O programa Mais Educação São Paulo trouxe mais oportunidades de formação para a Rede Municipal de Ensino (RME). Por isso, o documento de referência “Supervisão escolar na rede municipal de ensino de São Paulo: a divulgação do processo de gestão educacional”.
A reorganização curricular como alternativa para o trabalho
A contrapartida desta dinâmica homogeneizadora nas últimas décadas é, paradoxalmente, o surgimento de uma tendência paralela à fragmentação que se manifesta numa exigência de diversidade. O desconforto tem sido atribuído à tentativa de reprodução dos objetivos e práticas de uma escola para poucos, de uma escola para todos.
Nas minhas aulas de história, eles sempre invertem as coisas': a oposição da juventude indígena ao domínio cultural em uma escola urbana. Programa de Reorganização Curricular e Administrativa, Expansão e Fortalecimento da Rede Municipal de Ensino de São Paulo - Mais Educação São Paulo.
Demandas Temáticas da Supervisão Escolar
Demandas Temáticas da
Supervisão Escolar e das DOT-Ps
A importância de repensar o projeto político-pedagógico como eixo central de atuação e na organização curricular da unidade. Como os conceitos da proposta de integração curricular estão presentes ou não nas práticas pedagógicas das unidades.
Como estabelecer metas comuns para que as escolas caminhem em um caminho que priorize o monitoramento.
Como fazer implicações da formação na sala de aula e na aprendizagem dos alunos. Como superar a visão de que o projeto não é algo individual e operacionalizá-lo dentro da escola.
Como romper com a “lógica esquizofrênica” que revela a pluralidade de práticas nas escolas com o objetivo de garantir os direitos de aprendizagem que os alunos precisam, podem e devem adotar. Como conceptualizar o ciclo que vivemos nesta reorganização curricular, dada a existência de retenção nos três anos do ciclo do autor.
Como a Avaliação para a Aprendizagem pode revelar o coletivo de educadores, famílias, crianças e jovens ao mostrar suas percepções. Como superar o fato de que a avaliação dos processos de aprendizagem está sujeita à subjetividade do professor neste século XXI. Como o professor se apropria objetivamente dos resultados do seu trabalho no processo de Avaliação para Aprendizagem.
Como pensar um processo de diálogo e avaliação contínua que dê ao aluno a oportunidade de assumir o seu processo de aprendizagem, levando em consideração o processo de aprendizagem. Como os dados de avaliação de aprendizagem são usados para que o processo de recuperação paralela seja apropriado.
Existe preocupação da comunidade escolar nos diferentes casos em considerar a avaliação dos alunos dentro dos ciclos quando se procura otimizar recursos para colaborar na implementação do PPP da UE?
Outros Temas Sugeridos para o processo formativo
Conciliação das atividades administrativas que integram as atribuições da Ação de Fiscalização com as ações pedagógicas.
Demandas sobre o Documento
Dando continuidade ao encontro do dia seguinte às reflexões e contribuições trazidas pela palestra do Professor Doutor Marcos Garcia Neira, com o tema “Reorganização do currículo como alternativa para trabalhar com a diversidade”, reuniram-se supervisores escolares e membros do DOT-Ps . O que a Secretaria Municipal de Educação entende como Ação Fiscalizadora dentro do Programa Mais Educação São Paulo, caso quem assina seja o Supervisor Escolar. Legitimar o papel da Supervisão Escolar como formador: como se organiza toda a exigência da Supervisão Escolar.
Dimensões da Ação Supervisora
Dimensões da Ação Supervisora
- A Ação Supervisora
- Elementos da História da Supervisão Educacional no Brasil
- O Administrativo e o Pedagógico – Faces da mesma moeda
- A Supervisão Escolar como Formadora
- A Diretoria de Orientação Técnico-Pedagógica DOT-P como aliada na formação das Unidades
- A Supervisão Escolar e as Especificidades da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e
- As marcas de uma ancoragem profissional na DRE: o lugar do(a) Supervisor(a) Escolar
A supervisão escolar na cidade de São Paulo é retratada como responsável pelo ensino fundamental, ou seja, atuando nas unidades de educação infantil, unidades de ensino fundamental e médio e educação de jovens e adultos – EJA. No documento de referência “Supervisão Escolar na Rede Municipal de Ensino de São Paulo: Desencadeando o Processo de Gestão Educacional”, esse lócus da supervisão escolar foi retratado como um pêndulo, no sentido de revelar que é parte integrante da carreira. de profissionais da RME, plenamente constituídos em um órgão mediador, que tenta ativamente expressar os extremos, ou seja, as exigências das Unidades Educacionais e a política geral formulada pela Secretaria Municipal de Educação. A vivência ativa dessa situação marcou a história da supervisão escolar no município de São Paulo em todas as formas de administração com o único propósito de atender às exigências gerais das unidades de ensino.
