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Novos Projetos de Lei - Fiep

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Academic year: 2023

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INTERESSE GERAL DA INDÚSTRIA ... 4 AÇÕES DE COMBATE À COVID-19 ... 4

Determinação sobre a estratégia de imunização no combate à Covid-19 no Estado do Paraná ... 4 PL 687/2020, de autoria do Dep. Michele Caputo (PSDB), Dep. Alexandre Amaro (REP) e Dep. Delegado Recalcatti (PSD), que dispõe sobre as diretrizes da estratégia de imunização para o combate da covid-19 no âmbito do Estado do Paraná... 4 Garantia do direito de escolha da população paranaense pela vacina da Covid-19 ... 4 PL 703/2020, de autoria do Dep. Adriano José (PV), que regulamenta a aplicação do art.3º, inciso III, alínea “d”, da Lei Federal nº 13.979, de 2020, para assegurar o direito de o cidadão escolher, ou não, pela sua vacinação contra a Covid-19, no âmbito do Estado do Paraná. ... 4 REGULAMENTAÇÃO DA ECONOMIA ... 5

Criação do Selo Empresa Amiga da Primeira Infância no Estado do Paraná ... 5 PL 647/2020, de autoria do Dep. Gilberto Ribeiro (PP), que institui o Selo Empresa Amiga da Primeira Infância do Estado do Paraná. ... 5 Disponibilização de informações das lojas virtuais que oferecem produtos e serviços com sede no Estado do Paraná, ou que os detentores do domínio na internet possuam domicílio no Paraná ... 6 PL 686/2020, de autoria da Dep. Maria Victoria (PP), que institui a obrigatoriedade de identificação completa das empresas sediadas no Estado do Paraná que operam comércio virtual, no respectivo site, e a obrigatoriedade de manutenção de SAC - Serviço de Atendimento ao Consumidor nos dias úteis. ... 6 QUESTÕES INSTITUCIONAIS ... 7

Autorização de alienação do potencial construtivo de imóveis de propriedade do Estado do Paraná ... 7 PL 669/2020, de autoria do Poder Executivo, que autoriza a alienação do potencial construtivo de imóveis de propriedade do Estado do Paraná e dá outras providências. ... 7 Alteração do valor de referência de custas extrajudiciais - VRCEXT para os atos extrajudiciais e os valores das tabelas do regimento de custas ... 7 PL 676/2020, de autoria do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, que altera o valor de referência de custas extrajudiciais - VRCEXT para os atos extrajudiciais e os valores das tabelas do regimento de custas previstos na Lei nº 6.149/1970... 7 Instituição do mês “Dezembro Transparente” no Calendário de Eventos do Estado do Paraná, visando a promoção de ações que implementem uma cultura de transparência, prevenção e combate à corrupção ... 8

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PL 691/2020, de autoria do Dep. Evandro Araújo (PSC), que institui no Calendário Oficial de Eventos do Estado do Paraná o mês Dezembro Transparente, dedicado a promoção de ações que visem a implantação de uma cultura de transparência, prevenção e combate à corrupção durante todo o ano. ... 8 Alteração do Valor de Referência de Custas (VRC) para os atos judiciais, os valores das tabelas do Regimento de Custas e as Notas da Tabela II do anexo I previstos na Lei nº 6.149/1970 ... 9 PL 677/2020, de autoria do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, que altera o Valor de Referência de Custas (VRC) para os atos judiciais, os valores das tabelas do Regimento de Custas e as Notas da Tabela II do anexo I previstos na Lei nº 6.149/1970. ... 9 Criação do Fundo Especial de Gestão Patrimonial do Estado do Paraná – FGP, no âmbito da Administração Pública do Estado do Paraná ... 9 PL 670/2020, de autoria do Poder Executivo, cria o Fundo Especial de Gestão Patrimonial do Estado do Paraná - FGP e dá outras providências... 9 SISTEMA TRIBUTÁRIO ... 13

Alteração na Lei que concede tratamento diferenciado do ICMS às indústrias de produtos eletroeletrônico, telecomunicação e informática, em favor das empresas localizadas em Foz do Iguaçu, acrescentando municípios ... 13 PL 688/2020, de autoria do Dep. Tiago Amaral (PSB), que Altera a Lei nº 14.895/2005, que dispõe sobre tratamento tributário em relação ao ICMS aos estabelecimentos industriais de produtos eletroeletrônicos, de telecomunicação e de informática, em favor de empresas localizadas em Foz do Iguaçu e municípios que relaciona, e acrescenta dispositivo a Lei nº 13.214/2001, que altera a legislação do ICMS, conforme especifica. . 13 INFRAESTRUTURA SOCIAL ... 14

Estabelecimento do Símbolo de Acessibilidade no Estado do Paraná... 14 PL 630/2020, de autoria do Dep. Subtenente Everton (PSL), que dispõe sobre a utilização do símbolo internacional de acessibilidade no Estado do Paraná. ... 14 Criação da Política Estadual de Segurança Pública e Defesa Social no Estado do Paraná ... 14 PL 642/2020, de autoria do Poder Executivo, que institui, no âmbito do Estado do Paraná, a Política Estadual de Segurança Pública e Defesa Social e dá outras providências. ... 14 INTERESSE SETORIAL ... 21 INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA ... 21

Determinação dos estabelecimentos comerciais do ramo de alimentação inserirem em seus respectivos cardápios, a utilização de produtos análogos ao queijo/requeijão ou lácteos no preparo dos alimentos ... 21 PL 623/2020, de autoria do Dep. Coronel Lee (PSL), que altera a Lei nº 19.599/2018, que

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dispõe sobre a produção e a comercialização dos queijos artesanais no Estado do Paraná.

... 21 Determinação aos estabelecimentos do ramo alimentício em informação ao consumidor quando o queijo e lácteos forem substituídos por similares ... 22 PL 631/2020, de autoria do Dep. Gilberto Ribeiro (PP), que dispõe sobre a obrigatoriedade dos estabelecimentos comerciais do ramo alimentício informar aos seus consumidores, sobre a composição dos alimentos comercializados, em caso de substituição de queijo e/ou outros lácteos por produtos análogos ou similares. ... 22 INDÚSTRIA DE EMBALAGENS ... 22

Proibição do uso de embalagens de material plástico reciclado no acondicionamento de alimentos e bebidas ... 22 PL 667/2020, de autoria do Dep. Gilberto Ribeiro (PP), que dispõe sobre o acondicionamento de alimentos e bebidas em embalagens constituídas por material plástico reciclado no âmbito do Estado do Paraná. ... 22 Determinação aos fabricantes de produtos para animais que insiram nas embalagens orientações sobre como denunciar casos de maus-tratos às autoridades ... 23 PL 690/2020, de autoria do Dep. Gilberto Ribeiro (PP), que obriga os fabricantes de produtos para animais a inserir nas embalagens orientações sobre como denunciar casos de maus-tratos. ... 23 INDÚSTRIA DO PLÁSTICO ... 24

Obrigação das casas noturnas e similares em disponibilizar aos consumidores tampa/protetor de copo, com entrada para canudo ... 24 PL 638/2020, de autoria da Dep. Maria Victória (PP), que dispõe sobre a obrigatoriedade de as casas noturnas disponibilizarem tampas ou proteções de copos aos consumidores em todo o Estado do Paraná. ... 24

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INTERESSE GERAL DA INDÚSTRIA AÇÕES DE COMBATE À COVID-19

Determinação sobre a estratégia de imunização no combate à Covid-19 no Estado do Paraná

PL 687/2020, de autoria do Dep. Michele Caputo (PSDB), Dep. Alexandre Amaro (REP) e Dep. Delegado Recalcatti (PSD), que dispõe sobre as diretrizes da estratégia de imunização para o combate da covid-19 no âmbito do Estado do Paraná.

