Os objetivos deste estudo foram avaliar a prevalência de complicações crônicas em pacientes com DM tipo 2 e avaliar seus possíveis fatores de risco. O presente estudo demonstra importante prevalência de complicações crônicas em pacientes com DM tipo 2 atendidos nos serviços de endocrinologia de hospitais gerais.
DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE
INTRODUÇÃO
OBJETIVO
MATERIAIS E MÉTODOS
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Isso mostra que o tratamento desses pacientes é eficaz, apesar da idade e do pouco tempo de tratamento. Na literatura existem estudos controversos, alguns mostrando que esses pacientes são maiores, enquanto outros mostram que não há diferença entre eles e pacientes com puberdade espontânea.10,13-16.
CONCLUSÃO
Aqueles pacientes com hipogonadismo associado apresentaram maior aumento na quantidade de DP por ano de tratamento em comparação aos demais pacientes.
O PROTO-ONCOGENE RAS NO BÓCIO MULTINODULAR
THE PROTO-ONCOGENE RAS IN MULTINODULAR GOITER
O aumento da expressão de genes da família ras foi relatado em câncer de mama (28), câncer de cabeça e pescoço (31) e leucemia (30). Os dados sobre o aumento da expressão dos genes avaliados correlacionaram-se com um aumento da proteína Ras em 30%.
Esses dados são consistentes com os resultados do nosso estudo (33), onde encontramos expressão aumentada dos proto-oncogenes H- e K-ras no tecido neoplásico da tireoide em comparação com o tecido normal. Da mesma forma, a avaliação da expressão do gene ras no câncer de mama (28) mostrou um padrão de expressão diferente dos 3 genes da família ras.
IMPLICAÇÕES CLÍNICAS DO DIAGNÓSTICO MOLECULAR NO MANEJO DO CARCINOMA MEDULAR DE TIREÓIDE HEREDITÁRIO
MANAGEMENT OF HEREDITARY MEDULLARY THYROID CARCINOMA
CLINICAL IMPLICATIONS OF MOLECULAR DIAGNOSIS
O carcinoma medular da tireoide (CMT), uma neoplasia de células C ou parafolicular da tireoide, é responsável por aproximadamente 5 a 8% de todos os tumores malignos da tireoide (1). Na síndrome rara de MEN 2A associada ao líquen amiloide cutâneo (CLA) (5), a mutação no códon 634 ocorreu em todos os casos relatados até agora e na MEN 2A associada à doença de Hirschsprung, os códons afetados estão no éxon 10 (618 e 620) (5).
MATERIAL E MÉTODOS
A técnica de enzimas de restrição foi utilizada para analisar as mutações detectadas pela técnica SSCP, utilizando enzimas de restrição específicas para cada mutação quando disponíveis (32). Os produtos de PCR foram digeridos com a enzima de restrição apropriada de acordo com as instruções do fornecedor, analisados por eletroforese em gel de agarose a 2% e visualizados por transiluminação ultravioleta (Image Master, Pharmacia).
RESULTADOS
O sequenciamento foi utilizado para determinar mutações não identificadas por restrição enzimática, SSCP ou para identificar a alteração de aminoácidos da mutação, o método é utilizado por terminação de cadeia por didesoxinucleotídeos descrito por Sanger com ALFexpress AutoCycle Sequencing Kit e sequenciador automático ALF Express (Pharmacia).
DISCUSSÃO
Point mutation within the tyrosine kinase domain of the RET proto-oncogene in multiple endocrine neoplasia type 2 B and related sporadic tumors. A mutation in the RET proto-oncogene associated with multiple endocrine neoplasia type 2B and sporadic medullary thyroid carcinoma.
ASSOCIAÇÃO ENTRE HIPERINSULINEMIA E NÍVEIS DE ANDROGÊNIOS ENDÓGENOS EM MULHERES NA PERI E PÓS-MENOPAUSA
ASSOCIATION BETWEEN HYPERINSULINEMIA AND ENDOGENOUS ANDROGEN LEVELS IN PERI AND POSTMENOPAUSAL WOMEN
14,15 Contudo, pouca atenção tem sido dada a esta associação em mulheres na pós-menopausa, 16,18 um grupo com maior risco de DCV. Portanto, nosso objetivo foi avaliar a associação entre hiperinsulinemia e parâmetros demográficos, antropométricos, metabólicos e hormonais que podem influenciar o risco de DCV em mulheres na perimenopausa e pós-menopausa.
