• Nenhum resultado encontrado

Livro Topicos em Ciencias Agrarias PDF

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2023

Share "Livro Topicos em Ciencias Agrarias PDF"

Copied!
270
0
0

Texto

No caso dos bancos de germoplasma de frutíferas nativas do Brasil, quase toda a conservação é feita na forma de coletas de campo. Castellen et ai. (no prelo) listam 35 espécies do gênero distribuídas pelo Planalto Costeiro, das quais apenas 15 estão preservadas em bancos de germoplasma.

Tabela 1. Relação das espécies existentes no BAG de Fruteiras Nativas Exóticas da Empresa Baiana de Pesquisa  Agropecuária (EBDA)
Tabela 1. Relação das espécies existentes no BAG de Fruteiras Nativas Exóticas da Empresa Baiana de Pesquisa Agropecuária (EBDA)

C APÍTULO 2

Tópicos em Ciências Agrárias

CARACTERIZAÇÃO DE GENÓTIPOS DE FRUTEIRAS POTENCIAIS PARA

O NORDESTE BRASILEIRO

Simone Alves Silva, Ana Cristina Vello Loyola Dantas,

Maria Angélica Pereira de Carvalho Costa, Claudia Fortes Ferreira

CARACTERIZAÇÃO DE GENÓTIPOS DE FRUTEIRAS POTENCIAIS PARA O NORDESTE BRASILEIRO

Minissatélites têm sido utilizados no melhoramento de fruteiras para identificação de cultivares, cultivares e clones e análise da diversidade genética (Daly et al., 1991). O AFLP foi descrito por Vos et al. 1995), é uma técnica que possui grande capacidade para detecção de variabilidade genética e aplicação na caracterização de cultivares.

C APÍTULO 3

PROPAGAÇÃO DE FRUTEIRAS POTENCIAIS PARA O NORDESTE BRASILEIRO

Ana Cristina Vello Loyola Dantas, Maria Angélica Pereira de Carvalho Costa,

Simone Alves Silva & Janay Almeida dos Santos-Serejo

PROPAGAÇÃO DE FRUTEIRAS POTENCIAIS PARA O NORDESTE BRASILEIRO

1994) após avaliar a germinação de sementes de jenipapo tratadas antes da germinação, recomenda a imersão das sementes em água a 65°C por 5 a 10 minutos, por ser um método econômico e proporcionar maior valor do índice de velocidade de germinação. germinação. Efeito do tamanho e posição da semente de cupuaçu (Theobroma grandiflorum) na produção de mudas.

Figura 1. Efeito das concentrações da bezilaminopurina (BAP) na  frequência de explantes com brotações de jenipapeiro.
Figura 1. Efeito das concentrações da bezilaminopurina (BAP) na frequência de explantes com brotações de jenipapeiro.

DINÂMICA DO CRESCIMENTO VEGETAL

PRINCÍPIOS BÁSICOS

Clóvis Pereira Peixoto &

Maria de Fátima da Silva Pinto Peixoto

C APÍTULO 4

DINÂMICA DO CRESCIMENTO VEGETAL: PRINCÍPIOS BÁSICOS

As curvas de taxa de crescimento absoluto (ACT) e taxa de crescimento relativo (TCR) são diferentes, conforme mostrado na Figura 4. Análise de crescimento e produtividade de três variedades de soja em três épocas de semeadura e três densidades de plantas.

Figura 1. Curva ilustrativa do crescimento sigmoidal de uma planta (Magalhães, 1985).
Figura 1. Curva ilustrativa do crescimento sigmoidal de uma planta (Magalhães, 1985).

FISIOLOGIA DA FLORAÇÃO DO ABACAXIZEIRO

Getúlio Augusto Pinto da Cunha

C APÍTULO 5

FISIOLOGIA DA FLORAÇÃO DO ABACAXIZEIRO

O início da floração no abacaxizeiro depende do tamanho e do estado fisiológico da planta, bem como da duração do dia e da temperatura (Bartholomew & Malézieux, 1994; Rabie et al., 2000). Controle da floração natural do abacaxizeiro 'Pérola' com uréia e reguladores de crescimento no Recôncavo Baiano.

Figura 1. Diferenciação floral natural (%) em abacaxi
Figura 1. Diferenciação floral natural (%) em abacaxi 'Smooth Cayenne' relacionado a diferentes datas de plantio

PRODUTIVIDADE VEGETAL

PRINCIPAIS FATORES

Elvis Lima Vieira

C APÍTULO 6

PRODUTIVIDADE VEGETAL: PRINCIPAIS FATORES

Essa relação depende principalmente dos gradientes de concentração de CO e vapor d'água, das condições ambientais 2 e das características funcionais e estruturais das plantas. O ponto de compensação de CO é alcançado quando, na concentração de CO atmosférico, a fixação fotossintética bruta é equilibrada por 2 2. Portanto, o processo fotossintético não pode se beneficiar do aumento dos níveis de CO a menos que exceda esse limite 2 (o ponto de compensação).