DIMENSÕES DA AÇÃO DE SUPERVISÃO A ação de supervisão deve revelar uma prática contínua de compreensão das conexões que compõem a escolarização, para não ficar refém de um trabalho específico para lidar com situações emergenciais como carro-chefe do trabalho de supervisão escolar. DIMENSÕES DA AÇÃO DE SUPERVISÃO Este texto é uma síntese da escuta das regiões da cidade, quando se manifestou a solicitação de formação para Supervisão Escolar e mobilizou inicialmente os efeitos de uma proposta expressa no documento de referência “Supervisão Escolar na Rede Municipal de Ensino de São Paulo”. Paulo: O Desencadeamento do Processo de Gestão Educacional”, datado de maio de 2014. DIMENSÕES DA AÇÃO SUPERVISIVA A supervisão escolar no âmbito da Rede Municipal de Ensino de São Paulo configura-se, portanto, como uma importante aliada no combate às desigualdades sociais, com profundo conhecimento de as necessidades manifestadas pela Educação Básica, que conta com a presença deste profissional nas unidades de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio e na Educação de Jovens e Adultos, como veremos a seguir.
A atribuição de um órgão mediador dentro da rede municipal de ensino de São Paulo significa que a supervisão escolar atende às necessidades de articulação entre as unidades educacionais e suas exigências e a secretaria municipal de educação como órgão gestor das políticas educacionais do município.
Considerações Finais
Considerações Finais
A ambivalência inerente à ação fiscalizadora e o papel do supervisor escolar na educação municipal na cidade de São Paulo.
ANEXO
A Supervisão Escolar na Rede
Municipal de Ensino de São Paulo
O Desencadeamento do Processo de Gestão Educacional
A Gestão Educacional: o lugar da Supervisão Escolar
São Paulo é uma cidade diferenciada no contexto nacional, onde seus números em termos de educação exigem o estudo da possibilidade de cada um dos 13 (treze) DREs se tornar um centro de formação para atender a demanda de profissionais das regiões, bem como tendo em conta as especificidades de cada local. A indicação do percurso formativo, inicialmente com a duração de trinta horas, divididas em seis encontros mensais de cinco horas cada, permite incluir na agenda temas diretamente relacionados com as atividades de supervisão escolar. Este processo de formação, aliado a outras iniciativas, deverá contribuir para o início de fluxos nas regiões, que se iniciaram nas reuniões semanais de coordenação pedagógica com os professores e se estenderam às reuniões/reuniões do setor de supervisão escolar, com uma frequência que permita a consolidação desta lógica para o apoio pedagógico às unidades educativas e para o seu reconhecimento como centros de produção de conhecimento.
Coletar as considerações dos dois grupos de trabalho previstos contribuirá para a concretização de um diálogo que já foi iniciado com a presença do secretário municipal de educação, Cesar Callegari, e do diretor do DOT-SME, Fernando Almeida, em palestras realizadas nos diversos regiões da cidade, onde o tema formação para supervisão escolar foi enfatizado em todos os encontros. ANEXO Explorar o campo de possibilidades de atuação que fortalece as Unidades Educacionais da RME nos faz acreditar no desejo de todos os seus profissionais em oferecer uma atuação cada vez mais qualificada que responda aos complexos desafios de educar em rede com características de um município populoso e com indícios de desigualdade como São Paulo.
Apontamentos sobre o perfil histórico da Supervisão Escolar no Município de São Paulo
O Supervisor Escolar no contexto mais recente da Educação Municipal
O ANEXO é necessário para um âmbito mais amplo de medidas de supervisão, o que não equivale a superar todos os conflitos presentes durante o processo educativo. A assunção de uma posição intermédia coloca o supervisor escolar numa situação de pêndulo, em que ora recebe exigências das unidades físicas e pedagógicas, ora do órgão educativo central, com base na política educativa que pretende ver implementada. Ao ser considerado um aliado atuante, esse profissional deve viabilizar propostas gerais para a cidade, sem deixar de apontar a necessidade de ajustes para implementar uma educação de qualidade que penetre nesses três campos constituintes da RME: as unidades educacionais, as diretorias, secretarias regionais de educação . e o Ministério da Educação municipal.
