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MAPEAMENTO GRÁFICO DE REDE DE COMPUTADORES

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Academic year: 2023

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Este trabalho de conclusão de curso foi considerado apto à obtenção do título de Bacharel em Ciência da Computação e aprovado pelo Curso de Ciência da Computação, da Universidade do Vale do Itajaí, Centro de Educação de São José. Para gerenciar uma rede de computadores, é necessário que o administrador da rede tenha em mãos a documentação adequada.

APRESENTAÇÃO

PROBLEMA

OBJETIVOS

Objetivo geral

Objetivos específicos

Escopo e Delimitação

RESULTADOS ESPERADOS

JUSTIFICATIVA

ASPECTOS METODOLÓGICOS

ESTRUTURA DO TRABALHO

CRONOGRAMA

Nesta fase será implementada a função que irá percorrer a rede e procurar os equipamentos a ela ligados, atingindo o objetivo 2. Nesta fase será implementada a função que irá reconhecer o equipamento e identificá-lo no layout e atingir o objetivo. 3.

CLASSIFICAÇÃO DE REDE

Local Area Network (LAN)

A topologia em estrela é a ligação de todos os computadores a um equipamento central numa ligação dupla ponto-a-ponto. Mas como desvantagem, se um hub falhar, todos os equipamentos conectados a ele ficarão fora da rede.

Figura 1- Abordagem multiponto e ponto-a-ponto. Retirado de Dantas (2002, p. 149)
Figura 1- Abordagem multiponto e ponto-a-ponto. Retirado de Dantas (2002, p. 149)

Metropolitan Area Network (MAN)

Wide Area Network (WAN)

ETHERNET

Posteriormente, foi apresentado um novo padrão, denominado 100BASET, também chamado de Fast Ethernet, que alcançava velocidades de transmissão de até 100 Mbps. Esse padrão atinge velocidades de até 1 Gbps e utiliza, além de cabos de par trançado, cabos de fibra óptica e cobre para conectar equipamentos.

EQUIPAMENTOS DE REDE

Hub

Os hubs inteligentes permitem algum tipo de gerenciamento de software para detectar e isolar problemas na rede (ZACKER; DOYLE, 1998, p. 496). Os hubs burros apenas encaminham os dados que recebem, não permitindo qualquer tipo de gerenciamento.

Switch

Roteador

Quando um roteador recebe um pacote, ele analisa o endereço de destino e o envia para o mesmo endereço se estiver na mesma rede. O roteador não modifica as informações de endereçamento de rede no pacote; cada roteador em uma rede interconectada precisa saber apenas o endereço da rede de destino para encaminhar o pacote” (ZACKER; DOYLE, 1998, p. 29).

ARQUITETURA TCP/IP

  • Camada de Aplicação
  • Camada de Transporte
  • Camada de Inter-Rede
  • Subcamada de acesso ao meio

O protocolo TCP, também conhecido como Transmission Control Protocol, é um protocolo que permite ao usuário ter uma comunicação confiável de transferência de dados entre aplicativos. Segundo Tanenbaum (1997, p. 41) “é um protocolo sem conexão não confiável para aplicações que não requerem controle de fluxo nem manutenção da sequência de mensagens enviadas. O UDP é um protocolo não orientado à conexão e atua como suporte para protocolos de aplicação que fornecer confiabilidade ponta a ponta” (DANTAS, 2002, p.126).

VLAN

Sua implementação mais recente (RFC 1256) contém um recurso de descoberta de roteador, o que significa uma maneira de encontrar roteadores vizinhos solicitando que outros roteadores se identifiquem. O objetivo deste recurso é evitar a necessidade de configurar manualmente todas as estações da rede com uma rota padrão e permitir que a estação conheça outros roteadores além do padrão que podem rotear caso o principal falhe. As funções da camada de interface de rede são: recepção de datagramas IP da camada inter-redes e sua transmissão através da tecnologia de rede física disponível; encapsular datagramas IP em quadros de rede física disponíveis, usando fragmentação se necessário; mapeamento de endereços lógicos para endereços físicos de equipamentos na rede.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O gerenciamento de redes pode ser entendido como o processo de controlar uma rede de computadores de tal forma que sua eficiência e produtividade possam ser aumentadas." O gerenciamento de redes de computadores é necessário para garantir a disponibilidade de serviços aos usuários em um nível aceitável de operação. Também é necessário gerenciar a rede para monitorar o uso de seus recursos, como o tráfego de informações dentro da rede.

MODELOS DE GERENCIAMENTO

Gerenciamento de redes segundo o modelo Internet

Mas à medida que uma rede cresce, aumenta também a complexidade da sua gestão, tornando-a um serviço indispensável. Caso se perceba que há um fluxo de pacotes muito grande e que isso pode causar gargalo em aplicações que necessitam de largura de banda de transmissão, com o gerenciamento é possível determinar prioridades para o tipo de pacotes que trafegam na rede.

