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Mapas Mentais como Instrumento Avaliativo,

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Academic year: 2023

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Os Mapas Mentais estão estruturados em metodologias e métodos aplicados por etapas, com o objetivo de ajudar os alunos a compreender os processos e a estrutura do pensamento, o que é demonstrado em seções analíticas que lhes dão conhecimento e compreensão das ferramentas e critérios de avaliação, ou seja, há um conhecimento prévio dos critérios sobre os quais as avaliações e autoavaliações são construídas. Não é apenas o professor que demonstra o quanto o aluno progrediu, quais competências e habilidades desenvolveu, mas ele possibilita que o próprio aluno veja a evolução do processo de aprendizagem, amadurecimento e formação adquirida, conforme demonstrado e evidenciado no trabalho atual com alunos do ensino médio na referida escola em que o projeto foi implantado. Os Mapas Mentais (MM) surgem assim como uma ferramenta interessante na área de MA, que se preocupa com métodos alternativos de ensino (SILVA, L. R. da; SILVA, W. H. de D.; ANDRADE, 2021).

Considerando que AM e MM fazem parte do processo de ensino e aprendizagem e que este inclui momentos de estudo imbuídos de situações de aprendizagem e avaliação, é notável que, segundo Zemits (2017), as avaliações passadas sejam baseadas em um formato de relatório, uma perspectiva de análise, ou mesmo um teste de aprendizagem, e que as práticas e expectativas de avaliação mudaram no século XXI. Com isso, ganham força as discussões sobre uma nova abordagem pedagógica, o que significa que as escolas devem utilizar ostensivamente as tecnologias digitais e repensar suas estratégias de ensino para atender às exigências da Lei de Diretrizes de Bases da Educação Brasileira (LEI nº A). determinar quais caminhos são viáveis ​​para alcançar os objetivos e ao mesmo tempo estimular o movimento do aluno em seu processo de desenvolvimento (MORAN, 2018).

Um professor comprometido com a promoção da aprendizagem tem mais chances de adaptar o currículo ao ambiente único da sala de aula e orientar o processo de ensino e aprendizagem da melhor maneira possível, envolvendo o aluno em uma atitude de resolução de problemas. /intermediário, sem estabelecimento conhecimento pedagógico. crenças e atender às exigências pedagógico-formativas de sua turma (MARCO-BUJOSA et al., 2017). Cumprir essa exigência de forma burocrática causa sofrimento a professores e alunos, sufocando a semente da melhoria da qualidade, pois perdem a importância da avaliação como pesquisa e o dinamismo do processo de aprendizagem. A avaliação deve ser o melhor momento para estabelecer objetivos de forma a compreender as dificuldades inerentes ao processo de aprendizagem, bem como promover novas oportunidades de aprendizagem.

Entretanto, Luckesi (2011) observa mais exames do que avaliações, mostrando que, nesse caso, a ênfase está na demonstração do que foi aprendido, e não no processo de aprendizagem. 2.2 Avaliação e Mapeamento Mental.

Avaliação por Rubrica e autoavaliação

No entanto, o uso de métodos inovadores e criativos durante as aulas e nos momentos de avaliação é um método para estimular a comunicação baseada em formas de saber e ver condizentes com o século XXI (ZEMITS, 2017). Ao observar as reflexões de Dawson (2017) sobre o assunto, é possível verificar que rubrica é um termo com uma variedade de significados e, à medida que seu uso se difundiu, percebeu-se uma diversidade de representações. Uma rubrica pode usar palavras genéricas de qualidade (por exemplo, 'bom' ou 'abaixo do padrão'), enquanto outra pode explicar em detalhes como é a qualidade.

Algumas rubricas evitam palavras em favor de imagens, variando de emoji a exemplos de como o trabalho deve ser para um critério específico em um padrão específico (DAWSON, 2017). Na seção analítica, há a descrição dos níveis de desempenho, para cada critério definido para análise, o que permite um retorno mais justo do que foi considerado, mas leva mais tempo para elaboração e utilização (FERNANDES, 2021). A perspectiva do aluno como participante na elaboração das rubricas acredita que isso pode melhorar o aprendizado e o desempenho na avaliação, respaldado pelo fato de ficar mais claro sobre o que será avaliado, além da própria correção, observe as descrições dos critérios , já é um feedback valioso no processo de ensino e aprendizagem.

Se os alunos participarem da criação de rubricas, é mais provável que usem essa ferramenta como se ela pertencesse ao seu processo de aprendizagem.” (FRAILE; . PANADERO; PARDO, 2017). Outro aspecto desse processo é considerar o uso da autoavaliação, levando em consideração a promoção da autorreflexão sobre sua participação. Como resultado, eles podem acompanhar seu progresso, autoavaliar seu produto final e refletir sobre suas realizações.

Com relação ao processo de autoavaliação, vê-se a relevância do uso da escala Likert. O autor acrescenta que o instrumento originalmente consistia em um agregado de itens apresentando uma escala de avaliação com cinco itens, dois de concordância, dois de discordância e um neutro, e que deveria fornecer a opção "sem opinião", além dos cuidados com a linguagem de adaptação e estrutura gramatical. Buzan (2019), autor responsável pela sistematização da ferramenta MM em meados da década de 1960, afirma que “[..] um Mapa Mental é um diagrama intrincado que imita a estrutura de um neurônio, com ramificações que saem do centro e se desenvolvem através de padrões de apego." Por seu formato diagramático, auxilia no processamento de informações, no fortalecimento da memória e no surgimento de novas ideias, principalmente na elaboração de conexões por meio de palavras-chave (REN; JIANG, 2019).

