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Academic year: 2023

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Texto

Análise de Discurso: objeto de estudo e principais teorias e teórico

O Texto e o Discurso Jornalístico Midiático Televisivo

As normas são conjuntos de princípios que proporcionam condições para a formação de um texto estruturado e uniforme. A estrutura de um texto depende da organização dos princípios gramaticais para a compreensão do seu significado pleno. Porque a ligação de ideias num texto depende do funcionamento regular deste formato de escrita.

O Manual de Redação e Estilo (1997) é um guia que orienta os redatores e os orienta a evitar erros na redação de um texto jornalístico. Para Bruni, a ideia básica de um texto não está em um ponto fixo e isolado, mas o atravessa. Para garantir os processos de leitura interna de um texto, basta estabelecer os níveis do texto.

Portanto, o arredondamento ou conclusão de um texto é tão importante quanto as demais partes de um texto. Os alunos demonstraram domínio das habilidades de compreensão, organização e redação de um texto, esperadas para o ano/série que cursam. Isso porque a escolha da disciplina deve partir de um contexto familiar-escolar, focado no conhecimento do aluno.

Para o ensino da leitura, propomos uma reavaliação de um método muito comum, mas que tem sido pouco utilizado em sala de aula. Enquanto a leitura de um texto passa pelos processos mencionados, a escrita segue um caminho mais difícil. Por se tratar da série inicial de um ciclo, os alunos geralmente sabem lidar com esse tipo de situação.

A mudança de discurso de um vídeo para outro reflete a temporalidade da opinião dos editores, que fizeram uma pausa de uma semana para reformular os discursos. O primeiro vídeo mostra os manifestantes defendendo pacificamente os seus direitos em perfeita harmonia. Os ensaios destacam uma das questões que nos motivaram a realizar esta pesquisa, nomeadamente a interpretação e abstração do conteúdo.

Este é um exemplo de duas redações do informante 2 (duas) em que a introdução consiste na mesma afirmação, “a questão do aumento de vinte centavos” na primeira redação e “o aumento no preço da passagem de ônibus” na o segundo. uma dissertação. Observe que os alunos têm dificuldade em abstrair e, portanto, não conseguem ir além da superficialidade do conteúdo.

Ensino de Leitura e Redação ― Grau de Interpretação

Ensino de Leitura e Redação: Proposta de um Método de Aprendizagem

Por isso, determina que um texto deve ser lido na íntegra para se ter uma visão comum do todo. Um texto é composto por várias partes, essas partes são compostas por elementos que chamamos de conceitos. Os conceitos de um texto se resumem ao ponto de vista de cada leitor individual, por isso, para analisar profundamente um texto, deve-se seguir a terceira regra: ler o texto uma terceira vez.

Não é tão diferente com a escrita, mas com um grau de dificuldade maior, por exemplo escrever um texto científico. Para que o desenvolvimento de um texto seja bem elaborado, alguns cuidados devem ser tomados, como evitar repetições de palavras ou até estruturas maiores. Alguns pontos negativos ficam evidentes quando se trata de produção de texto, por exemplo um texto mal escrito e mal estruturado.

O Texto Jornalístico na Sala de Aula

Por exemplo, o esporte tem sido um dos possíveis aliados para superar um dos problemas da sala de aula, que é a indisciplina, vista por muitos, como uma das características do aluno que sai da crise educacional. Dessa forma, a escola tende a mudar alguns conceitos, buscar formas de atrair a atenção do aluno, e uma das maneiras é trazer para dentro da sala de aula algo que afete e mude a visão do aluno em relação ao estereótipo de funcionamento da escola . Considerando o potencial que as mídias apresentam em relação à acessibilidade, acredita-se que podemos utilizá-las como auxiliares em sala de aula.

Considerando a ordem do gênero jornalístico, os textos jornalísticos, com a intenção de ensinar a leitura e a escrita, podem contribuir como ferramenta de aprendizagem dos alunos em sala de aula. Em sala de aula, o professor costuma limitar-se à leitura do texto, com ênfase na compreensão e interpretação. A prática de produção de textos em sala de aula está fadada ao fracasso sempre que incorporada como parte do quadro de aprendizagem do aluno.

A estruturação de um poema, de uma narrativa, é diferente da construção de um artigo de jornal, pois por serem de gêneros diferentes, também assumem uma construção diferente. Dentre as sugestões de como trabalhar o jornal em sala de aula, é aconselhável escolher conteúdos adequados para cada faixa etária, em relação a cada série. Apenas praticando o manejo típico de um leitor de jornal, o aluno aprende a fazer escolhas críticas sobre o que quer e quando quer ler.

Além disso, o livro didático não acompanha as notícias dos jornais, pois não é publicado no dia seguinte ao fato. A possibilidade de trabalhar em sala de aula com jornais vai além do contexto curricular e abrange outros aspectos: sociais, políticos, ambientais e até econômicos. As redações que coletamos traçam o perfil da escrita dos estudantes de hoje em situações como o vestibular.

O ensino/aprendizagem da leitura e da escrita, como apontamos ao longo deste trabalho, é um desafio instigante para o professor e para o aluno.