Estabelece as diretrizes mínimas para que ocorra a imunização da população do Estado do Paraná, estabelecendo a observância quanto a:

Eficácia e segurança da vacina;

Sustentabilidade da estratégia de vacinação;

Formulação de Plano Estadual de Vacinação;

Avaliação de público alvo e faixa etária prioritária;

Priorização de regiões e municípios de maior incidência;

Adequação de locais de armazenamento;

Garantia de provimento dos insumos estratégicos, incluindo seringas e agulhas e;

Realização de campanhas de conscientização e incentivo à vacinação, inclusive para o enfrentamento de informações e notícias falsas.

Esta proposição entrará em vigor na data de sua publicação.

Para acessar a íntegra, clique aqui.

Tramitação: Recebido pela Diretoria de Assistência ao Plenário – 09/12/2020 Fonte: Sistema Fiep

Garantia do direito de escolha da população paranaense pela vacina da Covid-19

PL 703/2020, de autoria do Dep. Adriano José (PV), que regulamenta a aplicação do art.3º, inciso III, alínea “d”, da Lei Federal nº 13.979, de 2020, para assegurar o direito de o cidadão escolher, ou não, pela sua vacinação contra a Covid-19, no âmbito do Estado do Paraná.

Assegura ao cidadão paranaense o direito de escolha pela vacinação contra a Covid-19, estabelecendo que este direito é individual, ficando vedado ao Poder Executivo e ao gestor de saúde pública do Estado a determinação de vacinação compulsória da população.

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Os pais ou responsáveis legais por menores de 16 (dezesseis) anos ficarão responsáveis pela manifestação de vontade.

O Poder Executivo regulamentará a presente proposição.

Esta proposição entrará em vigor na data de sua publicação.

Para acessar a íntegra, clique aqui.

Tramitação: Recebido pela Diretoria de Assistência ao Plenário – 15/12/2020 Fonte: Sistema Fiep

REGULAMENTAÇÃO DA ECONOMIA

Criação do Selo Empresa Amiga da Primeira Infância no Estado do Paraná

PL 647/2020, de autoria do Dep. Gilberto Ribeiro (PP), que institui o Selo Empresa Amiga da Primeira Infância do Estado do Paraná.

Institui o Selo Empresa Amiga da Primeira Infância, destinado às empresas que cumprem a responsabilidade social de assegurar aos filhos de seus colaboradores à criação e o direito, ao lazer, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de coloca-la a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.

O selo será concedido de forma anual e terá validade de 1 (um) ano, podendo ser revogado a qualquer tempo dentro desse período, casos os requisitos de concessão deixem de ser atendidos.

A empesa deve ter como requisitos:

Possuir berçário para bebes e crianças de até 18 (dezoito) meses de idade no espaço da empresa;

Possuir creche no espaço da empresa para atendimento dos filhos de 0 (zero) a 3 (três) anos de idade de funcionários ou convênio com creche, desde que apresentado comprovação para a assistência;

Possuir brinquedoteca ou biblioteca destinada a crianças de 0 (zero) a 6 (seis) nos de idade;

Possuir espaço destinado à amamentação;

Possuir programas para gestantes para debates de assuntos relacionados à gravidez, como pré-natal, amamentação, banho, informações sobre depressão pós-parto e outros cuidados com os bebes;

Flexibilizar horário para funcionário que possuam filhos de 0 (zero) a 6 (seis) anos a fim de

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atender as necessidades da criança e;

Fomentar campanhas de adoção de criança e adolescente.

As empresas detentoras do selo ficam autorizadas a utilizar a informação e a marca gráfica do

"Selo Empresa Amiga da Primeira Infância" em peças publicitárias, embalagens e produtos e sítios eletrônicos. Este uso deve vir acompanhado do ano em que houve a outorga com os dizeres de que "O Estado do Paraná reconhece esta empresa como amiga da primeira infância"

O Poder Executivo regulamentará esta norma, em como definirá a forma de concessão.

Para acessar a íntegra, clique aqui.

Tramitação: Autuado na Diretoria Legislativa - 18/11/2020.

Fonte: Sistema Fiep

Disponibilização de informações das lojas virtuais que oferecem produtos e serviços com sede no Estado do Paraná, ou que os detentores do domínio na internet possuam domicílio no Paraná

PL 686/2020, de autoria da Dep. Maria Victoria (PP), que institui a obrigatoriedade de identificação completa das empresas sediadas no Estado do Paraná que operam comércio virtual, no respectivo site, e a obrigatoriedade de manutenção de SAC - Serviço de Atendimento ao Consumidor nos dias úteis.

Determina que as lojas virtuais que oferecem produtos e serviços com sede no Estado do Paraná, ou que os detentores do domínio na internet possuam domicílio no Paraná devem manter link específico em sua página inicial contendo informações como razão social, endereço completo, telefone, número de inscrição na Secretaria Estadual da Fazenda, número de inscrição no cadastro do Ministério da Fazenda e telefone para SAC - Serviço de Atendimento ao Consumidor, com funcionamento obrigatório nos dias úteis por, pelo menos, 8 (oito) horas diárias.

Estende-se essa obrigatoriedade aos sites de compras coletivas, de produtos e serviços, assim como às lojas virtuais que oferecem no mercado de consumo e contratam com o consumidor a venda de produtos e serviços fornecidos por terceiros.

O descumprimento desta proposição acarretará ao infrator multa não inferior a 100 UPF/PR (cem vezes a Unidade Padrão Fiscal do Paraná) e não superior a 100.00 UPF/PR (cem mil vezes a Unidade Padrão Fiscal do Paraná); suspensão temporária de atividade e; interdição da atividade.

Esta proposição entrará em vigor 90 (noventa) dias após a data de sua publicação.

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Tramitação: Recebido pela Diretoria de Assistência ao Plenário – 09/12/2020 Fonte: Sistema Fiep

QUESTÕES INSTITUCIONAIS

Autorização de alienação do potencial construtivo de imóveis de propriedade do Estado do Paraná

PL 669/2020, de autoria do Poder Executivo, que autoriza a alienação do potencial construtivo de imóveis de propriedade do Estado do Paraná e dá outras providências.

Acrescenta dispositivo à do Fomento e Incentivo à Cultura (PROFICE) - Lei nº 17.043/2011, determinando que os valores arrecadados com a alienação do direito de construir não utilizado de imóveis tombados de propriedade do Estado do Paraná, suas autarquias e fundações públicas.

Assim, autoriza o Estado do Paraná a alienar o direito de construir não utilizado dos imóveis de propriedade do Estado do Paraná, suas autarquias e fundações públicas, observada a legislação federal e a legislação dos municípios onde os imóveis estão localizados.

Os valores arrecadados com esta alienação serão destinados ao Fundo Estadual de Cultura (FEC), para aplicação de projetos de preservação, conservação, ampliação e recuperação do patrimônio material do Estado do Paraná. Os valores não utilizados deverão ser remetidos à conta única do Tesouro Estadual.

O direito de construir também poderá ser destinado a programas habitacionais de interesse público, ficando autorizada a sua transferência para entidades da Administração Pública criadas para esse fim.

A alienação do potencial construtivo observará a legislação que regula as licitações e contratos administrativos, inclusive quanto às hipóteses legais de permuta e dispensa de licitação.

Esta proposição entrará em vigor na data de sua publicação.

Para acessar a íntegra, clique aqui.

Tramitação: Recebido pela Diretoria de Assistência ao Plenário – 01/12/2020 Fonte: Sistema Fiep

Alteração do valor de referência de custas extrajudiciais - VRCEXT para os atos extrajudiciais e os valores das tabelas do regimento de custas

PL 676/2020, de autoria do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, que altera o valor de referência de custas extrajudiciais - VRCEXT para os atos extrajudiciais e os valores das

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tabelas do regimento de custas previstos na Lei nº 6.149/1970.

