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Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas

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Academic year: 2023

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Diretrizes e metodologia para análise de custos do Serviço Municipal de Recolha e Transporte de Resíduos. Análise da eficiência técnica da prestação de serviços de coleta de resíduos sólidos urbanos nos municípios da Paraíba.

2 Política Nacional de Resíduos Sólidos Urbanos

Novo marco legal brasileiro

Impacto sobre o estado paraibano

3 Análise de Eficiência

Portanto, este trabalho baseia-se na abordagem não paramétrica (em relação às versões DEA-C e DEA-V), com o objetivo de ser mais focado na estimação dos limites. Na abordagem não paramétrica, a determinação do limite não está relacionada à definição a priori de uma função, mas sim à consideração das propriedades que o conjunto de produção deve satisfazer.

4 Estudos Empíricos

5 Procedimentos Metodológicos e Dados Utilizados

Mesmo que uma unidade pertença à fronteira de eficiência de outra, a primeira pode permanecer com sua produção, reduzindo o consumo de insumos, por exemplo. Diz-se, portanto, que a DMU tem uma lacuna na utilização de insumos. 2005), esse problema se deve aos vínculos que ocorrem entre DMUs com eficiência de 100%.

Figura 3 - Fronteiras clássica e invertida no modelo DEA- V
Figura 3 - Fronteiras clássica e invertida no modelo DEA- V

6 Resultados de Eficiência

Percebe-se, em relação ao modelo DEA-C, que apenas dois municípios foram eficientes; Em relação ao DEA-V, nove foram considerados eficazes. Identificou-se que os municípios que apresentaram piores índices de eficiência na DEA-C melhoraram suas classificações ordenadas na DEA-V.

Tabela 1 - Relação das eficiências dos municípios paraibanos em ordem decrescente de Eficiência  Clássica no modelo DEA-C
Tabela 1 - Relação das eficiências dos municípios paraibanos em ordem decrescente de Eficiência Clássica no modelo DEA-C

7 Resultados de Eficiência

Disponível em: http://www.selur.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2016/08/SELUR-ISLU-2016-ACESIBILIZADO.pdf. Disponível em: http://sinir.gov.br/web/guest/2.5-planos-municipais-de-gestao-integrada-de-residu-os-solidos.

Orientações e metodologia para análise de custo do Serviço de Coleta e

1 Introdução

2 Orientações e Metodologia para Análise de Custo do Serviço de Coleta e Transporte de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU)

  • Quantidade de RSU a ser coletada mensalmente (Q - tonelada/mês)
  • Número de caminhões coletores compactadores (N - unidade)
  • Quantidade de garis coletores (G - unidade) e de motoristas (M - unidade)
  • Quantidade de fiscais (supervisores) e veículos de supervisão
  • Apropriação do custo de mão de obra
  • Apropriação do custo com equipamentos
  • Dos demais custos envolvidos

Em média, um valor correspondente a 10% dos caminhões “proprietários” (N) é gasto em necessidades de manutenção e reparos. A lavagem de caminhões compactadores deve ser considerada na composição dos custos do serviço municipal de coleta de lixo municipal.

3 Conclusão

Disponível em: http://www.ibam.org.br/media/arquivos/estudos/cartilha_limpeza_urb.pdf. Disponível em: http://www.egov.go.gov.br/secima/plano-de-residuos-solidos-goias.pdf.

Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos

Estudo de Caso do Programa de Resíduos Sólidos do Estado de Minas Gerais

As principais inovações da PNRS incluem a adoção do Plano Integrado de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGIRS), a implantação da logística reversa, o incentivo ao consórcio de municípios, a inclusão socioprodutiva de catadores de materiais recicláveis ​​e o encerramento do processamento de resíduos em aterros. Em Minas Gerais, a política de eliminação dos aterros sanitários e a solicitação de licenças ambientais para sistemas tecnicamente adequados de tratamento e disposição final de resíduos sólidos urbanos (RSU) tiveram início em 2001.

