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MONOGRAFIA FINALIZADA.pdf

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Academic year: 2023

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This right, in the current wording of Article 49, guarantees the consumer the possibility, without justification, to renounce the acquisition of the product or service within seven days, when the contracting takes place off-site and all amounts are finally returned to you must be pay. The exercise of Conversion Law can therefore become an effective tool to ensure that current and what is the main objective of the CDC is consumer protection.

INTRODUÇÃO

A culminância deste trabalho encontra-se nos Capítulos 9 e 10, onde é apresentado o Projeto de Lei do Senado nº 281 de 2012, e principalmente as alterações que ele propõe ao artigo 49 do CDC, trazendo novos conceitos, ampliando e regulamentando os já existentes. Por fim, conclui demonstrando seu posicionamento em relação ao Projeto de Lei 281 do Senado, e demonstrando seus efeitos no mundo fático e jurídico caso seja aprovado e promulgado.

CONSIDERAÇÕES HISTÓRICAS SOBRE O DIREITO DO CONSUMIDOR

Assim, a proteção dada ao consumidor, através da codificação, decorreu da necessidade de adoção de medidas preventivas e punitivas que visassem conferir ao consumidor a proteção da vida, da saúde, da liberdade e da igualdade de condições nos contratos. Portanto, no Brasil, o grande desafio encontrado antes da promulgação do Código de Defesa do Consumidor foi justamente a identificação e a provisão de proteções preventivas e punitivas eficazes, que protegessem o interesse do consumidor, que é claramente a parte mais frágil do relacionamento com o cliente.

EVOLUÇAO JURÍDICA

Posteriormente, a lei que regulamenta as ações civis públicas (Lei 7.347/85) tratou das ações de responsabilidade civil por danos morais e materiais causados ​​aos consumidores. E legitimou procuradores estaduais e federais, autoridades locais, empresas públicas, sociedades de economia mista, fundações e associações comerciais a ajuizar ações de responsabilidade por danos causados ​​aos consumidores. Apesar de todas essas regulamentações citadas, a proteção ao consumidor no Brasil só foi garantida como princípio constitucional após o advento da Constituição Federal de 1988, que separou diversos dispositivos sobre o tema.

A Lei Maior também prescreve no artigo 170, inciso V, que a proteção do consumidor é um dos princípios da ordem econômica. No artigo 24, inciso VIII, a Constituição Federal também enfatiza que cabe à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar simultaneamente sobre a responsabilidade por danos ao consumidor. A Carta Magna prevê outras disposições que afetam diretamente a proteção do consumidor, como é o caso dos artigos 175 e 221.

SITUAÇÃO ATUAL

Podemos afirmar que a codificação dos direitos do consumidor, por meio da Lei 8.078/90, representou uma mudança na forma de pensar das partes envolvidas na relação de consumo, para evitar a mentalidade do culto de se beneficiar de tudo, em detrimento. dos direitos dos outros.

PRINCÍPIOS DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

  • PRINCÍPIO DA PRECAUÇÃO
  • PRINCÍPIO DA DIMENSÃO COLETIVA
  • PRINCÍPIO DA BOA-FÉ
    • BOA-FÉ OBJETIVA
  • PRINCÍPIO DA PROTEÇÃO
    • INCOLUMIDADE FÍSICA (INCISO I)
    • INCOLUMIDADE PSÍQUICA (INCISO II)
    • INCOLUMIDADE ECONÔMICA (INCISOS III E IV)
  • PRINCÍPIO DA CONFIANÇA
  • PRINCÍPIO DA TRANSPARÊNCIA

A dimensão coletiva das questões que envolvem os direitos do consumidor pode ser facilmente percebida pelo sistema coletivo de defesa do consumidor, através das regras específicas previstas no Título III do CDC, considerado um verdadeiro “Código” de ações coletivas. No caso do princípio em questão, em relação aos direitos do consumidor, “o Código aprovou implicitamente a cláusula geral de boa-fé, que deve ser considerada introduzida e existente em todas as relações com o consumidor” (Código de Defesa do Consumidor. 2011) , no entanto. , poderá haver demonstração da aplicação da boa-fé objetiva no artigo 51, inciso IV do CDC, que considera nulas cláusulas que imponham obrigações consideradas injustas, abusivas e que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada ou sejam incompatíveis com ele o bem . confiança ou igualdade. Como o próprio nome indica, trata da proteção de alguns bens jurídicos do consumidor, tais como: segurança física, mental e econômica.