Determina que o Valor de Referência de Custas Extrajudiciais (VRCext), corrigido monetariamente pela variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de outubro de 2019 a setembro de 2020, passa a vigorar no valor de R$ 0,199 (cento e noventa e nove milésimos de real), a partir de 1 de janeiro de 2021.

Os valores das custas e dos emolumentos previstos na Lei nº 6.149/1970 passam a vigorar corrigidos monetariamente a partir de 1 de janeiro de 2021, em conformidade com as Tabelas VI, XI, XII, XIV, XV e XVI, constantes no anexo I desta proposição.

Para acessar o anexo I, CLIQUE AQUI.

Esta proposição entrará em vigor na data de sua publicação.

Para acessar a íntegra, clique aqui.

Tramitação: Recebido pela Diretoria de Assistência ao Plenário – 08/12/2020 Fonte: Sistema Fiep

Instituição do mês “Dezembro Transparente” no Calendário de Eventos do Estado do Paraná, visando a promoção de ações que implementem uma cultura de transparência, prevenção e combate à corrupção

PL 691/2020, de autoria do Dep. Evandro Araújo (PSC), que institui no Calendário Oficial de Eventos do Estado do Paraná o mês Dezembro Transparente, dedicado a promoção de ações que visem a implantação de uma cultura de transparência, prevenção e combate à corrupção durante todo o ano.

Institui o mês “Dezembro Transparente” no Calendário de Eventos do Estado do Paraná, visando a promoção de ações que implementem uma cultura de transparência, prevenção e combate à corrupção.

O objetivo é conscientizar a população em geral e dos agentes públicos sobre o dever de transparência da Administração Pública, dos mecanismos de acesso à informação previstos na Lei da Transparência – Lei nº 12.527/2011, bem como divulgar meios e canais de denúncias de supostas práticas de corrupção.

Da mesma forma, esta norma visa divulgar a missão institucional da Controladoria-Geral do Estado e sua atuação em relação à cultura de integridade e divulgar, ainda, o incentivo à promoção de atividades voltadas ao debate, reflexão e educação dos mencionados assuntos por escolas, instituições públicas, privadas e do terceiro setor, dentre outras.

O Poder Executivo regulamentará a presente proposição.

Esta proposição entrará em vigor na data de sua publicação.

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Tramitação: Recebido pela Diretoria de Assistência ao Plenário – 09/12/2020 Fonte: Sistema Fiep

Alteração do Valor de Referência de Custas (VRC) para os atos judiciais, os valores das tabelas do Regimento de Custas e as Notas da Tabela II do anexo I previstos na Lei nº 6.149/1970

PL 677/2020, de autoria do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, que altera o Valor de Referência de Custas (VRC) para os atos judiciais, os valores das tabelas do Regimento de Custas e as Notas da Tabela II do anexo I previstos na Lei nº 6.149/1970.

Determina que o Valor de Referência de Custas Judiciais (VRCjud), corrigido monetariamente pela variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de outubro de 2019 a setembro de 2020, passa a vigorar no valor de R$ 0,223 (duzentos e vinte e três milésimos de real, a partir de 1 de janeiro de 2021.

Os valores das custas e dos emolumentos previstos na Lei nº 6.149/1970 passam a vigorar corrigidos monetariamente a partir de 1 de janeiro de 2021, em conformidade com as Tabelas I, II, III, VII, IX, X, XVI, XVII, XVIII, XIX e XX, constantes no anexo I desta proposição.

Para acessar o anexo I, CLIQUE AQUI.

Esta proposição entrará em vigor na data de sua publicação.

Para acessar a íntegra, clique aqui.

Tramitação: Recebido pela Diretoria de Assistência ao Plenário – 08/12/2020 Fonte: Sistema Fiep

Criação do Fundo Especial de Gestão Patrimonial do Estado do Paraná – FGP, no âmbito da Administração Pública do Estado do Paraná

PL 670/2020, de autoria do Poder Executivo, cria o Fundo Especial de Gestão Patrimonial do Estado do Paraná - FGP e dá outras providências.

Institui Fundo Especial de Gestão Patrimonial (FCP), por meio da Secretaria de Estado da Administração e da Previdência (SEAP), que tem por finalidade a promoção de ações relativas à gestão do patrimônio da Administração Direta, com objetivo de racionalizar e aprimorar a aplicação de seus recursos, permitindo maior eficiência, eficácia e efetividade. Esta legislação deverá ser aplicada aos bens das autarquias e das fundações públicas estaduais no caso de adesão expressa do dirigente máximo.

DOS RECURSOS FINANCEIROS DO FUNDO

O FCP será composto pelos recursos provenientes da cessão ou concessão Onerosa do

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espaço público, da locação de imóveis estaduais, da alienação de bens imóveis classificados como bens dominicais, da alienação de bens móveis inservíveis, doações, transferências de outros entes, poderes, órgãos e entidades, bem como pelos rendimentos, Oriundos do próprio Fundo Especial, de aplicações no mercado financeiro. O FCP será unidade orçamentária subordinada à Secretaria de Estado da Administração e da Previdência — SEAP e o acompanhamento de seus gastos será realizado por meio de fonte vinculada de recursos, Essas receitas do FGP não integram o percentual da receita estadual destinada à Secretaria de Estado da Administração e da Previdência (SEAP), previstas na lei orçamentária anual.

O saldo positivo do FGP apurado no balanço ao final do exercício será transferido para o exercício seguinte, a crédito do mesmo Fundo.

Os recursos do FGP poderão ser destinados para adquirir imóveis de interesse público no âmbito do Poder Executivo Estadual, com incorporação realizada ao património do Estado do Paraná, e sob a administração da SEAP e; promover investimentos em infraestrutura imobiliária, promovendo ou financiando construções, reformas, ampliações, manutenções, adaptações, recuperações, reciclagens, adequações, ou regularizações de bens imóveis, destinados ao serviço público no âmbito do Poder Executivo Estadual.

DA GESTÃO DO FUNDO

O FGP será administrado por um Conselho Gestor, com função exercida a título gratuito de relevante interesse público, composto pelo Governador do Estado do Paraná; Secretário de Estado da Administração e da Previdência; Secretário Chefe da Casa Civil; Secretário de Estado do Planejamento e Projetos Estruturantes e; Secretário de Estado da Fazenda. A Presidência do Conselho Gestor será exercida pelo Governador do Estado do Paraná e a Secretaria Executiva pelo Secretário de Estado da Administração e da previdência. Os indicados poderão designar representantes com poderes específicos para participar das reuniões e deliberações do Conselho Gestor. As decisões serão tomadas pela maioria de seus membros e todos os membros do Conselho Gestor têm direito a voto.

Ao Conselho Gestor do FGP compete editar o regulamento do fundo, por meio de Resolução do Conselho Gestor. a ser publicado em veículo da Imprensa Oficial; deliberar sobre a melhor utilização e aproveitamento de bens imóveis do Estado e a redução do gasto com locações, com vistas ao uso compartilhado entre seus órgãos e unidades; deliberar sobre a aquisição, disposição, incorporação, oneração e alienação dos ativos imobiliários; deliberar sobre a alocação dos recursos do fundo e fiscalizar a sua aplicação; autorizar a venda de imóveis por valor de liquidação forçada, conforme o conceito da norma ABNT - NBR 14.653, ou outra que vier a substitui-la, desde que o imóvel já tenha sido objeto de tentativa de venda nos últimos 24 meses e não tenha havido interessados na sua aquisição pelo valor de mercado; seja considerado inservível e seus custos de manutenção sejam significativos em relação ao seu valor de avaliação, apurado em laudo técnico ou; seja considerado de baixa liquidez, apurado em laudo técnico.