2 Metodologia

O objetivo da auditoria foi avaliar as medidas adotadas pelo Estado de Minas Gerais para a erradicação dos aterros sanitários do território mineiro e o licenciamento gradativo da operação de sistemas de destinação ambientalmente adequada de RSU, bem como questões relacionadas à formação de consórcios, coleta seletiva, reciclagem e educação ambiental, identificando os principais problemas que afetam a implementação dessas ações. O processo de planejamento de RSU obedece à legislação e reflete as necessidades da população.

3 Auditoria Operacional no Programa de Resíduos Sólidos do Estado de Minas Gerais

  • Em que medida os sistemas de disposição final de RSU implantados estão contribuindo para a preservação do
    • Autorização Ambiental de Funcionamento (AAF)
    • Sustentabilidade dos empreendimentos
  • O processo de planejamento dos RSU está em consonância com a legislação e reflete as necessidades da população?
  • Os consórcios intermunicipais têm favorecido a gestão compartilhada dos RSU?
  • Em que medida o Estado tem promovido ações de redução, reutilização, coleta seletiva, reciclagem, compostagem e
    • Bolsa Reciclagem
    • ICMS Ecológico
    • Ações de Incentivo à Coleta Seletiva e Reciclagem
    • Ações de Educação Ambiental

A formação técnica continuada em resíduos sólidos também está entre os objetivos da Lei nº 12.305/10. Em 2015, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) avaliou os municípios mineiros no que diz respeito ao planejamento de resíduos sólidos.

4 Conclusão

Estabelece critérios para classificação de empresas e atividades que alteram o meio ambiente, de acordo com o porte e potencial poluidor, para as quais é necessária licença ambiental de funcionamento ou licença de proteção ambiental em nível estadual.

Inspeção Técnica de Auditoria ao Aterro Sanitário de Resíduos Sólidos

O principal objetivo deste trabalho é apresentar os resultados da auditoria após a inspeção técnica de auditoria no aterro de resíduos sólidos urbanos de Puxinanã-PB. Inicialmente foi realizada uma revisão bibliográfica, que criou uma consolidação dos principais títulos da legislação para auditoria em aterro, a fim de embasar a evidência de irregularidades e/ou falhas relacionadas aos achados de auditoria em relação a este empreendimento torna-se , desde a sua concepção, durante a gestão operacional e técnico-financeira da Prefeitura Municipal de Puxinanã, até a questão ambiental na operação deste aterro.

2 Considerações Gerais

Aterro sanitário – legislação

  • Aterro sanitário – leis e definições técnicas
  • Aterro sanitário – licenciamento ambiental

Neste sentido, a concepção, implementação e operação de aterros de resíduos sólidos urbanos são essencialmente actividades que podem causar graves impactos ambientais. Em 2008 foi publicada a resolução do Conama sobre licenças ambientais para pequenos aterros de resíduos sólidos urbanos, onde, em seu art.

Tabela 1 - Faixas mais utilizadas na geração de resíduos sólidos per capita
Tabela 1 - Faixas mais utilizadas na geração de resíduos sólidos per capita

3 Inspeção Técnica de Auditoria ao Aterro Sanitário no Município de Puxinanã-PB

Apresentação

De acordo com os resultados da Tabela 1, para construir um pequeno aterro sanitário para resíduos sólidos urbanos, um município deve ter no máximo 40 mil habitantes multiplicado pelo valor de produção de resíduos sólidos per capita de 0,5 kg. /habitante/dia, indicado na Tabela 1, resulta em 20.000 kg/dia ou 20 toneladas/dia. Durante a inspeção técnica do aterro acima mencionado, foram observadas as seguintes conclusões da auditoria, listadas abaixo.