Hopkins (1995) apresenta um modelo que descreve a limitação da taxa fotossintética em função da concentração de CO. No entanto, a medição da taxa de troca de CO2 permite uma avaliação imediata da produtividade minuto a minuto, se necessário (Hall & Coombs, 1989). Identificar aspectos da fotossíntese que limitam a fixação de CO em ambientes naturais; 2 - Explicar a relação entre o desenvolvimento vegetal e o processo fotossintético;

Tabela 1. Comparação entre plantas C C  e MAC quanto aos aspectos que influenciam na produtividade vegetal
Tabela 1. Comparação entre plantas C C e MAC quanto aos aspectos que influenciam na produtividade vegetal

ECOFISIOLOGIA E FLORAÇÃO DA MANGUEIRA E CRESCIMENTO DO

FRUTO DE MANGA

Manoel Teixeira de Castro Neto & Anna Christina Passos Menezes

C APÍTULO 7

ECOFISIOLOGIA E FLORAÇÃO DA MANGUEIRA E CRESCIMENTO DO FRUTO DE MANGA

O ambiente influencia fortemente o crescimento e a floração da manga (Whiley et al., 1989), sendo a luz, a temperatura diurna e noturna, a umidade do ar e do solo os fatores mais importantes que afetam o desenvolvimento da manga. Nesses modelos, pode-se observar a influência de fatores ambientais como temperatura, umidade e precipitação na indução da floração da mangueira. Os modelos de floração da mangueira são essenciais para determinar os métodos de indução da floração e o manejo adequado da cultura.

O Nordeste do Brasil promove uma aceleração na floração da manga e nenhum efeito nas regiões subtropicais da Flórida. Com base em modelos de floração, pesquisadores e produtores propuseram vários métodos para induzir a floração da mangueira. Segundo Castro Neto et al. 2004), o crescimento do fruto da manga pode ser representado por uma curva sigmóide.

Figura 1. Relação entre os diversos fatores fisiológicos e ambientais sobre a floração da mangueira (Adaptado de  Chacko, 1991).
Figura 1. Relação entre os diversos fatores fisiológicos e ambientais sobre a floração da mangueira (Adaptado de Chacko, 1991).

VIABILIDADE E VIGOR DE SEMENTES DE MILHO HÍBRIDO PRECOCE

Luciano Soares de Vasconcelos Sampaio,

Clóvis Pereira Peixoto, Maria de Fátima da Silva Pinto Peixoto

C APÍTULO 8

VIABILIDADE E VIGOR DE SEMENTES DE MILHO HÍBRIDO PRECOCE

A Tabela 1 apresenta os resultados médios do teor de água das sementes de milho híbrido precoce. Dados médios de porcentagem de germinação em três lotes de sementes de milho híbrido precoce, Cv. Esta última, também conhecida por alguns autores como população inicial ou condição inicial, visa determinar a força relativa do lote de sementes por meio da avaliação da porcentagem de emergência de plântulas em condições de campo.

Este teste visa determinar o vigor relativo do lote de sementes, avaliando a taxa de emergência de plântulas em condições de campo. Mais tarde, foi usado para medir a viabilidade de sementes de algodão (1958) e, após vários estudos, foi proposto como teste de vigor de sementes de ervilha na Inglaterra. Dentre estes, o teste tem sido amplamente utilizado para avaliar a resistência de sementes de ervilha na Inglaterra, Austrália e Nova Zelândia.

Tabela 1. Dados médios do teor de água (%) de sementes de milho híbrido precoce, Cv. AG 510,  determinado em estufa a 105°C por 24 horas,   utilizando-se   quatro amostras para cada lote.
Tabela 1. Dados médios do teor de água (%) de sementes de milho híbrido precoce, Cv. AG 510, determinado em estufa a 105°C por 24 horas, utilizando-se quatro amostras para cada lote.