O Secretário Executivo terá sob responsabilidade a gestão do FGP, administrando os recursos e deliberando sobre sua aplicação; formular diretrizes para a política estadual de gestão

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patrimonial do Estado; a elaboração da proposta orçamentária anual do FGI; planejar, acompanhar, avaliar, viabilizar e fiscalizar a realização das ações necessárias à consecução dos fins do FGI; promover a regularização dos imóveis destinados à alienação; promover a avaliação dos imóveis dominicais em conformidade com as normas técnicas de avaliação da ABNT — NBR 14653 ou outra que vier a substituí-la; VII - promover os processos de alienação de imóveis dominicais; encaminhar, sempre que necessário, ao Conselho Gestor, proposta técnica do melhor aproveitamento de bens imóveis do Estado, preferencialmente com seu uso compartilhado, evitando-se locações desnecessárias; elaborar estudos e propostas para melhor aproveitamento económico dos imóveis do Estado, inclusive em Parcerias Público- Privadas — PPP; elaborar estudos objetivando a implantação do Fundo de Investimento Imobiliário. XI - promover a análise da situação de todos os imóveis desocupados, recomendando a melhor destinação para cada imóvel; promover a análise de custos envolvidos em contratos de locação. bem como elaborar propostas de remanejamento de ocupantes aos imóveis desocupados a fim de reduzir custos; promover a revisão de todos os imóveis do Estado colocados à disposição de outras pessoas físicas ou jurídicas e; exercer outras atividades a serem estabelecidas por ato do Conselho Gestor.

DA ALIENAÇÃO DE IMÓVEIS, DA CESSÃO E DA CONCESSÃO ONEROSA DO ESPAÇO PÚBLICO

As avaliações dos imóveis, para fins de venda, permuta locação ou destinados à cessão ou concessão onerosa do espaço público, serão realizadas conforme os preceitos das normas técnicas da ABNT — NBR 14353 (Norma Brasileira de Avaliações de Bens e suas partes integrantes, de 1 a 7), com a especificação do grau de fundamentação e precisão atingidos, ou outra que vier a substituí-la. O preço mínimo para as alienações será fixado com base no valor de avaliação do imóvel, estabelecido em laudo, cujo prazo de validade será de, no máximo, 24 (vinte e quatro) meses.

A cessão ou concessão de uso de bens imóveis do Estado a pessoas físicas ou jurídicas terá caráter oneroso e precário. O caráter oneroso mencionado no caput poderá ser dispensado se o beneficiário for pessoa jurídica de direito público interno, entidade de assistência social sem fins lucrativos declarada de utilidade pública, para fins de assentamento de caráter social, ou outra hipótese juridicamente permitida.

Os procedimentos licitatórios para alienação dos bens públicos serão realizados integralmente por meio de recursos de tecnologia da informação, com a utilização de sistemas próprios ou disponibilizados por terceiros, mediante acordo ou contrato. Os leilões poderão ser realizados por servidores designados por Resolução da SEAP ou ato do Governador do Estado.

Na modalidade leilão poderão ser aplicados descontos sucessivos, até o limite de 25% (vinte e cinco por cento) sobre o valor de avaliação vigente. Na hipótese de concorrência ou leilão público deserto ou fracassado, os imóveis serão disponibilizados automaticamente para venda direta, aplicado o desconto de vinte e cinco por cento sobre o valor de avaliação. A compra de imóveis do Estado do Paraná disponibilizados para venda direta poderá ser intermediada por corretores de imóveis cadastrados no CRECI-PR, sorteados pelo órgão, sendo remunerados

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pelo comprador após efetiva alienação em até 1% (um por cento) do valor da transação imobiliária.

A lista de imóveis disponíveis para sorteio será apresentada pela SEAP ao CRECIPR ao final de cada processo licitatório deserto ou fracassado. O profissional liberal sorteado poderá alienar um imóvel por ano e não poderá concorrer no próximo sorteio.

A SEAP poderá realizar a alienação de imóveis do Estado do Paraná por lote, se esta modalidade implicar, conforme demonstrado em parecer técnico, em maior valorização dos bens; maior liquidez para os imóveis cuja alienação isolada seja difícil ou não recomendada;

outras situações decorrentes das práticas normais do mercado ou em que se observem condições mais vantajosas para a administração pública, devidamente fundamentadas.

Poderá, por ato do Conselho Gestor, ser realizada a permuta de imóveis de qualquer natureza de propriedade do Estado do Paraná. por imóveis edificados ou não, ou por obras, desde que demonstrado o interesse público e procedida a avaliação, sendo dispensada a licitação.

Qualquer interessado poderá apresentar proposta de permuta por imóveis do Estado, mediante requerimento específico à SEAP. O requerimento não gera obrigação para a administração pública permutar o imóvel ou direito subjetivo à permuta. A SEAP se manifestará sobre o requerimento e avaliará a conveniência e a oportunidade de permuta do imóvel. Na hipótese de manifestação favorável da SEAP, se o imóvel pertencente ao Estado não possuir avaliação dentro do prazo de validade, o interessado providenciará, às suas expensas, avaliação elaborada por avaliador habilitado ou empresa especializada de acordo com as normas técnicas da ABNT referidas.

Compete à SEAP homologar os laudos de avaliação e iniciar o processo de alienação do imóvel. A homologação da avaliação pela SEAP não constituirá nenhum direito ao interessado e a secretaria poderá desistir da alienação. As propostas apresentadas que não cumprirem os requisitos mínimos ou que forem descartadas de plano pela SEAP serão desconsideradas.

As propostas apresentadas nos termos do disposto neste artigo serão disponibilizadas pela SEAP em seu endereço eletrônico. Por ato, a SEAP disporá sobre o conteúdo e a forma do requerimento, devendo a SEAP realizar a elaboração de propostas de alienação para bens individuais ou lotes de ativos imobiliários do Estado; a execução de ações de cadastramento, de regularização, de avaliação e de alienação dos bens e; a execução das atividades de alienação dos ativos indicados. A realização das atividades descritas no caput do presente artigo poderá se dar a partir da contratação de empresas privadas, por meio de licitação;

bancos públicos federais ou empresas públicas, com dispensa de licitação ou por meio de;

convénios ou acordos de Cooperação com outros órgãos ou entidades públicas federais, estaduais ou municipais.

DA CONTABILIDADE DO FUNDO

A operacionalização contábil do fundo é exercida pela SEAP, por meio de sua unidade orçamentária e financeira. Aplica-se à administração financeira do FGI, no que couber, o

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disposto na Lei Federal nº 4.320/1964, no Código de Contabilidade e na legislação pertinente a contratos e licitações, bem como as normas e instruções baixadas pelo Tribunal de Contas do Estado. O FGP prestará contas da arrecadação e aplicação de seus recursos, nos prazos e na forma da legislação vigente.

As despesas previstas no plano de aplicação anual do FGP constituem obrigações legais para efeito do disposto no §2º do art. 90 da Lei Complementar Federal nº 101/2000, sem prejuízo da autonomia da Secretaria Executiva para, justificadamente, alterar ou retificar o plano anual de gastos durante o exercício financeiro.

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Compete à Secretaria Executiva propor a regulamentação desta lei ao Conselho Gestor, que deverá ser aprovada mediante Decreto.

Esta proposição entrará em vigor na data de sua publicação.

Para acessar a íntegra, clique aqui.