Achados de auditoria

  • Elaboração dos projetos básico e executivo: não houve estudo de viabilidade Em análise aos documentos apresentados referentes à elaboração do Projeto do
  • Licenciamento ambiental – licença de instalação: condicionantes não cumpridas e a licença de operação: concedida por força de decisão judicial
  • Documentos não apresentados: composições de preços unitários, especificações técnicas e memórias de cálculos da planilha de
  • Fiscalização em desacordo com o contrato nº 032/2010 e a lei nº 8.666/93 Em análise ao Contrato nº 032/2010, de Construção e Implantação do Aterro Sa-
  • Disposição irregular de resíduos sólidos e obstrução do sistema de drenagem do líquido percolado (chorume)

O cronograma físico-financeiro de implantação da planilha de investimentos para implantação do aterro sanitário também não foi apresentado. Figura 1 – Vista da parte inferior da célula C1 - do aterro de resíduos sólidos da cidade, exposta ao ar livre, sem o material de cobertura argilosa.

O Problema do “Lixo Hospitalar” em Pernambuco

Definições

Em termos gerais, os Resíduos de Saúde (RSS) são resíduos resultantes de atividades relacionadas com a saúde de seres humanos ou animais, que pelas suas características requerem diferentes processos de gestão, independentemente de necessitarem de tratamento prévio ou não, para a sua eliminação final, determinado pela Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 358/05 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Em relação à legislação referente aos resíduos de serviços de saúde, basicamente, podemos citar mais duas normas importantes: Resolução da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – RDC Anvisa nº.

Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde

Entre eles está o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS), documento que faz parte do processo de licenciamento ambiental, baseado nos princípios de não geração e minimização da geração de resíduos. Além da exigência legal, cada produtor de resíduos deverá elaborar um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS), normalmente padronizado pela Agência Ambiental de cada estado da federação, com base nas características dos resíduos gerados e na classificação incluída no RDC nº 306/2004, que deverá estabelecer diretrizes para o manuseio dos RSS que produz, com informações sobre as ações de coleta a serem realizadas, o transporte e a destinação final dos resíduos produzidos.

3 A situação dos Resíduos de Serviços de Saúde em Pernambuco

Considerações iniciais acerca dos RSS em Pernambuco

A taxa de geração de RSS utilizada pelas unidades estaduais de saúde de Pernambuco é de 1,42 a 1,5 kg/leito/dia.

O gerenciamento dos RSS no âmbito da Secretaria Estadual de Saúde

  • Achados da auditoria
    • ACHADO 1 – INEFICIÊNCIA DO CONTROLE DOS RSS GERADOS PELAS UNIDADES DE SAÚDE DO ESTADO
    • ACHADO 2 – CUSTOS DO CONTRATO

Durante a auditoria, como já mencionado, constatou-se a ineficácia do controle do peso dos RSS gerados pelas unidades de saúde estaduais, uma vez que o registro da quantidade produzida, coletada e processada só é realizado somando-se a quantidade de embalagens plásticas coletadas em as respectivas unidades. A quantidade de latas foi superestimada, pois o controle feito pelo Ministério da Saúde é baseado em certificados de combustão emitidos pela empresa que realiza os serviços.

Gráfico 1 – Comparativo entre o índice de geração de resíduos x pagamentos dos  últimos 12 meses x quantitativo contratado
Gráfico 1 – Comparativo entre o índice de geração de resíduos x pagamentos dos últimos 12 meses x quantitativo contratado

O gerenciamento dos RSS no âmbito dos municípios

Produção e taxa de geração de resíduos sólidos provenientes de serviços de saúde em hospitais de João Pessoa - Paraíba. Caracterização dos resíduos de serviços de saúde em um hospital de porte III do município de São José dos Campos e análise da implementação do plano de gerenciamento.

Tabela 3 – Classificação da Matriz de risco (4 X 4)
Tabela 3 – Classificação da Matriz de risco (4 X 4)

Auditoria Operacional no Sistema de Coleta de Resíduos Sólidos

Entre os principais problemas a serem resolvidos está a grande quantidade de resíduos gerados pelas atividades humanas que devem ser retirados diariamente dos espaços e edifícios públicos, e a necessidade de dar um destino final adequado a esses resíduos recolhidos. O objetivo deste trabalho é apresentar as fases de planejamento e implementação da auditoria operacional realizada no sistema de coleta de resíduos sólidos domiciliares do município de Castanhal, Estado do Pará, descrevendo os principais pontos, resultados da auditoria e recomendações.