ANÁLISES FAUNÍSTICAS EM ESTUDOS ENTOMOLÓGICOS

Oton Meira Marques, Carlos Alfredo Lopes de Carvalho

C APÍTULO 9

ANÁLISES FAUNÍSTICAS EM ESTUDOS ENTOMOLÓGICOS

Existem diferentes padrões de diversidade, ou seja, regularidades na variação do número de espécies no espaço e no tempo; uma revisão sobre o assunto pode ser encontrada em Carneiro et al. Assim, o conceito de diversidade de espécies inclui o número de espécies na comunidade (abundância ou riqueza de espécies) e a uniformidade (igualdade) com que os indivíduos são distribuídos entre as espécies (Krebs, 1989). Esses índices podem ter a desvantagem de confundir variáveis ​​que caracterizam a estrutura de uma comunidade: 1) número de espécies;

No exemplo da Figura 4, a distribuição do número de indivíduos e espécies por coleta, que o número de coletas realizadas foi suficiente para amostrar a ocorrência das espécies na área de estudo. As oitavas são formadas por intervalos do número de indivíduos e do número de espécies, sendo cada classe representada pelo dobro da abundância de espécies mais 0,5. Segundo Krebs (1989), a estimativa do número de espécies na comunidade não possui um sistema para avaliar sua precisão e deve ser analisada com cautela.

Figura 1.   Posicionamento de quadrados contíguos ao longo de transectos em  três ambientes onde os padrões de distribuição são aleatório (ou  randômico), agregado ou uniforme (adaptado de Ludwig & Reynolds,  1988).
Figura 1. Posicionamento de quadrados contíguos ao longo de transectos em três ambientes onde os padrões de distribuição são aleatório (ou randômico), agregado ou uniforme (adaptado de Ludwig & Reynolds, 1988).

INTERFACE DA ENTOMOLOGIA APLICADA NA FRUTICULTURA TROPICAL

Antônio Souza do Nascimento & Tuffi Cerqueira Habibe

C APÍTULO 10

INTERFACE DA ENTOMOLOGIA APLICADA NA FRUTICULTURA TROPICAL

2 - Besouro vermelho - Crinocerus sanctus (Fabr., 1775) Hemiptera: Coreidae O ano todo, com pico populacional de agosto a fevereiro. Os adultos ocorrem de setembro a abril, com pico populacional entre dezembro e fevereiro (Sá, 1999). Os insetos foram coletados com escova (pulgões) e aspirador bucal (pulgão cuspidor e mosca-branca), os quais foram separados em grupos de 10 e 20 adultos e/ou ninfas e posteriormente colocados em recipiente de vidro (15 cm de diâmetro x 10 cm alto) com tampa de rede, conservar por um período de 1 hora.

Após o P.A.I. Grupos de 10 e 20 indivíduos de cada espécie foram transferidos para uma gaiola telada (50 x 25 x 25 cm) contendo um mamoeiro sadio com três meses de idade (planta teste), onde foram pré-alimentados por um período de 24 e 72 horas. Após o P.A.I. as plantas foram triadas por trinta dias e posteriormente transplantadas para gaiolas de campo (duas plantas por gaiola), onde permaneceram por nove meses ou até a frutificação e foram submetidas a análises para detecção de PSDV dsRNA e observação de sintomas da doença. Após o transplante para gaiolas de campo, as plantas foram avaliadas mensalmente quanto ao aparecimento de sintomas de Meria por nove meses.

Tabela 1.   Infestação de frutos, viabilidade pupal e índice de parasitismo em acerola (Malpighia punicifolia L.) por mos- mos-cas-das-frutas dos gêneros Anastrepha e Ceratitis na Área 1 do Banco de Germoplasma em Cruz das  Almas-BA, 2001.
Tabela 1. Infestação de frutos, viabilidade pupal e índice de parasitismo em acerola (Malpighia punicifolia L.) por mos- mos-cas-das-frutas dos gêneros Anastrepha e Ceratitis na Área 1 do Banco de Germoplasma em Cruz das Almas-BA, 2001.

INTERAÇÃO ENTRE FUNGOS MICORRÍZICOS ARBUSCULARES E PATÓGENOS

RADICULARES DE CITROS

Antônio Alberto Rocha Oliveira, Cláudia Melo da Paixão

C APÍTULO 11

INTERAÇÃO ENTRE FUNGOS MICORRÍZICOS ARBUSCULARES E PATÓGENOS RADICULARES DE CITROS

Efeito da inoculação com Pythium aphanidermatum na densidade de esporos micorrízicos da rizosfera e taxa de colonização micorrízica de porta-enxertos de limão 'Cravo' e tangerina 'Cleópatra' inoculados ou não com Gigaspora margarita, em substrato natural ou autoclavado. Influência da inoculação com Pythium aphanidermatum e/ou Gigaspora margarita no crescimento vegetativo de porta-enxertos de limão 'Cravo' e tangerineira 'Cleópatra', em substrato natural ou autoclavado (Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical, Cruz das Almas - BA, 1999). As médias referentes à produção de matéria seca das plantas e ao comprimento das raízes dos limoeiros 'Cravo' e da tangerineira 'Cleópatra', aos 150 dias após a semeadura, são apresentadas na Tabela 2.