É um diagrama visual, colorido e com palavras-chave, mas a importância destes aspectos deve-se ao facto de “exigirem a utilização dos dois hemisférios do cérebro: o esquerdo, que é o lógico, e o direito, que é o hemisfério criativo. ” (BUZAN, 2019; WANG; DOSTÁL, 2018). Existem também TDICs para sua elaboração no formato online, como "XMind - Mind Mapping Software", "MindMeister", "Mind Maps & Flow Charts - Coggle", entre outros. As características incluem o uso de uma imagem central que resume o tema, ramificações irradiando do tema central, apontando para ideias secundárias, devendo ser usada uma cor diferente para cada uma dessas ideias.

Mapas Mentais: Registros não lineares em Metodologias Ativas

Para elaboração, é necessário ter, se for elaborado à mão, uma folha em branco para ser utilizada na horizontal, lápis de cor ou caneta, material simples e acessível a qualquer pessoa, que se mostra uma ferramenta proveitosa (BUZAN, 2019). Sobre o tema, Buzan (2019) destaca que a estrutura do MM é baseada na ideia de pensamento radiante, ou seja, um pensamento cheio de raios que demonstram as associações/conexões feitas. O uso das cores evita a monotonia, que funciona como um código que facilita o entendimento, pois cada cor pode receber um significado.

Embora existam diagramas que se assemelham ao MM, se não atenderem às características acima mencionadas, não podem ser considerados, pois podem levar à monotonia, falta de ordem e clareza, ser pouco criativos e proporcionar pouco relacionamento. O autor afirma que "Diagramas de Aranha", "Diagramas de Pirâmide", "Diagramas Espinha de Peixe" e "Diagramas Sunburst", não podem ser considerados MM. Considerando a proposta de elaboração de Mapas Mentais e o avanço dos TDICs em relação à existência de softwares disponíveis para o desenvolvimento de Mapas, segue um exemplo de MM sobre o tema MM, elaborado pelo pesquisador na plataforma.

Para Debbag, Cukurbase e Fidan (2021), os MM são uma ferramenta inovadora no processo de ensino, pois fornecem uma vantagem interessante na visualização e relação de conceitos, fornecem uma oportunidade para reforçar e revisar o tópico e como uma forma útil de avaliação . Além disso, Farrand, Hussain e Hennessy (2002) apontam que seu uso como ferramenta de estudo promove a memorização ao permitir que as informações sejam diagramadas e correlacionadas, e Wette (2017) defende que avança em extensão, profundidade, consciência e principalmente em o poder é a síntese do conhecimento. Ele auxilia os professores na definição e visualização dos objetivos curriculares, avaliando o conhecimento prévio, orientando a criação e monitoramento do conhecimento, estabelecendo relacionamentos, organizando informações e compreendendo conceitos e subconceitos, permitindo que o aluno lembre, organize e visualize as estruturas de conhecimento (STOKHOF et al., 2020).

Polat e Aydin (2020) reiteram o conceito de desenvolvimento de habilidades como raciocínio, análise, planejamento e integração de conteúdo. Assim, a ferramenta promove o desenvolvimento de habilidades de pensamento crítico ao focar no desenvolvimento de habilidades como seleção de informações, organização de conteúdo, geração de ideias e conhecimento. Quando as informações são organizadas de forma esquemática e as conexões são feitas, a ferramenta dá ao indivíduo certa liberdade de escrita, o que permite uma apresentação visual mais clara, rápida e sintética, pois permite a organização das informações e a realização de aproximações.

É preciso estabelecer relações e tal ação permeia a responsabilidade do educando, conferida pela autonomia, que pode ser desenvolvida nesse sentido por meio da utilização de metodologias que coloquem o educando em atitude ativa (ALVES, 2021), apresentar aspectos de utilização Mapas mentais. Este capítulo apresenta a metodologia de aplicação da proposta de utilização do MM como instrumento de avaliação, abrangendo um protocolo de aplicação, os materiais a utilizar e a avaliação da proposta.

Figura 2 - Exemplo de estruturas que não são Mapas Mentais
Figura 2 - Exemplo de estruturas que não são Mapas Mentais

Protocolo de Aplicação

Metodologia de Aplicação

Materiais

Avaliação da proposta

In: Metodologias ativas de aprendizagem na educação básica, técnica e superior [livro eletrônico] / Organizadores Lidiene Jaqueline de Souza Costa Marchesan, Adriana Flávia Neu. Disponível em: https://www.editorapantanal.com.br/ebooks/2021/metodologias-ativas-de-aprendizagem-na-educacao-basica-tecnica-e-superior/ebook.pdf#page=20. Dominando a técnica do mapeamento mental: um guia completo para aprender e usar a ferramenta mais poderosa para desenvolver a mente humana.

Use of digital mind maps in technology education: a pilot study with science teachers in training. Multimodal Mapping: Using Mind Maps to Negotiate Emerging Professional Communication Practices and Identity in Higher Education. About the students' perception of knowledge formation when it is offered to a project-driven learning environment with the help of web applications.

Using mind maps to make student questioning effective: learning outcomes of a principles-based scenario for teacher guidance.

Imagem

Figura 1 - Exemplo de Mapa Mental
Figura 2 - Exemplo de estruturas que não são Mapas Mentais
Figura 3 - Exemplo de Mapa Mental sobre o tema Mapa Mental

Referências

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