MÉTODOS
13 Por outro lado, alguns estudos demonstraram uma relação entre os níveis de insulina e andrógenos em mulheres na pré-menopausa sem evidência de doença clínica. Berger et al.42 mostraram que os níveis de insulina foram significativamente maiores em mulheres na pós-menopausa em comparação com mulheres na pré-menopausa.
MECANISMOS MOLECULARES NO HIRSUTISMO: EXPRESSÃO GÊNICA DE ENZIMAS DO METABOLISMO ANDROGÊNICO NO FOLÍCULO PILOSO
E ASSOCIAÇÃO COM O DIAGNÓSTICO ETIOLÓGICO
MOLECULAR MECHANISMS ON HIRSUTISM: GENE EXPRESSION OF ANDROGEN METABOLIZING ENZYMES IN SCALP HAIR AND ASSOCIATION WITH
ETIOLOGICAL DIAGNOSIS
Embora a influência dos andrógenos no crescimento capilar em humanos seja indiscutível, o mecanismo de ação, bem como o metabolismo desses hormônios nas células do folículo capilar, são processos que ainda não foram totalmente estabelecidos. Recentemente, a análise dos polimorfismos do gene AR não mostrou correlações com a presença ou ausência de hirsutismo 12-14, embora a associação do hirsutismo com o processo de inativação do cromossomo X seja apoiada por um estudo 13, mas não evidenciada por outro. 14.
PACIENTES E MÉTODOS
No entanto, embora esta enzima seja essencial para a geração de níveis de diidrotestosterona (DHT) nos tecidos, o aumento da atividade do 5a-R não é suficiente para explicar globalmente esta alteração no crescimento capilar 5-9,1. Da mesma forma, investigações iniciais sobre o número ou função dos receptores androgênicos (RA) na pele de pacientes hirsutista não mostraram diferenças em relação aos encontrados em mulheres normais 10,11.
PROTOCOLO DE ESTUDO
Em outras situações, resulta do aumento da secreção de andrógenos pelos ovários e/ou glândulas adrenais, associada à Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), tumores secretores de andrógenos, hiperplasia adrenal não clássica (HASC-NC) 2,3. Diante desse quadro de informações ainda incompleto, nos propusemos a investigar os mecanismos moleculares do hirsutismo, com foco na expressão de genes de receptores androgênicos e de enzimas esteroidogênicas, como 5a-redutase tipos 1 e 2 (5a 1 e 2) e 17b-hidroxiesteróide desidrogenase tipo 2 (17bHSD2) em células ciliadas obtidas do couro cabeludo de pacientes hirsutos.
DOSAGENS HORMONAIS
Os resultados da análise semiquantitativa dos níveis de mRNA dos genes de interesse são apresentados na Tabela 2. A expressão do gene 5a-R2 não foi detectada em nenhuma das amostras analisadas neste estudo por RT-PCR.
PROTOCOLO DE RT-PCR
ANÁLISE ESTATÍSTICA
Da mesma forma, nenhuma diferença significativa foi encontrada entre os níveis de mRNA de 5a-R1 nas células do folículo capilar de pacientes com hirsutismo e mulheres normais. Por outro lado, não foi observada expressão do gene 5a-R2 nos queratinócitos foliculares do couro cabeludo dos indivíduos analisados neste estudo.
DIABETE MELITO: DIAGNÓSTICO, CLASSIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DO CONTROLE GLICÊMICO
Alterações na tolerância à glicose estão associadas a um risco aumentado de doenças cardiovasculares (5) e ao desenvolvimento futuro de diabetes (6). O diagnóstico correto e precoce do diabetes e das alterações na tolerância à glicose é de extrema importância, pois possibilita a adoção de medidas terapêuticas que podem prevenir o aparecimento do diabetes em pessoas com tolerância prejudicada e retardar o aparecimento de complicações crônicas em pacientes com diagnóstico de diabetes. .
