• Nenhum resultado encontrado

Ondina Machado de Marichal.pdf - Univali

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2023

Share "Ondina Machado de Marichal.pdf - Univali"

Copied!
145
0
0

Texto

Autocuidado: as possibilidades de transformação no cotidiano de professores de enfermagem / Ondina Machado de Marichal. Ortega (1999, apud KOHLS, 2004) diz que “a inquietação da alma é considerada a atividade mais importante do autocuidado.

OBJETIVOS

Objetivo Geral

Objetivos Específicos

CONCEITOS DE CUIDADO DE SI

Para Foucault (2008), há dois pontos a serem considerados: a universalidade do autocuidado e o autocuidado ao longo da vida. Apesar de algumas mudanças sociais, a enfermeira ainda não encontra espaço para o autocuidado.

O QUE A HISTÓRIA NOS DIZ

Nós professores estamos cercados de pessoas, por que não praticar o autocuidado e aproveitar esse espaço para uma verdadeira prática social. Pode-se considerar que o autocuidado não foi fechado em si, como uma atitude egoísta, isolada, mas que desde a antiguidade é importante para a pessoa, mas também para a sociedade.

O QUE SE DIZ HOJE

Embora eu tenha conhecimento teórico de que o autocuidado é essencial para manter uma vida saudável, deixei o autocuidado de lado por muito tempo, diria décadas de trabalho em hospitais e na escola, enfim, e se ainda tivesse tempo. Depois que toda a energia que temos se esgotar, ainda teremos forças suficientes para praticar o autocuidado.

TIPO DE ESTUDO

O mesmo autor afirma que o foco da investigação-ação “é dirigido a grupos, instituições e comunidades de pequeno ou médio porte. A decisão pela pesquisa-ação teve como objetivo propor mudanças para melhorar a prática do autocuidado e sua compreensão.

O LOCAL E PERÍODO DE ESTUDO

Incentivar também o envolvimento dos docentes para garantir essa mudança e permitir a reflexão desejada também nos egressos do curso de enfermagem. A Escola Técnica Federal de Santa Catarina começou a funcionar após convênio com um hospital da cidade, em 1994, que deu início ao Curso Técnico em Enfermagem.

AS FONTES DE DADOS

Os participantes

O corpo docente é composto por enfermeiros, administradores de empresas, contadores, assistentes sociais, engenheiros eletricistas, engenheiros mecânicos e professores de cultura geral. Destes, 21 professores atuam na área de saúde e serviços, 19 professores na área elétrica, 16 professores na área de metalmecânica e 14 professores na área de cultura geral.

Os Procedimentos Metodológicos

  • A técnica de coleta de dados
  • Os procedimentos de análise de dados
  • Os procedimentos éticos

Visamos a desconstrução e reconstrução de valores e práticas de autocuidado no cotidiano, daí a adaptação das oficinas de rodas de conversa. Na segunda oficina do grupo de discussão, houve uma reflexão sobre como os professores se negligenciam.

QUEM SOU EU? O DESPERTAR!

Ou deixar que o grupo cuide primeiro de si mesmo para que o autocuidado chegue aos integrantes do grupo. Acredito que o autocuidado deve partir de cada pessoa para ter um impacto positivo no grupo. Porém, apareceram na pesquisa aqueles professores que são capazes de um autocuidado excepcional e mais abrangente.

Uma coisa que aprendi aos quarenta e cinco anos é como se cuidar e saber dizer não [Gerbera2]. Mas já existe preocupação com o autocuidado, pois os profissionais de saúde estão conscientes da necessidade do autocuidado. Hortência, na oficina 2, menciona o cuidado da família também como parte do cuidado de si e afirma que quer salvar isso.

Mas o autocuidado nunca nos foi ensinado durante a graduação ou pós-graduação. Compreender a autonomia e o autocuidado vivenciados pelo enfermeiro em suas ações e interações cotidianas.