Gerenciamento de redes segundo o modelo OSI

O objetivo do gerenciamento de segurança é ajudar a aplicar políticas de segurança e proteger o sistema contra acesso não autorizado de intrusos. Segundo Pinheiro (2002, p. 24), o gerenciamento de segurança controla o acesso aos recursos da rede utilizando técnicas de autenticação e políticas de autorização utilizando autenticação, criptografia e outros recursos. Inclui funções para criar, controlar e eliminar mecanismos de segurança, distribuir informações relevantes para a segurança, registrar eventos, etc.” (BRISA, 1993, p.19).

SNMP

  • Agentes
  • MIBs
  • Gerentes
  • Protocolo SNMP
  • SNMPv2
  • SNMPv3

(BRISA, 1993, p.19). solicitações enviadas pelo gerente e envio automático de informações de gerenciamento ao gerente se pré-programado. Uma terceira diferença foi a adição do grupo SNMP ao MIB-II, que contém objetos sobre SNMP, permitindo que estações de gerenciamento de rede manipulem o trabalho dos agentes SNMP. Para que o software de gerenciamento de rede leia esses MIBs privados, é necessário conhecer os nomes dos objetos MIB para acessá-los.

Tabela 1 – Os oito grupos de objetos no MIB-I. (ARNETT, 1997, p.181)  Grupo  Número  Objetos Para
Tabela 1 – Os oito grupos de objetos no MIB-I. (ARNETT, 1997, p.181) Grupo Número Objetos Para

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A arquitetura SNMPv3 introduz o modelo de segurança baseado no usuário (USM) para segurança de mensagens e o modelo de controle de acesso baseado em visualização (VACM) para controle de acesso. Trata-se do Fluke LAN MapShot, desenvolvido pela empresa Fluke Corporations, que utiliza como base o software de desenho da Microsoft, Visio 2003 Professional; Lansurveyor, produzido pela Neon Software; WhatsUp Professional 2005, produzido pela empresa IPSwitch e Network Supervisor, produzido pela empresa 3COM. Após a análise, será feita uma comparação com os resultados obtidos, com base em alguns pontos principais, como os métodos utilizados para descobrir a rede, a geração da topologia da rede, a precisão na identificação dos equipamentos de rede e os recursos adicionais fornecidos pelo ferramentas. oferecer.

MICROSOFT VISIO 2003 PROFESSIONAL + FLUKE LAN

  • Server Connections
  • Switch (Spanning Tree) Diagram
  • Broadcast Domains
  • Key Devices Connections
  • Custom Device Connections
  • Host Connections
  • Fluke Network Tools Connections
  • Hub Connections
  • Printer Connections
  • Router Connections
  • Single Switch Detail Diagram

Esta opção mostra os hubs e switches conectados à rede, que também mostra suas interligações e informa a quantidade de equipamentos conectados a eles (figura 13). A principal função desta opção é mostrar as impressoras e o local onde elas estão conectadas, sejam elas switches ou hubs (figura 14). A principal função desta opção é mostrar os roteadores e o local onde estão conectados, sejam switches ou hubs (figura 15).

Figura 9 - Diagrama de conexões de switches
Figura 9 - Diagrama de conexões de switches

LANSURVEYOR 9.0

Portas/hubs de switch: lista os switches e hubs que podem ser gerenciados e identifica a porta, o endereço MAC e o endereço IP de cada dispositivo conectado a eles. Para descobrir uma rede, o usuário deve inserir um endereço IP inicial e final e inserir a profundidade máxima de roteadores para os quais a descoberta deve ir. Ao contrário do Fluke LANMapshot, o LANSurveyor foi capaz de identificar corretamente conexões entre equipamentos em uma rede sem switch (Figura 21) e em uma rede multiswitch (Figura 22).

Figura 22 - Diagrama de conexões de uma rede sem switch
Figura 22 - Diagrama de conexões de uma rede sem switch

IPSWITCH WHATSUP PROFESSIONAL 2005

Apesar de ser uma versão limitada, a ferramenta Network Supervisor da 3Com possui diversos recursos que a tornam uma ferramenta útil para um administrador de rede, como configurar alarmes para avisar sobre algum problema em algum equipamento da rede. A ferramenta também permite que o administrador da rede defina alarmes para notificar o administrador da rede sobre um problema com um dispositivo na rede. Configuração incorreta e otimizações: este relatório descreve alterações de configuração que podem resolver problemas e melhorar o desempenho da rede.

Figura 24 - Diagrama dos dispositivos encontrados na rede
Figura 24 - Diagrama dos dispositivos encontrados na rede

COMPARAÇÃO DAS FERRAMENTAS

  • Descobrimento da Rede
  • Mapeamento Gráfico da Rede
  • Precisão
  • Recursos Adicionais

Ao procurar o arquivo hosts, certifique-se de que o arquivo não esteja vazio, caso contrário a ferramenta não conseguirá detectar o dispositivo. A ferramenta ordenou o equipamento próximo ao equipamento ao qual está conectado para evitar o excesso de posicionamento das interligações entre eles. Assim como a ferramenta LANsurveyor, esta ferramenta também ordena os dispositivos próximos aos dispositivos aos quais estão conectados.