2 Auditoria Operacional – Princípios e Sistematização

O principal objetivo de sua utilização é identificar as áreas a serem examinadas dentro do objeto de auditoria. A partir da definição do objeto e objetivo da auditoria, das informações coletadas nas análises dos stakeholders e da análise SWOT, formula-se a questão da auditoria, que segundo o TCU (2010) “é o elemento central na determinação do rumo do trabalho de auditoria. “auditoria, as metodologias e técnicas a utilizar e os resultados pretendidos”.

3 Auditoria Operacional - Estudo de Caso

Planejamento da Auditoria Operacional

  • Questão de Auditoria

As atividades de coleta e transporte de resíduos sólidos domiciliares do município de Castanhal atendem satisfatoriamente a demanda da população?” As atividades de coleta e transporte de resíduos sólidos domiciliares do município de Castanhal atendem satisfatoriamente a demanda da população?

Achados / Recomendações

  • Subárea 1
  • Subárea 2
  • Subárea 3
  • Subárea 4

Portanto, são necessários três veículos de 10 m³, que juntos têm capacidade diária de 34.500 kg, para a coleta de lixo domiciliar nos bairros da subárea 1. Assim, dois veículos de 10 m³ e um de 19 m³, que juntos têm uma carga diária capacidade de 44.850 kg. , para recolha de lixo doméstico nos bairros da subzona 2.

Mapa 1 - locais de coleta dos roteiros 6 e 11
Mapa 1 - locais de coleta dos roteiros 6 e 11

4 Conclusões

Assim, de forma a optimizar a implementação das actividades de recolha de resíduos sólidos urbanos, decidimos recomendar melhorias no volume, frequência e regularidade da recolha, na resolução dos pontos críticos existentes e, por último mas não menos importante, na alteração da dimensão dos percursos de recolha. .

Auditoria Operacional em Sistema de Tratamento e Disposição Final de Resíduos Sólidos Urbanos

Inicialmente, em outubro de 2007, foi realizado o Relatório de Viabilidade da Auditoria do Sistema de Tratamento e Atraso Final de Resíduos Sólidos de Itajaí-SC e do programa “Resíduos Reciclados - Tarifa Zero”. O relatório da auditoria, na modalidade operacional, apresenta um panorama do auditado, destacando informações sobre o Sistema de Tratamento e Disposição Final de Resíduos Sólidos de Itajaí-SC e o programa “Resíduos Reciclados - Tarifa Zero”, as limitações da auditoria, o problema e os questionamentos que delineou e detalhou operacionalmente a proposta de auditoria, os métodos de coleta de dados utilizados e a lista de atividades desenvolvidas na fase de planejamento.

2 Visão Geral

  • Concessão dos Serviços de Limpeza Urbana
  • A Cooperfoz
  • Características técnicas do aterro sanitário de Canhanduba
  • Índice de qualidade de aterro de resíduos – IQR
  • Metodologias Utilizadas

Para cumprir o objetivo geral da auditoria operacional relativa à avaliação do aterro sanitário Itajaí-SC (Canhanduba), optou-se pela utilização do indicador de avaliação da qualidade do aterro - IQR, com base nos critérios das características da área, infraestrutura e condições de funcionamento, que processou em dissertações de Mestrado em Engenharia Ambiental pela Universidade Federal de Santa Catarina de Adriano Vitor Rodrigues Pino Pereira (2005). Além disso, foram questionados quem supervisiona o funcionamento do aterro de Canhanduba e os responsáveis ​​pelas unidades de reciclagem.

3 Problema de Auditoria

Questões

4ª questão - Existem procedimentos de controle relacionados ao programa “Resíduos Reciclados – Tarifa Zero” quanto ao cumprimento e duração dos beneficiários.

4 Resultados da Auditoria

Questão nº 1 – Características da área, infraestrutura e condições operacionais

No contexto da ponderação dos critérios, aqueles com menor pontuação referem-se às condições operacionais do aterro. Neste caso, destacam-se a presença de animais, a falta de cobertura diária dos resíduos e a baixa eficiência do sistema de tratamento de águas residuais.

