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MUSEU DA CRIATIVIDADE

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Academic year: 2023

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Com base neste cenário, o objetivo geral deste trabalho é propor um anteprojeto arquitetônico para um museu multissensorial infantil, localizado no município de João Pessoa – PB, a partir da busca por mudanças contemporâneas. Com base neste cenário, o objetivo geral deste trabalho é propor um projeto arquitetônico de um museu multissensorial infantil, localizado na cidade de João Pessoa - PB, baseado na busca por mudanças contemporâneas. A segunda fase incluiu a análise dos projetos relacionados e por fim, na última fase, ocorreu a consulta sobre o regulamento e elaboração da proposta arquitetônica, com base nos conceitos da arquitetura multissensorial.

INTRODUÇÃO

Neste novo cenário, os museus adquirem cores, sons, aromas, texturas e novos sabores através do uso da arquitetura multissensorial, como dizem Dias e Anjos (2017, pp. 2 e 3), “a arquitetura multissensorial é entendida como um todo e todo sentimento sentimental”. experiência, seja com visão, audição, olfato, tato ou paladar. Ao utilizar as diversas soluções projetuais acima mencionadas, o edifício de arquitetura multissensorial visa alcançar tanto o processo de identidade como as relações interpessoais entre as crianças que utilizam o espaço. Bem como a conceptualização e história dos museus, desde a sua criação até aos dias de hoje, com destaque para novos conceitos destes equipamentos, mais exclusivamente os infantis, tendo em conta a arquitetura multissensorial e a inserção de novas tecnologias.

JUSTIFICATIVA

Contudo, “em alguns países o aumento foi de 50 milhões de pessoas nos últimos 30 anos para 300 milhões nos Estados Unidos atualmente” (CANCLINI, 2007), o que significa que num passado relativamente recente houve uma melhoria nestes equipamentos , a nível mundial, em termos de infraestrutura, conteúdo e divulgação, resultando numa elevada reputação e respeito por este tipo de lazer. Vale ressaltar também que existem cerca de 500 museus dedicados às crianças no mundo, dos quais 9 estão apenas no Brasil. Embora deficientes infraestruturalmente, é evidente que estes edifícios culturais contribuem diretamente para o imaginário das crianças, aguçando este lado curioso e resultando em todo o tipo de descobertas, bem como para o processo cognitivo e para a sua formação identitária e cultural.

OBJETIVOS

METODOLOGIA

Para a elaboração deste trabalho temos, em ordem cronológica, as ferramentas metodológicas que foram utilizadas, a saber: a pesquisa bibliográfica em livros, artigos e sites, a utilização de instrumentos e, por fim, o desenvolvimento do anteprojeto. Como complemento ao tópico anterior, utilizamos softwares como AutoCAD (que facilita o desenvolvimento de todos os gráficos 2D), SketchUp (que converte planos 2D para 3D), Vray (para renderização de imagens, para deixar as cenas mais próximas da realidade) e Canva e Illustrator (para apresentação e organização das informações, contribuindo tanto para a interpretação do leitor quanto para a estética da obra). Com a pesquisa bibliográfica foi possível ampliar o conhecimento sobre os temas abordados neste artigo, unindo assim os estudos às diretrizes/conceitos.

Como ilustra a Figura 03, o Conde propõe que o museu ocorra de forma centralizada, ou seja, ele organiza os ambientes de tal forma que se cria um grande vazio central. Além disso, a adoção desta tipologia tomou outros rumos ao longo do tempo, como menciona Fischmann (2003 apud Fernandes 2015), pois passou a ser utilizada através do uso repetido deste modelo arquitetônico, ou seja, a planta quadrangular foi utilizada repetidamente. espalhadas por todo o país, interligadas por grandes corredores, conforme ilustrado na Figura 05. O Museu do Prado, projetado em 1784, apresenta-se de forma que dois volumes quadrados estão dispostos simetricamente na extremidade, mantendo assim a localização central da fábrica.