As prescrições democráticas e participativas arraigadas no processo de redemocratização nacional, expressas na última constituição federal promulgada em 1988, exigem que todos os profissionais da educação se responsabilizem diante das desigualdades sociais, o que envolve o trabalho de ações fiscalizadoras que não dispensam da figura do conselheiro escolar. Por estar vinculado às Unidades de Educação Infantil, Unidades de Ensino Fundamental e Médio, além da Educação de Jovens e Adultos, o Conselheiro Escolar possui distância suficiente para contribuir para a articulação necessária na área onde estão localizadas as unidades, bem como as conexões com a realidade mais ampla onde elementos locais e globais constituem a cena social.
A Supervisão Escolar: as demandas das Unidades Educacionais e a Política Municipal de Educação
A implementação do programa Mais Educação São Paulo é um importante componente incluído no trabalho de ação fiscalizadora, pois evidencia desafios históricos na educação pública, acompanhado de propostas que compõem o escopo da proposta pedagógica para o município. Ações de escuta, onde crianças, jovens e adultos, em conjunto com professores, gestores e demais docentes, reconheçam que a Unidade Educacional deve contar com a presença de pais, mães e membros da comunidade local, que possam contribuir para determinar o rumo a seguir. levado. ser adoptado a nível institucional. O reconhecimento da necessidade de mediações pedagógicas envolvendo Professores, Coordenação Pedagógica e Supervisão Escolar exige contribuições destes profissionais, para ajudar a escola a superar seus problemas numa perspectiva colegiada e participativa.
O diálogo entre as dimensões administrativa e pedagógica do conselheiro escolar deverá, assim, fortalecer a perspectiva necessária para compreender a complexidade da educação municipal moderna. As marcas de uma ação fiscalizadora da Inspetoria Escolar remontam ao início da fixação desse profissional da educação no município, que hoje dispõe de elementos para reconhecer as exigências educacionais existentes na RME.
As características gerais dos Supervisores(as) Escolares do Município de São Paulo
Elaboração do plano de trabalho da Supervisão Escolar, apresentando os objetivos, estratégias de acompanhamento e avaliação dos NJPs, com o objetivo de analisar os efeitos da política educacional na melhoria da aprendizagem dos alunos e nas condições de trabalho dos técnicos e equipe docente da Unidade Educacional; A preocupação relativamente a estes dados refere-se ao perfil exigido ao formador de Supervisão Escolar, que deve estar habilitado para esta atividade. A formação da Supervisão Escolar deverá focar nas possibilidades de apoio ao trabalho pedagógico da Unidade Educacional, buscando parceria com o DOT-P das DREs, em primeiro lugar com a Coordenação Pedagógica, entendida como principal agente de formação na área Educacional. Unidade, atendendo às exigências das Unidades e do Programa São Paulo Mais Educação.
A articulação dos requisitos de formação em Supervisão Escolar pelo CEU-FOR, que é o Sistema Municipal de Formação responsável pela organicidade de todas as ações que atendem às necessidades da RME, significa levar em consideração ações diretas da Secretaria e das DREs, bem como da Universidade Brasileira. Aberto – Parceiros UAB e PME. Visa também explorar as possibilidades de construção de um canal de publicação específico para Supervisão Escolar, que possa dar visibilidade às práticas de atuação fiscalizadora, investigações e pesquisas produzidas por esse segmento.
Processo de Formação
Público-alvo: 120 participantes de PMEs e DREs envolvendo conselheiros escolares, supervisores técnicos, diretores e auxiliares de ensino técnico das equipes DOT-P e SME/DOT. Pela manhã (09h00 - 12h00) terá lugar no auditório do SME a abertura dos trabalhos e a apresentação geral da proposta de formação e reflexão. Revisão - Biblioteca pedagógica Roberta Cristina Torres da Silva Leila de Cassia José Mendes da Silva Projeto gráfico - Arte gráfica.
PROGRAMA
Mais Educação São Paulo
Subsídios 5 }
A Supervisão Escolar