AS FORMAS DE CUIDADO E DESCUIDO DE SI

OS SETE PRINCÍPIOS PARA A EDUCAÇÃO COMO CUIDADO DE SI

Primeiro princípio para educação do cuidado de si: a elaboração de um

O Primeiro Princípio da educação para o autocuidado, ou seja, desenvolver um projeto de vida, nos ensina que a primeira coisa que devemos fazer é aprender. que “somos os primeiros responsáveis ​​pelo que somos e pelo que podemos ser”. Como faço para fazer um projeto de vida e me responsabilizar por quem sou e pelo que posso ser, se ainda permanece a mentalidade de que os outros devem estar em primeiro lugar. Percebi, na oficina 3, o reforço da opinião dos autores acima, de que o autocuidado, projeto de vida, nunca foi ensinado na escola.

Eles estariam livres dessa alienação imposta se os alunos fossem ensinados a criar um projeto de vida.

Segundo princípio para educação do cuidado de si: apropriação do

Mesmo sabendo que deveria ser o primeiro da lista, ainda assim não me incluiria [Sálvia3]. Insistiram nisso, não conseguiram se colocar em primeiro lugar, nem mesmo reconheceram a importância de se organizar, de esclarecer prioridades, e assim por diante. Porém, não parece que foi por amor a si mesmo, mas para poder ser bom o suficiente para continuar cuidando dos outros. Quando descobri que estava grávida, me coloquei em primeiro lugar na minha vida.

durante a gravidez) aí as coisas mudaram, porque antes tudo vinha primeiro, menos o que eu tinha que fazer, eu queria fazer, e hoje vejo que se eu não fizer e não reservar um tempo para mim, vou aos cafés , com amigos meus, e tomar um café, vou para casa insultada, não me adianta [Margarida3].

Terceiro princípio para educação do cuidado de si: inserção ativa na

Então tenho consciência de que a falta de autocuidado da mulher, principalmente na maternidade, é cultural, reforçada pela enfermagem, seja por enfermeiras ou enfermeiras, nos diversos setores da maternidade, o que pude vivenciar durante meu trabalho neste ambiente . Mas como nos lembra a Margarida, no workshop 3 partilhamos sempre as nossas experiências, boas e más, com as pessoas. As pessoas de alguma forma sempre nos ajudam a ser quem somos hoje justamente porque já vivenciamos situações em nossas vidas com pessoas ao nosso redor.

Com as experiências que tivemos com outras pessoas e o confronto com as nossas necessidades, pode ser uma oportunidade única para conhecer e assumir o nosso valor próprio.

Quarto princípio para educação do cuidado de si: o conhecimento do

Porque meus pontos fracos eram fortes [...] Os pontos fortes eram: paciência, perseverança, honestidade, alegria, bom humor, tentar ser honesto. Essa questão de ver cada pessoa e expressar seus sentimentos, porque muitas vezes a gente olha para o colega e pensa que sou o único que faz isso, sou o único que toma banho na chuva, porque levo meu guarda-chuva, eu não sei onde. Sou o único que põe o dedo na porta, sou o único que de repente termina duas horas mais cedo e não tenho mais nada para dar.

Sou o único que o aluno começa a falar e não sabe o que falar e muitas vezes, o colega que você acha que é bam-bam-bam, Ah.

Quinto princípio para educação do cuidado de si: elaboração de

Teve um professor que me encantou na formação em enfermagem, com seu exemplo e o reflexo positivo de si mesmo que percebi na equipe. A escolha profissional foi essa, então depende muito do autoconhecimento da pessoa, porque se ela se conhecer, se ela souber o que realmente quer fazer, ela vai cuidar de si mesma. Mas, ao mesmo tempo, esse prazer no que fazem não tem resultado em uma forma concreta de autocuidado no dia a dia.

Nesse sentido, somos reconhecidos pela sociedade mais por fazermos parte da vida produtiva do que pelas competências que demonstramos no trabalho.

Sexto princípio para educação do cuidado de si: a busca da integração da

Então, devemos tentar encontrar uma forma de gostar do trabalho, quando escolhemos a profissão certa, a função certa [Heliconia3]. Se não tivermos razão e emoção na nossa busca pelo equilíbrio, não conseguiremos prestar esse cuidado ao paciente e o nosso cuidado a nós mesmos [Tulipa3]. Se conseguirmos convencer o paciente que isso deve ser mudado, porque vai melhorar a sua qualidade de vida.