Tramitação: Recebido pela Diretoria de Assistência ao Plenário – 01/12/2020 Fonte: Sistema Fiep

SISTEMA TRIBUTÁRIO

Alteração na Lei que concede tratamento diferenciado do ICMS às indústrias de produtos eletroeletrônico, telecomunicação e informática, em favor das empresas localizadas em Foz do Iguaçu, acrescentando municípios

PL 688/2020, de autoria do Dep. Tiago Amaral (PSB), que Altera a Lei nº 14.895/2005, que dispõe sobre tratamento tributário em relação ao ICMS aos estabelecimentos industriais de produtos eletroeletrônicos, de telecomunicação e de informática, em favor de empresas localizadas em Foz do Iguaçu e municípios que relaciona, e acrescenta dispositivo a Lei nº 13.214/2001, que altera a legislação do ICMS, conforme especifica.

Altera a Lei que concede tratamento diferenciado do ICMS às industrias de produtos eletroeletrônico, telecomunicação e informática, em favor das empresas localizadas em Foz do Iguaçu – Lei nº 14.895/2005, abrangendo e estabelecendo os seguintes municípios: Foz do Iguaçu; Pato Branco; Francisco Beltrão; Dois Vizinhos; Apucarana; Campo Mourão; Cornélio Procópio; Guarapuava; Londrina; Medianeira; Ponta Grossa; Santa Helena e Toledo. Além destes, também os municípios com funcionamento, nesta data, de Universidade Federal Tecnológica.

A iniciativa visa fomentar a criação de novos polos tecnológicos no Paraná por meio do tratamento tributário diferenciado em relação ao ICMS.

Esta proposição entrará em vigor na data de sua publicação.

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Para acessar a íntegra, clique aqui.

Tramitação: Recebido pela Diretoria de Assistência ao Plenário – 16/12/2020 Fonte: Sistema Fiep

INFRAESTRUTURA SOCIAL

Estabelecimento do Símbolo de Acessibilidade no Estado do Paraná

PL 630/2020, de autoria do Dep. Subtenente Everton (PSL), que dispõe sobre a utilização do símbolo internacional de acessibilidade no Estado do Paraná.

Estabelece o Símbolo Internacional de Acessibilidade no Estado do Paraná, que deve ser inserido em todos os locais os públicos e privados que possibilitem o acesso, circulação e utilização por pessoas com deficiência, e em todos os serviços que forem postos à sua disposição ou que possibilitem o seu uso.

Os locais que deverão inserir o símbolo terão o prazo de 3 (três) anos após a publicação desta norma para realizarem as adequações necessárias.

O Poder Executivo promoverá campanhas que levem ao conhecimento dos cidadãos a existência e o significado do Símbolo Internacional de Acessibilidade.

Esta proposição entrará em vigor na data de sua publicação.

Para acessar a íntegra, clique aqui.

Tramitação: Autuado na Diretoria Legislativa – 16/11/2020 Fonte: Sistema Fiep

Criação da Política Estadual de Segurança Pública e Defesa Social no Estado do Paraná PL 642/2020, de autoria do Poder Executivo, que institui, no âmbito do Estado do Paraná, a Política Estadual de Segurança Pública e Defesa Social e dá outras providências.

DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Fica criada a Política Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (PESPDS), com a finalidade de preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do património, por meio de atuação conjunta, coordenada, sistémica e integrada dos órgãos de segurança pública e defesa social do Estado, da União e dos Municípios, em articulação com a sociedade, observada a Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS).

Para os efeitos desta Lei, considera-se como segurança pública a garantia que o Estado proporciona à sociedade, a fim de assegurar a Ordem Pública, com base no eficiente funcionamento dos órgãos do Estado. E considera-se defesa social como o conjunto de atividades desenvolvidas com a finalidade de restringir as vulnerabilidades e mitigar as

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ameaças à sociedade, visando a tranquilidade social.

DA POLÍTICA ESTADUAL DE SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL (PESPDS) DOS PRINCÍPIOS

Este programa tem como princípios o respeito ao ordenamento jurídico e aos direitos e garantias individuais e coletivos; a proteção, valorização e reconhecimento dos profissionais de segurança pública e defesa social; a proteção dos direitos humanos, respeito aos direitos fundamentais e promoção da cidadania e da dignidade da pessoa humana; a eficiência na prevenção, resolução pacífica de conflitos e no controle das infrações penais; a eficiência na repressão e na apuração das infrações penais; a eficiência na prevenção e na redução de riscos de incêndios, assim como na resposta a situações emergenciais que afetam a vida, o património e o meio ambiente; a participação e controle social; o uso seletivo ou diferenciado da força a proteção da vida, do património e do meio ambiente; a publicidade das informações não sigilosas; a promoção do ensino, pesquisa, desenvolvimento, inovação e tecnologia sobre ciências forenses, policiais, segurança pública e defesa social; a otimização dos recursos materiais, humanos e financeiros das instituições; a simplicidade, informalidade, economia procedimental e celeridade no serviço prestado à sociedade e; a relação harmônica e colaborativa entre os Poderes; a transparência, responsabilização ê prestação de contas.

DAS DIRETRIZES

São diretrizes deste programa o planejamento estratégico permanente e sistémico com o monitoramento e a avaliação das ações e resultados; o atendimento imediato ao Cidadão; o fortalecimento das ações de prevenção e resolução pacifica de conflitos, priorizando políticas de redução da letalidade violenta, com ênfase para os grupos vulneráveis; a atuação integrada entre as Secretarias de Estado, a União e os Municípios em apões de defesa social e politicas transversais para a preservação da vida, do meio ambiente, do patrimônio e da dignidade da pessoa humana; a coordenação, cooperação e colaboração dos órgãos e instituições de segurança pública nas fases de planejamento, execução, monitoramento e avaliação das ações, respeitando-se as respectivas atribuições legais e promovendo-se a racionalização de meios com base nas melhores práticas; a formação e capacitação continuada e qualificada dos profissionais de segurança pública e defesa social, em consonância com a matriz curricular nacional, com as diretrizes do Sistema Estadual de Ensino e do Ministério da Educação, naquilo que seja e comum aos cargos e no que seja próprio de cada carreira; o fortalecimento das instituições de segurança pública por meio de investimentos e do desenvolvimento de projetos estruturantes e de inovação tecnológica; a sistematização e compartilhamento das informações de segurança pública, prisionais, de rastreabilidade de armas e munições, de material genético, de biometria e de drogas; a atuação com base em pesquisas, estudos e diagnósticos em áreas de interesse da segurança pública; o atendimento prioritário, qualificado e humanizado às pessoas em situação de vulnerabilidade; a padronização de estruturas, de capacitação, de tecnologia e de equipamentos de interesse da segurança pública; a ênfase nas ações de policiamento de proximidade, com foco na resolução de problemas; a modernização do sistema e da legislação de acordo com a evolução social; a participação social nas questões

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de segurança pública e defesa social; a integração entre os Poderes no aprimoramento e na aplicação da legislação penal; a colaboração do Poder Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública na elaboração de estratégias e metas para alcançar os objetivos desta Política; o fomento de políticas públicas voltadas à reinserção social dos egressos do sistema prisional; o incentivo ao desenvolvimento de programas e projetos com foco na promoção da cultura de paz, na segurança comunitária e na integração das políticas de segurança com as políticas sociais existentes em outros órgãos e entidades não pertencentes ao sistema de segurança pública; a distribuição do efetivo de acordo com critérios técnicos; a promoção da integração de tecnologias, dados e informações coletados e geridos pelos sistemas de informação estaduais e os providos pelos órgãos congêneres de outros Estados e dos sistemas nacionais, garantindo a preservação do sigilo, o uso exclusivo das informações para a segurança pública e a geração de controles de auditoria; o incentivo à designação de servidores de carreira para os cargos de chefia, levando em consideração o posto/graduação, a capacitação, o mérito e a experiência do servidor civil ou militar estadual na atividade policial especifica; a celebração de termo de parceria e protocolos com agências de vigilância privada, respeitada a lei de licitações; o aprimoramento das ações de prevenção de incêndios e outros sinistros, promovendo integração interinstitucional e com a sociedade com foco principal na preservação da vida e incolumidade física das pessoas, bem como do meio ambiente e do património e; o incentivo às ciências forenses e o aprimoramento das ações de produção da prova técnico-científica.

