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Obrigação alimentar

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Academic year: 2023

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Obrigação subsidiária de alimentos imputáveis ​​à linha sucessória em caso de incapacidade dos obrigados na linha direta, 2018. Esta pesquisa analisará os limites e alcance da obrigação alimentar prevista em lei, bem como suas possibilidades e hipóteses. atribuição.

Previsão dos alimentos no código civil

Conceito e natureza dos alimentos

Pressupostos da obrigação alimentar

Classificação dos alimentos

Legítimos

Voluntários

A doutrina identifica de forma uniforme, inclusive com respaldo na lei, duas ordens distintas de obrigações alimentares dos pais para com os filhos: uma decorrente do poder paterno, consubstanciada na obrigação de sustentar os filhos durante a menoridade (CC, art. 231). ). , 4); e outra, mais ampla, de caráter geral, fora do poder do país e ligada à relação de parentesco em linha reta. O Estatuto do Idoso, em consonância com a política pública (art. 3º), garante celeridade no processo, o que impede a intervenção de outros potenciais devedores de alimentos.

Indenizatórios

Espécies de alimentos

Provisórios

Tais alimentos seguem o ritual previsto na Lei de Alimentação, ou seja, deve ser seguido um ritual especial. Para estabelecê-los é necessária a comprovação do parentesco, através de comprovação pré-estabelecida através da certidão de nascimento ou de casamento, se for o caso. Trata-se de uma antecipação das consequências da sentença, o que constitui tutela antecipada de urgência satisfatória, conforme previsto no Código de Processo Civil, no artigo 300, que dispõe que “a tutela de urgência será concedida quando houver elementos que demonstrem a probabilidade do direito e o perigo de dano ou risco para o resultado útil do processo”.

No caso da pensão alimentícia provisória, não há necessidade de se falar em periculum in mora, pois basta a produção de provas pré-estabelecidas.

Provisionais

Definitivos

Ressalte-se que, no que se refere à pensão alimentícia definitiva, esta será devida tão logo seja determinada por sentença ou acordo, ou seja, só poderá ser cobrada a partir daí, visto que o princípio que rege a pensão alimentícia é o atual situação, não há razão para se falar em recolhimento de alimentos não reclamados anteriormente, sob pena de prescrição, nos termos do artigo 206, §2º do Código Civil, que dispõe que o prescreve “por dois anos, o pedido de benefícios alimentares, a partir da data em que expirarem." No capítulo anterior desta pesquisa foi abordada a conceituação, classificação, bem como a natureza dos alimentos, mas antes de prosseguir com o assunto deste trabalho, é necessário analisar o que serve de base ao assunto, portanto, Este capítulo terá como foco a explicação de cada um dos princípios da doutrina utilizada pela jurisprudência e entre esses princípios que serão explicados a seguir estão aqueles constantes do texto da Carta Magna de 1988. os princípios são os pontos de partida, servem como orientação, e em relação à questão alimentar, que está prevista no Código Civil Brasileiro de Direito de Família, são estes que protegem sua aplicação.

Conforme explicado, ficará claro que cada princípio tem uma ligação entre si, ou seja, servem como complemento, existe uma ligação entre cada um deles, que será disposta a seguir.

Princípio da proteção da dignidade da pessoa humana

Com efeito, a escolha da dignidade da pessoa humana como fundamento da República está ligada ao objectivo fundamental de erradicar a pobreza e a marginalização, bem como de reduzir as desigualdades sociais, juntamente com o disposto no §2º do artigo 5º, no sentido de não exclusão de direitos e garantias, ainda que não expressos, mas em consequência dos princípios adotados pelo texto maior, constituem uma genuína cláusula geral de proteção e promoção da pessoa humana, tomada como valor máximo da sistema legal. Assim, tal cláusula deve inevitavelmente regular todas as relações jurídicas reguladas pela legislação infraconstitucional, dentro de qualquer ramo do direito, e principalmente no âmbito do direito de família, por se tratar de um ramo do direito civil com características especiais, está integrado por conjunto de normas que rege as relações de direito da família regidas por elevados interesses morais e bem-estar social.

Princípio da solidariedade familiar

Princípio da igualdade entre cônjuges e companheiros

Princípio da não intervenção ou da liberdade

Princípio do maior interesse da criança e do adolescente

Este princípio tem correlação com outro princípio denominado autonomia privada, ao passo que as relações familiares devem ser dotadas de autonomia desde que se enquadrem nos ditames legais. Este princípio tem por finalidade coibir a intervenção estatal no âmbito das relações familiares e tem como função proporcionar mecanismos que possibilitem o exercício deste poder familiar. A intervenção só poderá ocorrer nas situações previstas na lei que tornem possível tal actuação. por exemplo, no caso do princípio do melhor interesse da criança e do adolescente, que será analisado a seguir. profissionalização, cultura, dignidade, respeito, liberdade e convivência familiar e comunitária. A Convenção Internacional de Haia reconhece este princípio e garante o interesse superior da criança.

À luz dos dispositivos acima, surge a percepção de que o princípio do melhor interesse das crianças e adolescentes está amparado constitucionalmente e também em outros diplomas legais, que visam proteger e garantir os direitos diante de sua vulnerabilidade.