Sabe-se que o espaço museológico hoje, conforme apresentado anteriormente, não é mais composto apenas pela sua área expositiva, mas também contém novas funções que foram agregadas para tornar o espaço mais dinâmico e comunicativo. Além disso, as sensações visuais podem ser potencializadas através das cores utilizadas nas superfícies e objetos, gerando um efeito positivo e mantendo a satisfação, o conforto e a saúde do usuário de forma satisfatória. Um dos sentidos pouco utilizados diretamente pela arquitetura, o olfato tem estado fortemente ligado às memórias.

Atualmente, os ambientes de varejo e hotelaria têm investido na utilização de aromas para criar experiências multissensoriais para seus clientes, para manter o espaço ainda mais agradável. Inspirada nas obras do artista El Greco, consiste em uma mostra realizada para que pais e filhos possam ter contato com as obras do artista de forma lúdica e atrativa. Outro projeto em território nacional é o “Naif para Nenéns”, lançado em outubro de 2013 no Museu Internacional de Arte Naif do Rio de Janeiro (MIAN), para cuidar de bebês a partir dos três meses com o objetivo de proporcionar um momento lúdico e agradável de uma forma normal na sala.

Michael Van-Praet (2003) argumenta que as exposições constituem um meio específico que utiliza o tempo, o espaço e o objeto de uma forma específica. Mas para que as crianças possam admirar as obras, observar, construir ideias e percepções, os museus têm que apresentar propostas de mediação com discursos. Nesse sentido, a oferta educativa é organizada de forma que as crianças tenham tempo e espaço para se encantar e imaginar as obras que lhe despertam o interesse, sem ter que desviar rapidamente o olhar a pedido dos adultos (professores ou professores ou professores) para mais uma peça da exposição. mediadores), é um aspecto relevante nas ações desenvolvidas para este segmento.

ANÁLISE DE PROJETOS CORRELATOS

Vale ressaltar que a caracterização da análise diz respeito ao método elaborado pelo autor Geoffrey Baker, que apresenta sua metodologia para compreensão completa do projeto e da obra. Para se destacar, o Museu da Ciência foi inserido de forma que levou em consideração o contexto geográfico, ou seja, sua implantação gira em torno da integração entre arquitetura, exposição, paisagismo e design de interiores, conforme ilustrado na figura 09. Essas aberturas são projetadas . de uma forma que não se limita apenas à estética, pois também influencia diretamente na relação de iluminação do espaço interno.

Vale ressaltar que cinco acessos estão estrategicamente posicionados, entre eles o acesso veicular, de pedestres, por meio de três entradas, e o acesso de serviço, destinado aos funcionários, conforme ilustrado na Figura 11. Tendo em vista as análises realizadas em relação ao projeto de o Museu de Ciências Infantis são os elementos importantes para a elaboração da proposta do Museu Multissensorial em Movimento, pois prioriza a passagem dos visitantes de forma natural e dinâmica, alternando entre o espaço interno e externo, a diversidade e versatilidade das exposições oferecido às crianças, tema central abordado neste presente trabalho, que contribui diretamente no seu processo de aprendizagem no que diz respeito a conceitos básicos pré-estabelecidos. Da mesma forma, o uso do Design é singularmente relevante para o projeto, pois o uso desse conceito foi concentrado no interior e no exterior do edifício, para tornar a fachada um marco na região em que está inserida.

Neste contexto, o conceito estabelecido pelo museu é “a união entre a arte e o brincar”, ou seja, através de exposições interativas, oficinas, mediadores culturais ou visitas guiadas, as crianças têm a oportunidade de aprender sobre arte, em geral. maneira lúdica e divertida. A instituição possui 2.000 m², divididos em 2 andares, onde o público pode brincar e aprender de forma natural, por meio de exposições interativas e instalações imersivas. Portanto, neste primeiro momento eles são livres para desenvolver atividades e brincadeiras como desejarem, visto que estão livres no espaço, a socialização entre eles ocorre naturalmente, onde um passará para o outro novas formas de brincar com objetos tais.

Entre eles temos: o local onde o edifício foi inserido, levando em consideração se o projeto foi inserido no terreno para aproveitá-lo ao máximo; o conceito, se houver, e se foi bem abordado; se a acessibilidade está presente desde o entorno até os ambientes internos; a forma como as exposições são organizadas e realizadas.