DIAGNÓSTICO
Vários estudos analisaram o papel da glicose plasmática em jejum e da glicose plasmática elevada 2 horas após o TOTG no desenvolvimento de desfechos cardiovasculares (14), mortalidade por doenças cardiovasculares (5) e mortalidade em geral (13). As alterações na glicemia plasmática em jejum estão mais relacionadas ao aumento da produção hepática de glicose e à diminuição global da secreção de insulina.
CLASSIFICAÇÃO
A etiologia específica deste tipo de diabetes ainda não está claramente estabelecida como na diabetes tipo 1. Estima-se que este tipo de diabetes seja responsável por aproximadamente 1 a 5% dos casos de diabetes (29).
MÉTODOS LABORATORIAIS ÚTEIS NA CLASSIFICAÇÃO DO TIPO DE
DIABETE
Avaliação da reserva de insulina pancreática A avaliação da reserva de insulina pancreática pode ser necessária quando há dúvida sobre a classificação do paciente como diabetes tipo 1 ou tipo 2 ou em indivíduos com presença de autoanticorpos. A ausência da primeira fase de secreção de insulina significa que 50% da massa das células beta já foi perdida.
AVALIAÇÃO DO CONTROLE GLICÊMICO DO PACIENTE
Como ponto de corte para classificação dos pacientes, deve-se levar em consideração que valores de peptídeo C acima de 0,9 ng/ml no início do estudo e acima de 1,8 ng/ml após injeção de glucagon indicam reserva de insulina compatível com diabetes tipo 2 e inferior. valores confirmam o diagnóstico de diabetes tipo 1 (25,43). Nestes pacientes, a diminuição da secreção de insulina é um forte indício do desenvolvimento de diabetes no próximo ano.
DIABÉTICO
Tuomilehto J: Prevention of type 2 diabetes through lifestyle changes in subjects with impaired glucose tolerance. A new subtype of type 1 diabetes characterized by rapid onset and absence of diabetes-related antibodies.
TRATAMENTO MEDICAMENTOSO ORAL DA HIPERGLICEMIA NO DIABETE MELITO TIPO 2
MECANISMOS DA HIPERGLICEMIA NO DIABETE MELITO TIPO 2
O extremo interesse em elucidar os mecanismos que promovem a hiperglicemia nestes pacientes decorre do facto de a prevalência da doença ter aumentado rápida e progressivamente, representando um dilema económico e social para os programas de saúde pública. Embora os mecanismos causais da síndrome DM 2 possam variar, a ocorrência do fenômeno final de hiperglicemia envolve combinações de graus variados das três anormalidades metabólicas descritas (5).
TRATAMENTO
Um dos principais fatores que dificultam a compreensão da patogênese do DM 2 é que a doença não é um processo único, mas sim um conjunto heterogêneo de doenças agrupadas sob uma mesma classificação. Apesar da complexidade da condição, no entanto, são identificadas três principais anormalidades metabólicas: 1) resistência periférica à ação da insulina, tendo o músculo esquelético como tecido protótipo, responsável por 70-80% da captação de glicose, 2) redução da secreção pancreática de insulina e 3) aumento da produção hepática de glicose (1,2,3,4).
SULFONILURÉIAS
O mecanismo de ação da SU consiste em aumentar a secreção pancreática de insulina através da inibição dos canais de potássio dependentes de ATP (KATP) (13). Essa ligação leva ao fechamento dos canais KATP, o que leva à redução do influxo de potássio e à despolarização da membrana das células beta.
BIGUANIDAS
O tratamento com metformina produz outros efeitos benéficos, como redução de 10% nos triglicerídeos, redução de 15% no LDL e redução na tendência à trombose presente em pacientes diabéticos pela redução do ativador do plasminogênio plasmático (17). A metformina é o antidiabético com melhor perfil de ação, pois além de regular a glicemia, também reduz o apetite, causa perda de peso (ou previne o ganho de peso) e é o único medicamento que promoveu redução da mortalidade no UKPDS ( 26). .