Análises das redações: O Antes e Depois da Aplicação da Intervenção

Análises das Redações Pré-intervenção

Ainda temos os políticos, apresentados no fragmento “[..] em 2010, que através da rede social Facebook reuniram centenas de pessoas e assim conseguiram tirar o presidente Gaddafi do poder, à semelhança da destituição de Collor em 1992” e os jornalistas . , “[..] causou lesões a jornalistas que trabalham no país.” Em Junho de 2013, manifestações de pessoas que queriam defender a questão do aumento de vinte cêntimos levaram a confrontos entre a polícia e os manifestantes. Voltando às questões dos discursos editoriais em questão, analisamos e encontramos notas linguísticas no seguinte fragmento “[..] os jornalistas que estavam lá para cobrir as notícias”.

No texto encontramos ideologias relacionadas ao tema, são elas as seguintes: sociais, “Essas manifestações mostram como as pessoas pensam em aumentar o preço das passagens de ônibus”; jornalismo de notícias, “manifestações de julho de 2013 de pessoas que queriam exigir a questão do aumento de vinte centavos”; moralista autoritário “As bombas de borracha atingiram não só os manifestantes, mas também os jornalistas” etc. Encontramos também marcas de linguagem “[..] manifestações de pessoas que queriam pedir desculpas, a questão do aumento de vinte centavos, gerou confrontos entre a polícia e os manifestantes. No segundo parágrafo, o estudante menciona como seria a manifestação para as pessoas que participaram do movimento: “Essas manifestações mostram o pensamento das pessoas.

Os fatos são lançados ao leitor de tal forma que nem mesmo o título indica a ideia central do texto “Os protestos ocorridos em junho do ano passado revelaram a insatisfação das pessoas com a política em geral”. Os vídeos não mostram manifestantes contra políticos, e as manifestações foram realizadas em torno do reajuste das tarifas de ônibus, como aponta a reportagem. Em relação à escrita do aluno e à fala do autor, percebemos que no trecho há indícios linguísticos “A gente precisa ter cabeça.

As manifestações começaram por volta de junho de 2013, quando as tarifas de ônibus começaram a subir e o transporte para trabalhadores e estudantes, que antes pagavam menos para se locomover, começou a sofrer. As ideias são expressas em parágrafos curtos sem conclusão, e são sustentadas por partituras de vídeo entrelaçadas por uma ou outra visão do autor, como mostra o trecho “Os manifestantes fizeram com que o tema das manifestações fosse ‘O gigante acorda’”. . Neste caso, comecemos apontando os discursos dominantes no texto: o discurso político presente no trecho, “Apesar de todas as manifestações serem um grito para o governo acordar”, “somos obrigados a votar” ; o discurso informativo/jornalístico: “As manifestações começaram em junho de 2013, quando as tarifas dos ônibus começaram a subir”.

O texto refere-se à ideologia política nacional (Brasil), “As manifestações no Brasil”; a ideologia social: “Muitas pessoas estão exigindo protestos hoje em dia” e a ideologia da informação: “As manifestações começaram em junho de 2013, quando as tarifas de ônibus começaram a aumentar”.

Análise e Apresentação das Redações Pós-intervenção

Mas o facto de só defenderem a polícia na reportagem não acontece na segunda reportagem onde mostram os alunos e professores, juntamente com estes manifestantes, que também querem os direitos que lhes são permitidos. Como percebemos, os alunos analisados ​​tiveram dificuldade para compreender as ideias dos vídeos e não conseguiram distinguir as falas dos vídeos. Mesmo após a aplicação da AD, os alunos não conseguiram aprofundar suas ideias para se referir às mudanças editoriais de atitude em ambos os vídeos.

Ressaltamos que os alunos assistiram novamente aos vídeos e foram solicitados mais pontos do que a linha reflexiva. O que mais nos chamou a atenção foi que mesmo após expor, destacar e discutir o fato nas redações, os alunos não conseguiram concluir do que se tratava a partida de bolsas. Sabe-se que, mesmo após assistirem novamente aos vídeos, os alunos não reconheceram os índices que indicariam uma mudança na redação da emissora Globo.

Voltando à questão da abstração, foi parcialmente demonstrado que os alunos têm dificuldade em enxergar diferentes pontos de vista ou pontos de vista no conteúdo. As redações da primeira coleção foram produzidas sem a intervenção da professora, portanto os alunos assistiram aos vídeos citados acima e escreveram as redações sem nenhuma informação que os ajudasse. As perguntas foram elaboradas com o objetivo de verificar se os alunos chamariam a atenção para uma mudança no discurso editorial por meio de perguntas diretas.

As respostas foram consistentes nas redações da primeira e da segunda coleções, pois os alunos não relataram nada sobre os discursos do vídeo. Para isso, os alunos responderam às duas questões citadas, com o objetivo de realizar um levantamento preliminar e orientá-los quanto à segunda produção. Esperava-se que o resultado fosse diferente daquele apresentado na primeira coleção e que os alunos mostrassem a diferença na fala nos vídeos da segunda redação.

No caso do nosso trabalho, pesquisamos o ensino da leitura e da escrita por meio da análise das produções dos alunos e constatamos que os alunos apresentam dificuldades nesse sentido. Através da pesquisa e análise das redações que realizamos, chegamos à conclusão de que os alunos não identificaram a diferença de discurso nos dois vídeos. Propostas pelos autores Bruni e Andrade, aplicamos técnicas que consistem em facilitar a absorção; e por meio dessas técnicas percebemos que embora os alunos não tenham identificado a diferença no discurso, as redações da segunda coleção apresentaram alguns pontos que poderiam ser melhor pontuados após a utilização do método.

Levantamento e Resultado das Redações Analisadas

Referências

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