Nota-se que o mau funcionamento do aterro pode comprometer a qualidade ambiental da região e gerar consequências negativas para a população local e para os corpos hídricos que recebem as águas residuais. Utilizando o IQR, o atual aterro sanitário em Itajaí-SC foi avaliado com base na área, infraestrutura existente e condições de operação.

Lixo Reciclado: Tarifa Zero” estão aumentando a quantidade de lixo separado pela população?

Questão nº 4 – Existem procedimentos de controle relacionados ao programa “Lixo Reciclado: Tarifa Zero”, no que se refere à adesão e

Emissão de Guia de Faturação TLU aos utilizadores que aderiram ao programa por perda dos termos de adesão submetidos ou ausência do seu registo, evidenciando erro nos controlos adotados. Inexistência de estrutura de controle destinada a verificar se os usuários que aderiram ao programa e obtiveram benefício tarifário separam efetivamente os resíduos recicláveis ​​dos resíduos orgânicos.

Outras situações encontradas

Não há conteúdo e espaço suficientes para regular a conformidade do sistema, a estabilidade dos usuários e a cobrança de não associados, por falta de decreto regulamentador. A isenção da taxa de coleta de lixo, concedida aos contribuintes que aderiram ao programa, e a compensação dos valores cobrados aos que não aderiram, retiraram a componente de risco do contrato de concessão, passando a empresa concessionária a atuar como um verdadeiro serviço fornecedor, que distorceu o contrato de concessão.

5 Encaminhamentos Realizados pela Equipe de Auditoria

Determinações

No sistema atual, o efluente tratado sai com altas concentrações desses poluentes, o que justificaria sua implantação. O contrato de concessão para a execução dos serviços de limpeza urbana estipula, no ponto 5.12, que a concessionária poderá comercializar os resíduos recolhidos, ou seja, isso não garante a viabilidade das unidades de reciclagem que são parte fundamental do programa.

Recomendações

Implementar medidas que visem a utilização de resíduos orgânicos, por ex. com a implementação de instalações de compostagem. Promover e garantir a eficácia das ações do programa para garantir que todos os resíduos sejam entregues gratuitamente nas unidades de reciclagem.

6 Monitoramento

Orientação: Aguardar a entrada em operação das antigas barragens de estabilização e licenças ambientais e implantação da unidade de lodo ativado para verificar a melhoria nos resultados da análise de efluentes. Recomendação: Exigir que a concessionária faça a cobertura diária dos resíduos sólidos urbanos, para garantir o seu isolamento físico e evitar a presença de animais no aterro.

7 Conclusão

Autoriza o chefe do departamento executivo a conceder benefícios tarifários aos usuários de obras e serviços de coleta e destinação final de resíduos objeto do contrato de concessão nº 014/2002. Autoriza o titular do Poder Executivo a conceder benefícios tarifários aos usuários de obras e serviços municipais de coleta e destinação de resíduos.

A coleta, o tratamento e a disposição final desses resíduos sólidos, em conjunto com outros serviços de limpeza pública (capina, limpeza e limpeza de áreas comuns), constituem atividades fundamentais para a preservação da saúde pública e a preservação do meio ambiente, influenciando nas condições de vida. da comunidade local. SNIS, 2006). Com o objetivo de contribuir para a mitigação do problema, este trabalho apresenta uma metodologia para auditoria operacional e de custos de serviços de limpeza pública.

2 Auditoria de Serviços de Limpeza Pública Urbana

A disposição final adequada dos resíduos sólidos coletados deverá ocorrer em aterro controlado ou sanitário, cuja construção e operação dependem de licença ambiental de órgão competente, conforme Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) nº. 237 de dezembro. 19, 1997. Além disso, os aterros sanitários contam com rede de coleta de chorume e biogás, vinculada a unidades de tratamento (por exemplo: estação de tratamento de esgoto - ETE) e/ou recuperação (usinas de recuperação energética de metano - CH4) de resíduos gerados pela decomposição de resíduos sólidos. (FUNASA, 2006).

