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MONOGRAFIA RAFAELA BORGO KOCH - Univali

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Academic year: 2023

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Regime de divisão de bens no ordenamento jurídico brasileiro” foi submetido em 19 de novembro de 2008 à banca examinadora composta pelos seguintes professores: [Nome do Professor] ([Cargo]), e foi aprovado com a nota [Nota]. 2 Como funciona a comunicabilidade dos bens no regime jurídico vigente, ou seja, no regime de comunhão parcial de bens.

BREVE EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA FAMÍLIA

CONCEITO DE FAMÍLIA

Onde há um envolvimento de vidas onde a devoção mútua forma uma estrutura psíquica, ou seja, onde há afeto, é imperativo reconhecer que isso se enquadra no âmbito do direito da família. Assim, proporcionalmente à evolução humana, o conceito de Família também foi ampliado, criando direitos e obrigações para aqueles antes afastados do sistema jurídico.

VISÃO HISTÓRICA DO CASAMENTO NO BRASIL

Com isso, a Constituição da República dos Estados Unidos do Brasil de 16 de julho de 1934 reconheceu as consequências civis do casamento religioso e também estabeleceu que sua celebração era gratuita, entre outros itens contidos no artigo 146 da referida Constituição. Portanto, com a proclamação da república, o casamento válido no Brasil passou a ser casamento civil, com a possibilidade adicional de conferir ao casamento religioso efeito civil.

CONCEITO DE CASAMENTO

O significado do casamento é melhor expresso pelo conceito de comunidade de vidas ou comunidade de emoções. O casamento cria um vínculo entre os noivos, que passam a desfrutar do estado de casados.

CARACTERÍSTICAS DO CASAMENTO

A legislação sobre o casamento de ordem pública, conforme explica Gonçalves45, visa atribuir à família “uma organização social moral compatível com as aspirações do Estado e com a permanência do homem, definida nos princípios previstos na Constituição Federal e na Constituição Federal”. leis". A união perpétua, por outro lado, desdobra a ideia de uma comunidade completa de vida e que uma vez casados, entende-se que é para sempre, e “mesmo que se separem ou se divorciem e voltem a casar, aí está sempre, via de regra, um desejo íntimo de eternidade, ou seja, de estabilidade da ordem conjugal e familiar”, explica Diniz46.

FINALIDADES DO CASAMENTO

A prestação de assistência mútua, segundo Gonçalves53, “obriga os cônjuges a ajudarem-se mutuamente a todos os níveis. A fixação ou não de deveres patrimoniais entre os cônjuges revela a ideia de continuidade da assistência mútua e recíproca a que devem submeter-se.

NATUREZA JURÍDICA

Ao determinar a natureza do casamento, deve entender-se que se trata de um «contrato especial» que tem implicações próprias, mais profundas e mais extensas do que as convenções com efeitos puramente económicos ou um «contrato de direito da família». os relacionamentos que ele cria. É evidente, portanto, que a referida corrente trata o casamento como um contrato, ainda que se caracterize como um contrato de direito de família, uma vez que tem por objeto a união de um homem e uma mulher.

EFEITOS DO CASAMENTO

  • P ESSOAIS
  • S OCIAIS
  • P ATRIMONIAIS

No regime de comunhão parcial de bens, ficam excluídos da comunhão os bens adquiridos pelo cônjuge antes do casamento e os que possam ser adquiridos durante o casamento por motivo anterior e que não estejam relacionados com o casamento. No que diz respeito aos efeitos hereditários constantes do Regime de Comunidade Universal de Bens, são comunicados todos os bens de ambos os cônjuges, adquiridos antes ou depois do casamento, estabelecendo-se "o estado de separação, onde cada cônjuge tem direito a metade do ideal do herança do comum”. , como explica Diniz88. No caso do regime de divisão de bens, que se caracteriza pela não comunicação tanto dos bens adquiridos antes do casamento como dos adquiridos durante o casamento, revela.

VISÃO HISTÓRICA DOS REGIMES DE BENS

Portanto, com o advento do divórcio, por meio da Emenda Constitucional nº 09 e posterior Lei nº que regulamenta os casos de dissolução da comunhão conjugal e do casamento, o regime jurídico passou a ser de comunhão parcial de bens, caracterizada pela incomunicabilidade dos bens adquiridos antes do casamento, bem como heranças, legados e doações recebidas por um dos cônjuges, independentemente de o casamento ser contínuo ou não. Como novidade, foi introduzido o regime de participação definitiva nos processos e admitida a possibilidade de alteração da relação patrimonial durante o casamento. As características do regime de bens e a sua aplicação durante o período do casamento e no final do casamento serão descritas mais detalhadamente nos próximos pontos deste capítulo.