DOS OBJETIVOS

São objetivos deste programa a contribuição para a redução da criminalidade e da violência, atuando na salvaguarda da vida, do meio ambiente e do património, fortalecendo os vínculos estabelecidos com a sociedade, promovendo os direitos fundamentais do cidadão; o fortalecimento da gestão estratégica institucional no que concerne ao processo de integração dos Sistemas de Segurança Pública e Defesa Social, de Justiça Criminal do Estado e órgãos do âmbito federal; o aprimoramento da política de gestão de pessoas, com açóes nas áreas de valorização profissional, de saúde, de qualidade de vida e de Segurança dos profissionais de segurança pública e defesa social; o incentivo a medidas para a modernização de equipamentos, da investigação e da perícia e para a padronização de tecnologia dos órgãos e das instituições de segurança pública; o estimulo e ampliação das ações de prevenção, controle e fiscalização para a repressão à violência e à criminalidade, notadamente contra os crimes violentos letais intencionais; a ampliação e fortalecimento das instâncias e os mecanismos de transparência, de participação e controle público, por meio de divulgação de dados e informações criminais de forma dinâmica e ampliada para a população; o estímulo a produção e publicação de estudos e diagnósticos para subsidiar a formulação e a avaliação de políticas públicas; a promoção a interoperabilidade dos sistemas de segurança pública; o incentivo e ampliação das ações de prevenção, controle e fiscalização para a repressão aos crimes transfronteiriços; o estímulo do intercâmbio de informações de inteligência de Segurança pública com instituições estrangeiras congéneres; a integração e compartilhamento das informações de segurança pública, prisionais, de rastreabilidade de armas e munições, de material genético, de biometria, de drogas e de defesa social entre os órgãos de segurança pública e o sistema de Justiça; o fomento e o aperfeiçoamento da aplicação e do cumprimento

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de medidas restritivas de direito e de penas alternativas à prisão; o fomento ao aperfeiçoamento dos regimes de cumprimento de pena restritiva de liberdade em relação à gravidade dos crimes cometidos; a racionalização e humanização do sistema penitenciário e outros ambientes de encarceramento; o estímulo ao ensino, a pesquisa, ao desenvolvimento, a inovação e a extensão relativas às ciências forenses, policiais à segurança pública e à defesa social dentro das academias e escolas de polícia; o estímulo ao desenvolvimento da rede de internacionalização da educação de segurança pública e defesa social, propiciando o intercâmbio de conhecimentos e boas práticas no âmbito nacional e internacional; o fomento a utilização das tecnologias de informação e comunicação para a ampliação da capacidade formativa no ensino policial, no contexto da atualização profissional e formação continuada; o fomento as ações permanentes para o combate ao crime organizado e à corrupção; o estabelecimento de mecanismos de monitoramento e de avaliação das ações de segurança pública e defesa social; a promoção de uma relação colaborativa entre os órgãos de segurança pública e os integrantes do sistema judiciário para a construção das estratégias e o desenvolvimento das ações necessárias ao alcance das metas estabelecidas; o estímulo da concessão de medidas protetivas em favor de pessoas em situação de vulnerabilidade; o estímulo da criação de mecanismos de proteção dos agentes públicos que compõem o sistema de segurança pública e de seus familiares; o fortalecimento dos mecanismos de investigação de crimes hediondos e de homicídios; o fortalecimento das ações de fiscalização e rastreabilidade de armas de fogo e munições, com vistas à redução da violência armada; o fortalecimento das ações de prevenção e repressão aos crimes cibernéticos; o fortalecimento das ações de prevenção a incêndios e outras emergências; o incentivo as medidas para modernização do combate a incêndios, dos salvamentos e da resposta a outras emergências e desastres; a ampliação da capacidade de resposta a emergências e desastres; a redução dos índices de tempo de resposta a emergências e desastres; o incentivo as ciências forenses e o aprimoramento das ações de produção da prova técnico-cientifica e; outros objetivos previstos em legislação específica. Estes objetivos devem direcionar a formulação do Plano Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (PESP), documento que estabelecerá as estratégias, as metas, os indicadores e as ações para o alcance desses objetivos.

Das Estratégias

GABINETE DO GOVERNADOR

Ficam estabelecidas como estratégias da Política Estadual de Segurança Pública e Defesa Social a integração, participação e cooperação federativa; interoperabilidade dos sistemas de segurança pública e defesa social; modernização da gestão das instituições de segurança pública e defesa social; a valorização e proteção dos profissionais das áreas de segurança pública e defesa social; o diagnóstico dos problemas a serem enfrentados; a avaliação continua das metas e dos resultados; a garantia da regularidade orçamentária para a execução de planos e programas de segurança pública e defesa social; formação continua e de qualidade para os profissionais de segurança pública e defesa social e; incentivo à pesquisa, desenvolvimento, inovação, ciência e tecnologia aplicadas à segurança pública e defesa social.

DOS MEIOS E INSTRUMENTOS

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Estabelece como meios e instrumentos da Política Estadual de Segurança Pública e Defesa Social o Plano Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (PESP) e de Aplicação dos Recursos do Fundo Estadual de Segurança Pública; o Sistema Estadual de Informações de Segurança Pública, Prisionais, de Rastreabilidade de Armas e Munições, de Material Genético, de Biometria e de Drogas; os fundos de financiamento da segurança pública e defesa social, asseguradas as transferências obrigatórias de recursos fundo a fundo e; os demais fundos e planos em andamento no Estado referentes às áreas de segurança pública e defesa social. A aplicação dos recursos provenientes dos fundos já existentes no Estado deverá continuar obedecendo as regras definidas em suas respectivas leis de criação.

DA FORMULAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL (PESP)

O Estado instituirá o Plano Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (PESP) destinado a propor ações e projetos e a articular as políticas públicas da área com a União, demais Estados Federados e Municípios. Este Plano Estadual referido, com duração de quinze anos, será elaborado pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SESP), mediante a promoção de consulta pública à sociedade e aos especialistas, com aprovação do Conselho Estadual de Segurança Pública e Defesa Social, e submetido ao Chefe do Poder Executivo Estadual para encaminhamento, por meio de Projeto de Lei, à Assembleia Legislativa.

O Plano Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (PESP) objetiva propor ações estratégicas de prevenção à criminalidade e à violência; sugerir metas de redução da criminalidade e da violência; promover a melhoria da qualidade da gestão das políticas públicas das áreas de segurança pública e defesa social; promover a melhoria da qualidade da gestão das políticas públicas para a prevenção de incêndios e o atendimento a emergências e desastres e; assegurar a produção do conhecimento sobre diagnóstico, definição de metas e avaliação dos resultados das políticas públicas nas áreas de segurança pública e defesa social.

A SESP deverá elaborar indicadores, ações estratégicas, metas, prioridades e formas de financiamento e gestão das políticas de segurança pública e defesa social, os quais deverão constar do Plano Estadual, devendo o plano ser reavaliado anualmente, de forma a verificar o cumprimento deste, adequar suas metas e elaborar recomendações aos gestores e operadores que executam as políticas de segurança pública e defesa social.

