É um projeto original, justamente por ter sido construído de forma participativa, sendo fruto de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Educação e a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania. Desde a sua criação, em janeiro de 2013, a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) tem se concentrado no processo de disputa simbólica do imaginário de violência, historicamente formado em nosso país e em nossa cidade, com o objetivo de desenvolver ações, projetos de parceria, políticas e iniciativas que enfatizem a promoção dos Direitos Humanos na sua descrição variada.
PrEFácio
Em 2014, o Projeto foi implementado por meio de um processo de pesquisa da realidade das escolas vinculadas à área de abrangência de quatro Centros de Educação em Direitos Humanos (instalados nos CEUs Casa Blanca, Jardim Paulistano, Pera Marmelo e São Paulo). Rafael), que inclui toda a comunidade escolar (diretores, professores, gestores, alunos e famílias), para a criação desta primeira edição. Desejamos-lhe uma boa leitura e que as ideias aqui contidas dêem origem a projetos, iniciativas e práticas que concretizem os direitos humanos de todos e de cada um.
Em parceria com a secretaria municipal de educação, estabelecemos a meta “Implementação da educação em direitos humanos na rede municipal de ensino” (Meta 63). Eduardo Bittar e Jonas Waks Coordenação de educação em direitos humanos da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania.
No entanto, é importante garantir as condições para a realização de reuniões, tais como as ações de formação abaixo apresentadas para cada fase de desenvolvimento do Projeto. Reuniões de discussão com técnicos da DRE: Estão previstas reuniões entre o formador da Vlado Educação e técnicos de cada DRE envolvidos no Projeto para análise do andamento do Projeto nas escolas, esclarecimentos, troca de informações e sugestões para possíveis ajustes e/ou ampliação de ações .
A educação para os direitos humanos apela a todos para uma atitude flexível, na qual a mudança deve ocorrer em todos os momentos. As pessoas que participaram do curso Respeito é Preciso!, realizado em 2014, poderão falar sobre o que discutiram e consideraram relevante em relação ao ensino de Direitos Humanos no curso.
Leitura – Os direitos humanos são o resultado de lutas históricas, nem sempre pacíficas, que ocorreram ao longo da história da humanidade e continuam até hoje. Leitura – Os direitos humanos têm sido muitas vezes interpretados de forma limitada, como se não dissessem respeito a todos nós, às nossas vidas concretas e fossem simplesmente “direitos dos criminosos”.
Faça um registo abrangente desta discussão e anote os desafios e direitos que podem ser melhor garantidos na sua escola. Tudo isso será utilizado em momentos posteriores, além de ser uma forma de documentar o processo do grupo.
Educação Em dirEitos Humanos
Deve-se acrescentar também, e não menos importante, que esta educação é partilhada por todos os envolvidos no processo educativo (educadores e estudantes) ou não será educação e muito menos educação em direitos humanos. Painel – Cada grupo apresenta um resumo da sua produção e, no final, todos são convidados a olhar para os painéis como um todo e refletir sobre até onde já estão pensando sobre a natureza da educação em direitos humanos e até onde podem ir.
Educação Em ValorEs
Criando Relações entre Sonhos – Após coletar os sonhos e criar o mural, cada participante olha os cartões e os agrupa com base em semelhança, dependência, correspondência, prioridade, etc. cartão dos sonhos.
Pacto PElo rEsPEito mÚtuo
Reúna todos em torno do material para criar um painel/parede, para publicar todas as ações do Projeto, anúncios do que vai acontecer (dias de reuniões, atividades, pesquisas, etc.) e notícias do que já aconteceu (reuniões, o que foi decidido , o que foi feito, etc.). Faça um registro coletivo no quadro (ou em folhas grandes de papel) dos diferentes aspectos que surgiram (positivos e negativos).
Um grande desenho da planta da escola. Nota: o desenho da planta pode ser preparado antecipadamente ou criado no local. A sugestão é traçar uma planta grande para cada andar e incluir o open space da escola no térreo. Cada pessoa tem suas próprias experiências, suas próprias impressões, seus próprios sentimentos e uma perspectiva única sobre o que acontece todos os dias nos espaços escolares. Assim, escritos, fotos e desenhos, colados ou reproduzidos na planta, formarão um “mapa” da escola.
Situações do Cotidiano – Cada grupo escolhe uma situação vivenciada na escola para analisar e depois dramatizar, como forma de compartilhar reflexões com os demais grupos. Por meio dessas reflexões, o grupo deve identificar como se deu a comunicação entre as pessoas da escola nessas situações de respeito e desrespeito: por meio da fala. Continuando a reflexão – Outro ponto de vista importante a considerar relativamente à comunicação, para além da comunicação interpessoal, são os canais existentes na escola através dos quais a informação e a expressão de opiniões podem circular.
O regulamento interno não deve ser apenas um documento formal, mas um instrumento pedagógico que visa organizar a vida da comunidade escolar, construída de forma participativa, para que tenha legitimidade. Cada subgrupo apresenta as conclusões a que chegou aos restantes grupos, criando um registo único que identifica o que é considerado mais relevante. Desta forma, as decisões coletivas serão tomadas ao mesmo tempo que se prepara o material que norteará o Plano de Ação a ser elaborado posteriormente.