3 Metodologia

  • Planejamento das inspeções
  • Solicitação de documentação
  • Inspeção em campo
  • Análise técnica dos dados levantados

Além disso, os parâmetros operacionais e de custos dos serviços de limpeza pública devem ser determinados para o município como um todo. Basicamente, a estrutura deste relatório deverá descrever os aspectos legais, operacionais e de custos dos serviços de limpeza pública que estão sendo fiscalizados.

Figura 1 - Etapas metodológicas de diagnóstico operacional e de custos de  serviços de limpeza pública
Figura 1 - Etapas metodológicas de diagnóstico operacional e de custos de serviços de limpeza pública

4 Resultados

Do total de camiões-plataforma, um é dedicado à recolha de resíduos de serviços de saúde e dois são dedicados à recolha de resíduos de serviços de capina e varrição. O aterro recebe um volume diário de resíduos de 88,3 t/dia, calculado com base nas viagens dos veículos coletores.

Figura 1 - Registro fotográfico dos serviços de limpeza pública do município inspecionado
Figura 1 - Registro fotográfico dos serviços de limpeza pública do município inspecionado

5 Conclusões

Tendo em conta que o trabalho apresentado tem um carácter contínuo, outro resultado da aplicação desta metodologia inclui a realização de um seminário temático, no qual os resultados obtidos com a implementação deverão ser apresentados aos jurisdicionados e aos demais tribunais de o país. Auditores, auditoria de serviços de limpeza pública. Este seminário tem como objetivo traçar as condições operacionais, custos e nível de conformidade ambiental dos serviços de limpeza pública prestados pelos principais municípios do estado.

Metodologia para Auditoria de Serviços de Limpeza Urbana, com enfoque nos custos de

Portanto, é importante que as auditorias dos serviços de remoção de resíduos verifiquem se a quantidade de caminhões utilizados para a execução dos serviços é compatível com o valor considerado para fins orçamentários. Os serviços de limpeza urbana são de responsabilidade do poder público municipal, que pode realizá-los diretamente ou por meio de terceiros por meio de licitações e contratos de prestação de serviços.

2 Os Custos e Preços nos Serviços de Limpeza Urbana

3 A Importância do Planejamento na Definição dos Custos

4 Coleta Domiciliar

Para realizar tais serviços os custos e preços são relativamente elevados, pois há necessidade de aumentar o número de pessoal e equipamentos. Isso provoca um aumento no custo desses serviços, pois há necessidade de mais caminhões de coleta, além de mão de obra operacional (coletores, motoristas, mecânicos e outros).

5 Operacionalização dos Serviços de Coleta

As técnicas de engenharia para operacionalizar os serviços de cobrança buscam otimizar os serviços sem comprometer o design estabelecido. Sem otimização dos serviços nos diferentes turnos de coleta (diurno, diurno e noturno) é impossível falar em economia.

6 Definições Gerais Relativas aos Serviços de Coleta

Caracterização dos Resíduos Sólidos

Relata-se que, em geral, problemas na organização e funcionamento dos serviços de limpeza municipal ocorrem por falta de pessoal capacitado ou de investimento por parte dos municípios. Os resíduos sólidos podem ser classificados quanto às propriedades químicas, biológicas e físicas, o que é o mais importante, pois sem conhecimento é praticamente impossível realizar uma gestão adequada dos serviços de limpeza.

Despesas que Compõem o Custo da Coleta Domiciliar

  • Veículos Coletores
  • Guarnição
  • Frequência da Coleta

A tabela a seguir apresenta a quantidade de resíduos sólidos correlacionada com a capacidade volumétrica dos silos de compactação existentes. Em um sistema de coleta e transporte de resíduos sólidos, a máquina (caminhões de coleta) e a mão de obra (equipe de coleta) devem estar muito bem equilibradas para que os serviços sejam bem-sucedidos.