DA INSTITUIÇÃO DE METAS PARA ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DA POLITICA ESTADUAL DE SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL

As metas deverão ser fixadas, anualmente, pela SESP, com vistas à prevenção e à repressão das infrações penais e administrativas. A aferição anual das metas deverá observar a avaliação das atividades de polícia ostensiva e de preservação da ordem pública, que serão aferidas, dentre outros fatores, pela maior ou menor incidência de infrações penais e administrativas em determinada área, observando os parâmetros estabelecidos no âmbito nacional; a avaliação das atividades de polícia judiciária, que serão aferidas, dentre outros fatores, pela apuração de infrações penais, pelos índices de elucidação dos delitos, verificados a partir dos registros de

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ocorrências policiais, pela identificação e prisão dos autores dos crimes e pelo cumprimento de mandados de prisão relevantes à investigação e à instrução criminal; a avaliação das atividades do Corpo de Bombeiros Militar, que serão aferidas pelas ações de prevenção de incêndios e índices de tempo de resposta a emergências e desastres; a avaliação das atividades periciais, que serão aferidas, dentre outros fatores, pelos critérios técnicos periciais, observados os laudos periciais e o resultado na produção qualificada das provas relevantes à investigação e à instrução criminal; a avaliação da eficiência do sistema prisional que será aferida, dentre outros fatores, pelo aumento do número de vagas do sistema prisional e do número de presos exercendo atividades laboral e educacional; a avaliação das atividades de ensino, que serão aferidas, dentre outros fatores, pela quantidade e qualidade da produção cientifica dos docentes, discentes e egressos destas instituições de ensino, bem como pelo índice de aproveitamento dos discentes nos cursos.

As metas de redução da criminalidade e da violência e da excelência nas áreas de segurança pública e defesa social deverão estar contidas no Plano Estadual, observadas as metas fixadas no âmbito do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP). Anualmente, por ocasião da aferição das metas, será elaborado relatório contendo as recomendações aos gestores e operadores que executam as políticas de segurança pública e defesa social.

DA TRANSPARENCIA E DA INTEGRAÇÃO DE DADOS E INFORMAÇÕES

Fica instituído, no âmbito da SESP, o Sistema Estadual de Informações de Segurança Pública, Prisionais, de Rastreabilidade de Armas e Munições, de Material Genético. de Biometria e de Drogas, a ser regulamentado, com a finalidade de armazenar, tratar e integrar os dados e informações estaduais, de outros Estados da federação e do Sistema Nacional obtidos mediante Acordos de Cooperação, com vistas à análise, formulação, implementação, execução, acompanhamento e avaliação da segurança pública e defesa social; do sistema prisional, execução penal e assistência socioeducativa; do enfrentamento ao tráfico de armas e drogas ilícitas e outros crimes e; do fortalecimento da rede integrada de perfis genéticos.

O Sistema Estadual de Informações de Segurança Pública, Prisionais, de Rastreabilidade de Armas e Munições, de Material Genético, de Biometria e de Drogas objetiva proceder à coleta, análise, atualização, sistematização, integração e interpretação dos dados e informações das políticas públicas de que trata o artigo anterior; promover a integração e 0 compartilhamento das redes e sistemas de dados e informações sobre segurança pública e defesa social, sistema prisional e execução penal, enfrentamento ao tráfico de armas e drogas ilícitas e outros crimes; disponibilizar estudos, estatísticas, indicadores e outras informações para auxiliar na formulação, implementação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas públicas de que trata esta Lei e; garantir a interoperabilidade do sistema de dados e informações. Este Sistema de Informações adotará os padrões e critérios de segurança da informação do Estado, visando garantir a integridade, disponibilidade, confidencialidade e autenticidade das informações.

DA CAPACITAÇÃO. VALORIZAÇÃO, ATENÇÃO PSICOSSOCIAL E DE SAÚDE DO PROFISSIONAL DE SEGURANÇA PUBLICA

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DA CAPACITAÇÃO E VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL

Determina que a valorização profissional é instrumento de reconhecimento do trabalho desenvolvido pelos profissionais dos órgãos de segurança pública e defesa social, sendo implementada por meio de programas, projetos e ações voltados para coordenar, supervisionar e executar as atividades de educação gerencial, técnica e operacional, atendendo aos objetivos de contribuir, por meio de formação e capacitação, para o aperfeiçoamento técnico e cientifico dos profissionais de segurança pública e defesa social, possibilitando mudanças institucionais sob novos parâmetros de atuação profissional; de primar pela qualidade do ensino em Segurança Pública e Defesa Social, promovendo integração por meio da capacitação qualificada e continuada, fomentando a participação em cursos, seminários, congressos e outros eventos ofertados por instituições de ensino superior ou ensino policial;

de estimular e valorizar o desempenho profissional dos servidores civis e militares estaduais na área de segurança pública e defesa social e; de elaborar e implementar programa motivacional, visando ao reconhecimento de mérito e à valorização dos profissionais de segurança pública e defesa social.

DA ATENÇÃO PSICOSSOCIAL E DE SAÚDE NO TRABALHO

Determina que a atenção psicossocial e de saúde no trabalho destina-se a dar suporte às atividades dos integrantes que compõem o sistema estadual de segurança pública e defesa social, sendo implementada por meio de programas, projetos e ações que visem à prevenção à saúde, voltados à melhoria na qualidade de vida dos profissionais de segurança pública e defesa social, atendendo aos objetivos de apoiar e promover o sistema de saúde para os profissionais de segurança pública e defesa social; promover a atenção psicossocial e de saúde no trabalho dos profissionais de segurança pública e defesa social; de criar ambiente de trabalho focado na construção de um clima organizacional favorável para motivação da iniciativa dos profissionais de segurança pública e defesa social para a busca da excelência do resultado, bem-estar, segurança jurídica, qualidade da saúde física e emocional e apoio a seus familiares e; de implementar campanhas educativas, palestras e seminários, bem como a realização de pesquisas, dirigidas aos profissionais de segurança pública e defesa social.

Assim, fica autorizada a promoção do sistema habitacional destinado aos profissionais das áreas de segurança pública e defesa social.

DISPOSIÇÕES FINAIS

deverá ser realizada Conferência para debater as diretrizes e os objetivos do Plano Estadual no prazo de cada 5 (cinco) anos. O Estado do Paraná, por intermédio da SESP, deverá elaborar relatório anual a ser encaminhado à União, contendo ações e projetos que requeiram auxílio financeiro para sua implementação.

As dotações orçamentárias contemplarão as despesas decorrentes desta proposição, devendo ser suplementadas, caso necessário e de acordo com a viabilidade.

O Poder Executivo fica autorizado a regulamentar o disposto nesta norma, no que couber,

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fixando as normas complementares, necessárias à consecução dos objetivos pretendidos.

As ações decorrentes da presente política pública deverão ser realizadas de forma integrada com as demais políticas de Estado visando a ampliar os resultados e O alcance dos objetivos estratégicos.

Esta proposição entrará em vigor na data de sua publicação.

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Tramitação: Autuado na Diretoria Legislativa - 23/11/2020.

Fonte: Sistema Fiep INTERESSE SETORIAL INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA

Determinação dos estabelecimentos comerciais do ramo de alimentação inserirem em seus respectivos cardápios, a utilização de produtos análogos ao queijo/requeijão ou lácteos no preparo dos alimentos

PL 623/2020, de autoria do Dep. Coronel Lee (PSL), que altera a Lei nº 19.599/2018, que dispõe sobre a produção e a comercialização dos queijos artesanais no Estado do Paraná.

Acresce à Lei que dispõe sobre a produção e comercialização de queijos artesanais no Paraná – Lei nº 19.599/2018, a determinação dos estabelecimentos comerciais do ramo de alimentação, como bares, lanchonetes, pizzarias, restaurantes, panificadoras, pit-dogs, buffets, dentre outros similares inserirem em seus respectivos cardápios ou por meio de placas informativas, a utilização de produtos análogos ao queijo/requeijão ou lácteos no preparo dos alimentos, devendo constar a mensagem: “Este produto não é queijo”.

