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ISBN: 978-85-5597-098-6

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Academic year: 2023

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Handleiding van standaarde en roetines vir IESP Noodsorgprosedures (PAI) / Karelline Izaltemberg Vasconcelos Rosenstock, José Airton Bezerra Xavier. Alessandra Lira Freire Alex da Silva Confessor Ana Beatriz Freire Martins Camila Carneiro Da Silva Ferreira. Nícia Maria Duarte Leite Patrícia Tavares de Lima Rejane Henrique de Souza Rodrigo Manoel do Nascimento.

Este trabalho é um presente oferecido a toda a comunidade acadêmica que recebe os relevantes e básicos serviços do Pronto Atendimento do IESP, carinhosamente chamado de PAI. E o trabalho que honrosamente iniciamos é assim mesmo – didático, tem cunho investigativo e decorre das intervenções do grupo em diversas áreas com destaque para esportes e cursos de enfermagem. Princípio: Selecionar e colocar o colar cervical de tamanho apropriado para ajudar a manter o alinhamento neutro e a estabilização da cabeça e pescoço do paciente (dois socorristas).

O socorrista estabiliza manualmente a cabeça e o pescoço do paciente em uma posição neutra. O segundo socorrista usa os dedos para medir o pescoço do paciente, entre a mandíbula e o ombro, e usa essa medida para selecionar o tamanho de colar apropriado ou para ajustar colares de tamanho ajustável. O segundo socorrista coloca a coleira no tamanho apropriado enquanto o primeiro socorrista continua a manter uma estabilização neutra ajustada da cabeça e pescoço do paciente.

Após a colocação e fixação do colar cervical, a estabilização manual da cabeça e pescoço é mantida até que o paciente seja fixado ao equipamento de imobilização.

AFERIÇÃO DOS SINAIS VITAIS

  • TEMPERATURA
  • PULSO
  • PRESSÃO ARTERIAL
  • RESPIRAÇÃO

Simétrico: Quando o pulso do lado direito é igual, em termos de características, ao pulso do lado esquerdo, diz-se que é simétrico. Assimétrico: Quando o pulso do lado direito não tem características iguais ao pulso do lado esquerdo, diz-se que é assimétrico. Comparação com a artéria contralateral (Igualdade): É sempre obrigatório examinar o pulso da artéria contralateral, pois a desigualdade dos pulsos pode identificar lesões anatômicas.

Utilize um manguito de tamanho adequado ao braço do paciente, aproximadamente 2 a 3 no topo da fossa antecubital, centralizando a bolsa de borracha sobre a artéria braquial. A largura da bolsa de borracha deve corresponder a 40% da circunferência do braço e do seu comprimento, devendo cobrir pelo menos 80% do braço. Coloque os olhos no mesmo nível da coluna de mercúrio ou do mostrador de um manômetro aneróide.

Palpar o pulso radial e insuflar o manguito até seu desaparecimento, para estimar o nível de pressão sistólica; esvazie rapidamente e espere um minuto antes de encher novamente. Determine a pressão sistólica no momento do aparecimento do primeiro som (fase 1 de Korotkoff), seguido de batimentos regulares que se fortalecem com o aumento da velocidade de deflação. Auscultar aproximadamente 20 a 30 mmHg abaixo do último som para confirmar seu desaparecimento e em seguida proceder à desinsuflação rápida e completa.

Registre os valores da pressão sistólica e diastólica, complementando a entrada do paciente, o tamanho do manguito e o braço em que a medição foi feita. Não arredonde os valores da pressão arterial para números que terminem em zero ou cinco. O paciente deve ser informado sobre os valores de pressão arterial obtidos e a possível necessidade de monitorização. Instrua o paciente a descansar em um ambiente silencioso por 5 a 10 minutos antes de realizar a medição e a não falar durante o procedimento.

A respiração é avaliada através da frequência respiratória (movimentos respiratórios por minuto - irpm), caráter (superficial e profundo) e ritmo (regular e irregular). Deve ser avaliado sem que a vítima perceba, preferencialmente durante a palpação do pulso radial, para evitar que a vítima tente conscientemente controlar a respiração. Avaliar a frequência respiratória, tendo em conta sinais e sintomas de insuficiência respiratória: cianose, inquietação, dispneia, sons respiratórios anormais.

AVALIAÇÃO DO NIVEL DE CONSCIÊNCIA EXECUTANTES: Profissionais de saúde

O paciente responde de forma coerente e adequada às perguntas sobre seu nome e idade, onde está e por que, a data, etc.).

CURATIVOS

Lave todos os pontos subtotais, aplique soro fisiológico em cada ponto usando seringa e agulha e coloque uma gaze do outro lado para reter a solução. A limpeza de feridas com tecido de granulação deve ser feita preferencialmente por irrigação com jato de soro fisiológico morno, com seringa de 20 ml e agulha 40x12 ou 25x8, ou ainda frasco de soro perfurado de diversas maneiras. A recomendação atual de curativo é manter a ferida limpa, úmida e coberta, com exceção de incisões fechadas e locais de inserção de cateteres, introdutores e fixadores externos.