Tabela 1 – Capacidade das caçambas coletoras
Tabela 1 – Capacidade das caçambas coletoras

7 Metodologia do TCE-MG para Análise de Custos

A mão-de-obra global (operacional e administrativa) num sistema privatizado cujo contratante executa apenas a actividade de recolha de resíduos sólidos representa geralmente 50% dos seus custos totais. As cidades brasileiras que adotam uma periodicidade diária para a coleta de todos os resíduos sólidos domiciliares gastam recursos consideráveis, tais como: equipamentos, pessoal, combustível, pneus, óleo lubrificante e outros.

8 Procedimentos a Serem Adotados nas Auditorias para a Apuração dos Custos dos Serviços de Coleta

  • Quantitativos de Resíduos Sólidos Gerados
  • Valores a Serem Utilizados nos Cálculos
  • Cálculo dos Custos de Coleta
    • Cálculo da Quantidade de Caminhões Coletores Compactadores 1) Cálculo da quantidade de resíduos sólidos coletados por dia
  • Cálculo de Preços para uma Atividade de Coleta de Lixo Domiciliar

Quanto maior a população de um município, maior será o número de caminhões que deverão ser reaproveitados nos diferentes turnos de coleta. A metodologia da ABLP para cálculo do número de caminhões utilizados é consistente com técnicas de engenharia que já existem há vários anos para serviços de coleta.

Tabela 2 - Quantidade de viagens e caminhões coletores
Tabela 2 - Quantidade de viagens e caminhões coletores

9 Conclusão

Auditoria em sistemas de limpeza pública

Experiência Capixaba

Cenário

Desses quatro aterros, apenas os de Cariacica e Colatina possuem licença para receber resíduos de serviços de saúde. Na maioria das vezes, os serviços de limpeza pública não são contratados com base em critérios e projetos adequados.

2 Caracterização dos Serviços

Vários dos problemas observados decorrem também de novas exigências ambientais, que exigem adequação na implementação dos serviços de limpeza pública e os tornam mais sofisticados. Avaliar e comprovar os custos reais do rol de serviços que compõem a atividade de limpeza pública é uma área que está em desenvolvimento auditório e que ainda não possui uma base de dados confiável.

3 Licitações

Varrição de Vias Públicas

Coleta de RSU

Destinação Final de RSU

4 Contratos

5 Considerações Finais

Estruturas e unidades portantes mínimas contendo cerca divisória e guarita para controle de acesso e medição de resíduos com balança e apoio à fiscalização municipal. As sugestões e recomendações apresentadas neste trabalho têm como objetivo principal alertar os administradores públicos e órgãos de controle sobre fragilidades e peculiaridades que devem ser levadas em consideração, no mínimo, nos procedimentos de contratação e execução de contratos.

Auditoria Operacional em Resíduos Sólidos Urbanos: Experiência do TCE-SC

A Diretoria de Controle do Trabalho - DCO - do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina - TCE-SC, valendo-se da experiência de realização de outras vinte e cinco auditorias investigativas realizadas no TRSU nos municípios de nosso estado, no anos de 2002 e 2003, quando foi realizado o programa de auditoria operacional de 2004, definiu a realização de auditorias operacionais gerais em TRSU nos municípios de Tubarão e Lages, focadas nos seguintes aspectos: coleta seletiva e reciclagem de resíduos; Resíduos provenientes do Serviço Nacional de Saúde – RSS (resíduos hospitalares) e aterros (implantação, operação e manutenção). Ou seja, o foco foi em três áreas, nomeadamente: recolha selectiva e reciclagem de resíduos; Resíduos de cuidados de saúde - RSS; aterro sanitário (implantação, operação e manutenção).

2 Metodologia Aplicada nas Auditorias

Objetivos e justificativas das Auditorias

Variáveis de Mensuração

  • Questão 1
  • Questão 2
  • Questão 3

3 Resultado das Auditorias

Município de Tubarão

  • Avaliação das Variáveis referentes à Coleta Seletiva e Reciclagem do Lixo .1. VARIÁVEL 1
    • VARIÁVEL 2
    • VARIÁVEL 3
    • VARIÁVEL 4
    • VARIÁVEL 3
    • VARIÁVEL 4
    • VARIÁVEL 7
  • Avaliação das Variáveis referentes ao Aterro Sanitário
    • VARIÁVEL 1
    • VARIÁVEL 2
    • VARIÁVEL 3
    • VARIÁVEL 7
    • VARIÁVEL 9
    • VARIÁVEL 16

Vale ressaltar que esta “piscina” faz parte de um contrato firmado entre o município e a Faepesul, com o objetivo de diagnosticar resíduos de saúde em Tubarão. Como já mencionado, e também verificado no local, nem todos os geradores de resíduos de saúde levam os seus resíduos para esta “piscina”.