CONCEITUAÇÃO DE REGIME DE BENS

No momento em que duas pessoas decidem formar uma nova unidade familiar, uma série de exigências são impostas à celebração do casamento. A separação ou comunhão dos bens individuais, a transferibilidade ou não da arrecadação acumulada após o casamento é o que permite distinguir os diferentes regimes de bens. Os Regimes de Bens consistem, portanto, num conjunto de regras que regulam o casamento no seu âmbito monetário, o que corresponde a uma forma de estatuto de capacidade dos cônjuges, que os rege ao longo do Casamento, que produz efeitos a partir da data do casamento.

PACTOS ANTENUPCIAIS: CONCEITO

Antes do casamento, durante o processo de habilitação (BK 1 525 a 1 532), os noivos podem estipular livremente o que pretendem em matéria de governação patrimonial, através de acordo pré-nupcial (BK 1 640 parágrafo único). Embora a lei estabeleça que a opção pelo governo de bens se dá no processo de habilitação para o casamento (CC 1.640, parágrafo único), o acordo não está sujeito ao prazo de vigência da habilitação, que é de 90 dias a partir da retirada do certificado (CC 1 532). Somente quando a opção for pelo regime de comunhão parcial, no caso de nova habilitação (parágrafo único do CC 1.640), é necessário reduzir novamente a expressão de vontade dos noivos.

PRINCÍPIOS GERAIS DOS REGIMES MATRIMONIAIS DE BENS

  • P RINCÍPIO DA V ARIEDADE DOS R EGIMES DE B ENS
  • P RINCÍPIO DA L IBERDADE DOS P ACTOS ANTENUPCIAIS

Este instituto reserva aos noivos a possibilidade de escolherem o Regime Patrimonial que será adotado para o seu casamento, ficando assim condicionado à sua concretização e entrada em vigor a partir da data do casamento. O princípio da diversidade dos regimes de bens confere aos noivos a escolha do regime a adotar para o seu casamento. É claro, então, que o ordenamento jurídico assegura aos noivos, através deste princípio, que escolham um dos regimes de bens a vigorar no seu casamento ou os combinem, respeitados os ditames legais, na medida em que existe um acordo pré-nupcial para defini-lo.

REGIME DA COMUNHÃO PARCIAL DE BENS

  • B ENS C OMUNICÁVEIS E I NCOMUNICÁVEIS

II – bens adquiridos com valores pertencentes exclusivamente a um dos cônjuges em sub-rogação de bens particulares; I - bens adquiridos durante o casamento em regime de titularidade onerosa, ainda que apenas em nome de um dos cônjuges; III – bens adquiridos por doação, herança ou herança em favor de ambos os cônjuges;

REGIME DA COMUNHÃO UNIVERSAL DE BENS

  • B ENS C OMUNICÁVEIS E I NCOMUNICÁVEIS

I - os bens doados ou herdados com cláusula de incomunicabilidade e os sub-rogados em seu lugar; Seguindo o artigo que determina os bens excluídos da comunhão neste regime, o artigo 1.669 do Código Civil estabelece que tal incomensurabilidade não se estende aos seus frutos, quando foi realizada ou expirou durante o Casamento. 1.665 diz com bens privados, que podem servir aos regimes de comunhão parcial e participação final de actis, mas não é útil para a comunhão universal, onde estes tipos de bens não existem.

REGIME DE PARTICIPAÇÃO FINAL NOS AQUESTOS

  • B ENS C OMUNICÁVEIS E I NCOMUNICÁVEIS

Na convenção antenupcial que adopte este regime poderá ser acordada a livre alienação de bens imóveis, desde que privada do transmitente (KP, art. 1656). Com a dissolução do casamento surge uma universalidade comunicável dos bens comuns e duas outras são constituídas pelos bens detidos por cada um dos cônjuges. Quando houver diferença no valor dos bens próprios, a substituição ao cônjuge não proprietário será feita em dinheiro.

REGIME DA SEPARAÇÃO DE BENS

REGIME DE BENS APLICÁVEL À UNIÃO ESTÁVEL

Contudo, tendo em conta o disposto no artigo acima referido, na falta de acordo entre os conviventes, aplicar-se-á à obrigação estável o regime da comunhão parcial de bens, sendo aplicado o conteúdo dos artigos 1.658 a 1.666 do Código Civil é aplicado. Porém, em relação às uniões estáveis, a lei é omissa e, portanto, não é necessária a anuência do sócio para a venda de imóveis. Portanto, quando se trata de união estável, as regras a que os conviventes estão sujeitos no que diz respeito às questões patrimoniais, quando não determinam o que desejam no contrato de convivência, serão as regras previstas no regime de comunhão parcial de bens .

