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ITL - ESTUDO DE CASO

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Academic year: 2023

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Esta proposta é apresentada como um estudo de caso sobre a utilização de uma frota de veículos elétricos (motocicletas) para coleta e entrega de pequenas quantidades, mais adequadas às condições das grandes e médias cidades através do transporte rodoviário. Podemos avaliar a dimensão do planejamento estratégico como empresa ou por unidade de negócio (unidade estratégica de negócios). Para tornar uma estratégia realidade, precisamos entender os alicerces daquela que necessariamente passa por uma auditoria de cargo (saber quem somos), saber para onde queremos chegar (a visão da empresa), saber como chegar lá (projetos e processos ). ) e ter capacidade de planejar, monitorar e identificar lacunas em relação aos resultados alcançados (indicadores de desempenho).

A estratégia reúne um conjunto de critérios ambientais, sociais e de gestão de uma empresa, essenciais na análise de riscos e nas decisões de investimento. Em 2020, com a pandemia da Covid-19, a necessidade de uma agenda de desenvolvimento consciente tornou-se ainda mais evidente.

Impacto nos investimentos

Aliás, segundo o portal Impacto, as empresas que lidam com critérios ESG têm rentabilidades ainda superiores à média do mercado, o que pode até ser uma estratégia de argumento no posicionamento e nas diferenças de preços. As condições sociais e ambientais têm estado muito presentes na vida empresarial, e tem sido essencial para as empresas incluírem ESG na sua gestão estratégica, pois os seus efeitos podem ser sentidos em diversas áreas da empresa.

Impacto nos consumidores

Impacto nos empregados

A partir desse momento até o final do século XIX, os veículos elétricos começaram a ser adaptados para circular sobre trilhos. O primeiro carro a ultrapassar os 100 km/h foi o carro elétrico La Nunca Contente, no Parc Agricole d'Achères, em Paris, em 29 de abril de 1899, projetado por Camille Jenatzy. No início do século 20, algumas empresas como Baker Electric, Columbia Electric e Detroit Electric produziam veículos elétricos.

O declínio ocorreu principalmente depois que Henry Ford iniciou a produção em massa de veículos de combustão interna, o que fez com que seus custos de produção caíssem drasticamente, aumentando as vendas de veículos de combustão interna. A produção destes veículos em países como Brasil, Estados Unidos e Japão resultou de uma indústria automobilística preocupada com o aumento dos preços do petróleo. No caso do Brasil, em 1974 a Gurgel produziu um carro elétrico totalmente brasileiro, o Gurgel Itaipu, colocando-o bem à frente de outras montadoras brasileiras (Figura 3).

Desde então, parcerias para o desenvolvimento de veículos e equipamentos com energia limpa foram prototipadas no Brasil. A CPFL Paulista, em parceria com a CPFL Piratininga e a Rio Grande Energia, estão trabalhando juntas para concluir um grande Projeto de Mobilidade, iniciado em 2013. Entre os objetivos do projeto, podemos destacar a avaliação dos impactos do veículo elétrico na energia distribuição (possíveis interferências, procura de energia necessária, adequação das normas de construção, etc.), estudo e proposta de regulamentos de cobrança para recargas (ex. tempo de carregamento, carregamento de roaming), realização de alguns outros estudos académicos para desmistificar o tema da mobilidade eléctrica no país, estudar e compreender o modelo de negócio dos distribuidores de electricidade com veículos eléctricos e desenvolver competências como fornecedores, instaladores e operadores de infra-estruturas de carregamento.

Figura 2 – Primeiro projeto elétrico
Figura 2 – Primeiro projeto elétrico

Ações do poder público

As ações na ilha de Fernando de Noronha são mais radicais: a ilha se propõe a ser o primeiro território brasileiro a proibir a circulação de carros a combustão, ou seja, apenas veículos elétricos poderão permanecer na ilha. Pela proposta, a partir deste ano nenhum veículo a combustão poderá entrar na ilha e até 2030 todos os carros a etanol, gasolina e híbridos terão que sair da região. A lei federal de imposto zero sobre importações visa, portanto, facilitar o acesso interno a automóveis com emissões zero, que aumentam o efeito de estufa.