Tabela 3 - Estimativa de receita gerada
Tabela 3 - Estimativa de receita gerada

Município de Lages

  • Avaliação das Variáveis referentes à Coleta Seletiva e Reciclagem do Lixo .1. VARIÁVEL 1
    • VARIÁVEL 2
    • VARIÁVEL 3
  • Avaliação das Variáveis referentes aos Resíduos de Saúde (Lixo Hospitalar) .1. VARIÁVEL 1
    • VARIÁVEL 2
    • VARIÁVEL 4
    • VARIÁVEL 5
    • VARIÁVEL 6
    • VARIÁVEL 7
  • Avaliação das Variáveis referentes ao Aterro Sanitário (vazadouro, no caso específico)
    • VARIÁVEL 1
    • VARIÁVEL 2
    • VARIÁVEL 3
    • VARIÁVEL 4
    • VARIÁVEL 6
    • VARIÁVEL 7
    • VARIÁVEL 8
    • VARIÁVEL 15
    • VARIÁVEL 16

Se considerarmos apenas as farmácias que são os clientes que geram menores quantidades de resíduos hospitalares (principalmente agulhas e seringas), de um total de 70, são gerados anualmente em média 13,51 kg/farmácia. Conforme já analisado na variável 2, para a questão 1 (coleta seletiva e reciclagem de resíduos), a proporção de materiais reciclados na coleta total é de 8,34% em relação ao total coletado, ou seja, são desviados do aterro/céla de emergência 8,34% desperdício.

Resolução das Questões de Auditoria

  • Município de Tubarão
  • Município de Lages

A renovação anual do alvará sanitário de cada estabelecimento de saúde só ocorre após pagamento da taxa de resíduos sanitários. A renovação anual do alvará sanitário de cada instituição de saúde só é efectuada após pagamento da taxa de recolha de resíduos sanitários, taxa compatível com os custos existentes (frequência de recolha).

Auditoria em Sistemas de Limpeza Pública Urbana

Por que auditar sistemas e serviços de limpeza pública urbana

Neste último caso, os governos municipais são responsáveis ​​por pagar aos prestadores de serviços com base no volume de resíduos sólidos recolhidos. O resultado disso é a situação vivida atualmente no Brasil: a proliferação de aterros sanitários, aterros poluentes (como visto nas Figuras 1 e 2) e o uso indevido de recursos financeiros para pagar serviços de limpeza urbana.

Figura 1 – Lixão com catadores instalado nos municípios cearenses
Figura 1 – Lixão com catadores instalado nos municípios cearenses

A auditoria de sistemas de limpeza pública urbana no Brasil

A proposta do presente trabalho

2 Caracterização dos sistemas de limpeza pública urbana

Partes de um sistema de limpeza pública urbana

Sistema de coleta

  • Coleta domiciliar
  • Coleta de resíduos comerciais

Imagem

Figura 2 - Fronteiras de eficiência nos modelos DEA-C e DEA-V
Figura 3 - Fronteiras clássica e invertida no modelo DEA- V
Tabela 1 - Relação das eficiências dos municípios paraibanos em ordem decrescente de Eficiência  Clássica no modelo DEA-C
Tabela 2 - Relação das eficiências dos municípios paraibanos em ordem decrescente de Eficiência  Clássica no modelo DEA-V
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Referências

Documentos relacionados

Memorial • Relatório do Projeto contendo: concepção, quadro de quantidades, discriminação de todos os serviços e distâncias de transporte; • Justificativa das alternativas aprovadas;