BREVES COSIDERAÇÕES SOBRE A FAMÍLIA
Responsabilidade dos pais decorrente ao poder familiar
Das excludentes de responsabilidade aplicáveis aos genitores
Guarda exercida por um dos pais
Dano causado à pessoa no dever de vigiar o menor
RESPONSABILIDADE DO MENOR NO ORDENAMENTO
Princípios constitucionais
I virkeligheden er erstatningsretten blot et af de redskaber, hvorigennem samfundet forfølger disse mål. 26https://alexandrequeiroz2.jusbrasil.com.br/artigos/468528079/aplicacao-dos-principios- constitucionais-da-consciente-civil-na-solucao-de-conflitos-sociais. 27https://jus.com.br/artigos/60930/consciente-civil-no-ordenamento-juridico-brasileiro-do- viver-de-reparacao-no-ambito-civel.
For det første blev begrænsningen etableret på det civilretlige ansvar for de ude af stand, hvilket tillod reglen i den eneste paragraf i art. 28https://alexandrequeiroz2.jusbrasil.com.br/artigos/468528079/aplicacao-dos-principios- constitucionais-da-consciente-civil-na-solucao-de-conflitos-sociais. 30https://alexandrequeiroz2.jusbrasil.com.br/artigos/468528079/aplicacao-dos-principios- constitucionais-da-consciente-civil-na-solucao-de-conflitos-sociais.
33https://jus.com.br/artigos/60930/consciente-civil-no-ordenamento-juridico-brasileiro-do-viver-de-reparacao-no-ambito-civel/1. No que diz respeito à responsabilidade civil por atos de outrem, nota-se que os pais são responsáveis pelos danos civis decorrentes de atos ilícitos cometidos por filhos menores que estejam sob sua autoridade e em sua companhia. Existem duas responsabilidades, a do direto causa do dano e a do responsável também pela indenização, portanto é necessário que o agente tenha agido com culpa, ou no caso de pessoas incompetentes, esse comportamento tenha ocorrido em violação à lei, pois é não falado. por sua culpa, mas se o menor ou outro for incapaz de agir de acordo com a lei, em conduta que, se fosse capaz, não seria culpado, portanto não há nada a compensar. 43https://jus.com.br/artigos/57521/a-consciente-civil-do-menor-no-estatuto-da-crianca-e- do-adolescente-e-no-codigo-civil-e-seus- desenvolvimentos jurídicos.
Note-se, oportunamente, que a guarda partilhada afecta a responsabilidade civil dos pais pelos actos dos filhos menores. Com a guarda compartilhada, surgem consequências para os pais, inclusive a responsabilidade civil pelos atos dos menores. O Código Civil, em seu artigo 942, estabelece que a responsabilidade dos pais pelos filhos menores que estejam sob seu poder e em sua companhia independe de culpa. . , sendo objetivo ou solidário. Jeovanna Malena Wana Alves, Responsabilidade civil dos pais pelos atos dos filhos menores, Rio de Janeiro: Renvar, 2004, p.07.
Princípios constitucionais acerca da criança
Responsabilidade civil pelo fato de outrem
A responsabilidade do terceiro está claramente presente na responsabilidade civil, lato sensu, de quem causa diretamente o dano, ou seja, cabe ao terceiro, quando solicitado, comprovar que quem causou o dano causou o dano não agiu. com dívida. A responsabilidade civil das pessoas jurídicas de direito público independe de prova de culpa, o que exige apenas a realidade do dano, a autoria e o vínculo. A culpa em vigiar equivale à pessoa ser responsável pelo dano sem ter praticado o ato, ou seja, outra pessoa o fez por falta de vigilância para com o agente causador do dano.
Na responsabilidade civil existem duas responsabilidades: a responsabilidade de quem causou diretamente o dano e a responsabilidade de quem o ressarciu. É necessário que o representante tenha agido com culpa e, no caso de pessoas não responsabilizadas, que tenha agido em violação da lei, porque não se trata de sua culpa, mas se um menor ou outra pessoa legalmente incapaz agir de acordo com a lei , na conduta que se fosse capaz não teria culpa, não há o que compensar. Os pais são responsáveis pelos danos civis resultantes de ações ilegais de filhos menores que estejam sob a sua autoridade e na sua companhia.
A Constituição Federal (CF) de 1988, inspirada no paradigma democrático promulgado pelas normas internacionais, consagrou a doutrina da proteção integral, que atribui à família, à sociedade e ao Estado o dever de garantir a plena realização dos direitos fundamentais das crianças e adolescentes . O Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei), por sua vez, filiou-se ao sistema político-jurídico claramente protetivo consagrado pela legislatura constituinte de 1988, que estabelece os instrumentos necessários para dar efeito prático à garantia de prioridade formalizada pela Constituição, entre outras aspectos, No âmbito constitucional e infraconstitucional, destaca-se a proteção específica dada ao menor autor de um delito, uma vez que o processo de formação de crianças e adolescentes não deve estar vinculado à punição criminal, mas sim a medidas de natureza assistencial.
Responsabilidade e guarda do menor prevista no ECA
Portanto, a criança não pode, a título de “pena” (Medida Socioeducativa), sofrer a obrigação de reparar o dano cometido contra o terceiro. O artigo 112, II, combinado com o art.116, do ECA, trouxe um salto em relação à legislação anterior (código menor e código civil), pois foi a primeira legislação brasileira a prever a responsabilidade do adolescente que de outra forma causou dano. . O artigo confere uma forma de punição ao incapaz que cometer crime, desta forma o adolescente que cometer qualquer uma das figuras típicas previstas no direito penal substantivo só poderá sofrer, ou seja, como pena capital, a obrigação de reparar o dano.