EXAME FÍSICO ESPECÍFICO

  • Olhos (inspeção e palpação)
  • Ouvidos (inspeção)
  • Nariz e cavidades paranasais (inspeção e palpação)
  • Boca e garganta (inspeção e palpação)
  • Pescoço (inspeção, palpação e ausculta)
  • Exame das mamas
  • Sistema cardiovascular
  • Sistema respiratório
  • Inspeção
  • Ausculta
  • Percussão
  • Palpação profunda
  • Fígado
  • Baço
  • Outros Achados

Observe os sintomas gerais; dor, espirros, obstrução nasal (uni ou bilateral), secreção de epistaxe, edema, lesões inflamatórias pólipos, alteração do odor (hipo/hiperstomia, anastomia (ausência de odor), cacosmia). Lesões básicas: descrição do tipo, localização, extensão e profundidade das lesões, presença de secreções, sinais e sintomas, presença de curativos, etc. Palpação: sentido horário no quadrante superior - mamas - região supraclavicular e axilar, observar a presença de massas, nódulos (localização, tamanho, consistência, mobilidade e sensibilidade).

Observe os sintomas gerais; dor (tipo, intensidade, duração, localização, radiação), fezes (normais, duras, diarréia, melena, presença de muco, sangue, parasitas, flatulência), apetite (porcentagem de alimentação), anorexia, hiporexia, polifagia, náusea, vômito , hematêmese, úlceras, fissuras anais ou varizes e inchaços locais. Observe a cicatriz umbilical em busca de contorno ou hérnia e a pele em busca de erupções cutâneas, estrias, cicatrizes, integridade e presença de circulação colateral. Prossiga metodicamente de quadrante em quadrante, observando distensão e sensibilidade, investigando ascite (sinal de reversão).

Coloque a mão direita, com os dedos angulados e direcionados para a margem costal, logo abaixo da já batida borda inferior do fígado. Durante a palpação, com a outra mão direita, pressione os dedos da mão esquerda para mover o fígado para frente (para facilitar a palpação). Faça o paciente inspirar e, ao expirar, pressione para dentro com os dedos da mão direita.

Durante a inspiração profunda, a mão do paciente muda a posição da mão direita; observe a borda do fígado que passa sobre os dedos. Coloque a área da palma da mão direita de forma que as pontas digitais fiquem direcionadas para a borda costal esquerda no QSE. A mão direita deve estar suficientemente longe da margem costal para não deixar passar um fígado aumentado e para permitir a mobilidade da mão direita.

Palpe e tente aproximar a mão direita o mais próximo possível da esquerda, um pouco abaixo do nível do umbigo, à direita e à esquerda. Aperte profundamente na região epigástrica (praticamente no meio) e tente sentir as pulsações com os dedos, assim como o contorno da aorta. Palpar hérnias inguinais, examinando o lado esquerdo do paciente com a mão esquerda e o lado direito com a mão direita.

Palpação de estruturas ósseo-articulares e musculares: forma, volume, posição, presença de sinais de inflamação, rigidez, crepitação, estalidos e alterações na massa muscular. Avalie a capacidade do paciente de realizar atividades diárias como: comer, tomar banho, vestir-se, movimentar-se, usar o banheiro, etc.

GLICOSIMETRIA

MANOBRAS DE RCP (PROTOCOLO AHA 2017)

Realizar ciclos de RCP continuamente até que o SAV chegue, chegue ao hospital ou se o paciente apresentar sinais de insuficiência circulatória (respiração, tosse e/ou movimento). Caso não haja retorno à circulação espontânea ou outras situações de risco, considerar o protocolo de interrupção da RCP. Utilizar o DEA assim que estiver disponível e realizar as manobras de reanimação até a efetiva instalação e disponibilidade do equipamento.

Manter ciclos de RCP continuamente até que o suporte chegue ao hospital ou se o paciente apresentar sinais de circulação (respiração, tosse e/ou movimento). Verifique o pulso e a respiração, pulso carotídeo não inferior a 5 ou superior a 10 segundos, observe se o tórax da vítima sobe.

MEDIDA DE CIRCUNFÊRENCIA DE CINTURA

MEDIDA DE CIRCUNFERÊNCIA DE QUADRIL

MEDIDA DE ESTATURA

MEDIDA DE PESO

Colocar o paciente no centro da balança, descalço, com o mínimo de roupa possível, em pé, com os pés juntos e os braços estendidos ao longo do corpo. Registrar o peso no prontuário do paciente e no prontuário infantil (para crianças menores de 7 anos).

Referências

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