Na presença do patógeno, houve aumentos de 173,33 e 112,50% no peso da matéria seca das plantas para limão 'Cravo' e tangerina 'Cleópatra', respectivamente, cultivados em substrato natural sem inoculação de G. com Pythium aphanidermatum e/ou Gigaspora margarita em peso de matéria seca e comprimento de raízes de porta-enxertos de limão 'Cravo' e tangerineira 'Cleópatra', em substrato natural ou autoclavado (Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical, Cruz das Almas - BA, 1999). Os fungos micorrízicos arbusculares (FMAs) indígenas e Gigaspora margarita promoveram vantagens destacadas para o desenvolvimento dos porta-enxertos de limão 'Cravo' e tangerina 'Cleópatra'.

Tabela 1. Influência da inoculação com Pythium aphanidermatum e/ou Gigaspora margarita sobre o crescimento  vegetativo dos porta-enxertos limão
Tabela 1. Influência da inoculação com Pythium aphanidermatum e/ou Gigaspora margarita sobre o crescimento vegetativo dos porta-enxertos limão 'Cravo' e tangerina 'Cleópatra', em substrato natural ou autoclavado (Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical,

IMPACTO DE HERBICIDAS EM PROCESSOS MICROBIOLÓGICOS DO SOLO E QUALIDADE

RECÔNCAVO BAIANO

Maria de Fátima da Silva Pinto Peixoto,

Luciano Soares de Vasconcelos Sampaio, Clóvis Pereira Peixoto

C APÍTULO 12

IMPACTO DE HERBICIDAS EM PROCESSOS MICROBIOLÓGICOS DO SOLO E QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES EM LATOSSOLO AMARELO COESO DO

INFLUÊNCIA DE HERBICIDAS NOS PROCESSOS MICROBIOLÓGICOS DO SOLO E NA QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES EM LATOSSOLO DE COESÃO AMARELA DE. Atividade microbiana do solo (mg C-C0 /100 g solo) nos tratamentos: 2 plantas daninhas inoculadas (CI), plantas daninhas sem inoculação (CSI), herbicida inoculado (HI) e herbicida sem inoculação (HSI) para o genótipo Vagem Lisa. No entanto, a germinação de sementes pode ser afetada por produtos químicos inorgânicos e orgânicos (Bewley & Black a) avaliou o efeito dos herbicidas alaclor, pendimetalina e trifluralina na nodulação e crescimento inicial de plantas de amendoim, em casa de vegetação, utilizando Latossolo Amarelo coesivo, representante do Recôncavo Baiano, foi utilizado como substrato.

Índice de taxa de emergência de sementes de soja submetidas a diferentes doses de trifluralina (FONTE: Peixoto et al., 2002b). Influência da aplicação de herbicida no rendimento de grãos, nodulação e qualidade fisiológica de sementes de soja. Efeito de diferentes doses de trifluralina (treflan) na germinação e produção de sementes de amendoim.

Tabela 1. População   de bactérias e fungos (no. g solo ) x 10 ,   nos diferentes tratamentos
Tabela 1. População de bactérias e fungos (no. g solo ) x 10 , nos diferentes tratamentos

EVOLUÇÃO, ADUBAÇÃO E DIAGNOSE NUTRICIONAL DE PASTAGENS NO

RECÔNCAVO DA BAHIA

Anacleto Ranulfo dos Santos, Raul Lomanto Neto, Adailde do Carmo Santos & Leandro Gonçalves dos Santos

C APÍTULO 13

EVOLUÇÃO, ADUBAÇÃO E DIAGNOSE NUTRICIONAL DE PASTAGENS NO RECÔNCAVO DA BAHIA

Caracterização química do LATOSSOLO AMARELO coletado na camada de 0,20 m sob diferentes cultivos, em municípios do Recôncavo Sul da Bahia. A deficiência de enxofre nas pastagens do Recôncavo ainda não é motivo de preocupação, mas a aplicação pesada de fertilizantes nitrogenados nessas áreas pode favorecer o desequilíbrio de nitrogênio e enxofre, afetando o crescimento da forragem. Micronutrientes: nas condições edafoclimáticas da região do Recôncavo, não foram encontrados resultados satisfatórios com o uso de micronutrientes em pastagens.

