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maristânia rodrigues de oliveira

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Academic year: 2023

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Monografia com o título: Trabalhador doméstico: Um estudo sobre os direitos adquiridos a partir da Lei Complementar 150/2015 e o impacto na relação contratual entre empregado e empregador. A presente monografia, intitulada “Empregado doméstico: estudo dos direitos adquiridos pela lei complementar 150/2015, e os efeitos na relação contratual entre empregado/empregador”, é uma pesquisa que tem por objetivo investigar quais direitos sociais e trabalhistas estão de acordo com a lei complementar 150/2015 trazida pelo trabalhador doméstico e os efeitos na relação contratual empregado/empregador conforme sua regulamentação. Quais direitos sociais e trabalhistas a Lei Complementar 150/2015 trouxe aos trabalhadores domésticos e os efeitos na relação contratual empregado/empregador após sua regulamentação.

H0 – A Lei Complementar 150/2015 que rege os trabalhadores domésticos aumentará seu nível de benefícios e segurança com a inclusão desses novos direitos. H3 – A contratação de diaristas, após a entrada em vigor da Lei Complementar 150/2015, aumentará devido ao aumento dos custos para o empregador doméstico. Todos os objetivos propostos foram cumpridos: Apresentar a evolução histórica dos direitos dos trabalhadores domésticos; apresentar e analisar os novos direitos dos empregados domésticos após a nova Lei Complementar 150/2015;.

Complementar 150/2015; apresentar os efeitos gerados na relação contratual entre empregador e empregado doméstico após a entrada em vigor da Lei Complementar 150/2015, a partir da análise de pesquisa de campo realizada no município de Teófilo Otoni no bairro do Grão Pará , sobre possíveis alterações na relação contratual entre empregado/empregador. Conheça quais são os direitos sociais e trabalhistas que a Lei Complementar 150/2015 trouxe aos trabalhadores domésticos e os efeitos na relação contratual entre empregado e empregador após sua regulamentação.

DIREITO DO TRABALHO

  • CONCEITO
  • HISTÓRIA DO DIREITO DO TRABALHO
  • LEIS TRABALHISTAS
  • JORNADA DE TRABALHO
  • HORAS EXTRA

Em seguida, foram coletados dados de cinco trabalhadoras domésticas do bairro Grão Pará, em Teófilo Otoni, utilizando questionários com as trabalhadoras domésticas como método de coleta de dados. O Capítulo 1, “Direito do Trabalho”, segundo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), é o conjunto de princípios, normas e instituições que regem a relação.

EMPREGADO DOMÉSTICO

  • CONCEITO
  • PERFIL DO NOVO TRABALHADOR DOMÉSTICO REMUNERADO
  • EXIGÊNCIAS ACERCA DA QUALIFICAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO
  • OS NOVOS ARRANJOS FAMILIARES
  • TRABALHO E QUALIDADE DE VIDA

De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), é o conjunto de princípios, normas e instituições relativos às relações de trabalho subordinadas e situações equiparadas, que visam garantir melhores condições de trabalho e sociais ao trabalhador, de acordo com as medidas de proteção previstas fazer para eles com o que se destina. Após a abolição da escravatura em 1888, os trabalhadores das indústrias emergentes, muitos deles imigrantes, com tradição sindical europeia, começaram a exigir protecções legais; até cerca de 1920 as ações dos anarquistas tiveram um forte impacto no movimento operário; as primeiras normas legais sobre sindicatos datam do início do século XX; o CC de 1916 dispunha sobre a contratação de serviços, sendo considerado o antecedente histórico do contrato individual de prestação de serviços na legislação posterior; Na década de 1930, com as políticas trabalhistas de Getúlio Vargas, influenciadas pelo modelo corporativista italiano, a ordem jurídica do trabalho no Brasil foi reestruturada. Houve muitos imigrantes no Brasil que deram origem a movimentos trabalhistas exigindo melhores condições de trabalho e melhores salários.

Nessa época existiam leis ordinárias que tratavam do trabalho dos menores, da organização dos sindicatos rurais e urbanos, dos feriados, etc. A Consolidação das Leis Trabalhistas do Brasil define que a jornada máxima diária de trabalho deve ser de até 8 horas. Os empregadores fornecem leitos, alimentação, roupas e auxílios, mas não fornecem carteira de trabalho assinada, não há restrições de jornada de trabalho e nem inclusão em direitos sociais (DULTRA; MORI, 2008, p. 67).