TIAZOLIDINEDIONAS
O risco de acidose láctica é muito pequeno se forem respeitadas as suas contra-indicações: insuficiência renal (creatinina > 1,4 mg/dl em mulheres e > 1,5 mg/dl em homens; em pacientes com nefropatia clínica, ou seja, com proteinúria e creatinina normal o seu uso é não recomendado, devido ao risco de piora progressiva da função renal), hipoxemia tecidual (doença pulmonar com hipoxemia, sepse, vasculopatia periférica grave e insuficiência cardíaca confirmada), doença hepática grave e alcoolismo. Seu uso como monoterapia não é recomendado, pois são menos eficazes, mais caros e com menos experiência de uso que as sulfonilureias e as biguanidas.
INIBIDORES DA ALFA-GLICOSIDASE INTESTINAL
SECRETAGOGOS DE INSULINA NÃO- SULFONILURÉIAS
Tem pouco efeito quando administrado com o estômago vazio (89), embora possa aumentar a estimulação da produção de insulina pela refeição mais do que outros secretagogos. Parece ser um secretagogo ligeiramente menos potente que as sulfonilureias (80), embora proporcione melhor controle da glicose nas refeições do que a glibenclamida, aumentando a liberação precoce de insulina (90).
DROGAS EM INVESTIGAÇÃO
Effect of combination therapy with metformin and rosiglitazone in patients with type 2 diabetes mellitus: a randomized controlled trial. Synergistic effects of nateglinide and meal administration on insulin secretion in patients with type 2 diabetes mellitus.
CONDUTA TERAPÊUTICA NA HIPERTENSÃO ARTERIAL, NAS DISLIPIDEMIAS E NA OBESIDADE EM PACIENTES DIABÉTICOS
A hiperglicemia em si é um fator de risco independente para doenças cardiovasculares e, além disso, pacientes diabéticos tipo 2 frequentemente apresentam uma combinação de diferentes fatores de risco relacionados à resistência à insulina, como hipertensão arterial, dislipidemia, disfunção endotelial, presença de um pró-coagulante (aumento de fibrinogênio e diminuição do inibidor do ativador do plasminogênio). Portanto, o tratamento rigoroso e intensivo de diversos fatores de risco cardiovasculares em pacientes diabéticos reduz o risco de morte cardiovascular em até 80%, ainda maior do que o determinado pelo melhor controle glicêmico.
HIPERTENSÃO ARTERIAL
Outro aspecto é a observação de que pequenos aumentos de determinado fator de risco ou associação de mais de um fator estão associados a maior desenvolvimento de eventos cardiovasculares do que em indivíduos não diabéticos (1). Para conseguir uma redução na mortalidade cardiovascular, deve-se tentar corrigir os fatores de risco descritos na Figura 1 (3).
Estratégias de tratamento
Os betabloqueadores têm um efeito benéfico na redução da progressão da função renal em pacientes diabéticos com nefropatia, semelhante aos inibidores da ECA (10). Além disso, esta classe de medicamentos reduz em 25% a mortalidade em pacientes diabéticos com infarto do miocárdio prévio (11).
OBESIDADE
O orlistat é administrado na dose de 120 mg antes das refeições e resulta em perda de peso de 3 a 4 kg a mais que o placebo após um ano de tratamento. Em pacientes com diabetes, a perda de peso foi associada à descontinuação da terapia anti-hiperglicêmica em 70 a 90% dos pacientes.
DISLIPIDEMIA
Portanto, a cirurgia bariátrica em pacientes diabéticos é um método promissor de tratamento para pacientes cuidadosamente selecionados quando realizada por uma equipe composta por cirurgião experiente, médicos clínicos, nutricionistas e psicólogos envolvidos no manejo desses pacientes.
BIBLIOGRAFIA
AVALIAÇÃO DAS COMPLICAÇÕES CRÔNICAS RELACIONADAS AO DIABETE MELITO
COMPLICAÇÕES MICROVASCULARES
O diagnóstico diferencial da ND deve levar em consideração que outras doenças renais podem ser responsáveis pelo aumento de USA ou proteinúria em pacientes com DM 1 (3 a 8%) ou DM. Em pacientes com DM 1, a primeira avaliação deve ser realizada 3 a 5 anos após o diagnóstico de DM.
COMPLICAÇÕES MACROVASCULARES
Tem a vantagem da localização e quantificação específicas dos defeitos de perfusão, que, segundo estudo recente realizado em pacientes com DM, são preditivos de morte e IAM (39). Angiografia coronária: A mortalidade associada ao procedimento é de 0,14%, sendo aproximadamente 0,25% em pacientes com mais de 60 anos.