Ainda, de acordo com a inteligência do artigo 113 do estatuto, a obrigação de reparação do dano e outra medida socioeducativa podem ser aplicadas cumulativamente. 116 é uma das formas de punição para menores, nos termos da EAQ não pode haver obrigação de indenização caso o adolescente seja declarado inocente ou mesmo inocente por qualquer dos motivos previstos na legislação, desde que receba a mesma coisa. tratamento como pena no direito penal. 116 ECA No caso de crime com consequências patrimoniais, a autoridade poderá determinar, se for o caso, que o adolescente restitua o bem, promova indenização pelo dano ou, de outra forma, indenize o prejuízo da vítima.
PODER FAMILIAR X GUARDA COMPARTILHADA
Poder familiar
O poder familiar nada mais é, portanto, do que um conjunto de direitos especiais estabelecidos no ordenamento jurídico para que os pais criem, orientem, eduquem, apoiem e protejam os seus filhos menores. O poder familiar consiste num conjunto de direitos e obrigações relativos à personalidade e aos bens do filho não emancipado, que são exercidos nas mesmas condições por ambos os progenitores, para que possam cumprir as obrigações que lhes são impostas pela norma legal, tendo em conta o interesses e protecção das crianças.
Guarda compartilhada
Os pólos são opostos, pois os filhos têm direito a estar com ambos os pais, a viver em harmonia e a participar na vida familiar e comunitária com ambos, conforme previsto no artigo 227 da Grande Lei. Ao estabelecer a igualdade entre os pais, é importante sensibilizar os pais para o exercício cooperativo do poder familiar no interesse dos seus filhos. Vale ressaltar que a instituição do Poder Familiar deve restaurar, com base na igualdade de direitos e deveres, a participação organizada dos pais na vida dos filhos.
A guarda unilateral é entendida como sendo atribuída a um progenitor solteiro ou a quem o substitua (art. o), e a guarda partilhada é entendida como a responsabilidade solidária e o exercício de direitos e deveres de pai e mãe que não vivam sob a mesma guarda. . tag., em relação ao poder familiar conjunto dos filhos. Desta forma, deve ser determinado o dever de contato, porém, a diferença é que esse contato ocorre constantemente, como se a separação não tivesse acontecido, com respeito à liberdade de ambos os cônjuges. Não basta que o progenitor não viva com o filho menor para que este deixe de ter direitos e deveres no que diz respeito à sua educação e supervisão, pois a participação e influência de ambos os progenitores na orientação e orientação da formação moral dos seus filhos é extremamente importante. importância para o seu pleno desenvolvimento psicossocial.
O dever de fiscalização, como já exaustivamente referido, pertence a ambos os progenitores e decorre do poder familiar, que não deve de forma alguma ser confundido com a instituição da fiscalização no Direito da Família. Assim, repetindo, ao progenitor que não está privado do poder familiar resta o dever de supervisionar e participar ativamente na sua vida, em todos os aspectos, sejam eles educativos, materiais ou morais. Nada justifica, portanto, atribuir responsabilidade exclusiva ao progenitor que tem a guarda pelos atos praticados pela criança simplesmente porque ele não o faz.
Ambos insistem em exercer o poder familiar, e entre os deveres decorrentes disso está também a responsabilização pelos atos do filho.
Responsabilidade civil dos pais em relação aos filhos menores e a guarda
Porém, com o término do vínculo de convivência, a situação é diferente e a guarda compartilhada pode reduzir os efeitos do conflito criado na personalidade dos filhos, mas o principal fator que permitirá o uso da guarda compartilhada será a forma como os pais se relacionam após a dissolução do casamento. 61. Vista desta forma, a guarda compartilhada torna-se o modelo ideal da atualidade, que declara a igualdade dos pais na educação dos filhos e impõe obrigações solidárias aos pais no que diz respeito à educação e ao desenvolvimento da criança. Neste sentido, Denise Duarte Bruno aponta as vantagens para os pais – redução do stress e acumulação de papéis para aqueles que são os únicos cuidadores; priorizar que ambos os pais compartilhem a educação dos filhos; a satisfação de ambos, especialmente se decidirem mutuamente sobre este tipo de tutela e não for uma decisão judicial - e para os filhos - o direito à convivência, direito que parece ser decisivo para a adaptação da criança aos pais. o divórcio, ou seja, a guarda partilhada, reduziria as dificuldades que as crianças normalmente enfrentam para se adaptarem a novas rotinas e novas relações após a separação parental.
Segundo a jurisprudência vigente, a responsabilidade parental decorre da guarda e não do poder familiar. Nestes casos, os pais mantêm os direitos parentais, embora de acordo com a decisão judicial não tenham o direito de os ter em sociedade e de guarda. Actualmente, no caso de separação judicial e de divórcio facultativo, a guarda deve ser estabelecida, sempre que possível, partilhada, devendo ambos os progenitores equilibrar os seus deveres de guarda dos filhos menores.
Este estudo teve como objetivo investigar a guarda compartilhada onde ela se originou a partir da necessidade de amenizar esses problemas nos tribunais, buscando sua solução e colocando sempre o interesse do menor como objetivo principal. Constatou que a guarda compartilhada, além de proteger os filhos, deve minimizar os traumas e as consequências que a separação pode causar e preservar os vínculos entre pais e filhos antes da separação. A guarda conjunta reflete as responsabilidades pela vida do menor, determinando que o tempo de convivência com os pais deve ser equilibrado entre os dois, para que o filho não sofra com a ausência causada pela sua separação.
Face a estes factos, a responsabilidade parental decorre em princípio da guarda do menor e não propriamente do poder da família.