Vários fatores interferem nisso, desde a influência da variação cambial até o alto custo das baterias e, mais recentemente, a escassez de semicondutores devido à pandemia. Questões como autonomia dos veículos, infraestrutura de carregamento de baterias, ciclo de vida do carro e ciclo de vida da bateria também devem ser devidamente estruturadas para viabilizar o uso de veículos elétricos no Brasil. Aumentar o consumo de combustíveis fósseis para aumentar a produção de electricidade e fornecer carros eléctricos não parece ser uma acção inteligente para resolver o problema.

Portanto, os projetos de investimento em fontes de energia renováveis ​​devem ser adaptados à oferta de carros elétricos no Brasil e no mundo. Caso contrário, transferimos a poluição dos carros de combustão interna para geradores de eletricidade que utilizam combustíveis fósseis para esse fim. As fontes de energia primárias renováveis ​​são energias inesgotáveis ​​que podem ser regeneradas num curto espaço de tempo.

Além de as energias renováveis ​​nos proporcionarem um baixo impacto ambiental, a promoção do abastecimento através de fontes alternativas é extremamente importante para apoiar o crescimento socioeconómico mundial.

Energia solar

Energia hidráulica

Energia eólica

Biocombustíveis

Energia dos oceanos

O Crédito de Carbono surgiu a partir do Protocolo de Quioto em 1997 e tem como objetivo reduzir os gases de efeito estufa, que causam diversos problemas ambientais relacionados às mudanças climáticas. O mercado de carbono existe em todo o mundo e é regulamentado pela legislação de cada país, como é o caso do Brasil, que o regulamenta através do Decreto nº 5.882 de 2006. Basicamente, o mercado de carbono é caracterizado pela venda de créditos de carbono entre um país que o possui, que reduziu as suas emissões de carbono, e um país que precisa de reduzir as suas emissões, mas não cumpriu as suas metas.

Considerados a moeda do chamado mercado de carbono, os créditos de carbono representam a não emissão de dióxido de carbono na atmosfera. Um projecto deste tipo ajuda a reduzir as emissões de dióxido de carbono e a gerar créditos que podem ser negociados no mercado de carbono. Nesta modalidade, o valor do crédito de carbono é determinado pelo país que desenvolveu o projeto em seu território.

Nessa modalidade, os valores para negociação de créditos de carbono são definidos pelos fundos de investimento. Um exemplo foi dado pela Point Carbon, responsável pela divulgação da sua informação: em 2007, o mercado de créditos de carbono rondava os 40 mil milhões de euros. A propulsão elétrica pode ser utilizada nos mais diversos segmentos, projetos e cidades que buscam reduzir as emissões de carbono e almejam a sustentabilidade.

Tal cenário, além de reduzir os custos logísticos e promover a descarbonização ao reduzir as emissões de dióxido de carbono em 32%, reduz a procura por camiões em 43%. O dióxido de carbono e o monóxido de carbono emitidos pelos carros a combustão são um dos principais fatores responsáveis ​​pela má qualidade do ar atmosférico. Com base no brainstorming sobre oportunidades de neutralização de emissões de carbono e redução de custos, nas operações de última milha, foi encontrada uma oportunidade alinhada à fase de eletrificação dos veículos, contribuindo para a redução das emissões de poluentes no meio ambiente, com foco nas operações no POS delivery segmento da empresa que aceitou nossa proposta, que chamaremos de empresa X.