O educador deve estar atento ao que está sendo ensinado sem saber que está sendo ensinado, pois pode transmitir valores não desejáveis para a educação em direitos humanos. Identifique locais e materiais que possam ajudar a analisar os conteúdos ministrados em termos dos valores que trazem. Socialização da pesquisa - Apresentar os resultados da pesquisa, tentar conectar o que foi analisado na biblioteca, nos livros didáticos e nas dependências da escola para confrontar o que o grupo encontrou, discutir e tentar responder à questão: Existe congruência entre os valores do que você quer ensinar e do que realmente é alcançado.
Para isso, consulte a Parte VI deste material, que fornece informações sobre como preparar um plano de ação. Tenha cuidado para não selecionar muitas prioridades ao mesmo tempo, caso contrário elas deixarão de ser prioridades. Embora possam existir muitos pontos importantes, devem ser feitas tantas escolhas quanto possível para que o plano de acção seja bem sucedido.
Deixe visíveis (de jeito nenhum) as prioridades que não foram aprovadas para que fiquem na memória e possam ser retomadas posteriormente. Estas ações devem ser registadas e copiadas para que todos as tenham à mão e também em cartões, com as palavras-chave, para ajudar a preparar o enquadramento do plano de ação apresentado a seguir. Uma sugestão é colocar as cartas com as ações em cada espaço do tabuleiro, para que possam ser substituídas quando pensar em algo que precisa ser mudado, e dessa forma auxiliam o grupo na tomada de decisões.
Porém, em algumas escolas ainda não é possível falar da existência de um coletivo, mas apenas de um grupo. Criar um coletivo e criar um espaço comunitário significa ter consciência das diferenças de cada indivíduo, aceitá-las, incluí-las e enfrentá-las, e articulá-las em torno de um objetivo comum. Ao contrário de uma massa amorfa, em que aparentemente todos concordam em tudo e caminham juntos, o que muitas vezes significa a presença de um mecanismo de repressão (ainda que subliminar) ou mesmo de um conjunto de sujeitos caminhando cada um em uma direção diferente, apenas com a interdependência de alguma função ;
Podemos, portanto, compreender que o Centro de Educação Infantil (CEI) e a Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) são espaços privilegiados para a plena garantia desses direitos e também locais onde são ensinados bons costumes às crianças pequenas. que é movido pelo respeito. Do nascimento aos 5 anos, as crianças passam por experiências fundamentais para a formação da sua personalidade e para a construção de valores. Nesse sentido, as crianças pequenas conseguem mobilizar emocionalmente outras crianças e os adultos que delas cuidam, provocando reações nem sempre positivas.
Por outro lado, as relações que os adultos estabelecem diariamente entre si e com as crianças também têm uma forte influência educativa. Alguns momentos com as crianças na rotina do CEI possibilitam especialmente a EDH e a vivência do respeito mútuo. Apresentamos aqui algumas sugestões de atividades que podem ser desenvolvidas com crianças pequenas através de imagens e fotografias.
EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL
- as conquistas quE o crEscimEnto traZ
- árEas curricularEs E EdH
- como intErVir Em situaçÕEs cotidianas
- ESCOLA, FAMÍLIA E RESPONSÁVEIS Uma relação delicada e conflituosa
- caractErÍsticas do ciclo 1
- sugEstÕEs dE atiVidadEs no ciclo 1
- caractErÍsticas do ciclo 2
- sugEstÕEs dE atiVidadEs no ciclo 2
Fica a questão: Como intervir para que os alunos avancem na qualidade das relações e no respeito mútuo. É interessante que os alunos possam entrar em contato com médicos e enfermeiros da comunidade escolar (pais de alunos, familiares de professores e funcionários de unidades de saúde próximas), que poderão ser entrevistados pelos alunos. Sugira que os alunos convidem pessoas diferentes para ver o mural e conversar com eles sobre o assunto.
Os alunos do terceiro ciclo (7º, 8º e 9º ano) são os mais velhos do Ensino Básico e, portanto, os mais exigentes. Depois de concluir a pesquisa, compartilhe as informações com os alunos do 7º ano e coloque-as também no quadro da ala. Para isso foi necessário firmar uma parceria com a professora orientadora da sala de leitura e preparar uma forma de contar as histórias lidas aos alunos do 6º ano.
Este portal, criado em conjunto pelo Instituto Vladimir Herzog, pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), reúne informações sobre o período da ditadura civil-militar no Brasil. O Festival Entretodos de Curtas-Metragens de Direitos Humanos, organizado pela SMDHC e pela Secretaria Municipal de Cultura, com o apoio da Secretaria Municipal de Educação, e organizado pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, tem como objetivo promover a cultura dos direitos humanos e a produção audiovisual como ferramenta educativa e geradora de debates sobre direitos humanos. A exposição é realizada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República em colaboração com o Ministério da Cultura e é uma produção da Universidade Federal Fluminense (UFF), por meio do Ministério do Cinema e Vídeo, com apoio da Organização dos Estados. Iberoamericanos de Educação, Ciência e Cultura (OEI), o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), o Centro Técnico do Audiovisual (CTAv) e a Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), com patrocínio da Petrobras e do Banco Nacional de Assuntos Econômicos e Desenvolvimento Social (BNDES).
Educação Em dirEitos Humanos
Artigo sobre episódio de violência sexual envolvendo estudantes). textos teóricos sobre educação em direitos humanos e escola. Coletânea de artigos elaborados pelo Projeto Integrando Ações Educacionais em Direitos Humanos em Minas Gerais, uma parceria entre o Fórum Mundial de Direitos Humanos e a Universidade Federal de Minas Gerais.