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O uso do vídeo na educação

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Academic year: 2023

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Resumo: O objetivo deste trabalho foi verificar como a vídeo-educação é utilizada no ensino presencial e tentar elaborar um panorama dos problemas que podem surgir com seu uso na educação a distância mediada por TI - E@D. Portanto, o objetivo deste trabalho é verificar como a videoeducação tem sido utilizada no ensino presencial e tenta fazer uma pesquisa sobre os problemas que podem surgir na sua utilização na E@D.

A ESCOLA, O PROFESSOR E A TECNOLOGIA

A escola e o professor

  • O espaço de produção do conhecimento
  • A tecnologia no ambiente educacional

Os meios de comunicação de massa e as suas imagens, especialmente a televisão, constroem agora a rede de relações sociais, tornando-as muito menos estáveis ​​do que antes.11. No momento em que os sujeitos sociais utilizem sua linguagem como instrumento de comunicação humana, a linguagem, como fenômeno autoconstitutivo e comunicativo, cumprirá seu papel integrador privilegiado.

O discurso da videoeducação

É extremamente difícil avaliar a importância da televisão como instituição de socialização, devido à complexidade deste processo, em que a internalização das normas e valores transmitidos depende também da aceitação ativa das crianças e adolescentes, que atribuem - ou não - legitimidade para eles.41. Mas não podemos deixar de pensar que nós próprios, em parte e na sua maioria, no total, estamos a formar a nossa compreensão do mundo a partir das imagens e sons das produções cinematográficas e televisivas.

Tipos de vídeoeducativos

Iser afasta-se da literatura para tentar identificar o que de nós – seres humanos – é apresentado nela, argumentando que tanto o ficcional quanto o imaginário são seus elementos constitutivos, uma vez que “ambos existem como experiências cotidianas”46 e caracterizam disposições antropológicas, aquelas que vão para além da dimensão literária e que também desempenham um papel no nosso quotidiano. Para ele, o ficcional depende do imaginário para concretizar plenamente o que se propõe alcançar. Dada a sua natureza unidirecional e por não tratar da dimensão pragmática, cabe ao imaginário criá-la. Assim, os chamados vídeos populares enfatizariam uma abordagem direta ao cotidiano, às condições de vida e às lutas dos trabalhadores em geral, reunindo depoimentos e imagens de diferentes categorias ocupacionais - entre as quais enfatizariam as doenças inerentes a determinadas profissões, acidentes de trabalho, greves, questão das creches e experiência sindical.

Os filmes geralmente podem ser divididos em diversos segmentos, entre eles: propaganda (curta duração, de trinta segundos, voltada à comercialização de produtos e campanhas publicitárias, públicas ou privadas); Em termos de tempo de exibição, podem ser classificados em: curta-metragem, média-metragem e longa-metragem (este é recomendado para públicos onde houve pré-estreias mais extensas, dada a sua longa duração) e, por não serem produzidos para métodos educativos, devem cumprir objetivos claros para que seu desempenho seja otimizado.

Abordagens e possibilidades de uso

Os vídeos (= filmes) são apenas um desses recursos e cabe ao professor utilizá-los e manipulá-los adequadamente. Conhecimento, por parte do videoeducador, das categorizações básicas reconhecidas mundialmente para a execução de um filme, da manipulação eficiente dos materiais disponibilizados, bem como da perspectiva investigativa de como pretende abordar questões importantes para o grupo. em que trabalha, não só esclarece a sua tarefa de identificar o tipo de filme com que gostaria de trabalhar, como também permite despertar a curiosidade e o interesse dos alunos pelos temas abertos à discussão. Atuando nesta perspectiva dialógica, a videoeducação também promoverá as condições necessárias para definir novas formas de ensinar e aprender, exigidas numa educação crítica voltada para o novo.

A E@D como instrumento pedagógico

Apesar de ser prerrogativa de uma casta exclusiva de estudiosos, o prisma da escrita moldou a visão de mundo de muitas civilizações desde os tempos antigos. Que contradições poderiam legitimar movimentos e procedimentos de mudança compatíveis com as exigências de uma sociedade que estabelece a alfabetização tecnológica para os seus pares; e quais são as possibilidades do E@D neste contexto. A referência cognitiva neste caso parte de uma realidade virtual acessível a um grande público – o ciberespaço – onde ocorrem interações inéditas entre produtores e destinatários.