Ao consumidor deve ser disponibilizado todas as informações nutricionais e também os ingredientes utilizados na produção do produto, devendo constar de forma clara quando houver adição de substâncias como gordura vegetal hidrogenada, amido e amido modificado, possibilitando a aferição do produto quando solicitado pelo cliente.

O não cumprimento do disposto nesta norma acarretará ao infrator advertência e, em casos de reincidência, multa no valor de 20 UPF/PR (vinte vezes a Unidade Padrão Fiscal do Paraná).

Em nova reincidência, interdição do estabelecimento.

Esta proposição entrará em vigor na data de sua publicação.

Para acessar a íntegra, clique aqui.

Tramitação: Autuado na Diretoria Legislativa – 16/11/2020 Fonte: Sistema Fiep

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Determinação aos estabelecimentos do ramo alimentício em informação ao consumidor quando o queijo e lácteos forem substituídos por similares

PL 631/2020, de autoria do Dep. Gilberto Ribeiro (PP), que dispõe sobre a obrigatoriedade dos estabelecimentos comerciais do ramo alimentício informar aos seus consumidores, sobre a composição dos alimentos comercializados, em caso de substituição de queijo e/ou outros lácteos por produtos análogos ou similares.

Determina aos estabelecimentos do ramo alimentício, como bares, lanchonetes, restaurantes, pizzarias, panificadoras, buffets, sorveterias, empórios e similares, o dever de informar aos seus consumidores sobre a utilização de produtos análogos ao queijo/requeijão e lácteos no preparo dos alimentos servidos no estabelecimento.

A informação deverá constar no cardápio, também em modo eletrônico, quando for o caso, e em toda e qualquer forma de publicidade, com a expressão: "Este produto não é queijo e/ou requeijão".

Da mesma forma, deve ser disponibilizado ao consumidor todas as informações nutricionais e os ingredientes do produto substituto utilizado, de modo que traga clareza quando houver adição de substâncias como gordura vegetal hidrogenada, amido e amido modificado.

Quando solicitado, deverá o estabelecimento prestar essas informações, também, de forma verbal ao consumidor.

O descumprimento desta norma acarretará ao infrator advertência. Em casos de reincidência multa e, havendo nova reincidência, suspensão temporária da atividade. Estas penalidades deverão ser aplicadas após o regular procedimento administrativo, garantindo a ampla defesa.

Esta proposição entrará em vigor na data de sua publicação.

Para acessar a íntegra, clique aqui.

Tramitação: Autuado na Diretoria Legislativa - 16/11/2020.

Fonte: Sistema Fiep

INDÚSTRIA DE EMBALAGENS

Proibição do uso de embalagens de material plástico reciclado no acondicionamento de alimentos e bebidas

PL 667/2020, de autoria do Dep. Gilberto Ribeiro (PP), que dispõe sobre o acondicionamento de alimentos e bebidas em embalagens constituídas por material plástico reciclado no âmbito do Estado do Paraná.

Proíbe o uso de embalagens de material plástico reciclado para acondicionar alimentos e bebidas que serão disponibilizados aos consumidores, em todos os estabelecimentos comerciais do Estado do Paraná.

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O acondicionamento destes alimentos e bebidas podem ser realizados em embalagens constituídas por papel cartão encerrado com resina de origem vegetal, vidros, plásticos novos recicláveis, entre outros materiais que não sejam prejudiciais à saúde do ser humano, devendo conter na embalagem a informação de que o material utilizado não é reciclado, mas sim reciclável, podendo ser gravado no próprio objeto ou constar em etiqueta adesiva.

O descumprimento desta proposição acarretará ao infrator às penalidades previstas no Código de Defesa do Consumidor - Lei nº 8.078/1990.

Esta proposição entrará em vigor 90 (noventa) dias após a data de sua publicação.

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Tramitação: Recebido pela Diretoria de Assistência ao Plenário – 30/11/2020 Fonte: Sistema Fiep

Determinação aos fabricantes de produtos para animais que insiram nas embalagens orientações sobre como denunciar casos de maus-tratos às autoridades

PL 690/2020, de autoria do Dep. Gilberto Ribeiro (PP), que obriga os fabricantes de produtos para animais a inserir nas embalagens orientações sobre como denunciar casos de maus-tratos.

Determina aos fabricantes de produtos para animais, como rações, produtos de higiene, medicamentos, entre outros itens, que insiram nas embalagens orientações sobre como denunciar casos de maus-tratos às autoridades.

A orientação deve constar nas embalagens destes produtos de forma que seja de fácil localização, com a frase: “Maus-tratos contra animais é crime – Denuncie em qualquer delegacia da Polícia Civil ou através da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, para ocorrências em andamento, ligue para a Polícia pelo número 190 ou 156”.

A fiscalização quanto ao cumprimento desta norma, bem como a aplicação de sanção, ficará sob responsabilidade dos órgãos competentes da Administração Pública e o descumprimento desta legislação acarretará ao infrator multa de 50 UPF/PR (cinquenta vezes a Unidade Padrão Fiscal do Estado do Paraná).

As despesas decorrentes da execução desta proposição correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.

O Poder Executivo regulamentará a presente norma no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data de sua publicação.

Esta proposição entrará em vigor 180 (cento e oitenta) dias da data de sua publicação.

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Tramitação: Recebido pela Diretoria de Assistência ao Plenário – 09/12/2020 Fonte: Sistema Fiep

INDÚSTRIA DO PLÁSTICO

Obrigação das casas noturnas e similares em disponibilizar aos consumidores tampa/protetor de copo, com entrada para canudo

PL 638/2020, de autoria da Dep. Maria Victória (PP), que dispõe sobre a obrigatoriedade de as casas noturnas disponibilizarem tampas ou proteções de copos aos consumidores em todo o Estado do Paraná.

Determina às casas noturnas, casas de shows e similares, localizadas no Estado do Paraná, a obrigação de disponibilizar tampas ou proteções de copos acompanhados de canudos, aos seus consumidores, independente da bebida solicitada. Destaca-se que esta proteção poderá ser confeccionada em papel ou qualquer outro material reciclável e deverá conter uma pequena abertura, para inserir o canudo.

Para fins desta legislação, considera-se casas de shows, casas noturnas e similares aquelas que funcionam em qualquer horário compreendido entre as 00h00 e às 6h, bem como os que comercializam bebidas alcoólicas para consumo no interior do estabelecimento. Da mesma forma, os que possuem alvará de funcionamento para 100 (cem) ou mais pessoas.

Os estabelecimentos contemplados nesta norma deverão dispor em cartazes a informação:

"Proteja o seu copo. Solicite aqui o seu protetor", de forma legível, em fonte 36 (trinta e seis) ou superior, e fixado em local de fácil visualização.

O descumprimento desta proposição acarretará ao infrator as sanções civil e criminal pelos danos, material e moral, que venham ser provocados aos seus consumidores, sem prejuízo das penalidades administrativas aplicadas pelos órgãos e entidades competentes.

Esta proposição entrará em vigor 120 (cento e vinte) dias após a data de sua publicação.

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Tramitação: Autuado na Diretoria Legislativa - 17/11/2020.

Fonte: Sistema Fiep

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NOVOS PROJETOS DE LEI: Publicação Semanal da Gerência de Relações Governamentais da Federação das Indústrias do Estado do Paraná - Fiep. Este material é protegido por direito autoral, e sua reprodução total ou parcial está autorizada, desde que realizada a devida citação de fonte, sendo proibida a exploração comercial do mesmo.

Referências

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