Na região do Recôncavo da Bahia, as pesquisas voltadas para a avaliação do estado nutricional de plantas forrageiras ainda são incipientes. Os resultados apresentados demonstram a influência significativa da adubação mineral nas pastagens do Recôncavo da Bahia, principalmente nas áreas de gramíneas do gênero Brachiaria, com propriedades de decomposição com baixa produção de massa seca, devido a vários fatores de alimentação, solo e manejo do solo . excesso de animais por área e tipo de criação. Produtividade de Brachiaria decumbens Stapf., em função da aplicação de diferentes doses de nitrogênio e enxofre em um Latossolo Amarelo coeso no Recôncavo da Bahia.

Tabela 1. Caracterização química de LATOSSOLO AMARELO coletado na camada 0,20 m sob  diferentes cultivos, em municípios do Recôncavo Sul da Bahia
Tabela 1. Caracterização química de LATOSSOLO AMARELO coletado na camada 0,20 m sob diferentes cultivos, em municípios do Recôncavo Sul da Bahia

DESORDENS NUTRICIONAIS EM POMARES CÍTRICOS NO RECÔNCAVO BAIANO

Washington Luiz Cotrim Duete, Rozilda Vieira Oliveira Sacramento & Robson Rui Cotrim Duete

C APÍTULO 14

DESORDENS NUTRICIONAIS EM POMARES CÍTRICOS DO RECÔNCAVO BAIANO

Apesar dos baixos teores de K no solo, na camada de 20-40 cm, 53 e 38,2% dos pomares apresentaram teores foliares de K nas faixas adequada e alta, respectivamente. Os níveis foliares de S para 41 e 59% dos pomares estavam nas faixas adequada e alta, respectivamente (Tabela 1). Os níveis foliares de Cu foram suficientes em 94,1% dos pomares e baixos em apenas 5,9% deles (Tabela 3).

Distribuição do teor de potássio no solo na profundidade de 0-20 cm e Ca nas folhas (g kg ) em classes de pomares amostrados em Muritiba e Governador Mangabeira-BA, 2003.-1. A Figura 4 mostra a relação antagônica entre os níveis de Mn no solo e os níveis de Mg nas folhas, onde 94,1% dos pomares com alto a excessivo teor de Mg nas folhas são 78,12% em áreas com baixos níveis de Mn no solo. Distribuição do teor de Mn em classes na profundidade de 20-40 e Mg foliar em pomares amostrados em Muritiba e Governador Mangabeira-BA, 2003.

Tabela 1. Freqüência de amostras observadas por classe de teores foliares de macronutrientes em  pomares de laranjeira
Tabela 1. Freqüência de amostras observadas por classe de teores foliares de macronutrientes em pomares de laranjeira 'Pêra', nos municípios de Muritiba e Governador Mangabeira-BA, 2003.

C APÍTULO 15

VARIABILIDADE ESPACIAL DA

CONDUTIVIDADE HIDRÁULICA DO SOLO

CONCEITOS E BASES PARA AVALIAÇÃO

José Fernandes de Melo Filho & Paulo Leonel Libardi

A determinação da condutividade hidráulica do solo pode ser feita por métodos de laboratório e de campo. Para esses autores, o processo de desenvolvimento do perfil afeta o padrão de porosidade, afetando a condutividade hidráulica do solo saturado. Uma análise mais precisa permite identificar nos resultados de Cadima et al. 1980) outras informações interessantes sobre a variabilidade da condutividade hidráulica do solo insaturado.

O tempo ou período de amostragem é particularmente importante ao medir variáveis ​​temporais, como teor de água no solo e condutividade hidráulica. Estabilidade temporal da distribuição espacial da umidade do solo em área irrigada com rotação média. Variabilidade dos parâmetros da relação entre condutividade hidráulica e umidade do solo determinada pelo método do perfil instantâneo.

Imagem

Tabela 1. Relação das espécies existentes no BAG de Fruteiras Nativas Exóticas da Empresa Baiana de Pesquisa  Agropecuária (EBDA)
Tabela 2.   Relação das espécies existentes na coleção de fruteiras nativas e exóticas do Centro  de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas da Universidade Federal do  Recônca-vo da Bahia
Tabela 3. Relação das espécies existentes na coleção de fruteiras tropicais e subtropicais da  Empresa IPA.
Figura 1. Efeito das concentrações da bezilaminopurina (BAP) na  frequência de explantes com brotações de jenipapeiro.
+7

Referências

Documentos relacionados

Este trabalho tem como objetivo avaliar a influência que as plantas de cobertura exercem em relação a taxa de colonização dos fungos micorrízicos arbusculares,