Segundo Márcia Vasconcelos (apud ROCHA, 2011, p. 11), coordenadora do programa da OIT para promoção da igualdade de gênero e racial no mercado de trabalho no Brasil, será preciso estar atento às mudanças. Ao analisarmos o tema “Perfil do novo trabalho doméstico remunerado”, podemos concluir que o limiar salarial precisa de subir, que a escassez de trabalho doméstico será cada vez mais evidente e que a tendência é que as mulheres mais jovens não não quero mais trabalhar. aceitar empregos domésticos, pois outras oportunidades são oferecidas. Precisamos considerar um termo relacionado ao conceito de competência, ou seja, “levando em conta as qualidades subjetivas que o mercado de trabalho em geral valoriza e exige” (TARTUCE, 2004, p. 355).

Na história do trabalho humano sempre houve uma divisão entre o que foi delegado aos homens e às mulheres. Contudo, pode-se observar um grande aumento na participação das mulheres no mercado de trabalho formal. Segundo pesquisa realizada pela PNAD em 2002, 69% dos entrevistados realizam suas tarefas domésticas em casa, sendo 90% mulheres e apenas 44,8% homens. conciliar a organização doméstica com o tempo de trabalho (FREITAS, 2008).

Embora muitas forças afectem a estrutura familiar – padrões de comunicação, valores, mudanças demográficas, movimentos religiosos, até mudanças ecológicas, a ligação entre a forma familiar e as modalidades de trabalho é particularmente forte. Limongi-França (1996), considera que qualidade de vida no trabalho – QVT representa iniciativas de uma organização que busca introduzir melhorias e mudanças administrativas na estrutura e tecnologia encontradas no ambiente de trabalho. A melhoria das condições de trabalho representa um dos principais objetivos da QVT e pode ajudar a empresa investigada a atingir seus objetivos.

DIREITOS DO EMPREGADO DOMÉSTICO

EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 72/2013

LEI COMPLEMENTAR 150/2015

  • FGTS e multa por demissão sem justa causa
  • Contribuição Previdenciária
  • Pagamento de adicional noturno
  • Multa
  • Salário família
  • Aviso prévio
  • Licença maternidade
  • Seguro desemprego
  • Viagem
  • Salário Mínimo Vigente em 2016

O gráfico cinco mostra que 100% dos trabalhadores domésticos sabem que existe uma nova lei que os protege. O gráfico seis mostra os seguintes resultados: 60% dos entrevistados afirmam que a nova lei não trouxe mais benefícios e os restantes 40% dizem que sim. O gráfico oito mostra claramente que 60% dos entrevistados têm pouco conhecimento sobre os direitos e obrigações que a nova lei acarreta, enquanto os restantes 40% o fazem.

O gráfico nove mostra que 60% dos entrevistados afirmam que o emprego após a nova lei pode ter diminuído, outros 40% pensam que pode ter diminuído. A hipótese de que a Lei Complementar 150/2015, que regulamenta os trabalhadores domésticos, aumentaria o nível de seus benefícios e segurança com a inclusão desses novos direitos, foi confirmada, pois a nova lei garante aos trabalhadores domésticos o direito ao salário, ao FGTS, ao desemprego. seguros, salário família, licença maternidade, adicional noturno, férias, entre outros. A hipótese que afirmava que a Lei Complementar 150/2015 para os trabalhadores domésticos garantiria a efetividade dos direitos sociais ampliados pela Emenda Constitucional 72/2013, confirmou-se, uma vez que as alterações trabalhistas decorrentes da EC 72/2013 e da Lei Complementar 150/2013 foram confirmadas. O ano de 2015 conseguiu precisamente trazer maior proteção e proteção dos direitos dos trabalhadores domésticos.