Figura 29 - Diagrama demonstrando a desordem no mapeamento da rede  LANsurveyor 9.0
Figura 29 - Diagrama demonstrando a desordem no mapeamento da rede LANsurveyor 9.0

MÓDULO PRINCIPAL

Está dividido em três módulos, a saber: módulo de rede, que é responsável pela busca na rede, acesso a dispositivos utilizando o protocolo SNMP e relacionados a equipamentos e switches; módulo de design, responsável pela parte de layout da rede; e o módulo principal, que é responsável pela interligação dos módulos anteriores.

MÓDULO DE DESENHO

Este procedimento recupera a lista de equipamentos descobertos, juntamente com a lista de switches, e cria as respectivas imagens, incluindo seus atributos (nome, endereço IP e endereço MAC). Este procedimento também é responsável por posicionar os equipamentos próximos às chaves às quais estão conectados, evitando assim interconexões sobrepostas entre os equipamentos. Este procedimento é responsável por criar graficamente as interligações entre equipamentos e switches, indicando o número da porta à qual o equipamento está conectado.

Figura 35 – Inclusão de um switch em um layout.
Figura 35 – Inclusão de um switch em um layout.

MÓDULO DE REDE

Assim que um switch conectado for encontrado, a busca começa novamente, mas desta vez eliminando todos os endereços MAC conectados à mesma porta do switch conectado. Quando o número de dispositivos conectados à porta é igual a um, o endereço MAC do dispositivo é pesquisado no switch atual. Portanto, o switch procura quais dispositivos estão conectados à mesma porta do hub, move os dispositivos para ela e os elimina da tabela de endereços MAC do switch.

Figura 39 - Tabela ARP recuperada através da função Get_ARPTable
Figura 39 - Tabela ARP recuperada através da função Get_ARPTable

ANÁLISE DA APLICAÇÃO DESENVOLVIDA

  • Descobrimento da Rede
  • Mapeamento Gráfico da Rede
  • Precisão
  • Recursos Adicionais

A ferramenta desenvolvida permite ao administrador da rede criar uma topologia sem precisar fazer pesquisas, o que permite ao administrador criar um projeto de rede. A ferramenta desenvolvida também possibilita localizar equipamentos na rede reconhecendo suas características, como endereço IP, nome do equipamento e endereço MAC. A única função adicional que a ferramenta desenvolvida possui é criar um layout sem cruzar uma rede de computadores.

COMPARAÇÃO COM AS FERRAMENTAS ANALISADAS. 73

Mapeamento Gráfico da Rede

Em relação à ferramenta Fluke LAN MapShot, a ferramenta desenvolvida mostrou-se superior na geração do layout da rede. Na ferramenta desenvolvida, houve o cuidado de posicionar os dispositivos próximos ao local onde estão conectados, possibilitando a melhor apresentação possível. E no que diz respeito à ferramenta LANsurveyor, a ferramenta desenvolvida teve o mesmo desempenho neste critério, pois ambas as ferramentas geram o layout de forma organizada e completa com informações de conexão.

Precisão

A ferramenta também se mostrou melhor que o Ipswitch WhatsUp Professional 2005, pois não mostra conexões entre equipamentos. Já a ferramenta Network Supervisor da 3Com, a ferramenta desenvolvida tem a vantagem de mostrar ao administrador da rede a porta onde o equipamento está conectado ao switch. Para Fluke LAN MapShot e LANsurveyor 9.0, a ferramenta desenvolvida provou ser equivalente em relação aos critérios de reconhecimento de informações e reconhecimento de dispositivos.

Recursos Adicionais

PROBLEMAS OCORRIDOS DURANTE O

Recuperação do endereço MAC

Recuperação do nome do equipamento

Solução: resolva o nome do dispositivo usando uma função do sistema operacional chamada gethostbyaddress, que resolve o nome do dispositivo por meio do serviço DNS.

Montagem do Layout

TRABALHOS FUTUROS

DIAGRAMA DE CLASSES

USE CASE

UC01 – Busca dos Equipamentos

Este procedimento coloca em uma variável a lista de IPs dos equipamentos, juntamente com o número da interface associada. Este procedimento coloca em uma variável a lista de interfaces dos equipamentos, juntamente com o endereço MAC associado. Quando a correspondência é encontrada, o número da interface é removido e a lista de interfaces é pesquisada para obter o endereço MAC da estação local.

UC02 – Desenho dos Equipamentos

Se o valor da variável for zero no passo 07, voltamos ao passo 04 com o próximo endereço a ser pesquisado. Se a lista de endereços do passo 08 estiver vazia, significa que o equipamento não é uma chave e voltamos ao passo 04 com o próximo endereço a ser pesquisado.

DIAGRAMA DE SEQUÊNCIA

UC01 – Busca dos Equipamentos

Imagem

Figura 3 - Topologia em anel
Figura 4 - Topologia em estrela
Figura 5 - Exemplo de MAN. Retirado Dantas (2002, p. 201)
Figura 6 – Arquitetura Transmission Control Protocol/Internet Protocol (TCP/IP). (DANTAS, 2002, 119)
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Referências

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