PROPOSTA

ANTEPROJETO ARQUITETÔNICO

Além disso, outros elementos como conforto ambiental, sustentabilidade e acessibilidade são reunidos para permitir uma maior compreensão das principais intenções de projeto a serem desenvolvidas. Ao reunir necessidades sociais e funcionais, o programa de necessidades está vinculado ao organograma, para ordenar diretamente os ambientes, visando relacioná-los ao bom funcionamento do negócio pretendido, Museu Multissensorial. O anteprojeto do museu procura incluir a orla marítima do Bairro do Bessa no edifício para integrar os locais através do aproveitamento de vãos sem comprometer o uso específico do espaço.

Forma: definida como os aspectos visíveis ao pesquisador, que são analisados ​​de forma a abranger a rua, o bairro e a cidade separadamente; O autor acima categoriza a morfologia urbana segundo rua, bairro e cidade, para estabelecer subcategorias de acordo com essas escalas a fim de sistematizar o conteúdo, ou seja, fragmenta a análise em elementos para maior compreensão. O estudo das condições naturais, como insolação e ventilação, é necessário para ser utilizado no desenvolvimento da proposta, para propor um edifício com.

A setorização foi pensada para priorizar o espaço para melhor desempenho, pois os setores, por mais separados que sejam, serão todos integrados para atender todo o edifício com rapidez e facilidade. A partir da definição do programa de necessidades foi possível elaborar um pré-dimensionamento dos ambientes, conforme mostra a Tabela 2, para calcular a área total que o lote de intervenção deve ter para viabilizar a proposta. O pré-dimensionamento permite também conhecer e compreender a dimensão do edifício existente no lote, para que se possa quantificar a área total construída distribuída por todos os ambientes descritos no programa de necessidades.

O setor de serviços inclui todos os equipamentos necessários ao atendimento das necessidades operacionais do museu, interligados por acessos definidos na proposta. Os pisos do edifício, ilustrados nas figuras 33 e 34, estão, como referido anteriormente, divididos em sectores para favorecer espaços com maior permanência. O edifício é, portanto, concebido tendo em conta todos estes requisitos, para garantir o acesso e utilização em todos os espaços, como os espaços reservados para PCD, que equivalem a 20% do total de espaços.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

BIBLIOGRÁFICAS

Disponível em: . Disponível em: https://www.archdaily.com.br/br/01-59480/classicos-da-arquitetura-masp-lina-bo-bardi. Museu de Ciência Infantil de Incheon / Arquitetura HAEAHN + Yooshin Architects & Engineers + Seongwoo Engineering & Architects.

Disponibel dem: https://www.archdaily.com.br/br/759936/museu-de-ciencia-para-criancas-de-incheon- haeahn-architecture-plus-yooshin-architects-and-engineers-plus-seongwoo -engineering-and- architects?ad_source=search&ad_medium=search_result_all.

PLANTA DE COBERTA

PLANTA DE LOCALIZAÇÃO - SEM ESCALA

CÁLCULO CAIXA D'ÁGUA

100 PESSOAS - 80 VISITANTES + 20 FUNCIONÁRIOS

CONFORME A NORMATIVA DE EDIFICAÇÕES

COMERCIAIS, O CONSUMO EM MÉDIA POR PESSOA É DE 50l

OU SEJA, SERÁ NECESSÁRIO UMA CAIXA D'ÁGUA DE 5000L NA PARTE SUPERIOR E OUTRO DE 5000L NA

01 /04 PLANTA DE COBERTA

PLANTA BAIXA - TÉRREO

PLANTA BAIXA - PAVIMENTO 1

CORTE AA

CORTE BB

FACHADA NORTE

FACHADA SUL

FACHADA LESTE

04 /04 FACHADAS

Referências

Documentos relacionados

Fonte: MARANDINO, 2008.. 25 Dessa maneira, a autora enxerga os processos educacionais do museu sob diversas perspectivas, desde o olhar do público e dos