Em 2000, teve maior importância em termos de ocupação apenas em cinco Coredes: Fronteira Noroeste, Centro Alto Uruguai, Noroeste Colonial, Norte e Vale do Rio Pardo. Em 2000, a participação do VAB secundário no VAB total diminuiu nas diferentes regiões, com valor variando entre 2,9% no Médio Alto Uruguai e 63,0% no Vale do Rio dos Sinos, mostrando maior heterogeneidade nos valores (CV de 0,64) do que os outros setores.

Em média, cada uma das seis regiões do Grupo correspondia a 8,7% dos habitantes do Rio Grande do Sul em 2000. Todas as regiões do Grupo 3 apresentavam, já em 1991, taxas de desemprego superiores às do estado, atingindo com o tempo , média de 4,6%, bem acima dos 3,4% do agregado gaúcho.

Referências

Documentos relacionados

Sendo assim, configura-se como objetivo deste estudo a análise do processo de desenvolvimento socioeconômico dos municípios que integram o COREDE Vale do Rio Pardo, no período