Visa garantir a liberdade de escolha do consumidor, o que é muito importante, considerando a utilização de técnicas de vendas cada vez mais sofisticadas. Procura proteger o consumidor, fornecendo-lhe informações importantes sobre preços, características de produtos ou serviços e os riscos que apresentam. Este princípio, a nosso ver, representa um pressuposto necessário nos contratos no âmbito do direito do consumidor, pois trata do que o consumidor espera de um contrato.

RELAÇÃO DE CONSUMO

  • CONCEITO DE CONSUMIDOR
  • CORRENTES DE INTERPRETAÇÃO DA DEFINIÇÃO JURÍDICA DE
  • CONSUMIDORES EQUIPARADOS
  • CONCEITO DE FORNECEDOR
  • CONCEITO DE PRODUTO
  • CONCEITO DE SERVIÇO

Para a teoria MAXIMALÍSTICA, o destinatário final seria a pessoa física ou jurídica que utiliza os produtos ou serviços para uso próprio ou para outrem, independentemente de utilizar o produto ou serviço para desenvolver atividades comerciais ou profissionais. Ressalte-se, portanto, que o próprio elemento de definição da condição de consumidor de pessoa física ou jurídica nesta parte não será dado pelo sujeito dos direitos que adquiriu o produto ou serviço. Esta entidade será definida como consumidor, exclusivamente para efeitos de aquisição de um produto ou contratação de um serviço.

Por fim, a teoria FINALISTA FAVORITA, também conhecida como teoria mista, agrega os atributos das duas teorias anteriores, mas limita a utilização de um produto ou serviço para atividades comerciais ou profissionais à demonstração da vulnerabilidade de quem adquire o produto. A teoria mista trata de forma diferente aqueles que adquirem um produto ou serviço para utilizá-lo como forma de produção, pois esses adquirentes podem ser tão vulneráveis ​​em relação ao produto ou serviço adquirido quanto qualquer outra pessoa que o utilizaria para satisfazer seus próprios interesses. precisar. Eles recebem todo o aparato dos princípios e padrões do CDC da mesma forma como se fossem uma pessoa específica e individual que comprou um produto ou contratou um serviço.

DO DIREITO DE ARREPENDIMENTO

  • PRAZO DE REFLEXÃO
  • CONTAGEM DO PRAZO DE REFLEXÃO
  • RELAÇÃO DE CONSUMO FORA DO ESTABELECIMENTO COMERCIAL
  • ELENCO EXEMPLIFICATIVO
  • DEVOLUÇÃO DAS QUANTIAS PAGAS
  • DESPESAS DE ENVIO, FRETE E OUTROS ENCARGOS

Para exercer o direito de alteração, o consumidor deverá responder no prazo de reflexão que o CDC fixou em 7 (sete) dias. Se o contrato for assinado num dia e o produto ou serviço for entregue ou entregue noutro, o prazo para manifestação do direito de alteração termina em primeira instância após a entrega ou entrega do produto ou serviço. O legislador estabeleceu como requisito para o exercício do direito de conversão, a celebração do contrato sobre o serviço ou produto realizado fora do empreendimento comercial.

No parágrafo único do artigo 49 do CDC, temos que caso o consumidor exerça o direito de rescisão, terá direito à restituição dos valores pagos, independentemente da natureza, durante o período da contraprestação, de forma imediata e pecuniária. correção. Caso existam custos de frete, postagem ou outras taxas, no exercício do direito de rescisão, deverão ser considerados um risco empresarial que deverá ser suportado pelo fornecedor. A cláusula que prescreve genericamente o reembolso ao fornecedor viola o artigo 49.º do CDC, uma vez que inibirá o exercício do direito de conversão.14.

NECESSIDADE DE ALTERAÇÕES NO ARTIGO 49 DO CDC

No entanto, apesar das proteções previstas no artigo 49.º do CDC, já se passaram 25 anos desde a entrada em vigor do Código de Defesa do Consumidor, e nem é preciso dizer que as relações contratuais que originalmente procurava proteger já não apresentam as mesmas limitações. do passado. 281, que visa aprimorar as disposições gerais do Capítulo I do Título I, da Lei de Defesa do Consumidor, e dispor sobre o comércio eletrônico.