Princípio da afetividade

Princípio da função social da família

A presente pesquisa concluiu no que diz respeito ao estudo deste princípio que a afetividade é um princípio jurídico e também um elemento gerador de obrigações alimentares, conforme consta da segunda declaração número 341 da IV Conferência de Direito Civil de 2006. Portanto, quando tão logo ao olharmos mais de perto quem são os detentores do poder familiar, chegamos à questão central deste trabalho, pois o problema diz respeito a quem deve ser imposta a obrigação de alimentos e quais são os conhecimentos jurisprudenciais sobre estes temas. Dependendo da obrigação alimentar, esta pode ser considerada tanto um dever como um ônus, pois, quando o cumprimento for estabelecido por lei, caberá ao sujeito da obrigação prestar o cumprimento necessário.

Quando se fala em dever de alimentos, este traduz-se, portanto, no dever de cumprir uma ordem que decorra da lei em consequência de laços familiares ou mesmo por causa de uma ligação que originou tal exigência, como por exemplo responsabilidade por indenização.

Sujeitos da obrigação alimentar

Os cônjuges separados também têm o dever de contribuir proporcionalmente para a manutenção dos filhos, razão pela qual o art. Conforme discutido no tópico anterior e com a análise do que dispõe o Código Civil, fica evidente a visão de que os pais têm o dever de sustentar os filhos, porém podem existir situações em que não queiram tais condições ou até mesmo por óbitos . Com base no que se extrai do referido texto constitucional, conclui-se que a família desempenha o papel principal no desenvolvimento do indivíduo, ou seja, que a obrigação de sustento cabe principalmente a quem tem sangue ou mesmo vínculo emocional, que i.a. já consolidado pela doutrina e jurisprudência brasileira.

No entanto, o dever de apoio não se limita ao indivíduo em desenvolvimento, mas as crianças também têm o dever de apoiar os pais. Em contrapartida, o dever de sustento difere da obrigação de alimentos que resulta pura e simplesmente da relação de parentesco ou de amor, ainda que diga respeito a pais e filhos. De acordo com o que foi discutido durante este trabalho, permanece evidente a importância da alimentação, dado o seu caráter solidário, visando satisfazer toda e qualquer necessidade do ser humano que se encontra em uma situação que o obriga a atender, tem-se o dever de prestar tal assistência. para garantir o sustento de alguém.

Entendimento jurisprudencial acerca dos sujeitos da atribuição da

Poder familiar e o dever de sustento

229 da CF, “os pais têm o dever de assistir, criar e educar os filhos menores, e os filhos mais velhos têm o dever de ajudar e apoiar os pais na velhice, necessidade ou doença”. O Código Civil, por sua vez, impõe o dever de sustento, guarda, habitação, recreação, vestuário, cuidados de saúde e educação, entre outros, entre ambos os cônjuges para com os filhos, sejam eles menores ou mesmo no caso de filhos mais velhos. cumpram os requisitos que comprovam a necessidade de receber alimentos, os progenitores que sofram a perda do poder parental, caso não cumpram essas instruções e sejam ainda responsabilizados criminalmente pelo abandono material, nos termos do art. Na obrigação decorrente do poder nacional, o dever de sustento dos pais existe, portanto, no momento em que a minoria continua, enquanto a obrigação decorrente de laços de sangue ou de relações amorosas se baseia na impossibilidade de a pessoa ser alimentada. fornecer meios para a sua própria sobrevivência e assim justificar o pedido de alimentos.

A doutrina é unânime, na perspectiva do CC/2002, em afirmar que o dever de prestação de alimentos recíprocos entre pais e filhos não tem caráter solidário, porque é solidário.

Maioridade civil e os deveres da prestação alimentar

Conforme mencionado, o poder familiar perdura enquanto a pessoa ainda não atingiu a maioridade, ao passo que após a sua extinção, as circunstâncias relativas à alimentação passam por outras regras e então ocorre a reivindicação, que abrirá apenas uma exceção. Esta regra. , situações específicas, que serão definidas no tópico a seguir. Daqui decorre que ao atingir a maioridade, em regra, cessam as responsabilidades que cabem aos pais, enquanto os filhos ainda são menores. Contudo, a exclusão da alimentação não ocorrerá apenas nos casos em que, mesmo depois de atingir a maioridade, a criança se encontre numa situação temporária ou permanente que a impossibilite de se sustentar.

Dessa forma, a legislação processual civil é amparada por mecanismos para que seja cumprida nos seus exatos termos, conforme será discutido no tópico seguinte.

Inadimplemento e suas consequências

Porém, a lei, além de fornecer essas instruções, também está dotada de mecanismos para garantir o cumprimento da obrigação. O direito processual civil prevê diversos mecanismos como forma de proteger a observância dos alimentos, que em caso de falta de pagamento, podem ser cobrados através de desconto diretamente na folha de pagamento, através de desconto em parte do faturamento da empresa, através de dedução em a renda. , através da criação de capital, da prisão civil ou da expropriação. A falta de resgate expresso contra tal medida não impede o protesto quando da execução dos alimentos determinados em título executivo extrajudicial”.

Além das modalidades acima mencionadas, existe também a possibilidade de desapropriação, ou seja, o devedor é obrigado a transferir uma parte dos seus bens para o credor, como forma de cumprir o empréstimo executado.

Referências

Documentos relacionados

No âmbito da lei 12.608 de 2012, que instituiu a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil PNPDEC Brasil, 2012, o presente artigo tem como objetivo apresentar considerações acerca do