A necessária distinção entre ensino e ensino a distância delimita, portanto, os limites de um ato educativo (do qual o ensino é apenas uma parte), realizado num espaço de interação contínua, no qual se estrutura o processo de ensino-aprendizagem. Nessas circunstâncias, busca-se o desenvolvimento integral autoestruturado, autogerido e autodirigido do indivíduo, possivelmente a partir de uma relação dialógica mediada pela interação múltipla.

A E@D na formação do professor

Assim, responder às exigências da E@D no processo integral, através da formação de profissionais e de uma necessária recontextualização pedagógica, significa buscar a otimização de recursos e práticas, uma aprendizagem colaborativa que responda às questões sobre os requisitos para atendimento das necessidades humanas para resiliência. . Portanto, parece-nos importante ressaltar que, juntamente com o profissional da educação, o computador se apresenta, ao mesmo tempo, como ferramenta de produção de trabalho, repositório de informações e instrumento de mediação na construção do conhecimento autônomo . ; ampliar seu alcance, voltado para o coletivo, e possibilitar que os sujeitos se projetem cada vez mais nos espaços de participação; mesmo que se baseie numa proposição ideológica em que cada pessoa tem o seu lugar pré-determinado na estrutura social.

O vídeo na E@D

Usaremos a extensão dessas relações para formar um leitor habilidoso, capaz de atribuir significados e gerar significados, para criar leituras significativas em diferentes códigos: na literatura, na cinematografia, na fotografia; que seja capaz, aliás, de uma reflexão crítica sobre os resultados dessas ações na sociedade, nos valores que estruturam uma pessoa e no sentido da educação, incluindo a E@D.

A VIDEOEDUCAÇÃO EM AMBIENTES PRESENCIAIS

Descrição do trabalho de campo

Um deles na rede pública municipal (Centro de Artes) e os outros dois na rede estadual e privada: biologia e inglês. Depois de transpor a primeira etapa e com o objetivo de apresentar um perfil observacional que não se limite ao âmbito das escolas públicas, decidimos realizar primeiramente entrevistas em escolas que atuam nos chamados campos da educação com trabalho, da rede municipal de ensino. da capital do estado do Rio de Janeiro, o que corresponde a dez CREs (Coordenadorias Regionais de Educação) existentes. Decidimos então combinar a pesquisa com outras três instituições representativas da educação brasileira, também localizadas no município do Rio de Janeiro: o Colégio Pedro II na esfera federal e duas escolas profissionalizantes estaduais (uma delas com curso de formação de professores). escola.

Na 1ª região CRE (localizada no centro financeiro da cidade do Rio de Janeiro): CP II – Colégio Pedro II; na região 2ª CRE, o ISERJ – Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro, também conhecido como Instituto de Educação (na Tijuca, Zona Norte); por fim, na região da 5ª CRE, a FAETEC – Escola Técnica Estadual Visconde de Mauá, localizada no bairro Marechal Hermes (zona oeste); as outras sete unidades escolares municipais completariam o número desejado para o desenvolvimento do trabalho proposto, conforme descrito na Tabela 3. Na rede municipal de ensino, os diretores das sete CREs restantes – sem exceção – responderam prontamente.

Dados levantados

Quanto à utilização de recursos audiovisuais incorporados aos projetos desenvolvidos pela escola, as respostas foram igualmente divididas: 50%. Questionados sobre como identificam a aprendizagem dos alunos, em situações de uso e não uso de vídeos, os professores entrevistados mais uma vez reconheceram a ajuda significativa que o uso de recursos - especialmente recursos audiovisuais - oferece às atividades educativas, de caráter bem planejado e despertador de curiosidade. e aumentando o interesse entre os alunos. Relataram também que consideram o uso do vídeo responsável por aumentar o interesse, a curiosidade, o aproveitamento e a crítica nas produções acadêmicas; que reforça e incentiva uma melhor compreensão e manipulação do que está representado nos laboratórios (no caso da FAETEC); Somente os professores que ficam na sala de leitura estão isentos de suas opiniões.