POSSIBILIDADE DE ALTERAÇÃO DO REGIME DE BENS

Contudo, afastada a causa que impôs o regime de separação obrigatória (CC 1.641 I e III), não há mais obstáculo ao pedido de alteração do regime de bens. Por exemplo, o casamento de um viúvo que, por ter filhos, não elaborou inventário de bens, é celebrado sob o regime de separação obrigatória de bens. Ressalta-se, segundo Dias157, que a mudança do regime imobiliário entrará em vigor assim que transitar em julgado a decisão sobre a ação de mudança, mas que sua eficácia perante terceiros está sujeita ao registro imobiliário .

REGIME DA SEPARAÇÃO DE BENS: CONCEITUAÇÃO

  • R EGIME DE S EPARAÇÃO O BRIGATÓRIA DE B ENS
  • R EGIME DE S EPARAÇÃO C ONVENCIONAL DE B ENS

O regime de separação de bens pode ser implementado facultativamente (ou convencionalmente), ou seja, através de acordo pré-nupcial decorrente da vontade dos noivos, mas também através de imposição legal, a chamada separação obrigatória de bens. O divórcio de facto põe fim ao regime de bens e aos deveres do casamento, incluindo os deveres de coabitação e de fidelidade. Conforme referido anteriormente, o sistema de separação de bens também resulta da livre escolha dos noivos, através de um acordo pré-nupcial, sendo por isso denominado sistema de separação de bens convencional.

BENS COMUNICÁVEIS E INCOMUNICÁVEIS

  • R EGIME DA S EPARAÇÃO O BRIGATÓRIA E A COMUNICABILIDADE DOS BENS FRENTE

Baseia-se no dever de assistência mútua e é independente dos bens do casamento. No entanto, é possível que determinados ativos sejam comunicados no âmbito do esquema convencional de segregação de ativos, tema a ser abordado no próximo ponto. Por fim, Gonçalves179 interpreta que o conteúdo do resumo em questão permite reconhecer a cooperação e o esforço conjunto dos cônjuges na divisão dos bens.

ADMINISTRAÇÃO DOS BENS

  • B ENS IMÓVEIS
  • A VAL E F IANÇA
  • D OAÇÕES

Contudo, de acordo com o regime de separação de bens, “um cônjuge pode, sem autorização do outro, defender-se como autor e réu em relação aos seus bens e prestar individualmente fiança ou fiança”, segundo Lôbo185. Assim é no regime do divórcio obrigatório, na lição de Serpa Lopes: “No regime de bens separados, estes são privados de cada cônjuge. As doações mútuas são, portanto, legais, desde que tal regime de separação seja consuetudinário e não legal ou obrigatório.

ALIENAÇÃO DOS BENS

Se o regime de bens não for o divórcio obrigatório, é legal que as partes na convenção antenupcial especifiquem doações unilaterais ou mútuas, imediatas ou futuras, que não poderão exceder a metade dos bens do doador [...] Quanto às doações após o o casamento de um dos cônjuges com o outro, são válidos enquanto não existir um regime de separação obrigatória que exclua expressamente a possibilidade de tais liberdades por parte do agente. Como já defendeu uma forte corrente da doutrina tradicional, a doação não é tolerada ou permitida se for contrária à natureza do casamento. Portanto, tais doações só serão legais se ocorrerem de acordo com o regime convencional de separação de bens, sendo proibidas as doações entre cônjuges cujo casamento seja regido pelo regime de separação obrigatória de bens.

DIFERENÇAS EM RELAÇÃO AOS DEMAIS REGIMES

Desde então, constatou-se que o regime convencional de separação de bens decorre da livre escolha dos noivos através do acordo antenupcial. O regime obrigatório de separação de bens é imposto pelo ordenamento jurídico em casos especiais, por exemplo em relação a. Também foi investigada a forma de gestão patrimonial no regime de separação de bens no que diz respeito a imóveis, prestação de fianças, fianças e doações.

Referências

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RESUMO A presente monografia analisa os bens jurídicos da liberdade sexual e da dignidade sexual, ambos protegidos pelo ordenamento jurídico brasileiro, bem como a temática da