A evolução do comércio eletrónico por um lado traz inúmeras vantagens, por outro aumenta a vulnerabilidade dos consumidores. 170, V, da Constituição Federal, e criar normas que efetivamente ampliem sua proteção no comércio eletrônico, para que a evolução tecnológica atinja os objetivos que todos almejam: o desenvolvimento social e econômico, a melhoria das relações de consumo e a prevenção de litígios”. Se aprovado e promulgado, o PLS nº. 281 traz mudanças importantes para o cenário das relações de consumo, principalmente em relação ao Direito de Conversão, pois reestrutura o artigo 49, que traz oito novos parágrafos, nos quais traz alguns conceitos que ampliam o alcance da norma, em relação ao redação atual.

O DIREITO DE ARREPENDIMENTO À LUZ DO PLS N° 281

  • EXTENSÃO CONCEITUAL DOS CONTRATOS A DISTÂNCIA
  • DEVOLUÇÃO DO PRODUTO E ACESSÓRIOS
  • AMPLIAÇÃO DA REGULAMENTAÇÃO NO DIREITO DE
  • ACRÉSCIMO POR DESCUMPRIMENTO DO FORNECEDOR
  • NECESSIDADE DO DEVER DE INFORMAR QUANTO AO DIREITO DE

8º O fornecedor deve informar previamente, de forma clara e visível, os meios adequados, facilitados e eficazes disponíveis para o exercício do direito de rescisão do consumidor, que devem incluir, pelo menos, o mesmo método utilizado na celebração dos contratos. Dentre as alterações que poderão ocorrer no artigo 49 do CDC, caso o PLS 281 seja aprovado, temos no § 4º qual será o dever do consumidor na hipótese de exercício do direito de retirada. Outra hipótese de ampliação do direito de retirada encontra-se no inciso 5º do artigo 49, da redação do PLS, segundo o qual os contratos de crédito acessório são automaticamente rescindidos caso o consumidor faça uso do direito de retirada, devendo ser devolvidos. ao credor o valor entregue diretamente, acrescido de quaisquer juros acumulados até a data efetiva da declaração e impostos.

Neste ponto, o PLS avança, ao estabelecer a extinção automática do contrato acessório, que também prevê no § 6º, sem prejuízo da iniciativa do consumidor, que o fornecedor imediatamente a manifestação do Direito de Conversão à instituição financeira deverá comunicar instituição ou administradora de cartão de crédito ou similar, de forma a evitar o lançamento da operação na fatura do consumidor, o valor a reembolsar, caso a fatura já tenha sido emitida no momento da comunicação, ou ainda, se o preço já tiver sido pago total ou parcialmente, é lançado um crédito pelo respetivo valor na fatura a lançar após comunicação. A necessidade desta disposição surge para coibir possíveis práticas de omissão dos prestadores relativamente ao direito à conversão. Portanto, o fornecedor deve informar antecipadamente, de forma clara e destacada, os meios adequados, facilitados e eficientes disponíveis para o exercício do direito de conversão do consumidor, que deve incluir pelo menos o mesmo método utilizado para a contratação.

CONCLUSÃO

Isto libertará o consumidor dos problemas decorrentes do serviço prestado pelas administradoras de cartão de crédito, que têm tornado prejudicial o exercício do Direito de Conversão. Defendemos também que o que autorizará o exercício do direito de conversão não serão apenas os contratos fora do empreendimento comercial, mas também aqueles em que, embora dentro do empreendimento comercial, o consumidor não tenha tido contacto direto com o produto, o que é justo é. , uma vez que existe, potencialmente, a mesma possibilidade de o consumidor, ao receber o produto, não atender às suas expectativas e, portanto, se arrepender. Considerando a velocidade com que a tecnologia avançou nos últimos anos, o que interfere diretamente nas relações de consumo, pode-se dizer que se o processo de PLS continuar por muito tempo, como foi o caso do Código Civil de 2002, que tramitou por 27 anos, existe o risco de as alterações propostas no projeto de lei se tornarem obsoletas.

Por fim, o direito ao arrependimento é uma ferramenta importante para a proteção do consumidor, à luz das estratégias e técnicas agressivas de vendas utilizadas pelos fornecedores, que visam “fisgar” o consumidor com um impulso. Portanto, é necessária a aprovação do Projeto de Lei do Senado nº. 281 de 2012 para aprovação e promulgação, que trará novas regulamentações e conceitos ao artigo 49 do CDC, ampliando a eficácia do Direito à Conversão.

Referências

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