Figura 5 – VE da DHL no Brasil
Figura 5 – VE da DHL no Brasil

Premissas

Restrições

A equipe do projeto será composta exclusivamente por profissionais empresariais (próprios ou contratados), visando maior independência na escolha de soluções junto aos fornecedores. O projeto consiste na implantação de entregas em veículos elétricos em quatro rotas nas cidades de Recife – PE e Brasília – DF, com quatro funcionários trabalhando nessas entregas. Devido à autonomia deste tipo de veículos, os percursos escolhidos na primeira fase foram no máximo 100 km/dia, com duração estimada de seis meses.

O escopo deste projeto inclui a definição e testes para determinar quais tipos de rotas, pesos de carga, distâncias percorridas esses veículos serão recomendados, levando em consideração os modelos que serão testados. Além dos aspectos infraestruturais e adaptações que serão necessárias nas filiais onde ocorrerá o piloto, o programa também inclui a definição de políticas e procedimentos para integração desses veículos na operação de última milha. Por fim, na segunda fase, além da aquisição de veículos em negócio próprio, está prevista uma análise da oportunidade de aceitação de incentivos financeiros da empresa para negócios externos, de forma a facilitar a compra de veículos pelo público interessado (desde que que sejam aprovados), buscando assim uma maior adesão ao programa, com consequente impacto nos níveis de satisfação.

A estrutura do grupo de projetos será do tipo matricial forte, onde serão alocados integralmente os recursos necessários ao projeto. A previsão de alocação de recursos é de seis meses, com exceção dos profissionais seniores, que em sua maioria desempenharão funções de coordenação. Para encontrar uma solução, a equipe pesquisou as opções de mercado com potencial e selecionou dois players brasileiros que aceitaram o propósito de fornecer equipamentos para um teste no local de trabalho.

Figura 12 – Organograma
Figura 12 – Organograma

Autonomia das baterias

Manutenção dos Veículos

Pane Seca

Tempo de recarga das baterias

Quanto às soluções de mercado para veículos elétricos, estas serão realizadas pela própria equipe da empresa. Na determinação do custo da energia elétrica foram levados em consideração os dados oficiais da conta de energia da empresa Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), retirados da fatura tarifária média dos meses de abril e maio de 2022, em que o valor é médio R$ 1,09/KWh de energia elétrica, na classe de consumo de clientes industriais. A implementação do projeto será gradual e por isso desenvolvemos quatro cenários conforme tabela abaixo, onde cada cenário apresenta uma participação diferente de motocicletas elétricas para as entregas da empresa.

Para tanto, foram levados em consideração os macrodados da empresa analisada e sua cadeia de transporte, que podem ser replicados para segmentos semelhantes de embarques de pequeno volume, com carga total de até 20 kg. Considerando o processo atual, o projeto representou uma redução de custos de cerca de 88% em relação aos veículos da empresa operando na mesma função com motocicletas com motor a combustão. Ao avaliar toda a operação de transporte da empresa com 9,6 mil toneladas de coletas e entregas por ano no segmento analisado, notamos a utilização de uma frota de 2.000 motocicletas com motores a combustão.

Disponível em: https://www.dhl.com/br-pt/home/press/press-archive/2018/dhl-utiliza-carros-eletricos-para-distribuicao-de-produtos-no-. Disponível em: https://www.gnpw.com.br/energia-pt/transicao-energetica-no-brasil-mutanca-alem-da-energia/. Disponível em: https://news.ifood.com.br/ifood-viable-primeira-moto-eletrica-para-entregadores-do-pais-e-anuncia-modelo-.

Comparação das emissões de CO2 e consumo de energia de um veículo elétrico e de um veículo com motor de combustão interna.

Tabela 3 – Ganhos esperados
Tabela 3 – Ganhos esperados

Imagem

Figura 1 – Bonde elétrico histórico em Milão
Figura 2 – Primeiro projeto elétrico
Figura 3 – Gurgel Itaipu, primeiro elétrico brasileiro
Figura 4 – Exemplo de energia renovável
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Referências

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O presente estudo teve por finalidade avaliar o nível de estresse e as alterações na variabilidade da frequência cardíaca (VFC) em profissionais que atuam