NEUROPATIA DIABÉTICA
- Possível IAM
- Claudicação Intermitente
- Anexo 1: QUESTIONÁRIO CARDIOVASCULAR DA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (Questionário Rose)
- AVALIAÇÃO DE POLINEUROPATIA SENSITIVA DISTAL
Effect of irbesartan on the development of diabetic nephropathy in patients with type 2 diabetes. Stress echocardiography for risk stratification in diabetic patients with known or suspected coronary artery disease.
ALTERAÇÕES ESTRUTURAIS E FUNCIONAIS NA NEFROPATIA DIABÉTICA E RELAÇÃO ENTRE A ESTRUTURA GLOMERULAR E A FUNÇÃO RENAL
Alguns autores relatam que a proporção de pacientes com diabetes tipo 1 que desenvolvem nefropatia diabética diminui dentro de 3-5 anos. As alterações nos critérios de indicação para início do tratamento da doença renal terminal em pacientes com diabetes e o aumento da sobrevida desses pacientes podem ter contribuído para o aumento do número de pacientes com diabetes que ingressam em programas de substituição renal.
ESTRUTURA GLOMERULAR NA NEFROPATIA DIABÉTICA
Também na Europa, a DM é a doença renal primária mais comum em doentes com doença renal terminal 2. No entanto, isto não foi confirmado em estudos mais recentes 6 e tem havido um aumento rápido e contínuo da doença renal ao longo da última década. Foram observados pacientes com DM participando de programa de substituição renal 1.
ALTERAÇÕES FUNCIONAIS NA NEFROPATIA DIABÉTICA
As alterações intersticiais renais são comuns a muitas doenças renais, e a fibrose intersticial é caracterizada por aumento de proteínas e matriz extracelular 25. Porém, diferentemente do observado nos glomérulos 26, o acúmulo de matriz extracelular no interstício parece ser um evento tardio, ocorrendo apenas quando a filtração glomerular já está reduzida 27.
RELAÇÕES ESTRUTURAIS E FUNCIONAIS NA NEFROPATIA
DIABÉTICA
COMENTÁRIOS GERAIS
Fotografia de microscopia óptica de um glomérulo de um paciente com diabetes mellitus tipo 1 e proteinúria. Fotografia de microscopia óptica de um glomérulo de (A) indivíduo sem diabetes mellitus e (B) paciente com diabetes mellitus tipo 1.
NOVOS ASPECTOS DO TRATAMENTO DA DOENÇA DE GRAVES NOVEL ASPECTS IN GRAVES’ DISEASE THERAPY
As opções terapêuticas utilizadas no tratamento do hipertireoidismo de Graves incluem medicamentos antitireoidianos (DAT), cirurgia e iodo radioativo (131I). Nos EUA, 69% dos membros da American Thyroid Association (ATA) usam 131I como primeira escolha (13), enquanto no Japão e na Europa, os medicamentos antitireoidianos são a primeira escolha para a European Thyroid Association (ETA) e para os membros do Japão. Associação da Tireóide (JTA) (77% e 88%, respectivamente) (14).
IODO RADIOATIVO
A possibilidade de o uso prévio de medicamentos antitireoidianos alterar a eficácia do tratamento com 131I é outro ponto controverso na literatura. Esses agentes inibem a organização do iodo radioativo, reduzem a formação de radicais livres de O2 pelas células mononucleares ativadas e podem limitar a eficácia do tratamento com 131I (55).
DROGAS ANTITIREOIDIANAS
Differences and similarities in the diagnosis and treatment of Graves' disease in Europe, Japan, and the United States. Long-term follow-up studies of iodine-131 treatment of hyperthyroid Graves' disease based on measurement of thyroid volume by ultrasound.
