Agradeço a minha mãe por ser a melhor mãe que alguém poderia ter, por ser a mulher mais incrível que já conheci, a mulher mais linda que meus olhos já viram, e por NUNCA desistir de mim, nem mesmo nos dias que tive dele eu já desisti. Obrigado mãe, pelas noites sem dormir, pelas longas horas que você dedicou para nos apoiar, obrigado por ser meu pai, obrigado por me ensinar a ser forte, me mostrar que sou capaz, me dar aprendizado sobre o que assumir. Agradeço a minha família (Lu, Gui, Ma, Teteu, Vó, Vô, Naná) por sempre acreditarem em mim, me ajudarem com tudo que podiam, por serem a família mais incrível do mundo e por me fazerem aprender que felicidade é algo relacionado a SER e não TER.
Agradeço imensamente a minha orientadora Gisele por sempre ser muito paciente comigo, ser firme quando necessário, ser a pessoa mais gentil e doce para lidar com os outros. Gostaria de agradecer a professora Alessandra e Aline pela disposição em corrigir este trabalho com muita agilidade e gentileza, gostaria de agradecer especialmente ao Alê pela grande ajuda na entrega dos questionários e por me fazer amar ainda mais a biologia, e a Aline por ser o melhor técnico de laboratório, sempre alegre e atencioso com todos nós. Agradeço à Manu e à Veri pela ajuda com o questionário, pelas correções e pelas contribuições muito valiosas (fui forte e não desisti).
Agradeço a Não por tornar a tarde de terça-feira mais divertida ao ficar com raiva de nós quando ele precisava, o atributo "pai da terceira comida" se encaixa perfeitamente em você. Agradeço a Aloha, Amanda, Jennifer, Nycole, Laura e Bea por me darem muitas risadas e as melhores conversas. Ana, obrigado por me fazer rir por 3 anos, me ajudando tanto com o TCC, e obrigado por toda comida que você compartilhou comigo, você é o melhor.
Agradeço à minha amiga Carol, por ser a Kátia mais doce que eu poderia conhecer, e ao Bruno, por sempre me trazer paz nas horas em que eu estava pirando, por se importar tanto com as coisas que eram minhas, mas tratá-las como se fossem meu. era seu.
1 INTRODUÇÃO
A secagem é uma das etapas do processamento de embutidos, cujo objetivo é conservar o produto por muito tempo, ao qual são adicionados sal (NaCl), açúcar, especiarias e agentes fixadores de cor, também chamados de "sais de salga". . Sais de cura como nitrito (NO2) e nitrato (NO3) com o objetivo principal de conservar produtos cárneos. No entanto, há um impasse quanto à ingestão de nitrito (NO2), que pode ser adicionado ou é resultado da conversão do nitrato (NO3) por bactérias redutoras de nitrato presentes na carne, pois aumenta a formação de nitrosaminas.
São substâncias cancerígenas com propriedades mutagênicas, ou seja, capazes de gerar mutações no material genético, DNA, e são formadas quando derivados de nitrito reagem com aminas em alimentos altamente proteicos, como a carne, matéria-prima para embutidos (RAMOS; GOMIDE; FONTES ), 2005). Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2009), a aquisição alimentar de linguiça pelas famílias brasileiras nos anos de 2002 a 2003 foi de 1,8% em relação a outros alimentos como arroz, cereais, leguminosas, leite e fruta. O IBGE também informou que a substituição de alimentos de origem vegetal por proteínas animais e o consumo de alimentos ricos em carboidratos foram maiores nas famílias de menor renda.
Salvato, Ferreira e Duarte (2010) afirmam que a renda familiar é diretamente proporcional ao nível de escolaridade, indicando a existência de uma relação entre renda, escolaridade e consumo alimentar. O presente trabalho consistiu na recolha de dados sobre conhecimentos sobre enchidos, de forma a verificar ou refutar a carga literária que relaciona o consumo deste tipo de alimentos a, entre outras coisas, rendimento, nível de escolaridade.
2 OBJETIVOS
Objetivo geral
Objetivos específicos
3 METODOLOGIA
Delineamento da pesquisa
Instrumentos Metodológicos
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO
Utilizando a Figura 3, observou-se que a faixa etária é um fator que influencia o consumo de linguiça. A maioria dos participantes tinha entre 13 e 20 anos, fato que pode ser explicado pelo local onde a pesquisa foi realizada, onde a maioria são estudantes do ensino médio e nos anos iniciais do ensino superior. A proporção do número de moradores na mesma casa também pode influenciar no consumo de linguiça (Figura 4).
Observou-se que a maioria dos participantes reside em casas com 4 ocupantes, que também tiveram maior percentual (25,8%) em relação ao consumo. Porém, ao analisar separadamente cada coluna referente ao consumo, constatou-se que 84% dos participantes que moram sozinhos consomem; assim como 82,3% dos que moram com mais duas pessoas; 91,2%. Com os dados acima referidos, observa-se que existem diferenças no consumo de enchidos e no número de ocupantes de um alojamento, mas esta discrepância é subtil face a outros eixos de análise deste estudo.
Em relação ao número de indivíduos em um domicílio com renda familiar, obteve-se uma maior interpretação do consumo de embutidos (Figura 5). Em um estudo de Martins et al. 2018) em Solênea-PB, onde um dos objetivos foi traçar o perfil do consumidor de embutidos. Ou seja, o consumo de embutidos varia de acordo com a renda, baixos rendimentos evidenciam alto consumo, por se tratar de um grupo com produtos de fácil acesso e baixo valor de compra, mas pessoas com maior renda familiar também consomem embutidos de maior valor comercial (como salame italiano, calabresa, etc.) podem ser adquiridos por esses consumidores.
Através da Figura 6, foi possível verificar que o nível de escolaridade também influencia no consumo de embutidos. Constatou-se que 52,5% dos participantes são de nível superior e em segundo lugar estão os de ensino médio (46,7%), isso porque a pesquisa foi realizada na unidade agropecuária do campus do IFSP em Barretos - SP, onde são vários alunos do primeiro e segundo ano do ensino superior do que na unidade principal, durante o dia, período da pesquisa. No trabalho de Schaly et al. 2010) na cidade de Rio Verde (GO), onde é traçado o perfil dos consumidores de produtos de origem animal (classificação onde se enquadram as linguiças), constatou-se que 37% dos participantes se enquadram.
A relação entre linguiça e câncer abordada neste trabalho está intrinsecamente ligada à frequência na dieta do consumidor. Sabendo disso, foi analisada a periodicidade do consumo dos participantes (Figura 8). Verificou-se que 43,8% dos participantes consomem salsichas apenas uma vez por semana, enquanto 3,3% as consomem 7 dias por semana. Esses resultados estão diretamente relacionados aos resultados da Figura 5, pois a maioria dos consumidores de embutidos declarou possuir renda familiar igual ou inferior a 3 salários mínimos, pertencentes à classe social D.
Visto que os três tipos de embutidos mais consumidos são os de menor valor comercial, portanto disponíveis para a classe social consumidora dominante na pesquisa. Ao analisar a figura acima, nota-se que 90,9% dos participantes indicaram acreditar que o consumo de embutidos, quando em excesso, prejudica a saúde humana.
5 CONCLUSÃO
6 REFERÊNCIAS
Você acredita que os embutidos possuem componentes que podem influenciar no desenvolvimento de algumas doenças se consumidos em excesso?
Se sim, quais são esses componentes?
Com quais doenças você acredita que os embutidos possam estar relacionados?