Disseram que também são importantes, mas endossam o uso do vídeo, mesmo que dependa do recurso e da sua adequação; no entanto, alguns alunos ainda apresentam aprendizagem frequente. Concluímos a entrevista perguntando aos professores quais foram as contribuições mais importantes do uso do vídeo para suas vidas profissionais e pessoais.

Gráfico geral de utilização dos filmes Usa o filme didático Não usa o filme didático Usa o filme comercial Não usa o filme comercial Usa o filme publicitário Não usa o filme publicitário
Gráfico geral de utilização dos filmes Usa o filme didático Não usa o filme didático Usa o filme comercial Não usa o filme comercial Usa o filme publicitário Não usa o filme publicitário

Análise dos dados levantados

Independentemente de a pesquisa priorizar a rede pública de ensino, os professores que lecionam na rede privada, apesar das exigências de utilização mais intrusivas e dos melhores recursos operacionais, consideraram de maior relevância o trabalho realizado nas escolas públicas. Embora este conceito espacial seja flutuante, têm sido apresentados vários tipos de salas: uma sala com mesas e cadeiras e dispositivos eletrónicos, noutros casos uma videoteca onde, além do acervo, existe um espaço de debate, tapetes e almofadas (para os segmentos de educação infantil), mural com. Mesmo utilizando câmeras de vídeo com alguma frequência, não há otimização de espaço por parte dos professores; É importante que todos os educadores envolvidos nas dinâmicas educativas possam explorar plenamente o acervo disponível, imaginando, avaliando e proporcionando oportunidades para um ensino de qualidade.

Ao compararmos as respostas, apesar de gostarem de trabalhar com vídeos, parece-nos que os professores negligenciam os diferentes tipos de filme, utilizando-os sem considerar as suas especificidades, pelo que é necessário um conhecimento mínimo básico de argumento, iluminação, fotografia, etc. ., afinal, o que caracterizará a riqueza de um filme é a sua diversidade e capacidade agregadora de satisfazer os gostos das crianças e dos jovens e, ao mesmo tempo, de satisfazer os adultos. Todos os professores, sem exceção, acrescentam que consideram a videoeducação como uma mudança qualitativa no desenvolvimento do seu trabalho e em relação à sua vida pessoal, mesmo que ocasionalmente enfrentem dificuldades para alcançar conquistas nas suas atividades diárias profissionais.

ENTRAVES E BENEFÍCIOS NA E@D

Embora exista uma vasta literatura sobre NTIC – especialmente sobre TV e TI, ainda encontramos poucos exemplos de uma abordagem específica ao ensino por vídeo e, associados à E@D, nenhum. Para tanto, o rompimento com referências e (pré)conceitos está ligado à profissão docente e à imagem do educador como apostolado e sacerdócio, humildade e obediência. Condição sine qua non para a chegada desse professor-aluno – em situação de aprendizagem constante. 4º Dou prévias sobre o tema a ser ministrado e após utilizar o vídeo abro uma discussão dos pontos não corrigidos.

10º acelera, desencadeia/outros: há momentos em que o uso do vídeo acelera a compreensão e, em outros, provoca-a. 9. Além de uma aprendizagem mais eficaz, os alunos questionam mais e posicionam-se de forma mais crítica. CRIAR MUDANÇAS NA AULA USANDO O VÍDEO 1º Percebo que os alunos com problemas de expressão escrita melhoram.

Pessoalmente, o que mais me chama a atenção é o aspecto estético, que está presente nos mais diversos gêneros de vídeo; incluindo o aspecto técnico da criação de vídeo.

Imagem

Gráfico geral de utilização dos filmes Usa o filme didático Não usa o filme didático Usa o filme comercial Não usa o filme comercial Usa o filme publicitário Não usa o filme publicitário

Referências

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Como forma de contribuir com a melhoria efetiva da qualidade do Ensino de Arte, sobretudo pela via da atualização permanente dos profissionais da arte-educação, o Polo Regional Arte na