40% dos entrevistados afirmam que a nova Lei Complementar poderá aumentar o número de contratações de diaristas. Através da pesquisa constatamos que o público feminino ainda domina o cenário dos empregados domésticos, pois todas as entrevistadas eram do sexo feminino, algo que também foi destacado pelos resultados da pesquisa foi que a grande maioria dos empregados domésticos tem conhecimento da existência de a nova lei, mas nenhum dos entrevistados tem plena consciência dos direitos e deveres que a nova lei trouxe consigo. Algo que se percebeu nos resultados da pesquisa foi que com a chegada da Lei Complementar 150/2015, os empregados domésticos temem por seus empregos, pois a relação empregado/empregador ficará mais difícil para o empregador, levando a um maior número de nomeações de empregados. serviços de diaristas..

Dessa forma, fica complicado contratar funcionários locais com um contrato muito mais pesado para o empregador, que terá que arcar com um custo muito maior para ter seus “privilégios” de patrão. Esta nova lei dos trabalhadores domésticos surgiu com o objetivo de formalizar a relação contratual entre empregados e empregadores, afastando a ideia de contrato amigável. Disponível em. Acesso em: 01 de setembro de 2016.

Disponível em: . Objetivo: Investigar o que a Lei Complementar 150/2015 de Direito Social e Trabalhista trouxe para os trabalhadores domésticos e seu impacto na relação contratual entre empregado e empregador após sua regulamentação. 08-Você está ciente de todos os seus direitos e obrigações que a nova lei acarreta para os trabalhadores domésticos.

Gráfico 01: Sexo:
Gráfico 01: Sexo:

APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS

ANÁLISE DOS RESULTADOS

A hipótese levantada que afirmava que o trabalhador doméstico acreditaria que o trabalhador doméstico está desvalorizado e portanto os direitos adquiridos não teriam efeito na relação contratual pode ser validada pois o gráfico sete nos mostra que 80% dos trabalhadores acreditam que o benefício pode ser desvalorizado, mais 20%. Portanto, por se tratar de uma profissão onde o próprio trabalhador se sente desvalorizado, surge a importância de os órgãos responsáveis ​​e até mesmo do próprio trabalhador fiscalizarem os seus direitos e deveres que regem a profissão. A hipótese que dizia que a contratação de diaristas, após a entrada em vigor da Lei Complementar 150/2015, aumentaria devido ao aumento dos custos para o empregador doméstico, foi validada, conforme os novos indicadores publicados pelo Instituto Brasileiro O Instituto de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado em 13 de outubro, mostra que a crise econômica aumentou o número de trabalhadores domésticos no Brasil, principalmente diaristas que trabalham em mais de uma casa.

Ainda de acordo com a pesquisa realizada neste trabalho, o gráfico dez mostra que 60% dos entrevistados acreditam que o número de contratações de serviços de jornada aumentará devido ao alto custo dos benefícios que serão cobrados do empregador, pois o empregado- proporção de empregadores terá despesas elevadas. As trabalhadoras domésticas sempre foram uma categoria especial no Brasil, categoria tradicionalmente negada aos direitos concedidos a outros tipos de empregados. Com o advento da Lei Complementar nº 150, de 1º de junho de 2015, surgiram explicitamente os direitos trabalhistas dos empregados domésticos, cujo objetivo é garantir maior qualidade na prestação de serviços aos seus empregadores.

Embora a referida Lei Complementar apresente os direitos dos trabalhadores domésticos, seus impactos poderão ser negativos na sociedade, uma vez que o emprego será muito mais difícil para o empregador local, bem como o fato de o país enfrentar uma grande crise político-econômica. Portanto, pode-se concluir que embora a lei tenha sido bastante favorável aos interesses dos trabalhadores locais, infelizmente foi divulgada num cenário menos que favorável, tanto para empregados como para empregadores, tendo em vista que o país atravessa uma grande crise económica. crise política. Com isso, respondemos à problemática questão: Quais direitos sociais e trabalhistas a Lei Complementar 150/2015 trouxe aos trabalhadores domésticos e os impactos na relação contratual empregado/empregador após sua regulamentação.

A Lei Complementar introduziu direitos que garantem que os trabalhadores domésticos tenham direitos iguais aos dos demais trabalhadores.

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Gráfico 01: Sexo:
Gráfico 02: Qual sua idade?
Gráfico 03: Há quanto tempo você trabalha como empregado (a) doméstico (a)?
Gráfico 05: Você sabia que existe uma Lei que protege os empregados domésticos?
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Referências

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