DIAGNÓSTICO E MANEJO DOS INCIDENTALOMAS ADRENAIS
INVESTIGATION AND TREATMENT OF ADRENAL INCIDENTALOMAS
Contudo, em alguns estudos radiológicos a maioria dos pacientes são mulheres, o que provavelmente corresponde a um viés de seleção, refletindo o maior número de mulheres submetidas a exames de imagem e encontrando maior prevalência de AI em pacientes com hipertensão arterial (HA), diabetes mellitus. (DM) e obesidade. A hiperplasia adrenal congênita por deficiência de 21-hidroxilase deve sempre ser excluída nos casos de IA sem outras hiperfunções, para evitar cirurgias desnecessárias, pois a expansão de volume e até os chamados “tumores adrenais” são comuns em pacientes com essa condição. não há vantagem em removê-lo (56.
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
Na TC e na RM, os contornos da lesão são irregulares e a captação de contraste é heterogênea, com áreas centrais de baixa atenuação (necrose) e calcificação observadas em 30% dos casos (26). Podem ser unilaterais ou bilaterais, heterogêneos e com impregnação intravenosa significativa do agente de contraste na TC e na RM.
AVALIAÇÃO LABORATORIAL
Lesões associadas à insuficiência adrenal A insuficiência adrenal pode ter diversas etiologias, incluindo hemorragia, doenças inflamatórias ou infecciosas e doença de Addison autoimune primária. A ocorrência do defeito da 21-hidroxilase está associada a alterações graves na secreção de cortisol e aldosterona, levando classicamente à insuficiência adrenal e, nas mulheres, à genitália ambígua nos neonatos.
TRATAMENTO E SEGUIMENTO
A aspiração por agulha fina de um incidentaloma da glândula adrenal pode ser guiada por US ou TC, mas o diagnóstico de feocromocitoma deve sempre ser excluído antes de realizá-lo (28). Alguns autores reservam a aspiração por agulha fina para pacientes com história de neoplasia, onde deve ser estabelecido um diagnóstico diferencial entre adenoma e metástase (20;60).
CONCLUSÕES
É importante ressaltar que o diagnóstico citológico benigno por agulha fina não exclui completamente a neoplasia maligna, pois a frequência de resultados falso-negativos é alta. Considerando as diversas informações apresentadas nesta revisão e principalmente a relação custo-benefício do método de IA, propomos o fluxograma mostrado na Figura 1.
Unknown primary cancer presenting as an adrenal mass: frequency and implications for the diagnostic evaluation of adrenal incidentalomas. Tjan-Heijnen VC, Hermus AR, Kemink SA, Mudde AH, Pieters GF, Smals AG, et al.
BAIXA ESTATURA: INVESTIGAÇÃO DIAGNÓSTICA E DETECÇÃO DA DEFICIÊNCIA DE HORMÔNIO DO CRESCIMENTO
SHORT STATURE: INVESTIGATION AND DETECTION OF GROWTH-HORMONE-DEFICIENCY
CAUSAS
Essas causas incluem diabetes mellitus, hipotireoidismo, excesso de glicocorticoides, deficiência de GH, resistência ao GH e distúrbios do metabolismo do cálcio e da vitamina D. Apresenta TV normal ou baixa, OI normal ou retardada, mas idade cronológica maior ou maior. é maior que idade-altura (1)(2).
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
Editorial: Diagnosis and treatment of growth hormone deficiency in children and adolescents - consensus or confusion. The use of insulin-like growth factor 1 reference values for the diagnosis of growth hormone deficiency in prepubertal children.
RESUMOS DAS DEFESAS TESES/DISSERTAÇÕES 2002
PPG ENDOCRINOLOGIA
MESTRADO
TÍTULO: RESPOSTA DO GH AO TESTE DE ESTIMULAÇÃO COM CLONIDINA EM PACIENTES COM SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO. Alterações na composição dos ácidos graxos (aumento da proporção de ácidos graxos saturados e monoinsaturados e redução da família n-6) têm sido descritas em pacientes com DM2 e hiperlipidemia.
Normas para publicação
Os dados apresentados nas sessões anteriores, como Introdução ou Resultados, não devem ser repetidos detalhadamente na Discussão. O uso de abreviaturas deve ser mínimo, mas sempre que forem utilizadas, devem ser introduzidas abreviaturas.
LISTA DE ITENS PARA CONFERÊNCIA
Ao assinar este formulário, os autores transferirão os direitos autorais do artigo para a Revista HCPA.
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ÍNDICE REMISSIVO 2002
ÍNDICE DE ASSUNTO
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