Porque você tem que ser racional para prestar um atendimento de excelência, científica e tecnicamente, e também tem que ter emoções em um nível que você possa proporcionar conforto a um familiar, a um paciente. Então eu vejo a UTI como 50/50.

Sétimo princípio para educação do cuidado de si: desenvolvimento do

Finalmente surge espontaneamente a proposta de continuar o trabalho de autocuidado, mas também de ampliar o tempo de encontro. À luz destas questões e da análise realizada, ficou claro que a proposta de Correia e Capuzzo (2006), ou seja, os Sete Princípios para a educação para o autocuidado, é uma estratégia que permite o fortalecimento da reflexão sobre esta questão. Tendo como objetivo geral ‘Reconhecer as formas de autocuidado entre os professores do curso e propor a construção coletiva de uma cultura de autocuidado.

Os participantes reconhecem a necessidade de manter espaços físicos e temporais de companheirismo, ajuda mútua e aprendizagem para cuidar de si mesmos.

TERMO DE ACEITE DE ORIENTAÇÃO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

AUTORIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO SEDE PARA A REALIZAÇÃO

Eu, Maria Tereza Leopardi, professora do programa de mestrado profissional em saúde e gestão do trabalho, aceito orientar a aluna Ondina Machado de Marichal no desenvolvimento de sua dissertação, sobre o tema: Autocuidado: as possibilidades de transformação no cotidiano docente enfermeira. Os objetivos, gerais e específicos, são: reconhecer as formas de autocuidado entre os professores do Curso e propor a construção coletiva de uma cultura de autocuidado (objetivo geral) e pensar coletivamente as pequenas ações cotidianas que realizamos. fazer ou deixar para praticar algumas preocupações de autocuidado relacionadas aos docentes de enfermagem que atuam no IFSC, Campus Joinville; Fornecer material teórico aos participantes da pesquisa; Refletir sobre a cultura do autocuidado e desenvolver conjuntamente formas de promoção e manutenção da saúde no trabalho, refletidas nas práticas educativas (objetivos específicos). Título do projeto: Cuidando de si: as possibilidades de transformação no cotidiano dos professores de enfermagem Pesquisadora Responsável: Maria Tereza Leopardi.

Eu, Maria Tereza Leopardi, pesquisadora responsável pela pesquisa intitulada Cuidando de si: as possibilidades de transformação no cotidiano dos professores de enfermagem, declaro que conheço e farei cumprir as normas vigentes expressas na Resolução nº 196/96 da Lei Nacional. Conselho de Saúde/Ministério da Saúde e suas regulamentações complementares (Resoluções e 304/00 do CNS/MS) e assumo nestes termos a obrigação de, ao utilizar os dados e/ou informações coletadas, zelar pela sua confidencialidade e privacidade.

DESCRITORES

LEIS E OUTROS DOCUMENTOS LEGAIS

SETE PRINCÍPIOS PARA A EDUCAÇÃO COMO CUIDADO DE SI

PARECER DO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA UNIVALI

Art. 2º - A enfermagem e suas atividades auxiliares somente poderão ser exercidas por pessoas legalmente habilitadas e cadastradas no Conselho Regional de Enfermagem com foro na área onde ocorre o exercício. Parágrafo único - A enfermagem é exercida de forma privativa pelo enfermeiro, enfermeiro, auxiliar de enfermagem e parteira, com respeito às respectivas titulações. 1° - O exercício das atividades de enfermagem, observado o disposto na Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, e observados os graus de qualificação, é exclusivo de enfermeiros, enfermeiras, auxiliares de enfermagem e parteiras e só é permitido para profissionais cadastrados no Conselho Regional de Enfermagem da respectiva região.

15 – Na administração pública direta e indireta, federal, estadual, municipal, do distrito federal e territórios, será exigida a comprovação de inscrição no conselho como condição essencial para preenchimento de cargos e funções e contratação de pessoal assistencial de todos os graus. Escritório regional de saúde de cada região.

Referências

Documentos relacionados

4º do Decreto 5626/05, temos que: “A formação de docentes para o ensino de Libras nas séries finais do ensino fundamental, no ensino médio e na educação superior deve ser realizada